Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



Resistência Contra Ocupação e Opressão

Ainda hoje, os mais celebrados heróis franceses modernos são aqueles que lutaram contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Em Espanha, aos heróis da resistência basca chamam terroristas.

Os heróis da resistência francesa têm sido frequentemente objecto das maiores homenagens ao mais alto nível nacional.

Difícil de acreditar em tão monstruosa maldade e falsidade quando o governo central espanhol, terrorista e opressor, afirma que quer a paz, ou não fosse o próprio povo castelhano o herdeiro das maiores selvajarias, torturas e genocídios mundiais. Se essa descomunal mentira fosse verdade, seria bem fácil de obter a paz, pois que para tanto bastaria conceder a independência ao país que colonizam impunemente. Não seria qualquer favor, mas apenas no cumprimento da Carta das Nações Unidas (Cap. I, Art°. 1, nº 2, assim como noutros lugares) e das normas de todas organizações defensoras dos Direitos Humanos.

Diz o falso do primeiro-ministro castelhano que vai acabar com a ETA. Esta afirmação acrescenta o epitáfio de louco à sua personalidade. Já provou a sua esperteza canalha noutras alturas e agora demonstra a sua baixa capacidade de compreensão, a sua falta de inteligência. Ao longo da história não faltam exemplos do contrário, sendo os mais recentes os constatados em Timor, na Palestina ou no Kosovo, onde povos dominados de modo idêntico ao que os bascos sofrem, lutaram pela liberdade ou morte. Sem excepção, observamos que a um aumento de opressão corresponde um aumento de resistência agressiva. É absolutamente lógico que os filhos, vendo como os pais são tratados pelos opressores se tornarão mais revoltados e agressivos do que os próprios pais. Está na natureza humana e está provado. Daí, a afirmação pelo aldrabão rasca e borra-botas do castelhano só poderá originar risota por tanta estupidez revelada, ainda que promovida por intrínseca iniquidade. Só passará despercebido a interessados ou estultos.

Todos os povos têm direito à autodeterminação. Se esgotadas todas as tentativas pacíficas, esta lhes continuar a ser negada, têm ainda o direito em a exigir seja por que modo for.

Em tudo isto, o povo castelhano não está isento de responsabilidade. O único modo possível de obter a paz e a tranquilidade é conceder a liberdade de direito ao povo colonizado. Não há outro caminho nem alternativa para a paz. Todos os acordos quebrados pelos governos castelhanos o têm provado.

Quando se conhece a populaça estúpida castelhana, que em lugar de se manifestar exigindo do governo essa única solução, se manifesta contra os próprios oprimidos, não podemos deixar de nos recordar dos crimes sanguinários cometidos pelos antepassados directos desse mesmo povo maldito. Aquele que mais selvaticamente se comportou ao cimo da terra, duma malvadez incrível, tal como descrita por um dos seus missionários, o Dominicano sevilhano Frei Bartolomé de las Casas, mais tarde bispo de Chiapas, no México, testemunha ocular das inimagináveis torturas e carnificinas por eles perpetradas.

Os incrédulos, os enganados, os desinformados e todos aqueles que desejem tomar conhecimento sólido da verdade deveriam ler as suas crónicas traduzidas em várias línguas e publicadas num grande número de países menos em Espanha. A mais conhecida é decerto aquela que ele intitulou Brevísima Relación de la Destrucción de las Indias. Os crimes relatados e cometidos pela população normal e pessoal dos colonos atingem as raias do inconcebível de tão hediondos. Só lendo-a e conhecendo o renome da honorabilidade do autor nos podemos convencer.

As demonstrações populares a que assistimos presentemente contra os bascos, por parte dos castelhanos são efectuadas pelos descendentes directos dessa raça de malvados.

Morte aos malvados! Pelo comportamento dos governos castelhanos, adivinha-se que será infelizmente necessário matar muitos mais até que a iniquidade compreenda e ceda à razão. Em lugar de se celebrarem e honrarem os resistentes como a França fez (e faz) aos seus. A violência dos bascos que se verificou em Barcelona é condenável por os catalães terem também sido conquistados e subjugados pelos mesmos castelhanos. Todavia, sempre que dirigida ao opressor ou aos seus tentáculos é um acto lícito, visto todos os outros terem sido frustrados pela malignidade castelhana. «As causas conduzem à violência, por os poderosos não as quererem resolver e não estarem interessados em fazer cedências.»

Querendo, pode consultar-se uma página com alguns extractos, factos históricos, nomes do principais heróis da perversidade e crueldade e, sobretudo, links para a crónica acima citada, textos, testemunhos, biografia do missionário, etc., clicando aqui.

8 mentiras:

Espaço do João said...

Meu caro Leão Pelado.
Tenho por princípio não ler spams. No entanto achei curioso a leitura que faz sobre os Castelhanos e comparando Mário Soares. Ou eu nã compreendi bem o você não se fez entender. Então você acha que Mário Soares foi um assassino ou cobarde? Certamente você não assistiu aos embarques dos nossois soldados para o Ultramar. Eu Assisti e, fui obrigado a montar cordão na doca de Alkcantara e Rocha Conde de Óbidos para não deixar passar os familiares de modo a se despedirem dos seus Filhos. Não posso estar de acordo consigo. Sofri na pele as agruras da Nojenta polícia política, Andei com um BI marcado a Azul. fui marcado várias vezes com os carros da tinta de má memória. Talvês o meu amigo estivesse sempre ao lado dos torturadores, pois ignorou a guerra do Ultramar. Pense um pouco , se não fosse o 25 de Abril, você estava como o povo do Irão. Cumprimentos e, por favor não mande mais spams, pois sabe perfeitamente o meu correio electónico. João.

Mentiroso said...

Caro João Sousa,
Realmente, parece que qualquer confusão se introduziu, como sugeriu. O que escreveu sobre o Mário Soares não é certamente o que leu e se o deduziu só pode ser por sua própria conta. O Mário Soares não é cobarde, mas manhoso. Face à história nacional, tomando em conta o modo como tem repetidamente chamado irmãos aos castelhanos, um povo sanguinário e cruel, poder-se-á, todavia, tê-lo como traidor.
Fez bem em desabafar, contando alguns sofrimentos do seu passado e tem toda a razão no que disse. Porém, agora sou eu que digo «Ou eu nã compreendi bem o você não se fez entender», pois não se divisa a relação entre a sua narrativa e o assunto em causa. Também não faz parte do tópico, mas não, nunca me misturei com a gente que o prejudicou e de quem justamente se queixa. Todavia, sei que muitos países conseguiram melhores resultados por outros caminhos do que Portugal com a sua Abrilada e que – hoje – à parte a liberdade dos políticos corruptos até ao tutano e ladrões impunes, assim como a dos jornaleiros de má formação profissional, desinformadores e iletrados irresponsáveis, que espalham a miséria e a ignorância, o povo em si não está realmente melhor do que antes, mas mesmo nada. Se o seu caso é uma excepção, pois não será mais do que isso mesmo, mas até hoje, em qualquer ponto do mundo, nenhuma mudança brusca em que tudo é destruído, tanto o mau como o bom, produziu um efeito benéfico. O que é inacreditável é que se possa imaginar que sem a Abrilada estaríamos como o povo do Irão. É imaginação doentia ou completa falta dela. Bom, acreditando em tudo o que nos dizem em lugar de usar a nosso mioleira e querendo ignorar o resto do mundo, também se pode acabar por acreditar nisso.
Cumprimentos.

Paulo Sempre said...

«Todos os povos têm direito à autodeterminação.»

E,também , a indignação...

Abraço

Ema Pires said...

Você nao tem nem a mais pequena ideia de história. E chamar sanguinários aos Espanhóis e comparar a 2º guerra mundial e o terrorismo basco, parece-me de um mendecapto ignorante.

Mentiroso said...

Oh Ema, que tristeza viver no erro e querer impingi-lo aos outros. Então não acredita na história ou ela não lhe convém e quer reescrevê-la como o Fernando Rosas? Que falta de senso desmentir assim até testemunhas oculares como o Frei Bartolomé de las Casas, bispo de Chiapas (um entre tantos), que viajou com o Colombo e assistiu às carnificinas como jamais existiram em toda a história da humanidade. Então acha que arrancar as crianças às mães, agarrá-las pelos pés e rebentar-lhes as cabeças contra as rochas não seja nem possa ser selvajaria sanguinária? Que será então? E as outras torturas idênticas relatadas pelo missionário sevilhano e outros, também não são selvajarias sanguinárias? Já nem se fala na destruição da cultura indígena superior à castelhana nesse tempo, no roubo, no saque, na traição, o todo apoiado pela corte dos reis malditos a que os seus súbditos também malditos apodaram de católicos para esconder a profunda e extrema malvadez. Os castelhanos sempre foram a encarnação do Espírito do Mal, não é novidade histórica. No entanto não teve coragem para o desmentir o que escreveram esse e outros missionários. Serão mentirosos ou impostores?

Convido-a a ler o que Frei Bartolomé de las Casas escreveu e outros factos históricos e de comentar depois aqui a sua opinião se tiver coragem para desmentir. Há centenas ou milhares de referências na Internet que poderá encontrar copiando este longo link do Google para o seu browser:
http://www.google.pt/search?q="Brevisima+relacion+de+la+destruccion+de+las+Indias"&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:en-GB:official&client=firefox-a
Poderá também consultar alguns dos outros textos que serviram de base a este post, ao fundo da seguinte página:
http://www.leaopelado.org/downloads/publications/ABarbarieCastelhana.pdf
Será cegueira ou aprovação da maldade e dos mais baixos sentimentos que a move para escrever tais blasfémias?

Anonymous said...

Terroristas são esses castelhanos da meseta que pensam que mandam em toda a gente, até em nós eles andam a tentar mandar há cerca de 900 anos, os bascos só querem liberdade do seu pais, o Pais Basco, e sendo assim enquanto o império colonial castelhano não se desfazer dando a liberdade e independência aos últimos povos oprimidos da Europa que são os Bascos, os Catalães e os Galegos, a Eta continuará e bem na minha opinião a rebentar quartéis da Guarda Civil castelhana como fez em burgos, e esses castelhanos de merda só tem o que merecem, e enquanto teimarem em negar a independência inevitável de Bascos, Catalães e Galegos continuarão a sofrer as consequências da sua teimosia.

A Human wrights Watch e a ONU já por várias vezes acusaram o governo de Madrid, esses castelhanos sanguinários de merda de torturarem os bascos com os métodos mais hediondos possíveis, por isso Portugal como estado de direito que é e cumprindo com a nossa constituição não pode extraditá-los, tal como fez com outro basco acerca de 10 anos que também não foi extraditado de nome Tellechea Maia e também defendido por José Galamba, um grande advogado.

Contudo o pandeleiro do primeiro ministro maçónico iberista, traidor à pátria e alinhado com os interesses espanhóis que nos desgoverna vai tentar tudo para os extraditar e para os diabolizar, visto que os bascos são um dos entraves a crição da ibéria por que ele tanto se bate nos bastidores da politica Portuguesa, grande traidor este “iberócrates”, o Miguel de Vasconcelos do sec XXI.

Para finalizar morte à Espanha e Castela.

Independência para o Pais Basco, Galiza e Catalunha.

Viva Portugal.

Anonymous said...

E viva a ETA.

Anonymous said...

João.

Fui eu quem colocou os 2 tags anteriores, e penso que vale a pena insistir nesta do "Iberócrates", depois do Pinócraates, esta assenta-lhe bem e enqudra-se perfeitamente com o traidor acastelhado.

Cumprimentos aos webmasters, caso queiram conversar digam que eu deixo o meu e-mail.

Para finalizar, o slogan:

Morte à Espanha e Castela.

Independência para o Pais Basco, Galiza e Catalunha.

Viva Portugal.