Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



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O Bufo Destruidor e o Presidente Patriota

O Bufo Coveiro



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Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

Em vez de cortar na gordura, corta na carne e deixa a gordura. Entretanto, o Cavaco escreveu «este é o momento para recuperar forças e ânimo para um novo ano que será de grande exigência», mas não recomendou exigências na redução das despesas ao funcionamento do governo, que está a fazer o contrário da sua banha da cobra na campanha eleitoral. O autor já tinha prevenido em vários artigos como o Coelho chamava estúpidos aos portugueses e mais uma vez se verifica como é fácil de desmascarar um impostor. Houve quem tivesse apodado a visão clara de partidarismo. A estes e aos lorpas que nele votaram de nada serve reconhecê-lo agora e reclamar: assim o quiseram, assim o têm. O costume, não?
[Note-se neste post que o professor sabe como e onde colocar o símbolo do euro (€) que a maioria dos iletrados ignora e imita a jornaleiragem de ignorantes pedantes e barrascas.]

O descomunal aumento dos transportes é incrível: são actualmente os mais caros de toda a Europa, sem excepção. (Lembra-se de que as comparações não se fazem directamente, mas numa proporção do que os valores representam em relação aos ordenados nos países comparados.) Os transportes públicos causam perdas em todos os países, pelo que são sempre subsidiados. Qual é a novidade ou o drama que em Portugal seja idêntico? O governo tem que fazer como nos outros países e mantê-los acessíveis a todos. A lábia do Prof. Álvaro Santos Pereira na sua entrevista à RTP a explicar a dívida dos transportes públicos escondeu que o Estado não contribuiu o suficiente como nos outros países e nem neles falou. Limitou-se a atirar com as culpas para o governo anterior, mas em sentido errado, que a falta foi a de não ter contribuído suficientemente.

Os aumentos previstos para a água e as energias de consumo doméstico, já as mais caras da Europa (sobretudo quando correctamente comparadas em proporção aos ordenados), não obstante os lucros e ordenados obscenos dos serviços e dos aeus dirigentes, políticos parasitas partidários, é uma afronta à população e um roubo directo. O ministro aldrabão não mencionou.

Este ministro, já antes de o ser tinha demonstrado nalguns posts no seu blog, Desmitos, ser aldrabão quando isso lhe convinha.

No entanto, um dos seus posts denuncia claramente a conhecida, monstruosa e ímpar desigualdade nacional entre mais rico e mais pobres na UE e devia ser visto por todos. Só lhe falta a sua comparação ao que se passa nos outros países europeus para que se confirme o verdadeiro crime dos políticos em permitirem que a situação actual se tenha formado, eternizado e transformado numa verdadeira situação. Mesmo assim, ainda há indivíduos do presente governo que defendem medidas que agravam este estado de antidemocracia, em que o Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira se destacam entre tantos outros. E chamam-lhe democracia!

O seu blog contém imensos dados úteis e informativos. Contudo,, alguns são abertamente manipulados por partidarismo ou apresentados alguns esquecimentos no mesmo sentido. Escreveu ainda, tão justamente que se poderia tomar por integridade, que «tirar» de lá [das empresas públicas] os partidos, para se acabar com as nomeações políticas. Nas empresas do Estado, e mesmo no próprio Estado, o principal critério de ascensão a posições de liderança deve ser o mérito, não por partidarismos ou por se ter o cartão do partido. É preciso moralizar a vida pública. Tem que haver transparência, auditorias externas regulares, mas é preciso haver - e isso é urgente - uma delimitação muito clara daquilo que são cargos políticos e o que são cargos públicos. Todavia, o governo a que ele agora pertence continua com as nomeações que ele disse condenar e a que agora se cala como um rato.

No mesmo post: o Estado [no Canadá] funciona tão bem porque têm uma administração pública muito forte. Não interessa qual é o governo que lá está, estão a servir o Estado. É o que temos que fazer em Portugal: acabar com o compadrio, o favoritismo político e a partidocracia. Defendo que todos os salários das pessoas que trabalham para empresas públicas, institutos, devem ser publicados na internet, deve haver o acesso total a essa informação. Transparência total para que as pessoas tenham menos suspeição em relação ao Estado. Não esperámos muito para vermos se iria persistir para que o governo assim procedesse. Já vimos que após 51 nomeações de especialistas em 42 dias continuou calado. [Mudar de Vida]

Num outro post, publicou vários gráficos demonstrativos do despesismo e desgovernação do governo anterior, mas omitiu o mesmo gráfico bem elucidativo que os impostores nunca revelam É esse que demonstra a realidade sem teias de aranha. Trata-se do gráfico dos montantes anuais recebidos do Fundo de Coesão Europeu em que Portugal recebeu mais por habitante do que qualquer outro país e que foram roubados ou mal usados pelos cavaquistas. Foi esta desadministração que originou a inaptidão nacional e provocou a crise por o país não ter sido devidamente modernizado. Este gráfico demonstraria como a dívida cresceu. Os governos do Cavaco puseram uma boa parte desses fundos em circulação, gerando uma inflação de 5,5%, para darem a ilusão de riqueza súbita proporcionada pelo partido no governo. Habituaram os portugueses a viverem acima das suas possibilidades e agora vê-se o resultado. Os governos que se seguiram, para não perderem votos, evidentemente, continuaram com a mesma política económica, continuando a destruição. Entretanto, já no tempo do Guterres, os fundos de coesão começaram a diminuir. Para poderem prosseguir com a mesma política, os governos aumentaram a dívida externa a fim de manterem o mesmo nível num país que deixara de produzir. Os fundos foram diminuindo e a dívida aumentando proporcionalmente. Isto é tão claro que os montantes de ambas são paralelos, inversamente proporcionais. Será por acaso? Porque será, então, que todos os fanáticos do PSD nos escondem o facto? Esta menção não existe no post do A. Pereira, o que faz dele mais um manipulador. Manipulador esclarecido, mas manipulador na mesma.

As estradas e as comunicações são uma das bases do desenvolvimento e progresso, já os romanos o sabiam bem. Alguém concebe a existência do Império Romano sem estradas? Com atalhos impraticáveis?

O progresso gerado pelas comunicações está no âmago do desenvolvimento dos países mais ricos da Europa. Na Alemanha são gratuitas, na Suíça custam Fr.S. 40/ano.

Pois o PSD obrigou o governo precedente a fazer pagar as estradas directamente do bolso dos utilizadores segundo o princípio errado de utilizador-pagador. Os ganhos económicos do uso das vias de comunicação são a nível nacional. Não admira. Em Portugal diz-se que se quer melhora a vida nacional, mas faz-se sempre o contrário do que resultou noutros países ou copia-se o que está errado. Este caso já está a atrofiar ainda mais o país, como se ouve e se constata. Obrigado, Coelho, por mais este prego no caixão; os carneiros agradecem. Alguém ouviu o ministro da economia mencionar este assunto que ele tão bem conhece?

Devido a políticas anteriores em que os partidos, para ganharem simpatias (votos), transformaram partes integrantes dos ordenados em benesses graciosamente por eles concedidas como se de favores se tratasse, os ordenados tornaram-se vulneráveis. Os acrescentes a que se chamaram subsídios de férias e de Natal, ou 13º e 14º meses, são componentes integrante dos salários, visto serem obrigatórios. Porém e de novo, a nomenclatura assimila-os a extras. Os que os ganham têm-se aproveitado como arma de pressão para que, não os contando como parte do ordenado, afirmarem que ganham ainda menos do que a realidade, ainda que os ordenados continuem vergonhosamente baixos. Todavia, esse tratamento dos ditos subsídios tornou-os vulneráveis, como se verifica. Aceitou-se, agora os ladrões roubam-nos como querem e paga-se a benesse.

Portugal é conhecido como o país europeu com a maior fossa entre mais ricos e mais pobres. Não obstante a miséria que se vive e a necessidade de corrigir esse defeito, o governo de ladrões, liderado por um criminosho vigarista convicto, condenado por tribunal criminal e com inquéritos criminais em curso, resolveu tomar medidas adicionais para aprofundar esse fosso único europeu e roubarem o dito subsídio de Natal. Porque, de acordo com o precedentemente descrito só se pode considerar como um roubo, mesmo considerando as diferenças nos cortes.

Se o Cavaco nomeou um primeiro-ministro criminoso, qual a surpresa de ter aceitado um conselheiro de estado nojento e impostor que se faz passar por cristão, quando demonstra intenções de roubar os pobres para dar aos ricos, defende um sistema de saúde para ricos e outro para pobres e acabou com o direito universal à justiça, permitindo apenas aos que nada têm a lhes serem designados advogados aprendizes que perdem todos os processos por só terem capacidade para tratar de documentos. Este post comprova o estado da justiça em Portugal e a sua inutilidade. Foram decisões deste âmbito juntas à corrupção e incompetência de juízes e magistrados que a baixaram ai nível actual.

Como pode o vigarista do Cavaco coveiro, em tal conjuntura, ousar pedir ânimo e esperança aos saqueados e nada dizer sobre os saqueadores? Todos os esforços e medidas actuais são clara e intencionalmente destinadas a manter a população em calma e servil sem se revoltar com a extrema miséria que chegará pelo fim do ano. Talvez que os carneiros se decidam a marrar e esfacelar o dono da mão que os degola. Entretanto, parecem ser mais atrasados, carneiros e desmiolados que os magrebinos, povos que franceses e espanhóis desde há séculos têm desprezado precisamente por os considerarem atrasados. Os portugueses estão a provar serem ainda mais.

A tudo isto os portugueses assistem impávidos como se estivessem a observar um filme do tempo do mudo, sem parecer dar-se conta de que a película que desfila à sua frente é a da sua própria vida. Assistem serenamente à demolição das suas vidas e das dos seus descendentes. Como se o Dr. Egas Moniz tivesse operado uma lobotomia a nível nacional. Ora se dos outros países o vêem e compreendem claramente, como pode uma população inteira ser tão tapada e nhurra? Daqui a ideia correcta que nos outros países se faz dos portugueses. Estarão certos ou errados?

É mais do que aparente que os bandos de ladrões que formam as oligarquias mafiosas dos partidos não vão matar a galinha dos ovos de ouro e deixar de roubar e saquear o Estado de livre vontade. Tal como os exemplos de outros países, só à força se decidirão a fazê-lo. O que não se compreende é que tantas pessoas papagueiem queixumes e reclamações, mas não se unam, como nos outros países, único meio para obrigar os bandos de ladrões a obedecerem à vontade popular, a trabalharem para o país e não contra ele. O parlamento é um autêntico bordel de esbanjamento e desconsideração por aquele que deveria ser o soberano, mas que mais não é do que a vaca leiteira.

Já no post imediatamente anterior a este se afirmava que nada iria mudar. A prova está agora à vista. Se a bem não for, terá que ser a mal, que assim não se pode continuar, cada vez a pior como se tem verificado.


Veja a sondagem sobre o governo.

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Crime na Estrada

All truth passes through three stages:


First, it is ridiculed;
Second, it is violently opposed;
and Third, it is accepted as self-evident.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Ou seja, em português:

Toda a verdade passa através de três fases:


Na primeira é ridicularizada;
Na segunda sofre uma oposição violenta;
Na terceira é aceite como auto-evidência.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Arthur Schopenhauer (1788-1860)
Filósofo alemão do século XIX, considerado o pai da filosofia moderna, foi aquele que mais influenciou o pensamento de Friedrich Nietzsche.

É como todos os governos até agora têm invariavelmente tratado as causas da matança rodoviária.

Ao ouvirmos como o bando de assassinos políticos, seitas relacionadas e desinformação jornaleira inventarem histórias de embalar sobre como se propõem combater os acidentes da estrada, ficamos com a certeza de que, qualquer que a consequência possa ser possa ser, preferem que a catástrofe continue. Donde a justeza de se reconhecerem como assassinos impunes.

Estes canalhas falam-nos em números inflacionários de agentes da polícia, bombeiros, ambulâncias e toda uma desmesurada panóplia de pessoal e outros meios para desencarcerar os mortos e apanhar-lhes os bocados dos corpos pelas estradas fora. Os infames não se esquecem também de aproveitar a ocasião para sacarem dinheiro em multas. Dinheiro de sangue!

Em lugar de aplicarem as medidas que se impõem, como se praticou nos países em que os acidentes diminuíram drasticamente, os biltres assassinos aproveitam a ocasião para roubarem o povo para subvencionarem as suas ganâncias e roubo da fazenda, fazendo simultaneamente uma grande propaganda para adormecer e enganar o povo lorpa para votar em quem os dizima nas estradas à machadada. Não é o que ouvimos, por exemplo, ao bobo do actual ministro do interior? Não vem ele frequentemente vigarizar a população, dizendo que há menos acidentes, uma melhoria? Burlão! Arma una enorme feira por todo o país para massacrar, como se isso impedisse que se matassem. Só se pusesse um agente em cada veículo. Com o crime é o mesmo, como se mais agentes da polícia na rua ou uma polícia mais competente o evitassem. As circunstâncias indicam claramente que ainda vai crescer muito mais.

Seguem o pensamento de Arthur Schopenhauer à letra, colocando-se na primeira fase da reflexão do filósofo. Negam e ridicularizam a verdade. Mostram a sua profunda e intrínseca malvadez.

Que cinismo.
Que nojo.
Quefalsidade.
Que malvadez.
Que perversidade.

A maneira como mudar a situação actual não é nenhuma novidade. Com efeito, leu-se numa edição das Selecções do Readers Digest de fins da década de 1950 que a Polónia e a Suíça eram os países mundialmente com mais acidentes rodoviários. Sabe-se o que o segundo fez nos anos que se seguiram para contrariar esse estado, convertendo-se num dos países onde a condução há muito se tornou na mais segura. Estes factos foram há anos publicados na Internet. Não é de conceber que os políticos e os que os encobrem sejam tão néscios e asnos que o ignorem ou não o compreendam. Donde, se o fazem, só pode ser por crueldade e malvadez. Se eles matam as pessoas, porque não matá-los também a eles. Se se aprovam as políticas dos judeus escravizados da Palestina, porquê deixar de parte a sua máxima de “olho por olho, dente por dente”?

Nesta época de Natal e de Ano Novo, de novo muitos vão e não voltarão, outros nem chegarão a ir. Mesmo que o número de mortos e de mutilados diminua ligeiramente, isso não será mais do que uma flutuação eventual de que os abortos do costume se aproveitarão para transformar em louros de chumbo. Tal como com a situação económica do país, a qual sem outras medidas mais adequadas apenas poderá melhorar à custa da pobreza de uns e do enriquecimento de outros, o que está manifestamente a acontecer.

Não é este mais um caso que a todos preocupa profundamente e que a tantos mata ou faz a vida negra para sempre apenas porque se continua a aprovar os seus responsáveis? Bom, se assim se quer porque não continuar (?), pensam os culpados com razão. Porque se não se admitisse já se teriam tomado as medidas necessárias para arrancar o espinho enterrado que chega ao cérebro. Vote-se neles, mas com boletins nulos – em que a inutilização propositada seja nítida e indubitável – em massa.
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Sobre o mesmo assunto:

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On Achève Bien Les Chevaux

Observando bem como Portugal é governado há décadas e reflectindo sobre todo o rol dos acontecimentos que se desenrolaram ao longo dessa época e do seu corolário, não se pode inibir de pensar que a intenção dos políticos governantes em relação à população possa ser diferente daquela tão bem expressa pelo título da versão francesa do filme de Sidney Pollack They Shoot Horses, Don’t They? Eles Matam os Cavalos a Tiro, Não Matam? On achève bien les cheveaux. Matam-se bem os cavalos. Alcunhado em português Os Cavalos Também se Abatem, título que, como é de prática, desvirtua o sentido.

O sujeito do filme decorre na Califórnia, a meio da Grande Depressão da década de 1930. Através da região organizam-se maratonas de dança em que se ganham prémios chorudos. O filme é uma alusão directa à nossa sociedade, onde pobres, desempregados ou outros sofredores resignados, privados de dormir, dançam pelos prémios (alimentos vestuário, algum dinheiro), numa contínua luta cruel em que chega a haver uma morte.

Em contraste fugaz, apenas se entrevê a beleza da paisagem e um maravilhoso sol nascente.

Onde está a comparação com o parágrafo inicial? É aquela que Sidney Pollak lhe imprimiu: a miséria da grande maioria em tempo de calamidade enquanto, simultaneamente, outros, enriqueciam com a exploração, o tráfico ilegal, as negociatas, o tudo apoiado por medidas governamentais que fizeram de Portugal e o mantêm como o país com de maiores diferenças sociais entre ricos e pobres, fazendo desaparecer a classe média. A definição do típico estado oligárquico, em perfeito contraste com a de democracia, o que retira o país de entre as democracias. Para o confirmar ouvimos os políticos falarem constantemente em democracia, sintoma incontroverso de que quando se fala muito em qualquer coisa é para a introduzir na ideia dos ouvintes, fazendo passar uma mentira em que ignorantes e incautos acabem por abonar. Mais outra definição, a de vigaristas e burlões.

Quanto mais vezes os burlões nos dizem o contrário, mais válidas são a afirmação e a prova da continuidade e do agravamento da situação. Ainda remanescerão dúvidas após tantas provas dadas pelos burlões? Ainda existirão parvalhões espertalhões que acreditem nos vendedores de banha da cobra? Estarão os desmiolados à espera que os vigaristas lhes confessem as acções originadas nas suas baixezas? Comprem uma chupeta, que é o apropriado a semelhante mentalidade! Mais uma prova é a dos burlões afirmarem tão frequentemente que os portugueses têm maturidade política e democrática. Se assim fosse não precisariam de mentir dizendo-o.

Quanto mais atrasada uma mentalidade mais permeável ela é a lisonjas falsas. Os políticos que estudaram a parte do marketing que ensina o ardil, a astúcia, o estratagema, a maquinação, o subterfúgio, a fraudulência e a desonestidade para fins condenáveis, sabem que estas técnicas (que incluem a citada lisonja e o incitamento a um orgulho sem bases) são infalíveis para um povo em profundo e completo atraso intelectual e desinformado como o português, devido à inexistência de conhecimentos promovida por eles nesse sentido e levada a efeito pelos conglomerados da desinformação nacional controlados pelos interesses que eles favorecem em troca de ganhos ilegais e ilícitos, isto, pelo menos, do conhecimento geral.

Assim, qualquer político pode inventar as maiores mentiras, embustes, imposturas, intrujices ou patranhas, conscientemente, como o governo anterior fez e agora Sócrates repete impudicamente ao afirmar que Portugal tem um dos melhores serviços de saúde e de segurança social, quando a realidade é que é de longe o pior da Europa. Ou quando mente, afirmando que a idade de reforma deve aumentar em Portugal, seguindo o caminho dos outros países europeus. Mente velhacamente, sabendo que não corre o risco de ser desmentido, nem mesmo pela jornaleirada de bestiagos do género daqueles a quem afirmou estes factos na sua entrevista de 25-7-07 (salvo erro).

Daí o corolário que colocou Portugal no fundo do mundo e no fundo do fundo da Europa. Circunstância há muitos anos prevista e denunciada, como apresentada no site deste blog e mais recentemente aqui testemunhada. Prevê-lo não era nenhuma prova de inteligência, tampouco de esperteza, mas apenas sequência de observação dos acontecimentos e descrença nas patranhas, autênticas e literais burlas que os corruptos nos vendem constantemente e sem interrupção nem excepção. Um político diz sempre o que lhe convém e se o povo lho permite por aceitação, contra o próprio povo soberano, portanto seu soberano também. É o empregado que tenta não defender-se do patrão, mas simples e invariavelmente vigarizá-lo e roubá-lo.

Os relatórios periódicos da União Europeia (UE) Mostram a miséria vivida pelo povo português face ao bem-estar geral. Não obstante, o presente governo, com o incontestável apoio dos políticos que formaram o anterior, ainda que sob disfarce (o palavreado é para anestesiar – o que importa é o que fizeram e se estavam a preparar para fazer), desfecha golpe sobre golpe sobre a população (abatem-se os cavalos), enquanto que os privilegiados das máfias engordam. As oligarquias regem-se pelos mesmos princípios e se lhes permitirmos continuarão a esfolam-nos vivos e a vender as nossas peles para ficarem com o produto da venda. Alguém até hoje notou que estes canalhas sofressem a nossa miséria geral?

A Protecção Social
O relatório sobre a Protecção Social nos países da UE, referente ao período de 2000 a 2004, refere um aumento nas despesas com a Segurança Social, em geral e também em Portugal, mas não explica como esses fundos foram utilizados, se bem se mal. Também não pode mencionar qualquer facto ou mudança ocorrida fora do período que engloba. O que sabemos e que é do conhecimento geral é que temos o mais deficiente e insatisfatório desses serviços na UE, mas que eles absorvem fundos tão importantes quanto os dos países que prestam os melhores. É uma comprovada mas inacreditável roubalheira e desorganização.

A Flexi-Segurança
O relatório sobre empregados com contrato a termo fixo por não poderem obter um contrato de emprego permanente, para o período de 2000 a 2005, coloca Portugal no segundo lugar da desgraça, para não variar do costume. A proporção do emprego inseguro tem diminuído na média europeia, enquanto que em Portugal se tem mantido (o que, por contraposição, equivale a um aumento), chegando a insegurança no trabalho a ser cerca de 8 vezes superior aos dos países com melhores condições de trabalho, aqueles que têm o melhor apoio ao desemprego e uma reciclagem que garante a curta duração desse desemprego. Aqueles que também, na generalidade, têm menor desemprego.

A máfia política portuguesa vem, com um nome de marketing de enganar lorpas, como é hábito (flexi-segurança), pretender justificar o injustificável: adoptar o desemprego sem primeiro criar as condições imprescindíveis de segurança que o permitam sem descalabro. Esta necessidade nunca mereceu o interesse dos corruptos (os subsídios dão mais votos que a organização) e encontra-se em estado embrionário.

As barbaridades sobre o ataque à estabilidade do emprego e aos serviços sociais na sua generalidade, foram concebidas e expressas nas intenções do governo anterior, escandalosa e barbaramente apregoada pelo seu outorgante, um autêntico animal. É inacreditável que tal pessoa possa ter reputação de bom cristão e de competente sem uma equipa altamente mafiosa por detrás a apoiá-lo. Que eram e continuam a ser os seus colegas de governo. Este facto apenas, consiste num descrédito para qualquer igreja que defenda tal animal e uma prova real de que os políticos corruptos são criminosos e se constituem em associações de malfeitores típicas duma verdadeira máfia. Uma análise imparcial e objectiva dos eventos não pode levar a qualquer outra conclusão. Após esse governo, facilmente se depreenderá a relativa facilidade que o actual Déspota Iluminado teve para impor medidas que apenas matassem menos meia dúzia de cavalos.

São conclusões bem simples a chegar e não é necessária qualquer formação em economia nem tampouco ter estudado matemática. Os factos são tão elementares e evidentes que basta reflectir sobre os dados do relatório europeu dos outros países, as condições de trabalho e de assistência no desemprego, assim como este é encarado e tratado, contrapondo a tudo isto o que se conhece sobre o que se passa em Portugal e como se pretende abater a população, praticamente a tiro, como os cavalos do filme do Sidney Pollak.

Dançar até morrer
O relatório sobre a idade de reforma na UE reporta-se aos dados de 2005, englobando referências desde 2002. Por ele se constata que Portugal é o segundo país da UE em que a população se reforma com idade mais avançada, que trabalha durante mais anos e que menos recebe, sendo relegada à miséria económica e a uma quase total falta de apoios, incluindo os de saúde, o que se comprova pela inexistência da especialidade de médica de geriatria.

Não obstante uma situação que mais clara seria impossível, vêm os dois últimos governos mentir tão alarve e descaradamente sobre estas questões, contando-nos histórias que nem merece descrever, pois que pintam o quadro de modo simetricamente oposto. Como se pode classificar gente desta estirpe que ostenta os mais ordinários, reles e baixos sentimentos, gritando-nos a sua mais profunda desonestidade? Quem os defenderá que – possuindo um mínimo de raciocínio e de discernimento – não se identifique a eles? Não é evidente que para admitir que acontecimentos deste género possam tampouco ter lugar, será necessário que a população seja simultaneamente desinformada, ignorante e que tudo admita como cavalos que se deixam abater? É esta inércia com que os políticos contam para poderem falsear e provocar a miséria. A jornaleirada repugnante também não pode ser considerada como alheia à desinformação em que ela própria tem mergulhado a população.

Abatem-se os cavalos a tiro ou fazendo-os dançar até morrer – idêntico.

A Realidade é Pior
Note-se que estes relatórios se referem ao passado, mesmo que relativamente recente. Estamos bem ao corrente de como estas condições pioraram dramaticamente em Portugal, pelo que os relatórios em causa demonstram uma desgraça desactualizada, muito menos pronunciada. Outros relatórios do Eurostat dignos de menção foram publicados com os aqui apontados.

Conjuntura Diabólica
A mistura da política com meios onde circulam enormes somas, como o futebol e a construção civil, assim como a ligação ao controlo das notícias e das informações não pode produzir resultados inócuos. Poderá alguém inocentemente acreditar que sim? Em todos os países se compreendem as consequências de tais ligações, pelo que se condenam, enquanto que em Portugal se promovem, paralelamente com o resultante crescimento da corrupção. Enquanto a máfia e aqueles que da situação por ela criada se aproveita enriquecem cada vez mais, a miséria alastra-se e os miseráveis, consentidores e resignados, são cada vez mais e mais miseráveis.

Moral da História
A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

Não se pode continuar a permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.

É esta a bases de todos os males em Portugal e nada mudará sem que antes se resolva este caso basilar.


Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas verdadeiras democracias, o descalabro tem que continuar e é tudo mentira!

Quem concordar faça um pequeno esforço para o bem comum e passe a palavra.

Ou então continuar-se-á a abater os cavalos e ninguém terá o direito para reclamar, dado que o consente.

On achève bien les cheveaux.



They Shoot Horses, Don’t They?

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Como se Destrói um Povo
Apregoando Demagogia por Democracia

Cada vez se compreende menos a atitude dos portugueses face às ditaduras. Conformam-se, tudo aguentam sem refilar. Tudo admitem. Alguns acobardam-se a tal ponto que até de escrever na Internet se retraem. É um povo dos mais cobardes, corruptos e miseráveis que se conheça. O povo, único soberano (art° 3º da Constituição), abdica da sua soberania nas patas da máfia política. Que nojo! Até se chamam órgãos de soberania às instituições cuja única razão de ser é a de servir o único soberano, segundo a Constituição. Os mesmos incapazes que fazem leis interpretáveis por mal concebidas, fazem também trocadilhos com um texto bem claro. Pior é que o dito pegou, o que significa que a máfia conseguiu lograr a carneirada e convencê-la de que a sua impostura estava certa, que os soberanos são eles, os servos.

O governo do Sócrates, com toda a razão e objectividade, tem querido corrigir muitos dos erros anteriores, na sua maioria os dos governos Cavaquistas, que foram aqueles que verdadeiramente nos atiraram para o lixo após roubarem e distribuírem os fundos de coesão da UE, pondo o restante em circulação para produzir a falsa ideia de abundância mediante uma enorme inflação que deu votos. Quando deixou o governo havia um défice superior a 5%! Com os montões de dinheiro recebido da UE, é obra! É esta a óbvia causa do atraso tecnológico que ele justamente refere. Esta circunstância tem deixado o Cavaco calado que nem um rato e sem poder moral para actuar. Os parvalhões, que votaram nele, aprovando tacitamente a implantação da miséria em Portugal, que agora não se queixem por terem elevado o carrasco a dignidade. Só que as acções do Sócrates têm sido do género «pior a emenda que o soneto». Aquilo a que assistimos são demonstrações de incapacidade, de logro e de arrogância, onde não falta uma boa porção de malícia e de maldade.

Um governo de traidores que se diz socialista, mas que é a vergonha de qualquer partido democrático. Vejamos o que dizem alguns verdadeiros socialistas sobre estes burlões. Um governo que não só é culpado do enorme e sério agravamento do mal herdado do anterior, como em lugar de o reduzir tem demonstrado claramente as suas intenções e princípios por que se rege. As acusações repetem-se.

Ouvem-se e lêem-se as observações mais desprovidas de senso da parte da população desinformada e embrutecida pelo assobio da serpente duma corrupção galopante e destruidora, que tornam o país na chacota internacional, tais como pensarem que outro partido faria melhor. Não vimos já como o partido do Cavaco nos cozinhou a miséria em que hoje nos afogamos? Seremos tão estultos a ponto de pensar que todo o mal se adquiriu em dois, quatro ou mesmo seis anos? Julgar que o partido do Cavaco agora faria melhor – quando ainda há pouco mais de dois anos constatámos que aquilo que se preparavam para fazer à Segurança Social e reformas, como os próprios anunciaram, era bem pior que o que o actual chefe da máfia e promotor da corrupção concebeu, – só sendo-se completamente tapado e lerdo.

De que estarão os basbaques dos portugueses à espera para tomarem conta da situação, como lhes vem por direito democrático e constitucional? Estarão à espera dum novo Messias ou Arcanjo enviado por Deus para os salvar? Será o grosso da população tão desmiolado e atrasado a ponto de não compreender que ninguém – sobretudo políticos – jamais levantará um dedo para os ajudar. Terão que despertar do torpor e ajudar-se a si menos. Os políticos são aqueles que sempre mais lucram com a corrupção e o mal da nação. Como dizem os franceses, «les politiciens sont un mal nécessaire», mas há que dominá-los e mantê-los domesticados e bem atados como bestas selvagens que são – «il faut les tenir bien en laisse». Em todo o mundo se sabe isso. Menos em Portugal.

Que se esperará para correr com a corja de corruptos e parasitas que tem feito do país a estrumeira da UE e até mundial. Espezinham a constituição e os direitos humanos, têm destruído o sistema de saúde e assassinam as pessoas doentes, idosas e acidentadas; obrigam as grávidas a parir nas ambulâncias ou em Espanha; criam o desemprego entre os mais competentes por lhes roubarem os lugares de concurso para os parasitas dos seus adeptos. A natalidade acelerou grandemente a queda pela impossibilidade de se criar um filho. Será possível continuar a aguentar a imposição de tais torturas? A nova PIDE, o renascimento do Nazismo, o novo Hitler.

É isto que se admite e aprova, consentindo por não se bater o pé? A corrupção de cada vez mais negociatas, a defesa corrupta dos interesses das grandes empresas contra os da população, o domínio da informação e da desinformação e do direito de se ser informado, o controlo das chefias administrativas, o controlo das pessoas, o controlo da opinião e da livre expressão, a intrusão na vida privada, abusos sobre o estado e a vida dos cidadãos, a metamorfose das polícias em bandos de criminosos, a destruição do nacionalismo e subjugação aos malditos castelhanos por um não menos maldito traidor que se diz iberista. Fora com os traidores!

Todos para a rua para reclamar os nossos direitos e correr com a canalha. Quem não o fizer abdica do direito a reclamar. Que procedam condignamente ou que se calem de vez.

O importante não é viver, mas viver com dignidade.
- Sócrates, o Ateniense.

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Qual Deles o Melhor?
O Diabo Que Escolha!

Haverá melhor demonstração da estrumeira em que vivemos, do esgoto em que nadamos, da areia deitada aos olhos por políticos desonestos e seus acólitos, da malvadez e traição, da corrupção geral tão acarinhada por partidos e defendida pelos cúmplices seguidores, do que o que se lê no blog intitulado Margem Esquerda, e noutros semelhantes? O conjunto dum post com os seus comentários não poderia ser mais expressivo e revelador duma mais profunda baixeza de sentimentos de falta de civismo camuflado por um intenso cinismo ordinário. Quando gentalha desta estirpe se mostra assim a nu, que se poderá esperar das gerações dos seus filhos, por eles educados? Visto nenhum governo português ter jamais tomado as rédeas da educação – tal como se providenciou nos países hoje civilizados – logo a seguir à Segunda Guerra Mundial. Por isso que na população nacional se verifica um tão baixo nível de civismo e que faz do país a escumalha da Europa.

Em consequência destas condições verdadeiramente miseráveis e especiais no mundo actual, é-se obrigado a constatar que, em geral, quanto mais alto é o nível aparente dos portugueses, a começar pelos políticos, mais baixo e podre é o seu verdadeiro nível. Na verdade, até a recente preferência dos votantes do programa sobre Os Grandes Portugueses veio revelar o apreço que os portugueses têm pelos seus actuais políticos. Salazar, o ditador que mais tempo durou na história nacional foi considerado o melhor, com mais do dobro de votos que o segundo, este também outro ditador. Os portugueses esbofetearam assim os políticos, dizendo-lhes claramente que preferiam uma ditadura ao regime oligárquico a que gananciosas aves de rapina, sabujos e traidores actuais alcunham de democracia. Tal não é a estima que têm pela corja imunda que lhes tornou a vida num inferno com cinismo, banditismo, ladroagem e tudo aquilo de que estamos tão bem ao corrente. Mas são cobardes e estúpidos, porque em vez de o demonstrarem nas eleições, votando em branco, preferem não mostrar o seu descontentamento. Afinal, acabam por ter o que merecem.

No blog mencionado todos estes esquemas mais que transparecem, são claros e confessados.

Que impostura e arrojo defender uns canalhas contra outros canalhas iguais, um clã de oligarcas contra outro igual. Que estupidez e que perda de tempo para quem se tome por inteligente, esclarecido, instruído, competente, responsável e avançado. Afinal quem será mais culpado e terá semeado mais desgraça e atraso no país? Serão aqueles que esbanjaram e roubaram os fundos comunitários de coesão desde o princípio da sua recepção e precipitaram o país na miséria económica, intelectual e moral em que se encontra, enquanto todos os outros países que receberam fundos idênticos progrediram, aumentando o atraso de Portugal de pouco mais de 20 anos para mais de 52 em fins de 2005, segundo o Eurostat? Não enganaram sempre a população como reles vigaristas desonestos?

Ou serão os do outro partido, não menos vigaristas ou desonestos, que pelo simples facto de prometerem aquilo em que jogaram durante as eleições para sonegarem votos formaram um governo ilegal?

No blog da Margem Esquerda, toma-se conhecimento de como pessoas mais instruídas podem ser também mais perversas, vis, maléficas e civicamente atrasadas. O próprio autor não se retrai em demonstrar a sua cobardia e estreiteza de espírito, genuíno castrado mental; mais pelos seu comentários que pelo próprio post. Apaga todos os comentários cujas verdades não lhe agradem, como lá se pode ler. Como poderão ser os desgraçados seres por ele criados? Não terá sido assim que se tem eternizado a desgraça mental no país? A arrogância, a selvajaria, os maus instintos, vão passando de pais para filhos. Não no-lo mostram eles, desavergonhadamente, na estrada e com orgulho de assim serem?

Como se atrevem uns a invocar princípios socialistas para justificarem os seus baixos instintos, vinganças de bárbaros, infâmias e pulhices de toda a ordem? Como se atrevem os outros a criticá-los, fingindo esquecer acções suas de não menor envergadura? Quais serão os melhores? Os que criaram a situação ou aqueles que dela se aproveitam? Os que queriam roubar os fundos da Segurança Social para o darem aos que menos precisavam, ou aqueles que roubaram os mais pobres sem nada darem aos outros? Afinal existem outros processos de financiamento da instituição, comprovados pelo seu sucesso noutros países, que ambos nos esconderam maliciosamente e de que os jornaleiros desinformadores jamais informaram.

Um clã oligárquico teima como besta em obras incongruentes. O clã oposto desaprova. E não há ninguém que mencione que, afinal, o clã que persiste na bestialidade mais não faz, afinal, do que seguir as ideias do clã que não para de rosnar contra. Afinal, as ideias mais desajustadas condenadas não são mais que o desenvolvimento das dos seus “inimigos”. Não assistimos à aplicação da “cópia conforme” das ideias do governo anterior aplicadas pelo actual? Onde reside a diferença, se é que existe? Ter-nos-ão os malvados embrutecido e debilitado a consciência a ponto de não sermos capazes de o reconhecer? O que nem uns nem outros jamais fazem é aprovar algo que prejudique ambos, como o que se refere no parágrafo seguinte. Nesse tópico, nenhum partido nem político toca.

Diz-se que se quer acabar com a corrupção. Após as eleições, não se lançam os salteadores ao assalto dos lugares de chefia da administração do Estado, tal como se de despojos de guerra se tratasse, extorquindo os lugares a gente competente que os deveria ocupar por concurso público? Se assim fosse, a horda dos incompetentes não conquistaria nenhum. Roubam-nos assim àqueles que os deveriam ocupar e à Nação em geral. Não bastará ver o estado em que a administração pública se encontra para compreender o que o origina?

Não observamos as circunstâncias em que a população vive para notarmos, pelo menos que tudo está mal? Então os que se abotoam com o dinheiro do erário público em guisa de compensação pelo mal que provocam à população, não vêm verdadeiramente aquilo que fazem? Alguém poderá acreditar na sua inocência!? Tornaram a vida impossível nas grandes cidades. Não existem transportes públicos dignos desse nome. Centenas de milhares demoram, diariamente, mais de três horas para chegarem ao seu trabalho por não existirem transportes decentes e serem obrigados a efectuar esses percursos nos seus próprios. No entanto, em lugar de conceberem transportes utilizáveis, criam dificuldades, multam, oprimem todos aqueles que já sofrem por sua própria e única culpa. Que género de acções são estas, se não de pura malvadez, de carrascos extorsionários?

Analisando o que se passou e o que se passa é impossível deixar de classificar os seus autores como traidores que, dada a gravidez do seu comportamento e consequências deveriam ser julgados e enforcados. Seria realmente um exagero?

A situação actual começou a ser previsível desde que se começou a ver o que se fez com os ditos fundos, assim como a falta de medidas acessórias, tais que a instrução e incentivos ao desenvolvimentos, o apoio das empresas nesse sentido e não o esbanjamento – a verdadeira finalidade dos fundos – que serviram para o que se sabe, incluindo para enriquecer os saqueadores políticos e amigos, que se têm sempre comportado como autênticos salteadores bárbaros. Giro, giro, que após a criação deste estado ainda haja quem acredite que tudo se vai normalizar, como nos afirmam os abortos monstruosos para neles votarem os tolos. Por milagre? Poderá tal situação que levou décadas a formar-se, mudar da noite para o dia? Com uma boa administração levaria décadas. Com uma má é para durar.

Esta situação foi “adivinhada” há mais de vinte anos e a sua preconização foi publicada há anos na Internet e contém uma parte menos antiga para a audiência internacional. Nelas se pode aprender o que é uma democracia, uma oligarquia e se conta muito sobre a corrupção e como os políticos “trataram da saúde” aos portugueses. Os factos mais recentes encontram-se em muitos blogs, como aqui ou aqui.

No entanto, a população, completamente embrutecida e cega por políticos corruptos e jornaleiros coniventes, não o viu nem o vê. Os basbaques parolos, em lugar de o verem, para júbilo e conveniência dos traidores, fazem o seu jogo atacando-se mutuamente em lugar de se unirem em luta contra a podridão. Enquanto esta atitude atrasada e néscia se mantiver, nenhuma mudança mais do que cosmética e mezinhas, em tempos de eleições, jamais terá lugar. Não está isto bem patente nos comentários do blog referido, de ambas as partes. Enquanto pobres de espírito, desmiolados e eunucos mentais se baterem entre si, os traidores corruptos serão sempre os vencedores. Pobres logrados, tolos e pedantes, que pensam viver em democracia.

Está tudo visto, tudo demonstrado e arrogantemente imposto por um bando de parasitas que nos sugam e nos sacrificam gozando à nossa conta. Que mais crimes se lhes vão permitir? De que se espera para pôr um ponto final a este estado de sítio?

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O Crescimento Negativo de 1,3% ou Como se Mente e se Toma a População por Lerda

Assistimos a uma alocução de fantástica impostura, em que um primeiro ministro fez um escandaloso elogio a um enorme retrocesso a que ele alcunha de progresso. Gozo, fantochada, ludíbrio ou estupidez crassa?

O crescimento de Portugal, de acordo com as estatísticas publicadas, foi de 1,3%. Constatando que o crescimento médio na Europa foi de cerca do dobro, o número significa simplesmente que aquilo a que um aldrabão chama de crescimento e progresso, fazendo as contas só pode ser um atraso. A realidade, pois, foi que sendo o citado crescimento europeu médio do dobro, Portugal fez um retrocesso igual à diferença, ou seja, igual ao valor do alcunhado crescimento, um retrocesso igual a metade da média do crescimento europeu. Parece ser uma conta tão fácil de fazer, que ninguém pode crer que mesmo Guterres se enganasse.

Portanto, para se ser autor dessa afirmação é imprescindível ser-se doente mental, retardado, analfabeto, ou então um bandido maldoso e vigarista mal intencionado. Denuncia também um elevado grau de estupidez da parte do seu inventor, pois que ele parece crer que até uma população desinformada, ignorante e embrutecida por aldrabices do género, possa ser lerda a esse ponto.

À parte esta verdade, é bem conhecido que um crescimento inferior a 3% equivale sempre a um retrocesso. 1,3% é inferior ao crescimento de qualquer dos outros países europeus. É uma afirmação de que Portugal continua a afastar-se dos outros países a passos largos. Semelhante afirmação só pode ser motivo de orgulho para quem quiser mal ao país.

A riqueza nacional não tem feito senão baixar desde a altura em que o Cavaco pôs em circulação o saldo do que foi roubado e mal administrado dos fundos europeus com o seu desinteresse ou bênção. Este acto provocou uma enorme inflação e a ilusão geral de se ter enriquecido. Uma fonte de votos dum povo ignorante que votou assim na sua própria desgraça, nos actos que lhes arruinaram o futuro e o dos seus próprios filhos.

E assim continuará por um tempo indeterminado, o qual dependerá do modo como o problema for encarado pelos governos de gananciosos que proclamam o seu interesse pela nação, mas cujos actos provam que apenas lhes importam os lucros próprios, lícitos ou não e privilégios a que não teriam direito, fosse Portugal uma democracia. Qual é o pacóvio que acredita que uma desgraça que levou décadas a acumular vai desaparecer em poucos anos pelas palavras de corruptos oligarcas? Nem os mais desmiolados portugueses podem acreditar.

De frisar que se este governo é culpado dos resultados, é inconcebível que um tal atraso estrutural possa dever-se unicamente a ele. Na realidade um mal deste género (estrutural) tem que vir de longe. Levou décadas a concretizar-se. Não se pode omitir o que foi feito dos fundos europeus que nos deviam ter posto na pegada dos países progressistas. Não se pode esquecer o modo corrupto como foram administrados, roubados e distribuídos entre governantes, partidos & amigos, que enriqueceram todos de forma tão rápida e escandalosa, do conhecimento geral. O povo de carneiros agradeceu ao seu carrasco responsável número um, elegendo-o.

Após análise dum ano na presidência, podemos tirar algumas conclusões. Provavelmente, o homem não é pessoalmente corrupto, ele próprio poderá não ter enriquecido da maneira vergonhosa dos seus colaboradores, subordinados & amigos, mas nada fez para o impedir. Não cumpriu o seu dever de primeiro responsável, pelo que é tão culpado como se o tivesse feito ele próprio, mais culpado ainda. É ele o primeiro culpado da desgraça actual dos portugueses e até da falta de médicos. Temos observado como ele tolera todo o género de barbaridades, punhaladas na constituição, legislação anti-nacional, baixezas, infâmias ou pulhices feitas ao povo por governantes imundos. O homem é um comprovado irresponsável, incapaz de qualquer posição de chefia. Um mandarete nas mãos da máfia política, extremamente conveniente a não importa qual a oligarquia no poder.

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Comentários Dignos de Relevo

Neste blog foram deixados três documentários muito judiciosos e bem-vindos, referentes ao post precedente, Como se Atira um País Para o 3º Mundo. Tão significativos e verdadeiramente pertinentes que merecem uma referência especial.

Um dos comentários, refere:
Não podemos acreditar nos políticos...o que fazer?
Não podemos só dizer que eles não prestam. Temos que perguntar o que fazer?


Evidentemente, é essa precisamente, a razão da existência deste blog, assim como já era a do site da Mentira! Só que os textos são bastante descritivos e precisos, o que os torna longos e enfadonhos para quem prefira ler sobre os folhetinzecos. Nem todos são adeptos do mesmo, mas os textos, que não podem ser reduzidos por abrangerem o período de algumas décadas em que os acontecimentos que fizeram de Portugal o que ele hoje é, continuam subsequentemente longos. E são sempre actuais, dado o âmbito histórico em que se inscrevem. Esclareça-se que não se trata de história escrita pelos vencedores (políticos e jornalistas), mas pelos que a perderam (o povo português).

Quanto à pergunta do comentário – se os políticos não prestam – devemos dizer que são bons? Se o fizermos, seguiremos as suas práticas que criticamos, mentimos e aplaudimos a corrupção e o estado anti-democrático: a ditadura oligárquica. Se eles tiverem um mínimo de boa vontade, terão que começar por limpar as suas próprias casas, desistindo de se atirarem como animais selvagens de rapina à conquista das presas, os mais de 2000 lugares da administração que roubam aos cidadãos competentes, passando de mão em mãp, de partido para partido, consoante os governos vão mudando. Por aí só, já se começa também com uma mais do que sensível melhoria dos serviços de administração central e municipal.

Os clãs oligárquicos são todos o mesmo. Alguém ouviu os outros partidos defenderem qualquer destas causas justas, minimamente elementares. Os partidos são úteis, os que os compõem são uma corja de clãs oligárquicos sem outra intenção de que a de por eles se servirem a si próprios.

De não esquecer o imprescindível abandono de privilégios escandalosos, como as reformas e a legislação corrupta que lhes concede tanto as reformas como a impunidade criminal e possibilita o roubo do estado. Só a partir daí se pode encetar uma conversa. Sem estes elementos não pode haver concertação nem aprovação: actos neste sentido deverão ser repudiados por pessoas honestas e os seus autores condenados, ninguém honesto pode votar neles. Todavia, ou porque há muitas pessoas desonestas, ou porque delas tiram proveito, ou porque há muitos que ignoram as suas acções, a corrupção, a maldade e a traição continuam a ser alegremente votadas. Note-se bem que votar neles é aprovar as suas acções e que, enquanto tal se verificar, ninguém dos que neles votarem tem o direito lógico de reclamar aquilo que aprova. Fazê-lo é um embuste.

Se não renunciarem a bem ao mal que espalham pelo país e população, começando pela pequena prova da renúncia voluntária dos factos acima referidos, terá que ser a mal. As Forças Armadas já provaram por duas vezes no século passado serem capazes e estão motivadas pelas razões conhecidas. Como podem aceitar a situação de desprezo e de desprestígio actual e a injustificável diminuição de salários de que sempre usufruíam por comparação a outros cargos, como os de juízes e magistrados, por exemplo?

É evidente que a conjuntura de bandalheira geral não se limita aos políticos nem à justiça. Afinal, não podemos passar em vão o facto de que sendo das mesmas gerações, foram criados por pais idênticos, em escolas idênticas, num ambiente idêntico, sujeitos a idêntica formação de carácter e educação idêntica. (O ensino, desde a tenra infância, por formadores especializados, como aconteceu nos outros países europeus, imediatamente a seguir à Segunda Guerra Mundial, nunca aconteceu em Portugal.) Pelo que uma similitude de princípios, de valores e de mentalidade não é de estranhar, muito menos de espantar. Por analogia, o mesmo se aplica aos professores e aos senhores da justiça mencionados e em geral. Cresceram todos em castelos (ou pocilgas) semelhantes. Por única culpa dos governantes, que nunca lhes proporcionaram o ensino requerido.

As causas deste estado são mais do que visíveis e estão amplamente descritas no site acima mencionado. Nas últimas décadas foram conscientemente criadas pelos políticos para que delas pudessem tirar o máximo de proveito. Não era o Marcelo Caetano quem dizia, por palavras agora difíceis de recordar com precisão, que os portugueses não estavam preparados para a democracia, em que uma das suas razões era a de serem facilmente enganados por políticos, caso estes viessem a formar um sistema mafioso? O caminho era efectuar a preparação. Recorda-se isto apenas para demonstrar como a máfia política soube efectivamente aproveitar a ocasião criada pela conjuntura.

Sobre a pergunta se “Temos que perguntar o que fazer?”, isso depende, como aqui se lê. Todavia, vista a sua arrogância, quem acreditará que se tornem honestos da noite para o dia, que releguem tudo aquilo que usurparam e a que não têm qualquer direito, que param leis honestas que não os imunizem, que passem a governar o país com consideração pela população e pelas suas necessidades?

O blog Do Mirante está repleto de diagnósticos acertados sobre o assunto, incluindo o comentário anónimo («Maldito Carnaval», abaixo mencionado), donde se depreende que o autor, apontando tão bem o dedo na direcção certa, não terá falta de imaginação em discorrer soluções. O que faz rir é ter esperança que daqueles que desmoralizaram a população com os seus exemplos e as suas leis, se espere agora moralizem a estrutura do estado sem que a isso sejam obrigados. Não é esta esperança bem diferente do que esperam os políticos dum povo que embruteceram precisamente nessa mira? Ou poderia ter sido outra a intenção? Se os portugueses, pelo menos, soubessem votar… talvez pudessem obter um pequeno resultado um pouco do género do que se passou em França pouco antes da «era» Mitterrand, como o próprio queria que o seu tempo ficasse conhecido. Mas nem isso é de esperar.

A escuridão, criada e promovida por políticos e jornaleiros coniventes, é total. O seu único intuito é o de manter o que com tanto trabalho desonesto conquistaram. Não têm nem nunca tiveram outro. De notar que esta gentalha adoptou os princípios da verdadeira Máfia, que segue estritamente, tanto nas regras como no procedimento, bem pior do que a própria máfia política italiana.Não vemos como põem de parte os seus próprios confrades, quando estes podem prejudicar os interesses dos clãs? Não vemos como de acordo com os procedimentos mafiosos celebram acordos tácticos entre os clãs, para o bem das famílias mafiosas e não o da nação que deviam servir? Primeiro o interesse geral (não do país, mas da Máfia, no seu conjunto), em seguida os interesses dos clãs oligárquicos, depois os interesses individuais dos seus componentes, o tudo sem esquecer o imprescindível ludíbrio para a conquista de votos. Teremos obrigação de aceitar sermos governados por mafiosos? De sustentar um bando de parasitas arrogantes?

Alguns alvitres para uma solução lógica foram já apresentados por ambos. De salientar os protestos e sugestões sob o título «Maldito Carnaval» deixado como anónimo em vários blogs (aqui no Do Mirante) e publicado como post no blog Mentira! Um anonimato que chama tíbio a um autor doutro modo lúcido. Pena também, que após publicação se retirem posts ou parte deles, como o «Portugal Desamparado», que esteve a seguir ao «Acredito na Polícia» no blog Aromas de Portugal, mas que desapareceu. Assim, não se pode ter credibilidade e mais não se faz do que colaborar com os corruptos de modo latente. É uma aprovação que remove qualquer direito a reclamar.

A solução, do ponto de vista deste blog e do site da Mentira! é exactamente aquela que foi defendida no comentário acima citado, «Maldito Carnaval». Além disso, um facto é evidente e está provado: os governantes são mandatários; se não cumprem o mandato para o qual foram eleitos a sua continuidade no governo é ilegal. Donde, crendo na incontestável boa intenção dos comentários em questão, não se pode compreender que quem tenha provido uma resposta, repita a pergunta na mesma.

Devido à arrogância cada vez maior dos lobos do Capuchinho Vermelho, a única alternativa que resta ao povo português é a de dissolver governo e partidos a fim de se formarem outros sem os mesmos abortos (porque se os políticos actuais são abomináveis, os partidos são imprescindíveis; até são poucos com alguma força). No intermédio deverá haver um governo de salvação nacional. Se a canalha arrogante não o aceitar a bem, terá que ser à força. Se não, ficaremos cada vez mais na cauda do mundo.

Entretanto, todos os cuidados são poucos, porque já sabemos que os falsos profetas entre os corruptos e seus defensores vão redobrar as suas promessas de melhoria, tal e qual como até hoje o têm feito, mas com um blá-blá-blá mais longo e mais forte. Sem verdadeiras e concretas provas tais balelas não podem ser aceites. Que comecem como dito acima, que mudem a legislação que lhes confere todos os privilégios e de todos os géneros. Depois então, logo se verá. Se não que saiam à força. Não é contra isto que todos reclamam. Que esperam então? Mais 30 anos, a ver se muda?

De nada serve limitar-se a lamentar casos isolados, mesmo tão justos e reais por serem demonstrativos do cancro da máfia, a menos que a causa seja também mencionada. É como tomar medicamentos para uma dor, desprezando a sua causa e origem.

Existem outros detractores da verdade ou que são simplesmente sectários políticos. Vejamos um exemplo. Ainda que a maioria da população esteja como que anestesiada a ponto de não se dar conta de certos factos que mais a têm ferido no seu âmago, a ignorância, espalhada por politiqueiros e jornaleiros, fá-la sentir que lhe dói apenas o pé quando a gangrena já avançou até à coxa. Assim, elegeu o carrasco que lhe estafou os fundos europeus de coesão e dividiu por aqueles que se conhece como tendo enriquecido escandalosamente durante os seus governos e estafou o restante pondo-o a circular, causando uma enorme inflação de miséria camuflada para arrecadar votos ilicitamente. E não só, porque tendo reduzido o número de vagas para medicina, provocou a falta deles que agora se sente atrozmente.

Agora, contrariando todas as regras de economia em uso internacional, tenta vender-se o futuro do país e dos portugueses , como demonstrado e provado neste blog. As corjas das outras oligarquias aprovam com o seu silêncio traidor, como comprovado.

Tudo nos querem esconder com uma arrogância indizível acompanhada da costumeira banha da cobra de hipócritas. O procedimento habitual. Os problemas da destruição do sistema de saúde a que chamam «requalificação», pois que de reestruturação não se trata, muitos deles surgem pela falta dos governantes em darem as explicações e satisfações obrigatórias ao seu soberano, o povo. Tudo escondem. Se não é para esconderem a desonestidade, então porque será?

Não obstante os factos constatados e inegáveis, há sempre quem atribua todas as culpas ao partido socialista. Claro que com o governo deste partido o mal não tem feito senão aumentar, a constituição é abertamente espezinhada e posta de lado. De que direito? A sua culpa pela continuidade do agravamento é indiscutível, mas a constatação da existência do diabo não torna os restantes santos. No entanto, é o que se lê em quase todos os posts de certos blogs, como o do José Maria Martins.

Chega de banha da cobra, venha ela de que lado vier. Fora com os ditadores opressores, seja de que partido forem!

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Fora Com a Cambada das Oligarquias Parasitas!

Comentário do post «A Actual Ditadura Portuguesa»
no blog Do Mirante, da autoria do Mentiroso, que não resistimos a publicar como novo post. Francamente, não se compreende por que as pessoas aguardam que as continuem a matar, a sacrificar, a roubar para ir dar aos sanguessugas parasitas que não acabam com a corrupção, nem com a desigualdade, nem com a impunidade, nem prestam contas.

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A Actual Ditadura Portuguesa

Os cinco pilares da democracia (Instrução, Saúde, Justiça, Segurança Social e Comunicações) deveriam gerar uma maior igualdade e homogeneidade na população. Mas como não são seguidos originam o contrário duma democracia, a desigualdade, castas e classes, tanto como ricos são favorecidos pelas leis, como estas e a constituição são contornadas viciosamente e com maliciosa corrupção.

Estes procedimentos de acordo com as melhores regras anti-democráticas, originaram o país europeu não só com o maior número de pobres, mas também com maior desigualdade entre ricos e pobres. Além de que os políticos escolheram que o Estado, contrariamente à regras democráticas, deveria cobrar menos impostos aos ricos e mais aos pobres, chegando quase a dispensar os bancos de pagamento de impostos, tanto estes lhes têm sido reduzidos. Assim, os bancos com a sua quase isenção de impostos e as grandes firmas latifundiárias a cobrarem preços acima dos europeus e a pagarem ordenados de morrer de fome, roubam a sociedade. O que não pode acontecer sem o acordo táctico de políticos corruptos até ao tutano. Fá-lo-ão sem nada ganharem?

Os bancos e as grandes sociedades não param de aumentar os seus lucros dum modo escandaloso – todavia, não menos escandaloso do que o modo como são tratados por governos corruptos – frequentemente a um nível bem superior à média europeia, enquanto que os pobres rebentam à fome ou roubam para não rebentarem, para o que os políticos velhacos encontram a melhor solução pondo mais polícias na rua! Com o andar dos tempos, estes métodos de desamparo da sociedade vão gerando uma criminalidade muito mais pesada do que a dos pequenos roubos para a qual o aumento de polícias na rua deixará de ser uma mezinha. Quererão os burlões fazer-nos esquecer a regra verificada em todo o mundo, em que o aumento de miséria conduz impreterivelmente a aumento de criminalidade? Tomam os tolos por aquilo que são, senão os espertalhões parasitas há muito teriam sido corridos e expatriados.

Por outro lado, seguindo precisamente a mesma ideia de base anti-social e anti-democrática, atribuem-se salários desproporcionada e ultrajantemente altos, absolutamente injustificáveis, verdadeira blasfémia e afronta à população, como é o caso do salário do Governador do Banco de Portugal, provavelmente o maior do mundo para as suas funções, pelo menos o maior de qualquer país europeu ou da América do Norte. Para não falar nas múltiplas pensões de reforma individuais que sendo comutadas dariam para tirar todos os mais pobres da miséria. Outra afronta infame à população é o «direito» dos deputados a uma reforma real com meia dúzia de anos de «trabalho», por comparação aos que após quarenta recebem uma miséria. Estas enormes diferenças entre os mais ricos e os mais pobres formam uma verdadeira situação estúpida, obscena e imoral promovida e criada por políticos que só podem ser corruptos. Atribuíram ordenados escandalosos aos postos que açambarcaram com o falso pretexto de serem de confiança governamental para lá se colocarem eles e os seus correligionários.

Sendo assim, quem e com que base se hão-de convencer os funcionários públicos e outros a não reclamarem aumentos que os coloquem fora da proporcionalidade? O grande problema é que este caso não é uma excepção, mas apenas um simples exemplo da horrenda generalidade e da podre corrupção em que os corruptos nos fazem viver.

Por quanto tempo vai o rebanho de carneiros aguentar esta situação sem tugir nem mugir? Em países com populações menos carneiras e cobardes, tal situação nunca se passaria, porque quando isso estivesse para acontecer já se teriam revoltado. Jamais permitiriam que os fizessem chegar ao ponto que os carneiros cobardes portugueses têm deixado. Na Europa, só em Portugal, país de mentalidade do quarto mundo. Note-se que o problema não reside exclusivamente no partido actualmente no governo, todos operam da mesma forma porque a população a todos permite o mesmo. O problema está nos cobardes que autorizam os corruptos canalhas a sacrificar o povo soberano.

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Corrupção em Contínuo

Pelo que se pode constatar do dia a dia, a corrupção continua a crescer e os corruptos a ficar impunes.

Os partidos vão-se revezando no governo e cada um tenta demonstrar que os políticos que o formam são mais corruptos que os precedentes. Veio à moda que os corruptos digam que querem acabar com a corrupção.

Muito bem, que o demonstrem. Que comecem por substituir os muito mais de 2000 parasitas de cada aparelho partidário que a cada eleição se comportam como hienas e chacais, atirando-se aos lugares de direcção da administração pública, grande parte de outros lugares de chefia e até mesmo de pequenos chefes, o que depende apenas da sua influência nos partidos. Quanto os párias e parasitas partidários derem estes sinais, então poderemos pensar que talvez alguma coisa mudará. Só uma possível continuidade o poderá confirmar.

Se querem acabar com a corrupção, que o demonstrem. Há uma quantidade de casos que foram abafados mais ou menos recentemente, fosse por corrupção da justiça ou por pressão política sobre ela. Há casos mais do que suficientes para uma pequena demonstração simples, possível e plausível.

Em lugar de nos ferirem os ouvidos com tanta mentira que só prova perversidade, mostrem-nos acções, como, por exemplo:


  • Retirar a medalha e respectiva condecoração, entregue por um basbaque podre, a quem assassinou os hemofílicos e que vá a julgamento sem pressão política sobre os tribunais;

  • Providenciar pela condenação do dos responsáveis pela morte rapazinho electrocutado ao carregar no botão duma passagem de peões;

  • Acabar com a fantochada tecida à volta do processo da Casa Pia e requerer que justiça seja feita;

  • Fazer punir os responsáveis pela queda da ponte de Entre-os-Rios;

  • Favorecer que se faça justiça aos incendiários estivais;

  • Aplicar a correcção prevista pela lei ao alarve do ministro que circulava a mais de 212km/h. É um crime comum, portanto um criminoso comum que não tem direito a escapar impune;

  • Então e o bandalho exemplar do deputado Ricardo Almeida, do PSD, com pelo menos 18 infracções arquivadas até Fevereiro de 2006, que não pára de cometer infracções do mesmo género do ministro, a torto e a direito, e fica sempre impune?



Como se vê só se mencionam aqui alguns casos, não muitos mas os mais simples por mais evidentes. Para nos convencerem de que dizem verdade. actuem onde se deve em lugar de roubar os pobres para dar aos ricos. Não nos digam que querem acabar com a corrupção, que palavreado oco não tem interesse algum. Fechem as comuas, esses antros podres de falsidade e façam-no.

Chega de palavreado de vendedores de banha da cobra. Queremos exemplos de justiça para tudo. Ponto final.

O problema, lembra-se, é sempre o mesmo. A população anestesiada, mantida na ignorância pela falsidade, ardil e manha contínuas dos discursos de políticos sórdidos e ignóbeis desinformada por jornaleiros indignos, encontra-se num autêntico estado de prostração, incapaz de raciocinar e encontrar um meio democrático de obrigar os impostores a prestarem contas pelos seus actos e a procederem de modo mais honesto. Que melhor paraíso para gentalha desta estirpe?

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