Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



Crime na Estrada

All truth passes through three stages:


First, it is ridiculed;
Second, it is violently opposed;
and Third, it is accepted as self-evident.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Ou seja, em português:

Toda a verdade passa através de três fases:


Na primeira é ridicularizada;
Na segunda sofre uma oposição violenta;
Na terceira é aceite como auto-evidência.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Arthur Schopenhauer (1788-1860)
Filósofo alemão do século XIX, considerado o pai da filosofia moderna, foi aquele que mais influenciou o pensamento de Friedrich Nietzsche.

É como todos os governos até agora têm invariavelmente tratado as causas da matança rodoviária.

Ao ouvirmos como o bando de assassinos políticos, seitas relacionadas e desinformação jornaleira inventarem histórias de embalar sobre como se propõem combater os acidentes da estrada, ficamos com a certeza de que, qualquer que a consequência possa ser possa ser, preferem que a catástrofe continue. Donde a justeza de se reconhecerem como assassinos impunes.

Estes canalhas falam-nos em números inflacionários de agentes da polícia, bombeiros, ambulâncias e toda uma desmesurada panóplia de pessoal e outros meios para desencarcerar os mortos e apanhar-lhes os bocados dos corpos pelas estradas fora. Os infames não se esquecem também de aproveitar a ocasião para sacarem dinheiro em multas. Dinheiro de sangue!

Em lugar de aplicarem as medidas que se impõem, como se praticou nos países em que os acidentes diminuíram drasticamente, os biltres assassinos aproveitam a ocasião para roubarem o povo para subvencionarem as suas ganâncias e roubo da fazenda, fazendo simultaneamente uma grande propaganda para adormecer e enganar o povo lorpa para votar em quem os dizima nas estradas à machadada. Não é o que ouvimos, por exemplo, ao bobo do actual ministro do interior? Não vem ele frequentemente vigarizar a população, dizendo que há menos acidentes, uma melhoria? Burlão! Arma una enorme feira por todo o país para massacrar, como se isso impedisse que se matassem. Só se pusesse um agente em cada veículo. Com o crime é o mesmo, como se mais agentes da polícia na rua ou uma polícia mais competente o evitassem. As circunstâncias indicam claramente que ainda vai crescer muito mais.

Seguem o pensamento de Arthur Schopenhauer à letra, colocando-se na primeira fase da reflexão do filósofo. Negam e ridicularizam a verdade. Mostram a sua profunda e intrínseca malvadez.

Que cinismo.
Que nojo.
Quefalsidade.
Que malvadez.
Que perversidade.

A maneira como mudar a situação actual não é nenhuma novidade. Com efeito, leu-se numa edição das Selecções do Readers Digest de fins da década de 1950 que a Polónia e a Suíça eram os países mundialmente com mais acidentes rodoviários. Sabe-se o que o segundo fez nos anos que se seguiram para contrariar esse estado, convertendo-se num dos países onde a condução há muito se tornou na mais segura. Estes factos foram há anos publicados na Internet. Não é de conceber que os políticos e os que os encobrem sejam tão néscios e asnos que o ignorem ou não o compreendam. Donde, se o fazem, só pode ser por crueldade e malvadez. Se eles matam as pessoas, porque não matá-los também a eles. Se se aprovam as políticas dos judeus escravizados da Palestina, porquê deixar de parte a sua máxima de “olho por olho, dente por dente”?

Nesta época de Natal e de Ano Novo, de novo muitos vão e não voltarão, outros nem chegarão a ir. Mesmo que o número de mortos e de mutilados diminua ligeiramente, isso não será mais do que uma flutuação eventual de que os abortos do costume se aproveitarão para transformar em louros de chumbo. Tal como com a situação económica do país, a qual sem outras medidas mais adequadas apenas poderá melhorar à custa da pobreza de uns e do enriquecimento de outros, o que está manifestamente a acontecer.

Não é este mais um caso que a todos preocupa profundamente e que a tantos mata ou faz a vida negra para sempre apenas porque se continua a aprovar os seus responsáveis? Bom, se assim se quer porque não continuar (?), pensam os culpados com razão. Porque se não se admitisse já se teriam tomado as medidas necessárias para arrancar o espinho enterrado que chega ao cérebro. Vote-se neles, mas com boletins nulos – em que a inutilização propositada seja nítida e indubitável – em massa.
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Sobre o mesmo assunto:

11 mentiras:

A. João Soares said...

Embora saibamos que as palavras não terão um efeito tão rápido como desejamos, não devemos deixar de bater no ponto, com frequência.

Andam a enganar-nos. A GNR nas estradas só serve para passar multas e para contabilizar os acidentes, os mortos e os feridos.
Não é sua vocação fazer mais. O governo devia saber isso e devia fazer um diagnóstico honesto do problema e atacar as causas, aplicando a terapia adequada. Nas causas está o civismo é indispensável, e aprende-se em casa, nas escolas e com o exemplo dos homens públicos (caso dos políticos); o estado das estradas em que a sinalização é prova de incompetência e de falta de honestidade mental de quem os colocou, a justiça que não julga com rapidez e severidade os assassinos, fruto de legislação feita por mentecaptos. As palavras parecem muito duras, mas não podem ser mais macias, perante o morticínio a que assistimos todas as semanas, desde há anos, sem que lhe ponham um travão.
Afinal, qual é o papel dos Governantes?

Deviam convencer-se que não devem apenas pensar nos benefícios pessoais, dos seus familiares e amigos (os boys), nem preparar com corrupção os tachos para depois de saírem da política activa. Não é má língua, faça-se a lista dos tachos dos ex-governantes e ex-deputados e ficaremos esclarecidos. Faça-se a lista dos parentescos dos assessores dos órgãos públicos. Faça-se a lista doe empregos actuais dos familiares de governantes e ex-governantes. E não digam que se trata dos mais competentes do País e que foram escolhidos pelo seu saber e experiência. Só por milagre esses atributos se concentravam nos membros do clã!!!
Deviam ter vergonha e acabar em curto prazo com as mortes nas estradas.
Que as mãos nunca lhe doam de bater nos (ir)responsáveis.
Um abraço

Paulo Sempre said...

Enquanto os interesses económicos forem superiores ao bem juridico "vida" a guerra civil nas estradas vai continuar.
Se a vida humana é assim tão importante, porque razão não existe uma directiva comunitária, ou norma legal Nacional, a obrigar a instalação de limitadores de velocidade em todos os veículos automóveis?
Nalguns veículos (pesados) já é obrigatório tal dispositivo...
Parece que é assunto que não interessa, pena mesmo!!!

Abraço

Curiosa said...

Os acidentes rodoviários e as mortes nas estradas são um negócio como outro qualquer.

Um negócio dissimulado por práticas políticas e sociais em nome do Bem da Nação, quando são a Bem de uns quantos que enchem o Ego com os aplausos às suas balelas a passo que enchem muitos bolsos.

Pelo meio das tretas dos discursos que justificam o encerramento de urgências, centros médicos e serviços hospitalares, não vá haver algum acidente trágico para os confins do burgo cujo apoio médico está bem longe. A par da indignação de muitos, lá virá a voar a propaganda dos helicópteros e ambulâncias ultra-equipadas que param sabe-se lá onde.

Ah… e não se atrevam a ter acidentes todos ao mesmo tempo, que os reboques, ambulâncias, helicópteros, camas de hospital, médicos, bombeiros, sucateiras etc e tal só têm duas mãos.

Um Momento said...

Bem........
Deixo os meus votos de um Feliz 2008!!!

Beijo!
(*)

aruangua said...

E o que mais querem que as forças de segurança façam, se as desautorizaram?
Sim, porque se as tais forças desegurança agirem como deveriam (proteger os cidadãos, prender os assassinos, os violadores, os corruptos, os gatunos, etc.)aí, caia o carmo e a trindade sobre eles. Já tem passado na nossa TV, que quando um policia/GNR é morto ou ferido, nao se passa nada; mas quando atua e é ele que em legitima defesa saca da arma e usa a sua autoridade, tem a população toda ás pernas. Então, em que ficamos?
A GNR é uma força militar, sem voto na matéria, que nem sindicato pode ter. Em que trabalha sem as minimas condições, sobretudo os que estao longe da capital.
Já pensaram, voçês todos (já que essa força de segurança nao se podepronunciar, a qualquer titulo), já pensaram, repito, a população que tanto se manifesta contra a insegurança e a falta de atuação das nossas forças militares, fazerem por ela uma manifestação a valer?
Já pensaram dar a cara pelas vossas forças policiais?
A Bem da nação........tudo a bem da nação.......

Joana Dalila Santos said...

Uma coisa que não entendo. Há as operações Carnaval e as outras todas do género. Dão-se números de acidentes, de feridos e de mortos. Mas e durante o resto do ano? Nas alturas em que não há operações? Os números são inferiores? Não acredito até prova em contrário.

Tiagojcs said...

Excelente Blog !

A visitar seguramente com frequencia !

http://catedraldapalavra.blogspot.com

Smartphone said...

Hello. This post is likeable, and your blog is very interesting, congratulations :-). I will add in my blogroll =). If possible gives a last there on my blog, it is about the Smartphone, I hope you enjoy. The address is http://smartphone-brasil.blogspot.com. A hug.

Um Momento said...

Hum...
Hoje passo ...
Onde andas?...
Deixo votos de uma boa Páscoa com um beijo bem docinho

(*)

Anonymous said...

Cara Direcção do Jornal de Noticias SA



Tem sido constatado que frequentemente os comentários enviados para a secção "Desabafe Connosco" por parte de emigrantes portugueses residentes nos EUA tem sido bloqueados.

Embora não possa responder pelo conteudo das mensagens dos restantes participantes que se têm queixado, posso afirmar que nenhuma das mensagens que tentei enviar iriam contra as normas presentes no referido forum.

Aliás as mensagens enviadas e não publicadas podem ser observadas no seguinte local: http://luso-americano.blogs.sapo.pt/



Como podem verificar não são mensagens que contenham insultos ou palavões susceptiveis de ferir susceptibilidades.



Em contra partida vê-se constantemente a publicação de mensagens que promovem um outro local que esse sim é useiro e abuseiro no insulto, difamação de parte dos participantes. E muitas de outras são igualmente insultuosas para certos participantes, mas mesmo assim publicadas.



As perguntas que coloco são as seguintes.



1º - Que conceito editorial e de publicação têm os elementos que controlam as publicações no referido espaço?

2ª - Que poderão achar todos os elementos que vêem os seus comentarios negados, sem justificação para tal?

3ª - Será o JN um orgão de comunicação Social que baseia a sua conducta na censura dos seus participantes?

4º - Será que o JN vê os emigrantes portugueses como direitos inferiores aos restantes portugueses?

5º - Porque razão é acentuadamente mais dificil durante o Fim de Semana que os emigrantes portugueses vejam os seus textos publicados.

6º - É ou não o JN um orgão de comunicação Social isento e que fornece igualdade de tratamente a todos os que o visitam desde que não vão contra as normas publicadas no referido espaço?



Aguardo o mais breve possivel um esclarecimento,

entretanto este texto será publicado na integra em outros locais, incluindo o acima referido de forma a que seja do conhecimento geral o tratamento diferenciado que o JN fornece aos seus leitores e participantes.

Arrebenta said...

Sobre o que está a acontecer no “As Vicentinas de Braganza”, agradecia que nos visitassem, e se pronunciassem, caso vos interesse o nosso novo dilema/problema

http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2008/04/nota-constitucional.html#links