Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



A Insistência e a Persistência na Asneirola e na Corrupção

Persiste-se em esbanjar os fundos do Estado (os nossos) dando computadores portáveis aos alunos. Esbanjar, quando a experiência obtida noutros países demonstrou há já alguns anos que é uma medida que prejudica a aprendizagem, pelas provas apresentadas neste blog. Insiste-se na corrupção sectária de nomear parasitas para cargos públicos em lugar de os pôr a concurso para serem ocupados por gente competente.

Claro que se dá uma desculpa, só que é preciso ser-se deficiente mental para a aceitar como honesta ou realista. Admitir as desculpas inventadas é admitir a burla e a incapacidade dos políticos dos governo portugueses. Senão como se explicaria que os países onde os políticos são controlados e mantidos à rédea curta não necessitem de nomear parasita como “pessoas de sua confiança” para cargos homólogos? Tudo isto já foi exposto num blog irmão, mas devido ao continuado ludíbrio na insistência da mesma mentira e barbaridade, insiste-se também, pois parece que toda a insistência em sentido contrário é pouca na luta desigual contra a corrupção.

Querem os nojentos corruptos convencer-nos de que esta atitude não é um modo de corrupção. É, assim ´«e considerada nos outros países e é das piores e mais ultrajantes para o país e para aqueles que sendo competentes, os corruptos lhes roubam os cargos. Porque se julgará que os mais competentes não obtêm trabalho? Será só pelas causas de que os alarves nos querem convencer, ou será também por haver milhares de parasitas incapazes nos lugares que de direito deviam ser dados por concurso àqueles que estão no desemprego? E contam-nos a anedota de querem remodelar a administração pública. É para rir! Chefiada por parasitas que apenas aprenderam a viver à conta do Estado? Que não são competentes para empresas normais? Tanto que quando apanham um competente pagam-lhe uma fortuna, como o director da Direcção Geral dos Impostos. Tomam todos por parvos, só eles, os corruptos, são inteligentes: para burlar.

Só se ouvem discursos de arrogância e de autêntico marketing selvagem, a disciplina obrigatória nos canudos dos políticos importantes portugueses. Repetição das mesmas palavras em cada alocução a ser ouvida pelo país. Tal insistência torna-se asquerosa. O constante repisar de palavras e termos como «avanço», «vamos fazer», «fizemos», «o governo», especialmente «quero» e «confiança», mas também tantas outras do género, torna-se repugnante e doentio, sobretudo com a arrogância de que são revestidas quando pronunciadas.

São as práticas dum marketing duro e sujo que só subsiste em países de baixa cultura geral e a falta de conhecimentos onde a população, desinformada ao máximo por jornaleiros coniventes, é ludibriada. Numa população instruida, com mais conhecimentos e consciente, este sistema não produz os mesmos efeitos que em Portugal. Os políticos portugueses, que todos estudam marketing às escondidas, sabem-no bem, por isso que se aproveitam, como quaisquer vigaristas e burlões. Por isso também que este sistema há muito não existe em países avançados.

Quanto aos computadores portáteis para os alunos, é de lamentar a insistência – contra as “provas provadas” há tanto tempo conhecidas, que fizeram países como os EUA abandonar tais projectos ao fim de algum tempo de experiência em várias universidades (não foi um caso isolado e o projecto foi abandonado em toda a nação), pois que se verificou que os resultados eram contrários ao que se pretendia.

A insistência da corja corrupta portuguesa só pode vir da ineptidão comprovada pelos governos, não só do presente como da oposição que se calou por não saber melhor. Embora este último facto, por si só, não seja significativo, uma infinidade de decisões erradas e de cópias do que está mal noutros países estão patentes. Os corruptos andam a apanhar o lixo por todo o lado e trazem-no para cá. Tudo o que está errado, copiam, desde que sirva os seus interesses, fomentando assim a corrupção; o resto não lhes importa, a não ser que dê votos, o que não é nenhum dos caso presente, mas a razão do estado em que puseram o país. Transformaram o país numa lixeira.

Do que está certo e deu provas dizem que não se pode adaptar a Portugal. Pudera, se eles assim talharam o país. Agora que desfaçam o que fizeram por ganância, corrupção e incompetência. Ou que estarão a fazer para terem e ganharem o que um boi mereceria mais do que eles?

Enfim, só existe um modo de avançarmos: tomarmos conta da situação, tal como se passa numa democracia. Isto é, evidentemente, caso queiramos viver numa democracia em lugar da esterqueira de Novo Nazismo em que a corrupção transformou Portugal, enquanto enganou e continua a enganar – autêntica burla – de que esta porcaria de sistema moldado às conveniências, privilégios e impunidade na corrupção e na parasitagem possa ser uma democracia. Só quem não souber o que é, por nunca ter vivido em nenhuma e lhe esteja vedado o conhecimento pela desinformação jornaleira é que poderá acreditar em histórias da carochinha maldosa.

Os ataques à democracia e aos direitos dos cidadãos vão-se repetindo cada vez com mais gravidade. O povo tudo permite. Todos dizem que não, mas os factos confirmam-no.

Há que expurgar a corrupção de tudo quanto é estado e municípios. Sem excepções, sem aceitar qualquer desculpa.

A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

Não se pode permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.

Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas verdadeiras democracias, o descalabro tem que continuar e é tudo mentira!

Se concordam, façam um esforço para o bem comum e passem a palavra.


Aditamento:

Após publicação deste post, foram noticiados alguns acontecimentos significativos sobre a utilização dada aos computadores pelas crianças. Pelo que se ouviu, foram encontrados imensos casos da maior promiscuidade, incluindo prostituição de crianças por sua própria vontade, pela Internet, sobretudo no uso dos chat-rooms. O uso de computadores pelas crianças deve fazer objecto duma vigilância estrita por parte dos seus educadores. Estes são geralmente os pais e todos conhecemos a sua inexperiência, falta de preparação e pobreza mental. O que equivale a deixar as crianças e os estudantes adolescentes entregues a si mesmos. Nestas condições, instigar o uso da Internet é uma falta com consequências extremamente desastrosas a somar à outras acima citadas.

5 mentiras:

Barão da Tróia II said...

Nós Portugueses adoramos estas palhaçadas. Esta é mais uma que vai dar trampa da grossa. Boa semana

Joana Dalila Santos said...

Queremos mostrar que somos evoluídex mas isto de simplex não tem nada.

A. João Soares said...

Caro Amigo,
Como sempre, uma argumentação convincente. Estou sintonizado com esta frequência. Tenho no meu blog uns pots recentes convergentes para o tema, «O ciclo vicioso dos partidos» e «País 'governado' por génios».
Toda a insistência é útil para ir alertando os mais distraídos.
Um abraço

Naty said...

Olá passei para cumprimentar e dar os parabens pelos blogs são fantásticos.Quanto ao tema concordo plenamente com a joana, mas é o pais em que vivemos.
bom fim de semana
bjs naty

A. João Soares said...

Ao ser-me chamada a atenção para o comentário da amiga Naty, não pude deixar de dizer «presente» novamente neste espaço.

Tenho por várias vezes dito que devemos evitar falar no País como uma entidade estranha a nós e passarmos a falar como uma coisa nossa, feita por nós e cuja melhoria está nas nossas mãos. Este é o País que somos. Nós portugueses não podemos nem devemos ficar indiferentes ao que se passa, não podemos ficar conformados, resignados, acomodados com os maus tratos que lhes damos.

Temos o dever de nos indignarmos de resistir, irritar, revoltar, indispor, escandalizar. Quem não reagir, é conivente como ovelha domesticada, abúlica, amorfa.

Penso que a Naty, não queria dizer aquelas palavras exalando tanta submissão ao destino fatal, pois uma poetisa que procura com os seus versos exaltar virtudes adormecidas, não estará inclinada para aconselhar a indiferença e a resignação aos males infligidos por alguns portugueses de quem muito é exigido e se limitam a olhar para o próprio umbigo e estômago.
Abraços