Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



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Governo Controla RTP Abertamente

O governo passou a controlar a RTP para impedir a reestruturação política e manter o domínio da corrupção sobre o país, usando o conhecido método da grilheta mental das oligarquias e ditaduras modernas, mas mão novo.

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Falsos Profetas Disfarçados de Ovelhas

Quem quer leia este artigo poderá ser cristão, muçulmano, budista, hinduísta, jainista, mórmon, judeu, xintoísta, taoista, zoroastoanista, ateu ou agnóstico, seguir qualquer outra confissão ou religião ou negá-las todas. Trata-se de história universalmente comprovada e globalmente aceite. Trata-se dum princípio debatido em religião, psicologia, filosofia, etc. universalmente conhecido salvo pelos portugueses, segundo o demonstram, que assim mais uma vez justificam a sua auto-estima.

O exemplo tomado é tirado dos livros cristãos por em Portugal serem os mais divulgados, mas de acordo com o que fica atrás poderia ter qualquer outra fonte. Mudariam as palavras, talvez, de acordo com a cultura e o seu modo de expressão (e o tradutor), mas o sentido manter-se-ia invariável. A existência daquele a quem as palavras são atribuídas, Jesus, é também mundialmente reconhecida, foi um personagem daquelas que são hoje as três maiores religiões que nasceram no Próximo-Oriente e o segundo maior profeta islâmico após Mohamed – Isa (arábico). Isa é mencionado vinte e cinco vezes pelo seu nome no Corão, ou seja, com mais frequência que o primeiro profeta do islão, o próprio Mohamed. O Corão considera-o textualmente de concepção virginal por decreto de Allah.

A sua existência comprovada, avancemos em direcção do assunto do título.

Segundo sabemos, Jesus passou uma boa parte da sua vida pregando e muitos dos seus sermões foram transcritos. Alguns os mais conhecidos foram os seus ensinamentos na Galileia. Entre eles há um que 2.000 anos passados parece hoje dirigir-se especialmente aos portugueses em estilo parabólico para facilitar a compreensão ao atrasado povo judeu. Será que passados esses 2.000 anos os portugueses não estão tão atrasados como os judeus de então, pois que ainda nem as parábolas compreendem? O título postumamente atribuído a esse sermão é Os Falsos Profetas.


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis.


Que de mais eloquente – mas simultaneamente simples como todas as parábolas – se pode aplicar aos políticos portugueses.

Que impedirá à carneiragem dócil de, por simples analogia com a parábola, dar-se conta de como os lobos vorazes dos políticos os papam como uma criança um rebuçado. Ou de julgar as árvores pelos seus frutos? Se aceitar a lógica de que árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos, como acreditar e aceitar que um criminoso cadastrado – uma árvore má – possa dirigir um país para o bem da sua população – obter bons frutos?

Ainda não compreenderam que a conclusão da parábola, Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo é a única solução que têm como alternativa. Que têm que correr com o mal à pedrada como se fazia e em alguns casos ainda faz no Próximo-Oriente.

Os portugueses não simplesmente estúpidos. Não compreendendo o que há 2.000 já se compreendia, são cegos mentais completamente tapados. Porém, há 2.000 anos já isso não era novidade, pois que pela história conhecemos que Jesus se limitou a compilar e pregar ensinamentos que no seu tempo já eram velhíssimos, alguns já de milhares de anos antes dele. Se os portugueses não têm capacidade mental para abranger tais simplicidades tão antigas, só podem ser considerados intelectualmente como abaixo de esterco da humanidade.

Os governos nacionais são formados por «gente menor», como ouvimos ao saudoso Prof. Hermano José Saraiva, mas parece que raros são os que o reconhecem. Gente reles e medíocre que se ofende quando se lhe apontam as suas malvadas acções de traidores do povo – da nação – e jogam com a palavra ética. Eles, os falsários e vigaristas que profanam a ética!

Há porém, outras causas da inércia nacional. Alguns se recordarão da época dos padres-operários e de como eles lutaram pelos direitos dos trabalhadores e alimentaram o espírito de revolta para uma justiça social mais justa (agora em avançada destruição em Portugal), principalmente na América do Sul. O papa João Paulo II não foi exactamente um padre-operário, mas desde os seus tempos de seminário que defendeu os Direitos Humanos contra os opressores e continuou a fazê-lo em Roma, nas suas visitas aos estados oprimidos e até à sua morte. Jesus também pregou no mesmo sentido, o que lhe valeu a morte. Não foi cobarde como os portugueses. Nem foi o único, mas é o exemplo mais conhecido de revolta contra a opressão.

Contrariamente a este princípio, a igreja nacional, chefiada por um cardeal cobarde, que por demais é um dos pouos patriarcas católicos, afasta-se completamente do caminho so Jesus que devia imitar, do infelizmente defunto papa e até do seu predecessor no patriarcado. A bondade que impregna Sua Eminência não deveria ofuscar a sua obrigação de imitar aquele donde deveria tomar todos os exemplos e ser o dono da sua mente e desejos. Sabemos que tal procedimento não foi o adoptado pela Igreja durante perto de um milénio, mas isso não justifica e condena o seu procedimento actual em muitos países, sobretudo após a reforma desse mau procedimento pelos dois últimos papas.

O D. Januário Torgal Ferreira é um bispo cujas palavras nem sempre têm merecido elogios. Porém, não se concebe que quando os merecem efusivamente, como quando se refere à corrupção, venha um representante da cobardíssima Conferência Episcopal afirmar que esta se alinha com a corrupção que ele ataca. Admite e aprova, declarando que é apenas a sua opinião pessoal. Ou seja, a Conferência Episcopal não considera que haja corrupção, nem roubo, nem abuso, nem injustiça, nem fosso social, nem nada no país contra que o D. Januário brama. Não estamos no Séc. XVIII (e nem que estivéssemos), pelo que esta Conferência Episcopal e este cardeal, príncipe de Igreja, estão a apoiar todos esses males descarregados em cima do povo enquanto murmuram palavras de misericórdia.

O mesmo se passa do lado da ignóbil jornaleiragem sobre este assunto, tal como com outros. Fazem longas reportagens em que tecem elevados elogios à solidariedade nacional aquando de qualquer angariação de dádivas destinadas aos que se encontram numa miséria profunda. Nessas reportagens e noticiários, esquecem-se de mencionar que aqueles que têm direito humano mínimo a alimentação e habitação estão na realidade a viver de esmolas enquanto o país se transforma num albergue de pedintes e outros têm que roubar para sobreviver. A manipulação da objectividade destas reportagens tenta impregnar a ideia de que as esmolas substituem vantajosamente a justiça social.

Tudo isto enquanto outros ainda se arrogam inconcebíveis privilégios, entre os quais a suprema prerrogativa e direito a não contribuírem para a desgraça nacional que provocaram, a não se submeterem aos cortes que aplicaram aos mais pobres, a aumentar os seus ganhos, etc. Uma sofisticada pouca vergonha que nem um rebanho de carneiros malcheirosos aguentava, que iam todos de abalada juntar-se às cabras montesas. Só portugueses.

O único método de redução da dívida externa limita-se estritamente a reduzir tudo [é uma lista demasiado longa para detalhar e bem conhecida de todos] á população sem diminuir ou sequer tocar nas despesas de abuso e de luxo dos governantes e dirigentes pagos pelo estado. Cortar nas reformas astronomicamente absurdas dos milhares de políticos no activo com pensões de reforma; a começar pelo Cavaco, o Relvas, a cadela-mor do parlamento, o governo e as câmaras municipais albergam uma inacreditável proporção de reformados, gente que suga o estado. Acabar com assessores e consultores de políticos e deputados e pôr estes a trabalhar. Acabar com todas as redes de parasitismo e clentelismo, as despesas com os ninhos de parasitas políticos de instituições e outras parcerias publico-privadas, as creches de emprego para filhos dos ladrões e sanguessugas, assim como um número infindável de outras despesas que apenas servem para enriquecer políticos malvados. Nada disto é feito, os roubos continuam de vento em poupa e a dívida é paga exclusivamente pelos que menos têm cortando os seus direitos e atirando com eles para a valeta da miséria, enquanto os ladrões se arrogam e conservam os privilégios de não contribuírem para a crise de que são autores e de roubarem impunemente. Milhares de milhões de euros roubados mensalmente. É um governo de ladrões e malvados que os portugueses mais do que cornos merecem por não os enforcarem e os aceitarem. Nada disto existe em qualquer país minimamente democrático. Que morram os cobardes.

No meio desta desgraça, filha duma desgraça mental ainda mais profunda, há um número que parece crescente (em estupidez também, como é evidente), que acredita piamente que o fim da miséria esteja próximo. Assim como na frase da parábola Pelos frutos, pois, os conhecereis, deveriam tirar duas conclusões. Uma é que pelo fruto das medidas governamentais em que os já parcos meios de recuperação foram destruídos conjuntamente com tudo o que era social e sem possibilidade de desvalorização da moeda, nem isso pode acontecer. A miséria está instalada e é para durar pelo menos gerações. A sangria e o desemprego continuarão a aumentar. A outra conclusão é tão evidente como a anterior: pelo fruto das obras dos políticos deveriam conhecer os autores. Porém, para os portugueses serem capazes de tirar qualquer dessas conclusões seria necessário que tivessem capacidade de reflexão e de análise e que soubessem distinguir a realidade do logro, e não é isso que se constata nos espertalhões com tão elevada auto-estima.

A miséria mental é tanto mais notável quando nas sondagens – ainda que estas não tenham mais que um valor relativo – se destaca o número daqueles que julgam que nenhum outro governo faria melhor. A pergunta objectiva seria se outro governo poderia fazer pior. Claro que seguindo os mesmos métodos nenhum governo poderia evitar uma grande queda, todavia sem provocar uma calamidade nacional, mas há outros. Por exemplo, aquele que tem sido afincadamente escondido, tanto pela coelheira governamental como pela jornaleiragem desinformadora: o caminho tomado pela Islândia para o domínio da corja política pelo povo seguido pela elaboração duma nova constituição pelo parlamento com a colaboração directa da população pela internet.

Também lá julgaram e tentaram fazer condenar o primeiro-ministro. O resultado do julgamento foi o mesmo que seria cá. O tribunal chegou à conclusão de que ele tinha efectivamente contribuído para o buraco financeiro do país, mas que a sua contribuição não fora senão uma pequena parcela que se inscrevera na cauda duma continuidade de maus governos em que ele tinha herdado esse buraco dos anteriores. Seria impossível que em tão pouco tempo e um só governo pudesse ter feito tal obra. Foi esta a conclusão oficial do tribunal islandâs que nos escondem. Manipulam as notícias ou ocultam-nos sempre os conhecimentos que podem ajudar-nos a compreender a cloaca em que jornaleiros e políticos nos guardam para que estes nos possam dominar facilmente.

Com este antecedente na Islândia, o governo coelhal não tentou, não tenta, nem vai tentar que o Sócrates seja julgado por isso. Iria remexer muita coisa e acabaria por recair em cima do verdadeiro coveiro nacional, o Cavaco, e fecharia duma vez para sempre comua ao Coelho, impedindo-o de continuar a afirmar que foi o governo anterior que levou o país à beira da banca rota. Assim, pode continuar com as suas desculpas sujas de sabujo e incriminações mal dirigidas.

Concluindo a parábola e seguindo os usos da região da sua origem não resta dúvida que correr com a corja à pedrada será o único sistema, dada a certeza de que pelo seu próprio pé não vão sair. Ou enforquem-nos nos pelourinhos, que foi para isso que foram construídos. Mas cuidado, que substituir uma corja por outra igual de nada serve, além de que mais cedo ou mais tarde ela voltará e continuarão a revezar-se indefinidamente sem que nada mude. A solução final, como o Hitler lhe chamaria, só pode ser a repetição do que o povo fez acontecer na Islândia. Em Portugal, isso inclui e impões a separação radical e completa dos políticos dos meios financeiros que dominam a política nacional e preovocam o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, nalguns casos já desde o Séc. XIX (vídeo da RTP que inclui casos da corrupção cavaqueira).

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As Contas da Coelhada
Um Ano de Certezas – Falhadas?

A coelheira governamental procura desculpas para justificar as descumunais discrepâncias entre os seus vaticínios que um a um têm caído todos por terra. Ter-se-iam realmente enganado nos seus cálculos, quando sempre mostraram a mais intemperada teimosia no absoluto da sua certeza?

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Portugal Não É a Grécia?

As opiniões não divergem muito, mas apenas geograficamente. Enquanto em Portugal a maioria dos economistas fazem o jogo das maiores oligarquias políticas e dizem que não, de fora vêm-nos outras ideias em contrário. Estas são mais prementes e baseadas em factos e justificações reais.

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Como Correr com as Máfias Oligárquicas e Sugadores do Nosso Dinheiro e Controlar Governo e Finanças

Não, não são sugestões nem possibilidades. Trata-se dum acontecimento real e recente, um assunto apenas tocado no seu início. O seu seguimento e os resultados foram logo abafados pelos pulhas da desinformação nacional e europeia para protecção dos que enriquecem à nossa custa e nos fazem a miséria. Para protecção dos impérios financeiros e dos partidos e políticos corruptos e inimputáveis pelas suas leis ilícitas.

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O Poder da Desinformação

A desinformação jornaleira – mais do que o comportamento dos políticos – é a principal responsável pela desgraça, pela miséria e pelo atraso da população nacional a todos os níveis.
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O Espírito do Mal Neonazi

O mal do mundo, personificado pelo povo terrorista e maldito dos judeus sionistas de Israel, ataca judicialmente um dos mais conceituados titulares do Prémio Nobel da Paz, atribuído pelas suas obras humanitárias mundialmente conhecidas e pela defesa dos Direitos Humanos.

Porquê? Por revelar a realidade sobre um povo que pelo seu comportamento desumano, egoísta e abusador, a sua malvadez, o seu roubo de território e de recursos naturais, colonialismo e escravatura, desobediência a todas as resoluções das Nações Unidas, etc. Pelo seu comportamento apenas, este povo sionista deixou de ter direito à própria existência. O seu desaparecimento seria um bem para a humanidade e o maior bem para a região onde se foi inserir, onde se tornou a fonte e a origem de todos o males.

O que segue é uma transcrição do jornal Washington Post encontrada aqui.


Jimmy Carter Alvo de Acção de 5 Milhões de Dólares por Atacar Israel

WASHINGTON - O ex-presidente Jimmy Carter tornou-se alvo de uma acção colectiva por dizer coisas ostensivamente sobre Israel no seu best-seller 2006 livro, Palestine: Peace Not Apartheid. [Palestina: Paz, Não Segregação Racial]

Os cinco autores americanos da acção, dois dos quais são cidadãos com dupla nacionalidade de EUA e de Israel, pedem US$ 5 milhões em danos sobre o livro (que está a ser vendido por menos de US$ 10 na Amazon) na base de que as suas críticas de Israel violaram as garantias de defesa do consumidor.

O denunciante alegou num comunicado de imprensa que o ex-presidente dos EUA, 39 e Prémio Nobel da Paz "violou a lei e, portanto, prejudicado aqueles que compraram o livro" injustamente por "atacar Israel".

O Procurador Nitsana Darshan-Leitner disse processo dos seus clientes "irá expor todas as mentiras e deturpações no livro de Carter e provar que o seu ódio a Israel o levou a cometer este tipo de fraude no público."

A Editora Simon & Schuster, que é também alvo de acção judicial, demitiram-na como um acto leviano e um "gélido ataque à liberdade de expressão que se pretende defender vigorosamente."

"Esta acção é frívola, sem mérito e é uma tentativa transparente pelos recorrentes, apesar de suas afirmações, para punir o autor, Prémio Nobel da Paz e estadistas de renome mundial, assim como a sua editora, por escrever e publicar um livro com o qual os autores simplesmente discordam", disse Adam Rothberg, porta-voz da Simon & Schuster, ao Washington Post.

Uma cópia da denúncia pode ser vista aqui.

Esta notícia circula pelo mundo desde 3-2-2011. Alguém a leu ou ouviu em Portugal? Se fosse lixo, certamente tinha feito a ronda completa de todas as notícias, tal como as ordinarices e outras conversas do pervertidos chulos das máfias políticas. Ou será para proteger o judeu do Interior, quem tem mais contribuido para a destruição dda polícia nacional?

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Saber o Que se Quer e Como o Alcançar

Praticamente, todos sabem o que querem; basicamente é viver melhor. Não é apenas um objectivo humano, é uma ambição inconsciente universal, chamemos-lhe assim. O próprio universo se organiza num sentido de progresso e o progresso só pode existir com mudança.

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Ciclo Vicioso

Quer o queiramos reconhecer ou não, sabemos o que provocou a crise nacional agravada pela mundial, esta por causa dos especuladores. Após tanto se falar, ainda que encoberto pelos corruptos e pala desinformação jornaleira, as razões têm vindo à tona e fala-se agora abertamente, ainda que evitando de as ligar: a falta de produção (e daí de exportação) e um consumo exagerado num país que não produz. A queda de produção num país que ainda que pobre conseguia subsistir chegou-nos por dois caminhos.

Um, foi a destruição da agricultura enquanto os outros países europeus a reestruturaram. Foi o abate quase completo da frota de pesca, passando a importar-se o peixe dos países que remodelaram a sua. Foi ainda o desmantelamento da indústria em mãos mencionais de que os industriais portugueses se queixaram por ter sido entregue a empresas estrangeiras (o tal tão gabado investimento do exterior) sem que ninguém lhes desse ouvidos.

Um dos outros caminhos para a miséria actual veio do roubo, esbanjamento e mau uso dos tais fundos de coesão europeus recebidos precisamente para armar o país para a concorrência e desenvolvimento futuros, mantendo-o produtivo.

Estas destruições, orquestradas pelos governos do Cavaco foram completadas já no tempo do Guterres, que fugiu por ter vislumbrado o que aí vinha e saber que já nada mais podia fazer do que acabar de cumprir os acordos do Cavaco.

Se nos lembrarmos do que é um pouco mais recente, Portugal continuou ainda a receber avultadas quantias da UE, mas nenhum governo mais tentou sequer remediar os estragos, donde a culpa é a dividir por todos, sem excepção. Ou seja, à sua maneira todos colaboraram para a miséria do país. Por isso que se os partidos se acusam reciprocamente pela miséria actual, uma chachada, e nenhum se atreve a mencionar as verdadeiras causas, anteriores, de que são culpados e que são a autêntica fonte da desgraça nacional. Incomparavelmente muito mais grave e que provocou a queda. Com a ajuda duma verdadeira desinformação jornaleira que encobre a corrupção, nem se atrevem a tocar no assunto porque, como diz o ditado, «quanto mais se mexe na merda mais mal ela cheira».

A fim de manter a população contente, os governos usaram o dinheiro da UE para sacar votos aos incautos improdutivos, incutindo-os a gastar quanto podiam. Para tanto, facilitaram o crédito para todos os gastos improdutivos, empurrou as pessoas para comprar casa e habituou as pessoas a viverem acima dos seus meios, ou seja, a gastar 100.000$00 por mês quando ganhavam 80 ou 90.000$00. Isto em lugar de aproveitarem o algum dinheiro que ainda vinha para investir nalguns meios para o progresso do país.

Em nenhum país a população jamais comprou tantas casas como os pelintras nacionais. A falta de controlo das rendas tem feito parte do plano para estimular as compras. Há rendas extremamente baixas e outras incrivelmente altas. Não existe um controlo como em países democráticos, em que tribunais especiais anulam os contratos de arrendamento de montantes exagerados após avaliação oficial e obrigam o senhorio a baixar a renda. É uma autêntica paródia onde em tudo rouba mais aquele que tiver melhor ocasião.

Quando a fonte secou e a torneira se fechou, os corruptos, que há muito já tinham todos enriquecido, com um tipo de roubo ou outro, incluindo as reformas astronómicas. (criticadas pela UE), prosseguiram com os mesmos métodos de roubo. Começaram a aumentar os impostos, mas ainda assim o dinheiro não chegava para compensar a vida a que os corruptos tinham habituado a vivar um povo que não só deixou de produzir e de exportar, como se tornou viciosamente mandrião, julgando que trabalhar era marcar presença. Fizeram-se muitas greves por meio tostão, porém nenhuma no sentido de remediar o verdadeiro mal. Era tudo apenas para uso imediato: o trabalho, os gastos, as greves.

Entretanto, a construção movimentava rios de dinheiro, dando a ilusão de progresso económico quando na realidade só os construtores – nas mãos ca corja política – lucravam. Todo este burburinho da construção era só cá dentro, nada era exportado, ou seja, era mais um gasto nacional.

Quando os fundos europeus terminaram, as seitas mafiosas, mas cobardes, não quiseram confessar o que tinham feito do país. Que fazer, então, para continuarem a passar por santos e sacarem os tão necessários votos que lhes davam a tão desejada imunidade ao roubo? Só havia um caminho: afundar cada vez mais o país com empréstimos junto das financeiras internacionais para permitir que a população lerda, convencida por eles de que desde que entrou na UE não precisava mais de trabalhar, continuasse a gastar mais do que ganhava numa euforia suicidária.

E assim cresceu a dívida nacional, cada ano mais, inversamente à diminuição gradual de entrada de fundos europeus. Uma olhadela ao crescimento da divida revela bem esta autenticidade: quanto menos se recebia anualmente da UE maior era o aumento do endividamento externo. A dívida é pois quase totalmente da população por ter vivido muito acima dos seus meios – do que só um tolo poderia esperar consequências diferentes. Ao que se constata os tolos abundam.

Sabemos como foi, mas certamente existem incrédulos incapazes de acreditar que tudo isto pudesse ter acontecido sem que ninguém lhe tivesse feito a mínima alusão (sem que ninguém os «alertasse», dirão os papagaios que tão bem imitam os iletrados que mais colaboraram para a sua desgraça). Então não se tem sempre afirmado neste blog que os segundos culpados do estado da nação são os jornaleiros desinformadores e anti-sociais que nos escondem aquilo que nos devem contar e quando o fazem é encenado (mentem, encobrem, escolhem música e actores), fazem scoops, manipulam as informações, tentam modificar as opiniões gerais. Oh, não acaba aqui, mas se fôssemos continuar nunca mais acabaríamos os louvores a essa canalha imunda e nojenta de rascas pedantes.

Os portugueses são um povo estúpido, tal como os outros países europeus o sabem. Não eram assim conhecidos, não, porque foram estes canalhas que os embruteceram. Escondendo-lhes como se procede em países democráticos para se controlar os políticos, inibiram-nos de tentar evitar esta desgraça. Escondendo-lhes como vivem, trabalham e procedem os povos mais ricos, condenaram-nos à miséria mental e à pobreza por os impossibilitarem de trabalhar e ganhar como os outros.

Em lugar de nos informarem tudo esconderam em perfeita colaboração com as máfias, permitindo que elas tenham operado do modo que nos arrastou até ao fundo da cloaca onde chafurdamos. Incharam os miseráveis, fazendo-os crer que eram um povo avançado, inteligente e informado, quando ocupam a ponta da cauda da Europa, comem travias que os engordam e adoecem e chamam-lhes manjares. Os turistas evitam comer nos restaurantes a que nós chamamos normais, e como os capazes são tão poucos e mais caros, comem sandes; não lhes cai bem, fazem-lhes mal as delícias nacionais. Os jornaleiros fizeram os estúpidos acreditar que era tradição nacional comer bacalhau no Natal e as pobres diabos desataram a cumprir o que lhes impingiram. Os portugueses são hoje o povo mais rasca e atrasado da Europa e é assim que há já uns bons anos é conhecido.

Os portugueses de hoje são indivíduos pouco inteligentes, estúpidos, teimosos, ignorantes, com pouco entendimento, sem conhecimentos gerais. Estes atributos são os que se encontram num dicionário comum como definição do substantivo burro. Enquanto não o entenderem continuarão a piorar, de acordo com o que escreveu Victor Hugo na década de 1880, «a ignorância é a mãe da estupidez». Foi o que aconteceu em consequência do embrutecimento administrado aos portugueses pela mentira contínua da desinformação anti-social arquitectada por jornaleiros rascas e mal intencionados, de que a corrupção política tem sabido tirar tanto proveito quanto tem podido. Sane-se em toda a Europa e só os portugueses o têm ignorado pela mesma simples razão: tem-lhes sido escondido, têm sido enganados como mamões.

Clamam agora, os políticos e os jornaleiros, de que não há solidariedade na UE dar a Portugal o dinheiro intencionalmente estoirado e roubado pela corrupção política e por quererem viver acima das suas possibilidades e nada produzirem. Francamente, se outro país tivesse feito o que Portugal fez, quereriam os portugueses pagar-lhes para saírem do buraco em que se meteram conscientemente? Porque foi conscientemente que chegámos onde nos encontramos: permitimos que os políticos o fizessem.

Enganados pelos jornaleiros ou não, tínhamos obrigação e responsabilidade de corrigirmos aqueles a quem pagamos para serem nossos mandatários e não nossos mandantes. Eles não representam a vontade daqueles que os elegeram e a maioria dos escolhidos nem eleitos foram. Idem quanto à justiça que também não foi metida na ordem, duramente criticada por toda a Europa devido à sua incapacidade, mândria e colaboração dos juízes com a corrupção política que se recusam a investigar.

Por todos estes factos tampouco nos reconhecem como democracia – o que evidentemente não somos e devemos compreender e admitir que os corruptos nos atiram com a palavra à cara para se aproveitarem dela convencendo-nos a deixa-los roubar-nos – , sobretudo agora, com mais uma prova dada, cada partido em conversação (a que chamam impropriamente negociação) com a delegação do FMI e da UE.

Os portugueses ainda não aprenderam a não acreditar, muito menos confiar em políticos. Continuam convencidos de que devem votar no seu partido ou noutro para uma mudança. Que irrealismo! Até o compreenderem eles continuarão a trata-los como objectos a espoliar. Continuam a ler-se opiniões de lorpas sobre em que partido votar para mudar, como se votar nos mesmos ou noutros, mudando de máfia no poder, lhes pudesse resolver os problemas, tal a inconsciência e a ignorância. Sem pôr rédeas e cabrestos nesses animais nada continuará, só as aparências.


Ver também Debacle.

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Os Fazedores de Crises Financeiras
Ganância e Cobardia

Quem ou o quê estará por detrás das ditas avaliações dos mercados?

Após pequena análise mental rudimentar evidencia-se que essas agências de classificação – cujo nome os ignorantes e pedantes não sabem ou não querem traduzir (o segundo caso mais grave que o primeiro por revelar uma deficiência mental no comportamento) – conclui-se eu essas agências são todas Norte Americanas sem excepção.

Como se faz, que só eles as tenham? Na Europa nunca se justificou a sua necessidade por nunca se ter tentado impor uma hegemonia monetária mundial, até porque a existência duma moeda comum é recente. O que aconteceu foi os EUA, na sua ganância de exploração mundial e abolição dos princípios dos Direitos Humanos (na sua constituição apenas como figurantes), que lhes mereceu a justa classificação de imperialistas, inventaram essas agências de classificação A agências servem, evidentemente para desvalorizar o dinheiro dos outros a fim de que eles sós possam gozar da vantagem do valor que se atribuem. Não acreditar ou não querer ver este facto real é negar que a China é praticamente a dona dos EUA já desde fins da década de 1980.

Então os EUA, com a maior dívida mundial continuam com o seu rating inalterável? As agências só funcionam contra os outros países. A sua finalidade é a de manter a hegemonia do Dollar custe o que custar. A legislação dos EUA só permite a emissão de dinheiro à Reserva Federal, mas isto não é respeitado e o governo permite que os bancos possam ter os cofres vazios clamando estarem cheios. Essa hegemonia do Dollar, aliada à infracção da legislação, permite a especulação mundial e ganhar fortunas ilicitamente, do modo que provocou os desastres financeiros de Wall Street e que eles estão a fazer os outros países pagar em seu ligar.

Está-se a passar o que foi previsto por Thomas Jefferson, o terceiro e um dos mais eminentes presidentes dos EUA (1801-1809), há 200 anos:
If the American people ever allowed the banks to control the issuance of their currency, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children will wake up homeless on the continent their fathers occupied.

[Tradução: Se o povo Americano alguma vez permitisse aos bancos controlar a emissão da sua moeda, os bancos e as corporações que crescerão em seu redor privariam as pessoas de todos os seus bens até que os seus filhos acordassem sem casa (uns sem-abrigo) no continente que os seus pais ocuparam.]

O Sixteenth Amendment da constituição, em 1913, veio concretizar o que Thomas Jefferson temia, lançando a Reserva Federal e os bancos no caminho destrutivo que ele previu e que tão bem conhecemos e sofremos.


O nascimento da moeda comum europeia foi a maior ameaça à hegemonia imperialista Norte Americana de todos os tempos. Tornou-se uma moeda forte por nela entrarem países grandes em tamanho, como a França, ou grandes economicamente, como a Alemanha, a Itália e a Grã-Bretanha. Esta última não usa o Euro, mas está dentro do circuito. A única maneira dos financeiros não perderem os seus trunfos ilegais, continuarem a fazer especulações sem fundos próprios, sabotarem as finanças mundiais, ganharem e abotoarem-se sem o distribuírem, ou perderem fazendo os outros países pagar por eles, como está a acontecer presentemente é a de manterem a hegemonia do Dollar e o seu controlo.

A crise financeira actual nada tem a ver, nem na origem nem na semelhança, com as crises do passado. É o fruto da especulação dos imperialistas financeiros Norte Americanos que, tendo perdido em grande escala, nos fazem encher os seus cofres que esvaziaram, com a nossa miséria. A crise portuguesa não tem origem nela, como os políticos, uns afirmam a pés juntos, outros nem nisso falam para esconderem a sua culpa passada em arroiarem o país, tirando-lhes as armas da produção que lhe teriam evitado o pior. É evidente que uma crise financeira, seja qual for a sua origem, afecta mais ou menos qualquer país proporcionalmente ao quanto estavam a viver acima das suas possibilidades. Idem para a recuperação de forma inversa.

Os meios financeiros dos EUA, que promovem e administram estes abusos, têm dominado a política Norte Americana e impedido a sua adaptação aos Direitos Humanos. De não esquecer que aos comandos desses meios financeiros se encontra um grande número de judeus, os quais estão na origem da perpetuação das guerras do Médio Oriente, da escravização do povo palestino (de origem europeia e não semita), da falta da desumanização da região, tudo para manter um povo colonialista e terrorista em terras que roubou e ocupou ilegalmente e sem jamais respeitar as resoluções das Nações Unidas. Um povo de párias sionistas, vigaristas e assassinos neonazis, sustentado e defendido pelos financeiros Norte Americanos, na sua maioria judeus.

A passividade dos países europeus face à exploração Norte Americana é uma cobardia. O facto de nos terem ajudado a livrarmo-nos da ganância hitleriana não justifica nem desculpa uma submissão total às ganâncias ilegítimas dos mercados financeiros. É um dos produtos da teoria moderna neoliberal em permitir que em lugar da razão seja o dinheiro a comandar o mundo, provocando e mantendo a pobreza e a desigualdade que os neoliberais aproveitam para se encherem de modo idêntico. A cobardia em qua a Alemanha se tornou iniciou-se após a sua perda da II Guerra mundial. Os seus crimes contra semitas e ciganos continuam a pesar sobre a nação e a impedi-la de tomar resoluções acertadas para a paz mundial. Não lhe permite, por exemplo, iniciativas nem apoios a decisões bélicas, mesmo quando não há outro caminho a seguir, como se vê com a sua reprovação de qualquer ataque a Kadhafi.

O Euro é apenas um resultado da política promovida para a unificação da Europa, a qual se iniciou praticamente antes do fim da guerra e para o que contaram sobretudo o Congresso de Haia, de 1948, e o Tratado de Roma, de 1951. Para lá se chegar foram precisos todos os anos que decorreram desde 1945 (fim da guerra seguido pelo tratado de Yalta) e os esforços incansáveis de Robert Schuman, o verdadeiro e único pai da Europa, um homem de estado do regime pró-germânico francês de Vichy (I Guerra Mundial), um franco-alemão luxemburguês nascido na ex-Lotharingia (uma das regiões formadas pelo desmembramento do império de Carlos Magno). Começando já na altura das negociações do fim da guerra, passou o resto da sua vida a formar as bases duma união destinada a evitar as contínuas guerras que impediam a paz no continente, fazendo a desgraça permanente das populações. Schuman promoveu os interesses comuns dos povos para formar uma aliança.

A Alemanha e a França eram e são certamente os maiores interessados, já que foram os beligerantes que mais frequentemente se encontraram frente a frente no campo de batalha. A França perdeu quase todas as guerras contra a Alemanha, três no último século, sendo salva das duas últimas pelos aliados, em que os EUA ocuparam o lugar predominante. Um total de cinco guerras para a França no espaço de um século! Os sessenta últimos anos de paz na Europa são os mais longos da história do continente.

[As ideias democráticas de Robert Schuman podem ser vistas no site que o perpetua e comparadas com a trafulhice do que a UE hoje pratica.]

Depois disto, parece bem evidente que o que os financeiros dos EUA, na sua maioria judeus, querem, como se sabe sem conjecturar, é a destruição duma aliança pela paz em troca do benefício de poderem roubar os países com os seus métodos especulativos. Também parece evidente que aqueles que mais lucram com essa paz que lhes trouxe uma vida melhor quase tudo farão, também, mas no sentido inverso. Quase tudo e não tudo porque continuarão suficientemente acobardados para lutarem contra os interesses dos judeus incorporados nos EUA, tal como nada têm feito para o restabelecimento da paz no Médio Oriente.

Barbaridades inclassificáveis foram perpetradas contra os judeus durante a II Guerra Mundial, assim como contra os outros semitas e ciganos, mas tendo em conta o comportamento dos sionistas em Israel, parece que já chega de condolências. Caso mesmo para nos perguntarmos honestamente se para essa região onde os neonazis espalham o mal não seria uma solução aceitável e bem-vinda que o Irão apagasse mesmo esse estado maldito do mapa, a verdadeira fonte do mal da sua região e que espalha as garras ao mundo ocidental, onde pretende ter um lugar como sangue-suga. E ainda há quem se preocupe e queira impedir de que se diga a verdade sobre eles, mas não sobre os restantes povos da região.

Este artigo é um esboço ou um resumo sobre um assunto demasiado longo para aqui e não pretende ser uma explicação exaustiva sobre a crise financeira, mas apenas chamar a atenção a factos conhecidos e comprovados que a habitual desonestidade das bestas desinformativas nacionais, desses abortos que dizem informar-nos e que para isso são pagos, nos esconde. É mais natural que a imprensa dos EUA o faça, pois que defendem o mal que a sua nação provoca, não que outros os encubram. Melhores exposições e mais detalhadas podem ser encontradas na Internet.

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Colonizados no seu Próprio País

A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.

No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.

Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.

Daí, substituiu-se a expressão correcta de Península Luso-Ibérica por Península Ibérica e para contentamento do povo selvagem vizinho, começou a chamar-se Ibérico a tudo o que estivesse na península ou que com ela se relacionasse. Errado, pois que nada temos a ver com os Iberos. Até os laços entre iberos e castelhanos – estes geograficamente situados de permeio – são relativamente ténues, visto os primeiros terem ocupado, histórica e arqueologicamente, uma região limitada ao Leste da península, como se pode ver neste mapa na Wikipedia (mapa 1), tendo-se posteriormente alongado mais para o Sul (mapa 2 e mapa 3).

Como se pode verificar, os lusitanos e os iberos nem fronteiras comuns alguma vez tiveram.

A história das áreas ocupadas é muito complicada devido às inúmeras invasões de povos do exterior, pelo que a sua descrição se estenderia imenso e pouco adiantaria à finalidade do presente artigo.

Com efeito, os Portugueses não têm nem jamais tiveram qualquer relação, sanguínea ou de vizinhança, com os iberos, donde o nome correcto da península só pode ser como atrás mencionado. Já teve outros nomes ao longo da história, mas deve ser esse o nome moderno por corresponder aos dois estados que actualmente a ocupam. Mais uma vez se destaca a bestialidade dos pedantes animais desinformadores nacionais. Só podem haver duas causas pelo seu procedimento: (1) pura ignorância e estupidez ou (2) intenção premeditada de enganar, mentindo.

A consequência de qualquer dessas causas é a admissão das empresas espanholas que vêm sacar o dinheiro aos portugueses e a venda dos produtos de baixa qualidade de sua fabricação, contribuindo efectivamente para o seu empobrecimento. Alguns dirão que os produtos portugueses não são melhores. Isso é outra história e tem causas diferentes, mas nesse caso não seria preferível comprar doutra origem, se de melhor qualidade e por preço idêntico? Porque existe! Ou será a finalidade a de simplesmente escoar o lixo castelhano e enriquecê-los com a nossa miséria?

Estamos a ser economicamente colonizados pelos castelhanos, fruto das ideias do traidor Mário Soares e desses monstros que em lugar de nos informarem nos mentem e enganam. Estamos, todavia, a ser colonizados por outras gentes, de modo diferente: culturalmente e parasitariamente.

Os imigrantes improdutivos admitidos, assim como outros parasitas, estão todos a viver à nossa custa, recebendo o Rendimento Social de Inserção que lhes é atribuído por leis contra a restante população e por assistentes sociais irresponsáveis que nem verificam se os muitos que dele auferem não precisam. A propósito deste direito ao RSI, veja-se este artigo de outra autoria.

Somos colonizados por gentes que em nome das suas liberdades, que não devem ser contestadas, nos querem impor as suas culturas, geralmente atrasadas e desumanas disfarçadas. Em lugar de se adaptarem ao país em que vivem, pretendem colonizá-lo, tentando adaptar os autóctones aos seus costumes, geralmente bárbaros. A este propósito, transcreve-se aqui parte dum discurso feito há algum tempo pelo primeiro-ministro da Austrália, John Howard, dirigido aos muçulmanos que lá queriam viver sob a lei da sharia.


Os imigrantes não australianos, devem adaptar-se. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.

A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!'

A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.

Este é o nosso país, a nossa terra e o nosso estilo de vida. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: o direito de partir. Se não são felizes aqui, então partam.

Não vos forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.



Tolerância exagerada e mal aplicada, como concebida em Portugal torna-se laxismo maléfico para toda a nação.

Entretanto, por motivo idêntico, um outro movimento anti-islâmico nasceu na Holanda, liderado por Geert Wilders e está a espalhar-se pela Europa. [Descrito pelo jornal The Australian (ou a tradução defeituosa do Google)] Devido aos abusos desses imigrantes a desadequada tolerância dos governos, este movimento pretende banir a imigração islâmica e está a alcançar os Estados Unidos e o Canadá.

O problema não é de ordem racial nem de anti-imigração na sua generalidade, mas visa os motivos sólidos e específicos nomeados pelo primeiro-ministro australiano. Note-se que a Austrália sempre foi terra de imigração e sempre recebeu a todos de modo igual e humanitário, reconhecendo-lhes os mesmos direitos dos australianos. Porém, nenhum povo tolera ser colonizado, seja duma ou doutra forma. Não se pode permitir que, em nome duma falsa humanidade, os nossos governos nos massacrem, permitindo que os autóctones sejam colonizados pelos imigrantes. Que sejam os que recebem a adoptar os costumes e as leis dos que são recebidos.

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Sócrates Elogia o Sistema Falido da Saúde
A Desgraça Nacional – Como e Porquê
Como se Estupidificou a População?

Sócrates elogiou o sistema de saúde nacional por ser igual para todos (notícias de 26-7-10). Que falsidade! O sistema de saúde nacional não é verdadeiramente universal nem segue as normas adoptadas nos países europeus que o fazem realmente igual para todos.

A saúde, como ela está em Portugal, não podia ser pior. Nos serviços do estado não há concorrência e os médicos desinteressam-se completamente por uma profissão que é humanitária, procurando os hobbies paralelos inexistentes nos países democráticos europeus. Por outro lado, esses hobbies minam o sistema. Por algum motivo os portugueses continuam a ter uma esperança de vida inferior.

Nos países europeus a saúde é garantida pelo estado, enquanto a maioria dos serviços são prestados pelos privados (mutuais bem controladas). Os estados, de acordo com as associações dos profissionais (ordens, etc.) estabelecem tabelas tarifárias pelos actos médicos, de enfermagem, de hospitalização e outros complementares. Todos os médicos e outros profissionais de saúde trabalham para o sistema nacional.

Cada pessoa escolhe o médico ou hospital que quiser e gera-se uma concorrência que só pode ser benéfica. Os hospitais, privados ou do estado, estabelecem os preços que quiserem para os serviços hoteleiros de internamento, mas NÃO naqueles para os quais exista o tal acordo tarifário. As pessoas são tratadas convenientemente, o que cá não acontece, salvo as costumadas excepções às regras.

Nalguns países, como em Portugal, os serviços de saúde estão em falência porque enquanto a procura subiu em flecha desde à volta do princípio da década de 1970, nada fizeram para acompanhar essa subida. Cá, ninguém fez nada, nunca, e o Sócrates foi a maior desgraça porque agora ainda precisa de mais intervenção do que antes devido à contínua pioria. Em lugar de transformar, reestruturar, modernizar e revitalizar, aplicou-lhe uma mezinha que nem poderia resistir a uma crise, como se constata.

Onde se evitou a falência adoptou-se por uma subida dos impostos para esse fim ou uma subida das quotizações individuais, consoante o método de financiamento. Porque – não metamos a cabeça dentro do barril – não há outra solução e todos devem ter direitos iguais.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O grande mal de Portugal (e de alguns outros países) é os impostos não terem destino especificado e os governantes poderem usá-los como lhes aprouver e sem qualquer controlo do povo. Um autêntico regabofe de descontrolo e de corrupção que só pode originar a ineficiência dos serviços e o aproveitamento desta precária situação pelos oportunistas e hobbies por exploração, assim como um descontrolo completo e a ineficácia do sistema.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O Sócrates deveria ter introduzindo as transformações necessárias, modernizando e financiando, copiando dos países cuja experiência resolveria os problemas nacionais. Devia ainda ter acabado com os hobbies e ter estabelecido um controlo efectivo que evitasses explorações e tornasse o sistema democrático, em lugar da fantochada que é.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O impostor do Sócrates gaba-se de ter reestruturado o serviço de saúde, mas pelo que atrás se vê, nada fez de útil. Bem pelo contrário. Aplicou-lhe uma mezinha que não durou o tempo da sua legislatura e que só serviu de propaganda de marketing político para incautos. Aldrabão! Mantendo a situação ruinosa, deu oportunidade aos neoliberais anti-democráticos, oferecendo-lhes razão para contestarem sobre uma bandeja, aproveitando-se do descontentamento geral devido à falência na efectividade do serviço.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

Devido à crise e à má organização, a agravação dos serviços de saúde e da Segurança Social só pode continuar a piorar. As esperas, as faltas de médicos e de todos os recursos vão piorar e em grande. Na posse desta fácil e lógica previsão, o novo PSD neoliberal – que a maioria dos apáticos crê ser o mesmo dos tempos antigos, mas que é quase o contrário, como testemunham as suas proposições e a maioria dos seus mais antigos militantes – teve a oportunidade de avançar com a ideia duma privatização, não como nos países democráticos enunciada acima, não, mas na pura e monstruosa intenção de liberalizar e oficializar os hobbies que roubam a população, enquanto aprofundando e alargando o fosso já grande entre mais ricos e mais pobres. É esta a democracia do actual PSD e do seu chefe de clã mafioso. Enganar o povo e empobrecê-lo roubando-o para dar àqueles a quem permitem o roubo, o todo sem o mínimo controlo.

Deste modo, o PSD começou por espalhar uma ideia contra a população em geral, por enquanto apenas levantando a ideia. Vai agora aguardar pacientemente o inevitável aumento da degradação do sistema devido à incompetência do Sócrates na sua imprescindível reforma. Quando o momento político chegar, o hipócrita do Pedro Coelho vai dizer: Eu não lhes disse que o sistema era insustentável e que devia ser privatizado, com expliquei? Chama-se a isto, literalmente, um hipócrita e sacana de maus fígados ao último grau, por infligir conscientemente o mal a toda a população que não possa pagar.

Pelo que se vê, o isco ainda agora foi lançado, a primeira parte. O seguimento será na altura de vantagem política para que a impostura possa vingar.

O sistema pode muito bem ser privatizado, sustentável, democrático e respeitar os Direitos Humanos como noutros países e lembrado acima, mas jamais do modo que esse ladrão-mor e assassino do povo propõe. O que o Coelho pretende implementar é uma diferenciação de classes em que os que têm mais dinheiro possam obter melhores serviços clínicos, uma grande machadada num sistema já pouco democrático. Passa por cima dos Direitos Humanos de que o direito à saúde faz parte integrante, como reconhecido por todos os países verdadeiramente democráticos e por todas as organizações de Direitos Humanos. Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos.


Classes

Havendo classes não pode haver democracia. Não obstante, a generalidade fala em classes. Logo, se fala admite a sua existência, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?


Pergunta-se:

  • Porque é que em Portugal só se copia o que está errado e no presente caso nem mesmo isso, por sermos um caso único na UE?

  • Qual é a vantagem para a população em ter dois serviços a preços diferentes, senão para criar classes nela, o que é absolutamente anti-democrático? Por demais, um serviço do estado como o actual não gera a concorrência necessária.

  • Em lugar de adaptar os sistemas comprovados democraticamente como eficientes, será melhor, como de costume, copiar-se tudo o que está mal nos países atrasados, apenas porque nos impingem as ideias?


Resposta a todas as perguntas

O mal, assim como o mal geral do país é consequente da população não conhecer como vivem, se comportam e actuam politicamente as populações dos países europeus avançados e democráticos (Espanha e Grécia, países também do terceiro mundo, não contam, nem pensar). Ninguém conhece as razões porque as populações de uns países vivem melhor que as de outros. Ninguém conhece como funcionam os serviços de saúde e de Seg. Soc. nos países europeus em geral, nem nos próprios países da nossa UE.


Porquê?

Conhecendo a desonestidade generalizada dos políticos, ninguém se admirará que eles ocultem maliciosamente estes factos de modo a poderem convencer os eleitores a votar nas suas ideias que eles sabem garantirem-lhes melhor os tachos do que um esforço em prol da população, cujo resultado só se verá depois das mais próximas eleições. A ganância do poder imediato é que conta para essa canalha.

O que é realmente de admirar é que aqueles cuja profissão é de informar a população o escondam, mintam, encubram, pasteurizem e manipulam as informações; que as encenem, dramatizem, gozem com a ignorância geral em que eles mesmos mergulharam profundamente a população com os seus métodos em que escolhem o que hão-de contar segundo o seu critério e não a sua obrigação profissional.

Pelo seu comportamento e consequentes resultados, só podem ser eles os primeiros culpados do estado de ignorância geral do país. Tiraram ao povo a capacidade de reflectir naquilo que desconhecem por não terem sido mantidos ao corrente. Mais do que os políticos, arquitectaram assim a desgraça nacional.

A população encontra-se num tal estado de profunda estupidificação por influência da jornaleirada rasca e imunda, que chegou ao ponto de crer que a proposta do Coelho possa salvar o sistema sem prejuízo de acabar definitivamente com a democracia coxa das duas pernas que existe. Esta opinião errada só pode prevalecer pelo desconhecimento completo de como funciona um sistema de saúde privado rigidamente controlado pelo estado em países económica e democraticamente avançados. Pelos que se constata, raros o conhecerão.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?


Adenda

Uma opinião que caracteriza a jornaleirada de hoje, em que os nacionais não são únicos mas no que têm uma alta classificação, foi definida num livro de Andrew Oitke, Prof. catedrático de Antropologia na Universidade de Harvard:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»

Mais sobre o assunto poderá ser lido num post do blog Democracia em Portugal?

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Ignomínias de Gananciosos e Impostores

Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.

Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.

Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.

Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.

Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.

O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.

Se tirarmos o motivo único destes ataques de ambos os lados – a ganância e o roubo impune – nada fica de útil. Estamos num país sem igual na Europa, onde os mais favorecidos ganham seis vezes menos que os outros, ou vice-versa. Alguém ouviu algum partido ou jornaleiro dizer ou fazer algo para fechar o fosso? Alguns dos últimos aludem por vezes, envergonhadamente, mas para eles não dá para os scoops da coxinha com música de pranto ou outros com maior encenação.

Ou melhor, sim, houve dois que apontaram a essas diferenças tão exageradas. Um foi o Pedro Coelho a gozar a população com uma proposta quase envergonhada de diminuir os ganhos dos que mais auferem em 5%. Gozar, porque entre 5% e seis vezes, apenas no seu ver de ganancioso, pode ser adequado. Não obstante, ainda ontem se ouviu na Lavandaria Nacional um alarve apregoar que os portugueses podiam contar com o PSD. Viu-se e continua a ver-se como.

O outro que condenou as diferenças exageradas foi o Hernâni Lopes, um velho que, por o ser, por se ter retirado da luta partidária e por já não ser atingido por qualquer medida do dessa ordem, alvitrou mesmo reduções de 30%, muito mais justas.

O esbanjamento do nosso dinheiro pelas associações de criminosos tem de acabar. Mesmo que difícil quando os mais altos cargos da nação estão ocupados pelo pior primeiro-ministro de sempre, e pelo segundo pior. Aquele que permitiu o roubo dos fundos de coesão que deveriam ter preparado o país para enfrentar o futuro; e o aldrabão e vigarista que o tem secundado com na destruição do país. Pior é só não haver quem os substitua. Que desgraça!

Após a ordinária e pulha da Manela Leiteira temos um velhaco finório bem treinado em sonsice. Diga-se em abono da verdade, que se os portugueses tiverem capacidade para discernir – e até agora tem-se provado o contrário – tudo é preferível à bruxa que ele substituiu. O grande mal do Coelho é apenas ser um extremista em neoliberalismo, o que implica o inexorável aumento do fosso entre mais ricos e mais pobres e um maior afastamento democrático da Europa em prejuízo dos últimos. Tirar aos que menos têm para dar aos que mais têm. Estranho, que os raros que se encontram no meio possam continuar que jamais serão atingidos, mesmo com o que nesta altura presenciamos.

Calma, estamos ainda longe do fim e muitos deles irão ainda ficar desempregados. Os partidos nada farão senão utilizar esta questão incontrolável para propaganda. O governo mostrará que fez muito e bem e a realidade dirá se sim ou se não consoante a miséria aumente pouco ou muito, embora um aumento seja inevitável. Os outros esperam pelo aumento para acusarem, mesmo se ele for relativamente pequeno. Não é uma previsão, é a própria lógica mesmo, a sequência dos factos aliada ao conhecido procedimento das corjas. De qualquer modo, não terão grande dificuldade em derrotar o governo, visto tradicionalmente nenhum consiguir ultrapassar uma crise financeira que aumente muito a miséria nacional.

Pelas ideias, idiotas mas prenhas de malícia, com que nos bombardeiam, pode deduzir-se sem margem de erro que, à parte as diversas seitas mafiosas a que pertencem, os métodos das oligarquias são absolutamente idênticos, tentando manipular os casos à medida das suas conveniências consoante forem aparecendo e de que lado o vento sopre. Apenas se preocupam em mentir para atraiçoar os que, estupidamente, continuam a votar neles. O seu procedimento é análogo ao de qualquer associação de criminosos.

Estes métodos são, ainda assim, compreendidos por um certo número a quem repugnam e provocam desinteresse e abandono do voto. Vêm a inutilidade da escolha e abstêm-se. Não é todavia assim que se conseguirá virar o bico ao prego. Há que martelar no prego com força e acerto. Há que dominar a besta, pôr-lhe açamo, rédea curta, fazê-la passar fome e chicoteá-la, coisa que nem aos animais de carga se deve fazer, porque esta besta que nos rói a alma e a carne, ou a dominamos mesmo ou ela nos deixa com os ossos limpos de cerne e de pele. Procedamos antes que até o tutano nos chupe, que depois já não haverá salvação. Se a bem não for possível, a mal terá que ser. Assim é que não se pode continuar.

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Persistência da Selvajaria Policial

Na noite de 28 para 29-6-2010, a polícia tomou de assalto o Bairro do Asilo, no Monte da Caparica, ao tiro desorientado, espancando indiscriminada loucamente homens, mulheres grávidas ou não, a eito, tal como o bando de salteadores selvagens em que se tem tornado.

Assaltaram as casas particulares sem qualquer motivo, arrombaram portas e destruíram interior, móveis e bens dos moradores. Para quê tanta selvajaria?

O comportamento desajustado, desorientado, desapropriado e tresloucado, assim como a falta de tacto, derivados da falta e de treino e de preparação adequados da polícia começam a tornar o simples facto da sua presença indesejável e gerador de distúrbios, quando o contrário se deveria verificar.

Como já várias vezes afirmado neste blog, não é culpa dos agentes, mas do minstério do interior, dirigido por um verdadeiro aldrabão nojento e incapaz, cuja inaptidão causa todos os distúrbios da ordem pública deste tipo.

Entretanto, esse responsável irresponsável por este estado de sítio, o judeu do interior, diz que confia na incompetência da PSP e da GNR e que vai aumentar o seu número de mais mil agentes. O animal bestiago nem fala em ensinar os agentes, em treiná-los a como se comportarem em casos de perigo ou de provocação nem a serem simplesmente capazes de lidar com pessoas e como pesoas, em lugar de serem eles os provocadores e autores da desordem. Desde as constatações publicadas neste blog, nada foi até agora feito no sentido de moderar a situação caótica a que os governos deixaram chegar a polícia. Assim, só se pode ter agravado, como de facto aconteceu. Os agentes andam cada vez mais desorientados, sem estes auxílios necessários e ensinados a fazerem mal o seu trabalho.

Pelo menos não os transformem em assassinos e tirem-lhes as armas até que sejam ensinados a se comportarem condignamente e não como autênticas bestas selvagens.

Tal como se passou com os trabalhadores portugueses, que os sindicatos levaram a greves desnecessária e sem utilidade, quantas vezes por motivos que não mais valiam que uns centavos. As greves que seriam necessárias e que nenhuma foi feita seriam aquelas que lhes garantiriam o trabalho no futuro. A preparação profissional a que se destinaram os fundos europeus de coesão, mas que os governos do Cavaco roubaram e extraviaram, provocando o estado actual de miséria nacional. O Carvalho da Silva reconhece agora, mas tarde de mais. Não contente com isso, nos finais do seu mandato, o Cavaco diminuiu as vagas para medicina, que evidentemente resultaram na enorme falta de médicos que agora se sofre.

Assim como os sindicatos dos trabalhadores jamais fizeram greves adequadas às suas verdadeiras necessidades, o mesmo se passa com os estúpidos da polícia.

Afinal, a um povo extremamente desinformado, consequentemente ignorante e atrasado, é-lhe escondido como se diminuiu a criminalidade nos países onde ela é menor, não dá votos. Em seu lugar elogiam-se procedimentos selvagens, de gentes de baixos valores e sentimentos, que tão bem se adequam ao Portugal de hoje e que, por isso mesmo dá votos. Graças a isso, o Paulo Portas tem conseguido facilmente sacar votos àqueles que rouba e espolia para dar aos que menos precisam. De modo idêntico, o Rui Rio chegou a presidente da câmara por instigar o povo contra os mais de 50.000 miseráveis e sem trabalho que tem na área do Porto e fomentando o racismo a que alguns ainda chamam de bairrismo.

Estamos rodeados de ignorantes como nunca, fabricados por jornaleiros bastardos e de que a corrupção política se serve para continuar a roubar.

Comparem-se as constatações sobre o estado da polícia há já um bom par de anos, publicadas neste blog, com o que se passa hoje e conclua-se o que os governos têm feito para melhorar ou piorar a precariedade deste estado.

Até quando teremos que tolerar a corrupção política apenas competente na fabricação de leis que lhes permitam o roubo com impunidade? Até quando viveremos neste sistema de governantes e deputados sem legitimidade, em que os eleitos são sistematicamente substituídos por outros militantes não eleitos? Que porcaria é esta a que só vigaristas ou atrasados mentais chamam democracia? Conheça o que se passa.

A culpa é de quem permite e cala.

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O Culto da Desinformação

Uma autêntica campanha de desinformação é desde há décadas levada a efeito pelos nojentos pedantes que pomposamente se intitulam de comunicação social, nome que por si só mostra a enorme e brutal impostura com a perversa intenção de enganar todo o mundo. É um nome que faz rir francamente todo o cidadão de qualquer país democrático após ter aberto a boca de estupefacção, pois que imediatamente revela o pedantismo, a arrogância, o embuste e a falta de democracia encerrados numa tal expressão.

Isto não nos contam esses pedantes energúmenos e têm-nos sistematicamente escondido como se vive ou governa em países democráticos; como se dominam os animais políticos e se lhes proíbe a corrupção de modo vigiado; como se lhes impede a promulgação de leis que a população rejeita massivamente; como os políticos não estão acima da lei, não têm privilégios de imunidade e não ficam impunes; como funcionam os sistemas de saúde e de segurança social; como as universidades e os estudos em geral estão organizados, nem como funcionam os estágios em todo e qualquer curso; como os serviços de saúde tratam as pessoas (até na rasca Espanha procedem quase normalmente neste assunto) e porque há pacientes que agridem os funcionários da saúde.

Os noticiários da televisão em Portugal duram cerca de uma hora: incrivelmente longos! Após as notícias ou com elas entremeado, apresenta-se longamente futebol por desporto (nos outros países não passa de uns instantes ao fim dos noticiários) e apresentam-se reportagens de carpir, a «história da coxinha», anúncios de programas e outras tretas do género que nada têm a ver com notícias. As verdadeiras informações de interesse nacional e vital, necessárias à população, sobre os assuntos citados no parágrafo anterior e outros do género, são maldosamente escamoteadas, mantendo a população que não se informe por outras vias – o que é um pequeníssimo número – numa profunda ignorância sobre assuntos da mais alta importância para a sua vida.

As notícias são programas de coscuvilhices, lixo. Em vez de informar atiram-nos com toda a banha da cobra dos políticos corruptos. Não há país que dedique tanto tempo a essas bandas (em Portugal, de associações criminosas). Para quê? Ninguém precisa que lhe façam lavagens ao cérebro. Fazem-nos constantemente e em profusão aturar a perversidade desses ladrões. O que eles dizem não tem o mínimo interesse para nós, só as suas acções e consequências contam, porque só elas afectam as nossas vidas. A única coisa que esses corruptos malvados querem é votos para poderem continuar a roubar impunemente e a parir leis que lhes garantam essa mesma impunidade. Em nenhum país democrático se ouvem constantemente os políticos, só em Portugal.

Como se sabe, as leis são mal formuladas, desadaptadas à realidade e à sua necessidade e muitas delas destinam-se apenas a proteger os interesses ilícitos dos seus fabricantes, para lhes outorgar privilégios inadmissíveis e inexistentes em democracia, para lhes garantir a irresponsabilidade para com o país e a impunidade no roubo. Um dos motivos para a má legislação é de sem dúvida alguma a maioria dos deputados serem advogados falhados que pela sua incompetência profissional se agarraram à política como tábua de salvação.

Nestas circunstâncias de ignorância por falta de informações úteis e abundância de indesejáveis ludíbrios, compreende-se assim como intrujões maliciosos como o Cagão Feliz ou a Manela Leiteira apresentem planos de segurança social e de saúde que só podem cavar a já grande desigualdade entre os portugueses e que, por absoluto desconhecimento, ninguém os contrarie. Devido à verdadeiramente maldosa desinformação jornaleira, os portugueses estão completamente em branco sobre este assunto, para eles vital, assim como sobre tantos outros. Saiba-se que o projecto desses dois malvados é uma autêntica agressão aos Direitos Humanos e que nem a Suíça, país profundamente capitalista e com um sistema de saúde 100% privado e capitalista permite. Este sistema suíço completamente privado é obrigatório, universal e igual para todos os cidadãos, o contrário do que esses abortos antidemocráticos pretendem fazer-nos. A única vantagem em pagar mais é a de se ter acesso aos serviços hoteleiros menos modestos dos hospitais, como quarto privado. Tudo o resto é democraticamente igual para todos e os cuidados médicos não estão à venda nem existem os lobbies de cá. Existem, sim, tarifas universais por acto médico obrigatórias para todos os médicos ou hospitais, públicos ou privados. A ladroagem da saúde, que não é permitida, torna-se assim praticamente impossível. Todos os médicos trabalham para o sistema nacional de saúde e qualquer pessoa pode escolher o médico de sua preferência com preço igual para todos sem excepção. Isto não é uma característica do sistema suíço, é o sistema universal europeu de que Portugal é única excepção.

Ao esconderem-nos factos dos mais importantes para a nossa vida, essa canalha de biltres desinformadores, pelas suas consequências, está a agredir-nos e a praticar acções criminosas contra nós. Crêem eles que têm o direito de escolher o que nos transmitem. Pior do que a crítica do chamado «lápis azul», visto ela se ter limitado exclusivamente a factos políticos. Nesses tempos estávamos mal, mas neste sentido estamos agora indubitavelmente muito pior.

Não esquecer, pois que, pela sua actuação, os dois abortos mafiosos acima mencionados tencionam afastar-nos ainda mais dos sistemas democráticos. De notar que esta doutrina se implantou, infelizmente no PSD, tornando-o um partido anti-democrático, visto o direito à saúde ser parte integrante dos Direitos Humanos. Cada país tem o seu sistema, mas nenhum europeu democrático tem o que nós temos e muito menos algo como esse vigarista propõe. No entanto, devido à desinformação, os portugueses ignoram-no, pois que nunca ouviram uma palavra sobre os sistemas de saúde e de segurança social europeus em vigor.

Este bando de jornaleiros alarves e grosseiros embruteceu a população e tem feito o jogo dos políticos, só se movendo contra eles com a garantia de scoops ou por partidarismos. É incrível o tempo de antena atribuído aos políticos, para que estes tenham todo o tempo e mais oportunidadse para nos ludibriar. Este é outro caso único em toda a Europa. Portugal tem imensos casos únicos que nos rebaixam perante o mundo. Porque é que em Portugal temos de ouvir a máfia a toda a hora? O que precisamos é de saber o que fazem, de exigirmos que dêem a devida importância às nossas necessidades vitais e de controlá-los à rédea curta.

Outro assunto que se compreende por soar fortemente como outra roubalheira é a lamúria contínua das estações de televisão sobre a concorrência de publicidade por parte da RTP. Como pode isso ser, se soubermos que na maioria dos outros países europeus também as estações dos estados têm alguma publicidade? Que o tempo de publicidade apresentado pelas estações comerciais é bastante inferior ao das nacionais, talvez apenas a terça ou a quarta parte? Mas que treta é esta? Há a isto uma excepção: a Espanha, quase sempre um mau exemplo a evitar em tudo.

Com efeito, a publicidade deveria mesmo acabar totalmente, pois que estimula enormemente o consumismo, sobretudo em países mais atrasados como Portugal, em que um sistema educativo extremamente deficiente nem ensina à população como defender-se da publicidade. Ora o consumismo, estimulado pela publicidade e em conjunto com a explosão demográfica são as maiores ameaças para a própria continuidade da existência humana.

Que consideração pode merecer uma cambada que se empenha em mentir e desinformar, encobrindo os crimes dos políticos em prejuízo da população? Alguém leu um desses bandalhos informar qual a causa da miséria e da desgraça actuais? Pois ela é era evidente na altura em que os políticos corruptos e ladrões cometeram esse crime e poderia muito bem ver-se o que iria originar. Os governos do Cavaco roubaram e desbarataram os fundos que deveriam ter servido para preparar Portugal para o futuro – hoje – e não contentes com isso, destruíram a já pouca indústria, pesca e agricultura que existiam. Tudo isto enquanto outros países como a França, aplicaram esses fundos na reestruturação desses verdadeiros bens nacionais. Que se poderia esperar? Repete-se a pergunta: alguma vez se leu um desses canalhas aldrabões da jornaleiragem explicar o que então se passou e que é aí que reside o mal actual? Imundos infames! Não teria sido esta falsidade que provocou a eleição do Cavaco a presidente? Iria alguém consciente votar naquele que o roubou, o fez passar fome, lhe matou os familiares (serviços de saúde), fez os filhos ignorantes e desgraçou a vida a todos?

Todo aquele que encobre factos tão importantes é um canalha e um malvado. Alguém leu o Mário Crespo fazer alguma referência a estes acontecimentos que nos desgraçaram? Se não, é igual aos outros e merece ser tratado do mesmo modo desprezível. É um oportunista que apenas se serve da sua audição para as suas vinganças e ataques pessoais. Não se pode considerar umas coisas e desculpar outras vindo da mesma pessoa. Deve-se tentar descortinar os motivos que a movem, a sua honestidade e profissionalismo. O Crespo falha em qualquer destas análises. É outro vigarista. Citá-lo como exemplo é não ter capacidade mental para discernimento, o que aliás, é o comum entre a maioria da população nacional, em consequência do pré-citado.

Os jornaleiros, imbecis, animais iletrados mas inchados ao extremo de pedantismo absurdo, têm sido a maior desgraça para a língua devido ao desmesurado atraso e deficiência geral da população. Tomam-se como donos da língua, quando ela pertence ao povo. Devido à enorme deficiência no ensino, tanto uns como os outros têm deficiência em conhecimentos didácticos. Os jornaleiros com a presunção dos ignorantes e bandalhos, querendo sobressair, usam termos com significados no mínimo discordantes daquilo que pretendem dizer. A quantidade dessas bestialidades (é este o nome) é tão longa que nem uma lista reduzida se pode pretender apresentar aqui. Apenas alguns exemplos que demonstram a mentalidade bruta de tais indivíduos roídos de pedantismo. Usam indiscriminadamente o vocábulo progenitor nos suas diferentes formas (masculino, singular, etc.; para simplificar, aqui refere-se unicamente o masc. sing.) num sentido que não define a realidade específica. O seu significado é aquele que procria anteriormente ao pai; ascendente; avô. No plural avós; antepassados. É evidente que nesta acepção também pode incluir pai como significado, mas não o especifica como tal, pois que para isso é mesmo só pai. Quando os labregos empregam invariável e indiscriminadamente o vocábulo progenitor quando querem dizer pai, é no mínimo um erro crasso de ignorantes.

Vemos por vezes legendas com apóstrofos em lugar de aspas. Se não conhecem a diferença são ignorantes, iletrados pedantes. Se sabem é bem pior: são também bestas impostoras. Haverá outra explicação?

O comportamento destes animais ignóbeis, cuja dignidade e utilidade da profissão destruíram, é evidentemente o culpado da ignorância da população, presa das suas pantominas falsas, perniciosas e incompetentes, de rascas inchados pela estupidez e malignidade que arvoram. Juntamente com a máfia oligárquica política que encobrem, formam o núcleo duro que implantou a desgraça em Portugal.

A população tem sido tão enganada desta forma que chegou ao ponto de acreditar e tomar por certos os mais abjectos princípios e valores que eles pavoneiam e que a prendem no atraso, na ignorância e na miséria em que vivem. Gostam dos corruptos e crêem estupidamente que também eles poderão tirar proveito da corrupção. Como? Uma cunha para o filho ignorante que não quis estudar e com o que os pais concordaram? Bela sociedade. Esta mentalidade do Séc. XVI impede toda uma sociedade de progredir, de se civilizar, de evoluir, de ganhar o suficiente para viver, de ter acesso a uma vida melhor. Como não compreendem, do coiro lhes sai.

Sem que estes males sejam corrigidos e se adoptem os costumes e procedimentos que fizeram progredir os outros países, Portugal manter-se-á um país do quarto mundo, a estrumeira da podridão, de sentimentos e de mentalidade distorcida que jamais o deixará progredir. A miséria não será erradicada e a infelicidade permanecerá para todos salvo para os impunes. Por outras palavras: devido à corrupção existente no alto, se o povo não tomar as medidas adequadas que se impõem e não tiver mão nas golas dos corruptos, eles não irão matar a sua galinha dos ovos de ouro. Esperar o contrário é ser mais que ingénuo.

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Mais uma Bronca na Desinformação

É só mais uma bronca entre tantas outras que não diferem entre elas senão no género segundo o assunto. Nesta, a aldrabice é duma evidência que brada aos céus, não podendo senão ter origem num punhado desses seres atrasados mentais e ignorantes que pretendem que lhes chamem doutores. Porém, usar esse termo que revela sabedoria relacionado com estes impostores, só pode ser um desprestígio e uma ofensa para aqueles que realmente o são.


A reconstrução artística da Ardipithecus ramidus foi possível mediante a reconstrução digital das partes craniana de dois indivíduos. A face da Ardi não é tão protuberante quanto a dos grandes macacos actuais, mas não é tão plana e massiva quanto a dos mais recentes Australopithecus afarensis.



Os noticiários de hoje falaram-nos numa importante descoberta científica cuja história começou há cerca de 15 anos, mas cuja documentação foi publicada ontem (2-10-09) no jornal Science, da American Association for the Advancement of Science (AAAS), conhecida como a maior sociedade científica geral mundial.

Trata-se da descoberta de vários ossários e de um esqueleto parcial de um hominídeo, em 1994, que é um dos mais antigos predecessores ou progenitores da humanidade (os jornaleiros pedantes chamam progenitores ao pai e à mãe, pois que desconhecem o significado do vocábulo). Este esqueleto é o duma fêmea que viveu há cerca de 4,4 milhões de anos na região do vale de Afar - Rift, na actual Etiópia, considerado o berço da humanidade. A este novo humanóide foi chamado Ardipithecus ramidus, enquanto que este espécimen feminino foi familiarmente alcunhado de Ardi.

Zona do Vale de Afar-Rift e área circundante – a mais rica em fósseis de hominídeos e berço da humanidade.



Esta descoberta veio quase fazer esquecer a da Lucy, uns vinte anos antes (1974), o hominídeo mas antigo até à descoberta da Ardi.

Segundo se lê na Science, após esta descoberta, a existência dum predecessor comum aos humanos e aos chimpanzés e gorilas, de acordo com a teoria de Darwin, seria muito mais anterior do que ele teria considerado quando publicou o seu estudo intitulado A Origem das Espécies, há 150 anos. Cada nova descoberta tem relegado esse progenitor para um passado mais longínquo, calculando agora os cientistas que ele teria existido há mais de 6 milhões de anos. Pelas descobertas que se têm sucedido, provavelmente mais.

Chimpazé no Jardim Zoológico de Tama, em Tokyo.



Ainda segundo os cientistas, a relativamente enorme evolução verificada nos humanos também aconteceu paralelamente aos chimpanzés e aos gorilas, em ambos os casos desde que os seus ramos se dividiram. Daí o ter-se desistido da falsa assunção de que estes últimos seriam mais parecidos com o predecessor comum do que os humanos. Efectivamente, porque deveriam uns ter evoluído tanto e ou outros tão pouco? Era um erro de apreciação.

Estes 11 documentos por uma equipa de internacional de cientistas agora publicados (2-10-09) «contêm uma enorme quantidade de dados colectados e analisados num esforço superior de investigação internacional».

A edição de 2 de Outubro de 2009 do jornal Science, da American Association for the Advancement of Science (AAAS), distribuida pela Reuters em 2-10-2009.



O artigo da Science na Web (1-10-09) cita várias vezes a teoria de Darwin sem nunca a desmentir, mas corroborando a sua estimação em que «apreciava que a evolução das linhagens dos grandes macacos e as linhagens dos humanos se tinham processado independentemente desde o tempo em que essas linhas se separaram», relegando-a apenas no tempo. «Darwin foi muito prudente nesta matéria.»

Que nos contaram os nossos sapientes doutores em mentiras e aldrabices, especializados na fabricação de notícias e outras desinformações? No dia seguinte ao da publicação dos documentos, ouvimo-los claramente afirmar nos noticiários que «Por enquanto, as provas que existem afastam-se cada vez mais das teorias de Darwin ... Põe um ponto final a anos de especulação sobre a forma como decorreu a evolução humana … Nesta remota região de África, os cientistas descobriram as nossas raízes que são afinal muito diferentes». Este trecho da gravação do noticiário encontra-se entre os 5m 22s e os 7m 49s.

Mais uma vez aqui se repete:

  • Que confiança merecem estes animais iletrados, sem instrução nem profissionalismo, mas pedantes e arrogantes a mais não poder ser?

  • Que confiança profissional merece esta escória profissional que inventa e modifica as informações, que fabrica notícias?

  • Que confiança nos merece este bando de emproados que nos tem escondido e esconde tantos acontecimentos que deveriam ser noticiados (um exemplo entre tantos)?

  • Onde estão os verdadeiros jornalistas, dignos desse nome que conhecemos e que têm lenta e progressivamente desaparecido até atingirmos o ponto crítico actual?

  • Porquê hoje tão poucas as excepções na qualidade do jornalismo quando antes era a regra?

Fotografias da National Geographic Society e do Yahoo! News.

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