Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



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O Bufo Destruidor e o Presidente Patriota

O Bufo Coveiro



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Falsos Profetas Disfarçados de Ovelhas

Quem quer leia este artigo poderá ser cristão, muçulmano, budista, hinduísta, jainista, mórmon, judeu, xintoísta, taoista, zoroastoanista, ateu ou agnóstico, seguir qualquer outra confissão ou religião ou negá-las todas. Trata-se de história universalmente comprovada e globalmente aceite. Trata-se dum princípio debatido em religião, psicologia, filosofia, etc. universalmente conhecido salvo pelos portugueses, segundo o demonstram, que assim mais uma vez justificam a sua auto-estima.

O exemplo tomado é tirado dos livros cristãos por em Portugal serem os mais divulgados, mas de acordo com o que fica atrás poderia ter qualquer outra fonte. Mudariam as palavras, talvez, de acordo com a cultura e o seu modo de expressão (e o tradutor), mas o sentido manter-se-ia invariável. A existência daquele a quem as palavras são atribuídas, Jesus, é também mundialmente reconhecida, foi um personagem daquelas que são hoje as três maiores religiões que nasceram no Próximo-Oriente e o segundo maior profeta islâmico após Mohamed – Isa (arábico). Isa é mencionado vinte e cinco vezes pelo seu nome no Corão, ou seja, com mais frequência que o primeiro profeta do islão, o próprio Mohamed. O Corão considera-o textualmente de concepção virginal por decreto de Allah.

A sua existência comprovada, avancemos em direcção do assunto do título.

Segundo sabemos, Jesus passou uma boa parte da sua vida pregando e muitos dos seus sermões foram transcritos. Alguns os mais conhecidos foram os seus ensinamentos na Galileia. Entre eles há um que 2.000 anos passados parece hoje dirigir-se especialmente aos portugueses em estilo parabólico para facilitar a compreensão ao atrasado povo judeu. Será que passados esses 2.000 anos os portugueses não estão tão atrasados como os judeus de então, pois que ainda nem as parábolas compreendem? O título postumamente atribuído a esse sermão é Os Falsos Profetas.


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis.


Que de mais eloquente – mas simultaneamente simples como todas as parábolas – se pode aplicar aos políticos portugueses.

Que impedirá à carneiragem dócil de, por simples analogia com a parábola, dar-se conta de como os lobos vorazes dos políticos os papam como uma criança um rebuçado. Ou de julgar as árvores pelos seus frutos? Se aceitar a lógica de que árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos, como acreditar e aceitar que um criminoso cadastrado – uma árvore má – possa dirigir um país para o bem da sua população – obter bons frutos?

Ainda não compreenderam que a conclusão da parábola, Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo é a única solução que têm como alternativa. Que têm que correr com o mal à pedrada como se fazia e em alguns casos ainda faz no Próximo-Oriente.

Os portugueses não simplesmente estúpidos. Não compreendendo o que há 2.000 já se compreendia, são cegos mentais completamente tapados. Porém, há 2.000 anos já isso não era novidade, pois que pela história conhecemos que Jesus se limitou a compilar e pregar ensinamentos que no seu tempo já eram velhíssimos, alguns já de milhares de anos antes dele. Se os portugueses não têm capacidade mental para abranger tais simplicidades tão antigas, só podem ser considerados intelectualmente como abaixo de esterco da humanidade.

Os governos nacionais são formados por «gente menor», como ouvimos ao saudoso Prof. Hermano José Saraiva, mas parece que raros são os que o reconhecem. Gente reles e medíocre que se ofende quando se lhe apontam as suas malvadas acções de traidores do povo – da nação – e jogam com a palavra ética. Eles, os falsários e vigaristas que profanam a ética!

Há porém, outras causas da inércia nacional. Alguns se recordarão da época dos padres-operários e de como eles lutaram pelos direitos dos trabalhadores e alimentaram o espírito de revolta para uma justiça social mais justa (agora em avançada destruição em Portugal), principalmente na América do Sul. O papa João Paulo II não foi exactamente um padre-operário, mas desde os seus tempos de seminário que defendeu os Direitos Humanos contra os opressores e continuou a fazê-lo em Roma, nas suas visitas aos estados oprimidos e até à sua morte. Jesus também pregou no mesmo sentido, o que lhe valeu a morte. Não foi cobarde como os portugueses. Nem foi o único, mas é o exemplo mais conhecido de revolta contra a opressão.

Contrariamente a este princípio, a igreja nacional, chefiada por um cardeal cobarde, que por demais é um dos pouos patriarcas católicos, afasta-se completamente do caminho so Jesus que devia imitar, do infelizmente defunto papa e até do seu predecessor no patriarcado. A bondade que impregna Sua Eminência não deveria ofuscar a sua obrigação de imitar aquele donde deveria tomar todos os exemplos e ser o dono da sua mente e desejos. Sabemos que tal procedimento não foi o adoptado pela Igreja durante perto de um milénio, mas isso não justifica e condena o seu procedimento actual em muitos países, sobretudo após a reforma desse mau procedimento pelos dois últimos papas.

O D. Januário Torgal Ferreira é um bispo cujas palavras nem sempre têm merecido elogios. Porém, não se concebe que quando os merecem efusivamente, como quando se refere à corrupção, venha um representante da cobardíssima Conferência Episcopal afirmar que esta se alinha com a corrupção que ele ataca. Admite e aprova, declarando que é apenas a sua opinião pessoal. Ou seja, a Conferência Episcopal não considera que haja corrupção, nem roubo, nem abuso, nem injustiça, nem fosso social, nem nada no país contra que o D. Januário brama. Não estamos no Séc. XVIII (e nem que estivéssemos), pelo que esta Conferência Episcopal e este cardeal, príncipe de Igreja, estão a apoiar todos esses males descarregados em cima do povo enquanto murmuram palavras de misericórdia.

O mesmo se passa do lado da ignóbil jornaleiragem sobre este assunto, tal como com outros. Fazem longas reportagens em que tecem elevados elogios à solidariedade nacional aquando de qualquer angariação de dádivas destinadas aos que se encontram numa miséria profunda. Nessas reportagens e noticiários, esquecem-se de mencionar que aqueles que têm direito humano mínimo a alimentação e habitação estão na realidade a viver de esmolas enquanto o país se transforma num albergue de pedintes e outros têm que roubar para sobreviver. A manipulação da objectividade destas reportagens tenta impregnar a ideia de que as esmolas substituem vantajosamente a justiça social.

Tudo isto enquanto outros ainda se arrogam inconcebíveis privilégios, entre os quais a suprema prerrogativa e direito a não contribuírem para a desgraça nacional que provocaram, a não se submeterem aos cortes que aplicaram aos mais pobres, a aumentar os seus ganhos, etc. Uma sofisticada pouca vergonha que nem um rebanho de carneiros malcheirosos aguentava, que iam todos de abalada juntar-se às cabras montesas. Só portugueses.

O único método de redução da dívida externa limita-se estritamente a reduzir tudo [é uma lista demasiado longa para detalhar e bem conhecida de todos] á população sem diminuir ou sequer tocar nas despesas de abuso e de luxo dos governantes e dirigentes pagos pelo estado. Cortar nas reformas astronomicamente absurdas dos milhares de políticos no activo com pensões de reforma; a começar pelo Cavaco, o Relvas, a cadela-mor do parlamento, o governo e as câmaras municipais albergam uma inacreditável proporção de reformados, gente que suga o estado. Acabar com assessores e consultores de políticos e deputados e pôr estes a trabalhar. Acabar com todas as redes de parasitismo e clentelismo, as despesas com os ninhos de parasitas políticos de instituições e outras parcerias publico-privadas, as creches de emprego para filhos dos ladrões e sanguessugas, assim como um número infindável de outras despesas que apenas servem para enriquecer políticos malvados. Nada disto é feito, os roubos continuam de vento em poupa e a dívida é paga exclusivamente pelos que menos têm cortando os seus direitos e atirando com eles para a valeta da miséria, enquanto os ladrões se arrogam e conservam os privilégios de não contribuírem para a crise de que são autores e de roubarem impunemente. Milhares de milhões de euros roubados mensalmente. É um governo de ladrões e malvados que os portugueses mais do que cornos merecem por não os enforcarem e os aceitarem. Nada disto existe em qualquer país minimamente democrático. Que morram os cobardes.

No meio desta desgraça, filha duma desgraça mental ainda mais profunda, há um número que parece crescente (em estupidez também, como é evidente), que acredita piamente que o fim da miséria esteja próximo. Assim como na frase da parábola Pelos frutos, pois, os conhecereis, deveriam tirar duas conclusões. Uma é que pelo fruto das medidas governamentais em que os já parcos meios de recuperação foram destruídos conjuntamente com tudo o que era social e sem possibilidade de desvalorização da moeda, nem isso pode acontecer. A miséria está instalada e é para durar pelo menos gerações. A sangria e o desemprego continuarão a aumentar. A outra conclusão é tão evidente como a anterior: pelo fruto das obras dos políticos deveriam conhecer os autores. Porém, para os portugueses serem capazes de tirar qualquer dessas conclusões seria necessário que tivessem capacidade de reflexão e de análise e que soubessem distinguir a realidade do logro, e não é isso que se constata nos espertalhões com tão elevada auto-estima.

A miséria mental é tanto mais notável quando nas sondagens – ainda que estas não tenham mais que um valor relativo – se destaca o número daqueles que julgam que nenhum outro governo faria melhor. A pergunta objectiva seria se outro governo poderia fazer pior. Claro que seguindo os mesmos métodos nenhum governo poderia evitar uma grande queda, todavia sem provocar uma calamidade nacional, mas há outros. Por exemplo, aquele que tem sido afincadamente escondido, tanto pela coelheira governamental como pela jornaleiragem desinformadora: o caminho tomado pela Islândia para o domínio da corja política pelo povo seguido pela elaboração duma nova constituição pelo parlamento com a colaboração directa da população pela internet.

Também lá julgaram e tentaram fazer condenar o primeiro-ministro. O resultado do julgamento foi o mesmo que seria cá. O tribunal chegou à conclusão de que ele tinha efectivamente contribuído para o buraco financeiro do país, mas que a sua contribuição não fora senão uma pequena parcela que se inscrevera na cauda duma continuidade de maus governos em que ele tinha herdado esse buraco dos anteriores. Seria impossível que em tão pouco tempo e um só governo pudesse ter feito tal obra. Foi esta a conclusão oficial do tribunal islandâs que nos escondem. Manipulam as notícias ou ocultam-nos sempre os conhecimentos que podem ajudar-nos a compreender a cloaca em que jornaleiros e políticos nos guardam para que estes nos possam dominar facilmente.

Com este antecedente na Islândia, o governo coelhal não tentou, não tenta, nem vai tentar que o Sócrates seja julgado por isso. Iria remexer muita coisa e acabaria por recair em cima do verdadeiro coveiro nacional, o Cavaco, e fecharia duma vez para sempre comua ao Coelho, impedindo-o de continuar a afirmar que foi o governo anterior que levou o país à beira da banca rota. Assim, pode continuar com as suas desculpas sujas de sabujo e incriminações mal dirigidas.

Concluindo a parábola e seguindo os usos da região da sua origem não resta dúvida que correr com a corja à pedrada será o único sistema, dada a certeza de que pelo seu próprio pé não vão sair. Ou enforquem-nos nos pelourinhos, que foi para isso que foram construídos. Mas cuidado, que substituir uma corja por outra igual de nada serve, além de que mais cedo ou mais tarde ela voltará e continuarão a revezar-se indefinidamente sem que nada mude. A solução final, como o Hitler lhe chamaria, só pode ser a repetição do que o povo fez acontecer na Islândia. Em Portugal, isso inclui e impões a separação radical e completa dos políticos dos meios financeiros que dominam a política nacional e preovocam o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, nalguns casos já desde o Séc. XIX (vídeo da RTP que inclui casos da corrupção cavaqueira).

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Os Carneiros Pagam a Crise Provocada Por Políticos e Agiotas
Parte II

Na primeira parte deste artigo vimos como o país está a ser administrado, as qualificações e caracteres da corja da oligarquia que compõe da coelheira governamental e alguns dos roubos descarados que os carneiros continuam a pagar sem tugir nem mugir.

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O Abate dos Carneiros

O ministro Álvaro Pereira chegou com intensões bombásticas de investigar os actos do governo anterior que tinham contribuído para o aumento da desgraça nacional e que, segundo ele apregoa para os ingénuos ou bêbados, cegos, surdos e mudos, foi a única causa. O PSD chamou-lhe parvalhão e obrigou-o a calar-se. Porquê?

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Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

Em vez de cortar na gordura, corta na carne e deixa a gordura. Entretanto, o Cavaco escreveu «este é o momento para recuperar forças e ânimo para um novo ano que será de grande exigência», mas não recomendou exigências na redução das despesas ao funcionamento do governo, que está a fazer o contrário da sua banha da cobra na campanha eleitoral. O autor já tinha prevenido em vários artigos como o Coelho chamava estúpidos aos portugueses e mais uma vez se verifica como é fácil de desmascarar um impostor. Houve quem tivesse apodado a visão clara de partidarismo. A estes e aos lorpas que nele votaram de nada serve reconhecê-lo agora e reclamar: assim o quiseram, assim o têm. O costume, não?
[Note-se neste post que o professor sabe como e onde colocar o símbolo do euro (€) que a maioria dos iletrados ignora e imita a jornaleiragem de ignorantes pedantes e barrascas.]

O descomunal aumento dos transportes é incrível: são actualmente os mais caros de toda a Europa, sem excepção. (Lembra-se de que as comparações não se fazem directamente, mas numa proporção do que os valores representam em relação aos ordenados nos países comparados.) Os transportes públicos causam perdas em todos os países, pelo que são sempre subsidiados. Qual é a novidade ou o drama que em Portugal seja idêntico? O governo tem que fazer como nos outros países e mantê-los acessíveis a todos. A lábia do Prof. Álvaro Santos Pereira na sua entrevista à RTP a explicar a dívida dos transportes públicos escondeu que o Estado não contribuiu o suficiente como nos outros países e nem neles falou. Limitou-se a atirar com as culpas para o governo anterior, mas em sentido errado, que a falta foi a de não ter contribuído suficientemente.

Os aumentos previstos para a água e as energias de consumo doméstico, já as mais caras da Europa (sobretudo quando correctamente comparadas em proporção aos ordenados), não obstante os lucros e ordenados obscenos dos serviços e dos aeus dirigentes, políticos parasitas partidários, é uma afronta à população e um roubo directo. O ministro aldrabão não mencionou.

Este ministro, já antes de o ser tinha demonstrado nalguns posts no seu blog, Desmitos, ser aldrabão quando isso lhe convinha.

No entanto, um dos seus posts denuncia claramente a conhecida, monstruosa e ímpar desigualdade nacional entre mais rico e mais pobres na UE e devia ser visto por todos. Só lhe falta a sua comparação ao que se passa nos outros países europeus para que se confirme o verdadeiro crime dos políticos em permitirem que a situação actual se tenha formado, eternizado e transformado numa verdadeira situação. Mesmo assim, ainda há indivíduos do presente governo que defendem medidas que agravam este estado de antidemocracia, em que o Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira se destacam entre tantos outros. E chamam-lhe democracia!

O seu blog contém imensos dados úteis e informativos. Contudo,, alguns são abertamente manipulados por partidarismo ou apresentados alguns esquecimentos no mesmo sentido. Escreveu ainda, tão justamente que se poderia tomar por integridade, que «tirar» de lá [das empresas públicas] os partidos, para se acabar com as nomeações políticas. Nas empresas do Estado, e mesmo no próprio Estado, o principal critério de ascensão a posições de liderança deve ser o mérito, não por partidarismos ou por se ter o cartão do partido. É preciso moralizar a vida pública. Tem que haver transparência, auditorias externas regulares, mas é preciso haver - e isso é urgente - uma delimitação muito clara daquilo que são cargos políticos e o que são cargos públicos. Todavia, o governo a que ele agora pertence continua com as nomeações que ele disse condenar e a que agora se cala como um rato.

No mesmo post: o Estado [no Canadá] funciona tão bem porque têm uma administração pública muito forte. Não interessa qual é o governo que lá está, estão a servir o Estado. É o que temos que fazer em Portugal: acabar com o compadrio, o favoritismo político e a partidocracia. Defendo que todos os salários das pessoas que trabalham para empresas públicas, institutos, devem ser publicados na internet, deve haver o acesso total a essa informação. Transparência total para que as pessoas tenham menos suspeição em relação ao Estado. Não esperámos muito para vermos se iria persistir para que o governo assim procedesse. Já vimos que após 51 nomeações de especialistas em 42 dias continuou calado. [Mudar de Vida]

Num outro post, publicou vários gráficos demonstrativos do despesismo e desgovernação do governo anterior, mas omitiu o mesmo gráfico bem elucidativo que os impostores nunca revelam É esse que demonstra a realidade sem teias de aranha. Trata-se do gráfico dos montantes anuais recebidos do Fundo de Coesão Europeu em que Portugal recebeu mais por habitante do que qualquer outro país e que foram roubados ou mal usados pelos cavaquistas. Foi esta desadministração que originou a inaptidão nacional e provocou a crise por o país não ter sido devidamente modernizado. Este gráfico demonstraria como a dívida cresceu. Os governos do Cavaco puseram uma boa parte desses fundos em circulação, gerando uma inflação de 5,5%, para darem a ilusão de riqueza súbita proporcionada pelo partido no governo. Habituaram os portugueses a viverem acima das suas possibilidades e agora vê-se o resultado. Os governos que se seguiram, para não perderem votos, evidentemente, continuaram com a mesma política económica, continuando a destruição. Entretanto, já no tempo do Guterres, os fundos de coesão começaram a diminuir. Para poderem prosseguir com a mesma política, os governos aumentaram a dívida externa a fim de manterem o mesmo nível num país que deixara de produzir. Os fundos foram diminuindo e a dívida aumentando proporcionalmente. Isto é tão claro que os montantes de ambas são paralelos, inversamente proporcionais. Será por acaso? Porque será, então, que todos os fanáticos do PSD nos escondem o facto? Esta menção não existe no post do A. Pereira, o que faz dele mais um manipulador. Manipulador esclarecido, mas manipulador na mesma.

As estradas e as comunicações são uma das bases do desenvolvimento e progresso, já os romanos o sabiam bem. Alguém concebe a existência do Império Romano sem estradas? Com atalhos impraticáveis?

O progresso gerado pelas comunicações está no âmago do desenvolvimento dos países mais ricos da Europa. Na Alemanha são gratuitas, na Suíça custam Fr.S. 40/ano.

Pois o PSD obrigou o governo precedente a fazer pagar as estradas directamente do bolso dos utilizadores segundo o princípio errado de utilizador-pagador. Os ganhos económicos do uso das vias de comunicação são a nível nacional. Não admira. Em Portugal diz-se que se quer melhora a vida nacional, mas faz-se sempre o contrário do que resultou noutros países ou copia-se o que está errado. Este caso já está a atrofiar ainda mais o país, como se ouve e se constata. Obrigado, Coelho, por mais este prego no caixão; os carneiros agradecem. Alguém ouviu o ministro da economia mencionar este assunto que ele tão bem conhece?

Devido a políticas anteriores em que os partidos, para ganharem simpatias (votos), transformaram partes integrantes dos ordenados em benesses graciosamente por eles concedidas como se de favores se tratasse, os ordenados tornaram-se vulneráveis. Os acrescentes a que se chamaram subsídios de férias e de Natal, ou 13º e 14º meses, são componentes integrante dos salários, visto serem obrigatórios. Porém e de novo, a nomenclatura assimila-os a extras. Os que os ganham têm-se aproveitado como arma de pressão para que, não os contando como parte do ordenado, afirmarem que ganham ainda menos do que a realidade, ainda que os ordenados continuem vergonhosamente baixos. Todavia, esse tratamento dos ditos subsídios tornou-os vulneráveis, como se verifica. Aceitou-se, agora os ladrões roubam-nos como querem e paga-se a benesse.

Portugal é conhecido como o país europeu com a maior fossa entre mais ricos e mais pobres. Não obstante a miséria que se vive e a necessidade de corrigir esse defeito, o governo de ladrões, liderado por um criminosho vigarista convicto, condenado por tribunal criminal e com inquéritos criminais em curso, resolveu tomar medidas adicionais para aprofundar esse fosso único europeu e roubarem o dito subsídio de Natal. Porque, de acordo com o precedentemente descrito só se pode considerar como um roubo, mesmo considerando as diferenças nos cortes.

Se o Cavaco nomeou um primeiro-ministro criminoso, qual a surpresa de ter aceitado um conselheiro de estado nojento e impostor que se faz passar por cristão, quando demonstra intenções de roubar os pobres para dar aos ricos, defende um sistema de saúde para ricos e outro para pobres e acabou com o direito universal à justiça, permitindo apenas aos que nada têm a lhes serem designados advogados aprendizes que perdem todos os processos por só terem capacidade para tratar de documentos. Este post comprova o estado da justiça em Portugal e a sua inutilidade. Foram decisões deste âmbito juntas à corrupção e incompetência de juízes e magistrados que a baixaram ai nível actual.

Como pode o vigarista do Cavaco coveiro, em tal conjuntura, ousar pedir ânimo e esperança aos saqueados e nada dizer sobre os saqueadores? Todos os esforços e medidas actuais são clara e intencionalmente destinadas a manter a população em calma e servil sem se revoltar com a extrema miséria que chegará pelo fim do ano. Talvez que os carneiros se decidam a marrar e esfacelar o dono da mão que os degola. Entretanto, parecem ser mais atrasados, carneiros e desmiolados que os magrebinos, povos que franceses e espanhóis desde há séculos têm desprezado precisamente por os considerarem atrasados. Os portugueses estão a provar serem ainda mais.

A tudo isto os portugueses assistem impávidos como se estivessem a observar um filme do tempo do mudo, sem parecer dar-se conta de que a película que desfila à sua frente é a da sua própria vida. Assistem serenamente à demolição das suas vidas e das dos seus descendentes. Como se o Dr. Egas Moniz tivesse operado uma lobotomia a nível nacional. Ora se dos outros países o vêem e compreendem claramente, como pode uma população inteira ser tão tapada e nhurra? Daqui a ideia correcta que nos outros países se faz dos portugueses. Estarão certos ou errados?

É mais do que aparente que os bandos de ladrões que formam as oligarquias mafiosas dos partidos não vão matar a galinha dos ovos de ouro e deixar de roubar e saquear o Estado de livre vontade. Tal como os exemplos de outros países, só à força se decidirão a fazê-lo. O que não se compreende é que tantas pessoas papagueiem queixumes e reclamações, mas não se unam, como nos outros países, único meio para obrigar os bandos de ladrões a obedecerem à vontade popular, a trabalharem para o país e não contra ele. O parlamento é um autêntico bordel de esbanjamento e desconsideração por aquele que deveria ser o soberano, mas que mais não é do que a vaca leiteira.

Já no post imediatamente anterior a este se afirmava que nada iria mudar. A prova está agora à vista. Se a bem não for, terá que ser a mal, que assim não se pode continuar, cada vez a pior como se tem verificado.


Veja a sondagem sobre o governo.

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Crimes Abafados

O caso da Casa Pia já vem de longe. Dele, muitos se têm servido para apoiar as suas ideias, sobretudo políticas, deformando um assunto que na realidade se trata de comportamento e de moralidade, um tema da justiça a que os militantes de nenhum partido escapam, seja a descoberto ou de forma não aparente. São crimes de comportamento, absolutamente independentes seja do que for. Isto é tão lógico e tão patente que só um impostor falsário e comediante pode afirmar o contrário

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O Culto da Desinformação

Uma autêntica campanha de desinformação é desde há décadas levada a efeito pelos nojentos pedantes que pomposamente se intitulam de comunicação social, nome que por si só mostra a enorme e brutal impostura com a perversa intenção de enganar todo o mundo. É um nome que faz rir francamente todo o cidadão de qualquer país democrático após ter aberto a boca de estupefacção, pois que imediatamente revela o pedantismo, a arrogância, o embuste e a falta de democracia encerrados numa tal expressão.

Isto não nos contam esses pedantes energúmenos e têm-nos sistematicamente escondido como se vive ou governa em países democráticos; como se dominam os animais políticos e se lhes proíbe a corrupção de modo vigiado; como se lhes impede a promulgação de leis que a população rejeita massivamente; como os políticos não estão acima da lei, não têm privilégios de imunidade e não ficam impunes; como funcionam os sistemas de saúde e de segurança social; como as universidades e os estudos em geral estão organizados, nem como funcionam os estágios em todo e qualquer curso; como os serviços de saúde tratam as pessoas (até na rasca Espanha procedem quase normalmente neste assunto) e porque há pacientes que agridem os funcionários da saúde.

Os noticiários da televisão em Portugal duram cerca de uma hora: incrivelmente longos! Após as notícias ou com elas entremeado, apresenta-se longamente futebol por desporto (nos outros países não passa de uns instantes ao fim dos noticiários) e apresentam-se reportagens de carpir, a «história da coxinha», anúncios de programas e outras tretas do género que nada têm a ver com notícias. As verdadeiras informações de interesse nacional e vital, necessárias à população, sobre os assuntos citados no parágrafo anterior e outros do género, são maldosamente escamoteadas, mantendo a população que não se informe por outras vias – o que é um pequeníssimo número – numa profunda ignorância sobre assuntos da mais alta importância para a sua vida.

As notícias são programas de coscuvilhices, lixo. Em vez de informar atiram-nos com toda a banha da cobra dos políticos corruptos. Não há país que dedique tanto tempo a essas bandas (em Portugal, de associações criminosas). Para quê? Ninguém precisa que lhe façam lavagens ao cérebro. Fazem-nos constantemente e em profusão aturar a perversidade desses ladrões. O que eles dizem não tem o mínimo interesse para nós, só as suas acções e consequências contam, porque só elas afectam as nossas vidas. A única coisa que esses corruptos malvados querem é votos para poderem continuar a roubar impunemente e a parir leis que lhes garantam essa mesma impunidade. Em nenhum país democrático se ouvem constantemente os políticos, só em Portugal.

Como se sabe, as leis são mal formuladas, desadaptadas à realidade e à sua necessidade e muitas delas destinam-se apenas a proteger os interesses ilícitos dos seus fabricantes, para lhes outorgar privilégios inadmissíveis e inexistentes em democracia, para lhes garantir a irresponsabilidade para com o país e a impunidade no roubo. Um dos motivos para a má legislação é de sem dúvida alguma a maioria dos deputados serem advogados falhados que pela sua incompetência profissional se agarraram à política como tábua de salvação.

Nestas circunstâncias de ignorância por falta de informações úteis e abundância de indesejáveis ludíbrios, compreende-se assim como intrujões maliciosos como o Cagão Feliz ou a Manela Leiteira apresentem planos de segurança social e de saúde que só podem cavar a já grande desigualdade entre os portugueses e que, por absoluto desconhecimento, ninguém os contrarie. Devido à verdadeiramente maldosa desinformação jornaleira, os portugueses estão completamente em branco sobre este assunto, para eles vital, assim como sobre tantos outros. Saiba-se que o projecto desses dois malvados é uma autêntica agressão aos Direitos Humanos e que nem a Suíça, país profundamente capitalista e com um sistema de saúde 100% privado e capitalista permite. Este sistema suíço completamente privado é obrigatório, universal e igual para todos os cidadãos, o contrário do que esses abortos antidemocráticos pretendem fazer-nos. A única vantagem em pagar mais é a de se ter acesso aos serviços hoteleiros menos modestos dos hospitais, como quarto privado. Tudo o resto é democraticamente igual para todos e os cuidados médicos não estão à venda nem existem os lobbies de cá. Existem, sim, tarifas universais por acto médico obrigatórias para todos os médicos ou hospitais, públicos ou privados. A ladroagem da saúde, que não é permitida, torna-se assim praticamente impossível. Todos os médicos trabalham para o sistema nacional de saúde e qualquer pessoa pode escolher o médico de sua preferência com preço igual para todos sem excepção. Isto não é uma característica do sistema suíço, é o sistema universal europeu de que Portugal é única excepção.

Ao esconderem-nos factos dos mais importantes para a nossa vida, essa canalha de biltres desinformadores, pelas suas consequências, está a agredir-nos e a praticar acções criminosas contra nós. Crêem eles que têm o direito de escolher o que nos transmitem. Pior do que a crítica do chamado «lápis azul», visto ela se ter limitado exclusivamente a factos políticos. Nesses tempos estávamos mal, mas neste sentido estamos agora indubitavelmente muito pior.

Não esquecer, pois que, pela sua actuação, os dois abortos mafiosos acima mencionados tencionam afastar-nos ainda mais dos sistemas democráticos. De notar que esta doutrina se implantou, infelizmente no PSD, tornando-o um partido anti-democrático, visto o direito à saúde ser parte integrante dos Direitos Humanos. Cada país tem o seu sistema, mas nenhum europeu democrático tem o que nós temos e muito menos algo como esse vigarista propõe. No entanto, devido à desinformação, os portugueses ignoram-no, pois que nunca ouviram uma palavra sobre os sistemas de saúde e de segurança social europeus em vigor.

Este bando de jornaleiros alarves e grosseiros embruteceu a população e tem feito o jogo dos políticos, só se movendo contra eles com a garantia de scoops ou por partidarismos. É incrível o tempo de antena atribuído aos políticos, para que estes tenham todo o tempo e mais oportunidadse para nos ludibriar. Este é outro caso único em toda a Europa. Portugal tem imensos casos únicos que nos rebaixam perante o mundo. Porque é que em Portugal temos de ouvir a máfia a toda a hora? O que precisamos é de saber o que fazem, de exigirmos que dêem a devida importância às nossas necessidades vitais e de controlá-los à rédea curta.

Outro assunto que se compreende por soar fortemente como outra roubalheira é a lamúria contínua das estações de televisão sobre a concorrência de publicidade por parte da RTP. Como pode isso ser, se soubermos que na maioria dos outros países europeus também as estações dos estados têm alguma publicidade? Que o tempo de publicidade apresentado pelas estações comerciais é bastante inferior ao das nacionais, talvez apenas a terça ou a quarta parte? Mas que treta é esta? Há a isto uma excepção: a Espanha, quase sempre um mau exemplo a evitar em tudo.

Com efeito, a publicidade deveria mesmo acabar totalmente, pois que estimula enormemente o consumismo, sobretudo em países mais atrasados como Portugal, em que um sistema educativo extremamente deficiente nem ensina à população como defender-se da publicidade. Ora o consumismo, estimulado pela publicidade e em conjunto com a explosão demográfica são as maiores ameaças para a própria continuidade da existência humana.

Que consideração pode merecer uma cambada que se empenha em mentir e desinformar, encobrindo os crimes dos políticos em prejuízo da população? Alguém leu um desses bandalhos informar qual a causa da miséria e da desgraça actuais? Pois ela é era evidente na altura em que os políticos corruptos e ladrões cometeram esse crime e poderia muito bem ver-se o que iria originar. Os governos do Cavaco roubaram e desbarataram os fundos que deveriam ter servido para preparar Portugal para o futuro – hoje – e não contentes com isso, destruíram a já pouca indústria, pesca e agricultura que existiam. Tudo isto enquanto outros países como a França, aplicaram esses fundos na reestruturação desses verdadeiros bens nacionais. Que se poderia esperar? Repete-se a pergunta: alguma vez se leu um desses canalhas aldrabões da jornaleiragem explicar o que então se passou e que é aí que reside o mal actual? Imundos infames! Não teria sido esta falsidade que provocou a eleição do Cavaco a presidente? Iria alguém consciente votar naquele que o roubou, o fez passar fome, lhe matou os familiares (serviços de saúde), fez os filhos ignorantes e desgraçou a vida a todos?

Todo aquele que encobre factos tão importantes é um canalha e um malvado. Alguém leu o Mário Crespo fazer alguma referência a estes acontecimentos que nos desgraçaram? Se não, é igual aos outros e merece ser tratado do mesmo modo desprezível. É um oportunista que apenas se serve da sua audição para as suas vinganças e ataques pessoais. Não se pode considerar umas coisas e desculpar outras vindo da mesma pessoa. Deve-se tentar descortinar os motivos que a movem, a sua honestidade e profissionalismo. O Crespo falha em qualquer destas análises. É outro vigarista. Citá-lo como exemplo é não ter capacidade mental para discernimento, o que aliás, é o comum entre a maioria da população nacional, em consequência do pré-citado.

Os jornaleiros, imbecis, animais iletrados mas inchados ao extremo de pedantismo absurdo, têm sido a maior desgraça para a língua devido ao desmesurado atraso e deficiência geral da população. Tomam-se como donos da língua, quando ela pertence ao povo. Devido à enorme deficiência no ensino, tanto uns como os outros têm deficiência em conhecimentos didácticos. Os jornaleiros com a presunção dos ignorantes e bandalhos, querendo sobressair, usam termos com significados no mínimo discordantes daquilo que pretendem dizer. A quantidade dessas bestialidades (é este o nome) é tão longa que nem uma lista reduzida se pode pretender apresentar aqui. Apenas alguns exemplos que demonstram a mentalidade bruta de tais indivíduos roídos de pedantismo. Usam indiscriminadamente o vocábulo progenitor nos suas diferentes formas (masculino, singular, etc.; para simplificar, aqui refere-se unicamente o masc. sing.) num sentido que não define a realidade específica. O seu significado é aquele que procria anteriormente ao pai; ascendente; avô. No plural avós; antepassados. É evidente que nesta acepção também pode incluir pai como significado, mas não o especifica como tal, pois que para isso é mesmo só pai. Quando os labregos empregam invariável e indiscriminadamente o vocábulo progenitor quando querem dizer pai, é no mínimo um erro crasso de ignorantes.

Vemos por vezes legendas com apóstrofos em lugar de aspas. Se não conhecem a diferença são ignorantes, iletrados pedantes. Se sabem é bem pior: são também bestas impostoras. Haverá outra explicação?

O comportamento destes animais ignóbeis, cuja dignidade e utilidade da profissão destruíram, é evidentemente o culpado da ignorância da população, presa das suas pantominas falsas, perniciosas e incompetentes, de rascas inchados pela estupidez e malignidade que arvoram. Juntamente com a máfia oligárquica política que encobrem, formam o núcleo duro que implantou a desgraça em Portugal.

A população tem sido tão enganada desta forma que chegou ao ponto de acreditar e tomar por certos os mais abjectos princípios e valores que eles pavoneiam e que a prendem no atraso, na ignorância e na miséria em que vivem. Gostam dos corruptos e crêem estupidamente que também eles poderão tirar proveito da corrupção. Como? Uma cunha para o filho ignorante que não quis estudar e com o que os pais concordaram? Bela sociedade. Esta mentalidade do Séc. XVI impede toda uma sociedade de progredir, de se civilizar, de evoluir, de ganhar o suficiente para viver, de ter acesso a uma vida melhor. Como não compreendem, do coiro lhes sai.

Sem que estes males sejam corrigidos e se adoptem os costumes e procedimentos que fizeram progredir os outros países, Portugal manter-se-á um país do quarto mundo, a estrumeira da podridão, de sentimentos e de mentalidade distorcida que jamais o deixará progredir. A miséria não será erradicada e a infelicidade permanecerá para todos salvo para os impunes. Por outras palavras: devido à corrupção existente no alto, se o povo não tomar as medidas adequadas que se impõem e não tiver mão nas golas dos corruptos, eles não irão matar a sua galinha dos ovos de ouro. Esperar o contrário é ser mais que ingénuo.

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Bandalheira Geral
num País de Trogloditas

No chamado caso da Face Oculta, os manipuladores número um daquilo a que em Portugal persistem em chamar justiça (que há outros, a justiça cá é manipulada) têm demonstrado o que têm dentro, o que valem. Não é que não tenha sido sempre assim desde há alguns anos, mas agora alguns casos obrigam-nos a salientar os seus valores.

Valores de rascas, evidentemente. Existe há já cerca de dois anos um artigo no Site da Mentira! explicando o porquê. Nessa altura já o sujeito era velhíssimo. Há ainda posts sobre o assunto, assim como sobre a polícia, tanto neste blog como no blog da Mentira! Também não é novidade. Aliás, pelas suas obras e ouvindo-os, como poderíamos deixar de notar essas suas qualidades e valores, mesmo que algumas fracas vozes se levantem em sua defesa? As intervenções do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso são mais do que uma revelação sobre essa promíscua figura. Diz-se e desdiz-se, foge e esquiva-se, aldraba. Verdade ou mera coincidência, o seu comportamento assemelha-se bem ao que as versões dum velhíssimo ditado nos contam; a verdade está no povo:

Homem pequeno, velhaco ou dançarino,
Homem pequenino, velhaco ou dançarino,
Homem pequenino, velhaco ou bailarino,
Homem pequeno pode ter muito veneno,
Homem pequeno, poço de veneno.


Certo ou errado? Pelo menos dá que pensar sobre a sabedoria popular.

Continuam a esconder o que devem desfraldar. Aproveitam-se duma lei parida por abortos velhacos e ladrões, mais que evidentemente concebida para encobrir o que a justiça nacional faz dos actos de corrupção: a lei do segredo de justiça. Qual segredo? Justiça merecedora desse nome não se pode esconder, é pública. Se se esconde será por má intenção. Afinal, os tribunais não servem para mais do que julgamentos do Estado (o Povo) contra o criminoso. A investigação dificilmente se poderia fazer sem sigilo, mas o julgamento deve ser público e nada que o concerne deve ser mantido sob segredo. O segredo, tal como usado nesta pseudo-democracia, tem apenas duas utilidades: por um lado encobrir actos criminosos de políticos para os absolver, por outro esconder a bandalheira dos tribunais. A justiça em Portugal, tal como quase tudo no país, não é democrática. Os tribunais são o palco da arrogância dos fantoches que por lá se pavoneiam arrogantemente.

Bandalheira, sim, multiplamente constatada e ainda no fim de semana de 21/22-11-2009 comprovada na notícia do acto de deitar para a rua documentos, que esses sim, deveriam ser guardados, arquivados longe dos olhos dos transeuntes, em que de passagem qualquer um pode deitar a mão.

Bandalheira, sim, pelo comportamento de certos juízes, como testemunhado em 1999 em julgamentos na 4ª Vara Criminal do Tribunal da Boa Hora, caso concreto. A juíza Presidente fumava no seu gabinete e ao terminar abria a porta para o corredor interior para deitar a beata que pisava no chão. Durante os julgamentos cochichava todo o tempo com a colega, não prestando atenção às declarações respondendo às suas próprias perguntas, enquanto o outro colega, que tinha entrado na sala de audiências aviltadamente em calças de ganga azul e “bata” aberta, fazia agora contas de cabeça com os olhos fechados. Se não querem que os classifiquem assim, que se comportem condignamente. Se querem que ser respeitados, que mostrem merecê-lo. Ser juiz não é pertencer a uma raça superior. O juiz é um comum mortal que deve cumprir o seu trabalho com zelo e esmero, qualidades humanas e conhecimentos gerais e da vida. O que em Portugal não têm em geral. Quanto aos conhecimentos da vida, que se pode esperar de pobres juízes rapazolas e catraias pedantes? A profissão foi desonrada de vários modos, que eles não o esqueçam no seu pedantismo.

O caso da Casa Pia, os julgamentos que demoram anos e anos e outros que nunca chegam ao fim. Tudo isto revela a bandalheira da cambada de arrogantes irresponsáveis e mandriões que são os juízes e os funcionários judiciais. Sim, porque segundo o Eurostat os juízes portugueses apenas resolvem cerca de metade dos casos que a média dos seus colegas europeus resolve dentro do mesmo espaço de tempo. Como assim? Não se podem excluir os magistrados, por tão fortemente ligados aos mesmos processos.

A rasquice, mentalidade atrasada, espírito de vigarista e outras qualidades asquerosas afins não são apanágio exclusivo do povo. Jamais esquecer que um qualquer povo se compõe de todos os seus elementos. Qualquer que seja a «casta» a que eles pretendam pertencer, fazem dele parte integrante, como ele pensam, reagem e se comportam. São feitos da mesma massa e cresceram juntos; as excepções são na mesma percentagem para todos. Pretender contrariar esta realidade universalmente reconhecida e mesmo tomada como padrão, só pode ser afirmado por gente mal intencionada tentando desresponsabilizar-se com a mais baixa perversidade do género dos políticos, dos juízes e dos magistrados portugueses. Como podem eles pretender colocar-se acima da população, meramente devido às suas funções profissionais e não aos seus méritos profissionais, pessoais e humanos? Só se não fossem portugueses. A sua própria reacção ao descrédito e às críticas de que agora são alvo demonstra que elas são justificadas.

É verdadeiramente triste que pessoas colocadas em funções de respeito não o mereçam devido à sua baixa formação, princípios e comportamento a todos os níveis morais e profissionais. São bandos de rascas desprezíveis roídos pela arrogância, apanágio justificativo da gente do seu género.

Muto mais isto se verifica em Portugal, onde a população em geral tolera e aprova as mais baixas qualidades, delas fazendo parte a desonestidade, a mandriice, a irresponsabilidade, a incompetência, a corrupção, a aparência, a profunda falta de civismo e de princípios ordinários escondidos sob uma falsidade reles e baixa quase a toda a prova.

Alguns casos são demonstrações flagrantes do estado de atraso mental generalizado da população nacional. Entre o seu número infindável, alguns saltam aos olhos. O relativo êxito alcançado pela Manela Leiteira e pelo Portas com os seus discursos anti-sociais e transbordando de falsidade que eles sabem ser aceites devido à mentalidade geral. Mais um é os jornaleiros chamarem ao CDS o partido dos centristas e ninguém corrigir. Outro, mundialmente flagrante, é a constatação de que Portugal é o único país ocidental onde o número de infectados pela SIDA não diminui, mas pelo contrário, cresce. O estado da justiça é gritante. Um povo que tem escoiceados de bolas como ídolos e noticiários que dão futebol a meio das notícias e por um tempo exagerado, ambos inéditos na Europa. Os casos demonstrativos são tantos que nem vale a pena acrescentar, basta abrir os olhos e querer ver. Em lugar de acreditar nos energúmenos fabricantes das notícias de desinformação anti-social, abramos os olhos para o que se passa no resto do mundo e que esses indivíduos animalescos se esforçam por nos esconder por cá. Usemos as nossas cabeças em lugar de emprenharmos pelos ouvidos como os papalvos por que eles justamente assim nos tomam.

A incapacidade do povo mais desabonado em tomar nas suas mãos as rédeas dos maiores ladrões e as esticar fazendo-os morder o freio é que os pobres diabos julgam que também eles poderão tirar proveito da situação que causa sua própria miséria e a desgraça geral. Outra prova do seu atraso mental. Fazem a sua cama a seu jeito, o que justifica plenamente outro ditado popular: cada povo tem o governo que merece. Porquê, pois, queixarem-se?

Há muito a fazer, mas deve começar-se pelo princípio.
O povo deve, literalmente, tomar as rédeas nas mãos e domesticar os políticos. Estes devem governar para o país e não para o seu partido, roubando e arruinando o país, como até agora têm feito. A miséria actual não pode jamais dever-se apenas a alguns anos de má governação – como esse monstro impostor e de falsidade que é a Manela Leiteira proclama – mas à contínua manipulação interesseira de todos os governos de gananciosos, corruptos e ladrões Os tribunais devem ser independentes dos políticos, mas nunca do povo que representam; que deveriam representar, mas não o fazem. Tal como os políticos, devem prestar contas ao seu soberano, ao seu patrão, ao seu dono, àquele a quem servem. O povo soberano tem o direito de saber e os juízes, tal como os políticos, a obrigação de prestar contas, informando.

Aliás, o problema do estado da justiça em Portugal não se distingue do estado geral do país, um verdadeiro lamaçal dominado por máfias, incompetentes e irresponsáveis a todos os níveis. Aquilo em que jornaleiros indignos e políticos ladrões, vigaristas e corruptos transformaram o país ao mesmo tempo que mentiam às pessoas, convencendo-as de que era assim uma democracia como viviam. Era necessário manter toda a população contente e ignorante da realidade (só possível com a ajuda incondicional dos sabujos jornaleiros) para continuar a votar neles, permitindo a continuidade do roubo e da impunidade dos criminosos de direito comum que nos têm governado.

Através dos anos, políticos corruptos e jornaleirada asquerosa com falsidades artificiais conseguiram convencer a população de que vivia em democracia. Porém, aqueles que tiveram suficiente experiência de viva anterior à Abrilada sabem que a liberdade anunciada se limita exclusivamente a políticos e jornaleiros. Esses sim, não a tinham e passaram a tê-la, utilizando-a contra o povo. Os demais sabem bem que no geral têm agora muito menos liberdade que anteriormente. Hoje, até o direito universal a um advogado experiente ou o de sua escolha é vedado ao cidadão comum que não o pague. É aquilo a que os impostores chamam liberdade e democracia. Democracia coxa? Não, sem braços nem pernas para andar.

Tudo o que está mal dura tanto. Por si só não mudará, que os interessados tudo farão para o manter.

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Implicações do Caso Freeport

Tome-se de que lado se tomar, vire-se donde se virar, este caso é a prova real do banditismo político nacional, seja qual for a oligarquia no poder ou na oposição. A escumalha é a mesma.

Se se vier a apurar a culpa do Sócrates, não ficamos a saber mais do que aquilo que já conhecemos, que os políticos se servem do estado para corromperem e beneficiarem da corrupção, circunstância já amplamente demonstrada para quem tenha memória e se recorde do que os governos do Cavaco, entre os mais corruptos que jamais houve, fizeram dos largos fundos de coesão da União Europeia, esbanjando, distribuindo-o por amigos e correligionários partidários, roubando-o e tudo o mais do pior de que nos recordamos, mas que muitos pretendem ter esquecido por partidarismo ou pelo palrar enganador dos culpados. Esta simples circunstância faz do Cavaco o verdadeiro coveiro nacional, o cabeça do governo que preparou o futuro do país causando o estado actual, agora agravado pela conjuntura mundial, aquele que também construiu as estradas assassinas.

Portanto, a eventual conclusão da culpabilidade do Sócrates não poderá ser uma novidade inesperada, inserindo-se apenas no ram-ram quotidiano do comportamento dos políticos portugueses. (Obs.: o nome de “coveiro” já foi atribuído ao Cavaco aquando da sua eleição; a Leiteira limitou-se a copiá-lo como o papagaio que é, nem ideias frescas tem.)

Se pelo contrário se vier a confirmar que o Sócrates não esteve implicado no caso não demonstra que Portugal se encontre em melhor situação de seriedade. Bem pelo contrário. Por alguma razão a fama da corrupção nacional se alastrou pela Europa fora e esta ocorrência só poderá aprofundar a ideia que se formou do país. Afinal, ambas as hipóteses são perfeitamente plausíveis.

Por um lado Sócrates é um político que, corrupto ou não como os de todas essas oligarquias gananciosas e mafiosas, tal como os outros com grande dificuldade resistiria ao contágio; por outro lado o PSD está bem colocado para ter sido o autor da carta anónima de delação. Não admira que uma calúnia pudesse chegar por esse caminho (se de calúnia se tratar); a corrupção política geral acima mencionada é de todos conhecida. Como tem sido bem visível, o PSD é um partido que quase se desmancha quando não está no poder e encontra-se actualmente num autêntico estado de frenesim e desespero. Vendo-se sem argumentação contra um governo que afinal seguiu o caminho que ele tinha delineado quando era governo, não tem ponta por onde pegar e as circunstâncias não lhe deixam outro curso que o de mentir ainda mais do que o usual dos políticos. Alguns, extremamente nojentos, como a Manela Leiteira e o Aquilino ave de rapina, conceberam em conjunto um plano no estilo do que o presente governo seguiu, todavia pior por incluir a destruição do já miserável sistema de saúde, um dos piores da Europa, assim como abandonar o sistema solidário da segurança social, ou seja perpetrar crimes contra os Direitos Humanos, porque as necessidades sociais são Direitos Humanos.

Estes bandidos assaltantes da saúde pública e das pensões de reforma, encontrando-se sem argumentação com pés e cabeça, um cala-se e a outra limita-se a vomitar as maiores atrocidades jamais concebidas, pois sabe que aquilo que aprovou antes do governo o ter concretizado era ainda muito pior. Até o malfadado comboio a alta velocidade é filho desse governo. Donde as suas vociferações mais não podem ser do que a banha da cobra para ludibriar os carneiros eleitores. Contudo, ao que se constata, quanto mais baboseiras bárbaras a Leiteira clama mais desce a sua cotação, segundo tem publicado a TVI.

Noutros países europeus os partidos da família do PSD são democráticos do centro ou mais para a esquerda. Recordemos que foram os partidos do PSD da Suécia, da Noruega e da Dinamarca que em grande parte financiaram o Partido Socialista no seu princípio. Em Portugal, o PSD de PSD só tem o nome, não é nem social nem democrata, mas apenas burocrata, ou não fizesse parte da podridão política nacional. O PS também se voltou para o neo-liberalismo feroz. Que o Diabo leve a ambos e nos livre doutros piores que querem diminuir os impostos para terminar de vez com os serviços sociais, já que não haveria fundos para os manter mesmo assim reduzidos, e pôr mais agentes da polícia na rua para evitar o crime com origem na pobreza e na miséria moral.

Não tenhamos ilusões, políticos santos será a mais rara das excepções e quer este caso penda para uma conclusão ou para outra, os perdedores serão sempre os mesmos: nós, que pagamos e sofremos as consequências e ainda ficamos com fama de atrasados nos outros países por permitirmos que assim seja. A justiça podre, incompetente e arrogante que leva anos a avançar também para isso contribui.

Surge ainda uma outra questão. Então o Sampaio promulgou conhecendo que se tratava dum projecto numa zona protegida?

A corrupção generalizou-se no país, tornou-se parte integrante da nossa história recente e aprovamos governos corruptos pensando que se estivéssemos lá procederíamos de modo idêntico. As únicas coisas que movem estes políticos são a competição pelo poder e a acumulação de bens materiais. O povo que se lixe, só serve para sustentar a ganância, para ser ludibriado e se lhe arrancar o voto que permite a continuidade.

Num qualquer governo o poder é exercido por delegação. O governo exerce-o em nome dos que o elegeram e entre eles podem delegar o poder, como um ministro pode delegar poderes nos seus secretários. O ministro que delega o poder pode sempre tomar ele mesmo as decisões, ultrapassando a delegação. Do mesmo modo, num sistema verdadeiramente democrático – e não apenas de nome – os eleitores também têm o direito de tomar as decisões dos seus eleitos ou de as corrigir em seu lugar. Negá-lo é treta. Enquanto em Portugal não existir um sistema sério de controlo e de avaliação dos políticos, a corrupção continuará de vento em poupa. Se não se lhes põem rédeas bem curtas nenhuma melhoria há a esperar.

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Corrupção Dscarada dos Políticos Provoca a Corrupção Geral Nacional

O Parlamento, o Governo e a vida política de Portugal estão corroídos e minados pela alta corrupção e pelo roubo do Estado pelos políticos literalmente organizados em oligarquias mafiosas. Fazem-no descaradamente e com o maior avontade e naturalidade, mas se assim é, é apenas por saberem que ninguém no país, nem a mesmo a nossa justiça, com “j” minúsculo como ela – que neste ponto atesta a sua podridão de modo premente –, os molesta.

O acordo da população é explícito: «quem cala consente». Assim, pela aceitação geral, não subsiste motivo para reclamação e à máfia é mesmo dado o direito de fazer calar quem excepcionalmente proteste contra a sua desonestidade.

Não é costume neste duplicarem-se aqui cópias de artigos publicados noutros blogs. Todavia a que se segue merece maior divulgação. Não é recente, mas tal como as publicações deste blog, é de permanente actualidade, pois que neste país nada do que está mal muda por conveniência daqueles a quem a mudança não convém. O mal está instalado e devido às condições que o perpetuam não será fácil expugná-lo metendo esse bando de bastardos na ordem, domesticando-os como as bestas selvagens, daninhas e agressivas que são. Enquanto assim for todos os artigos a esse sujeito serão actuais e poucos para despertarem quem opta por amachucar em lugar de lutar pelos seus legítimos direitos. Compenetremo-nos de que somos um país de carneiros e ovelhas.

Seguindo o exemplo da máfia das oligarquias políticas, o roubo tornou-se generalizado e legal. Um autêntico polvo de maleficência que envolveu o País com os seus tentáculos venenosos. Como curtos exemplos citam-se os serviços telefónicos de apoio pós venda sob garantia obrigatória, os serviços telefónicos bancários ou informativos da maioria das empresas em geral, os telefonemas para os programas de televisão, etc.; nestes casos constata-se que os números de serviço começados por 8 (800 ou 808) foram substituídos por outros iniciados por 7 (de alto custo embolsado pelo chamado). Isto é o contrário do que se passa noutros países, os quais continuam tal como era em Portugal há ainda poucos anos. Porquê? É bem simples, os ladrões estão cientes de que o portuguesinho é um mamão aparvalhado que lambe a mão do carrasco e de quem o trate mal ou o roube. Podem exigir o que quiserem que o português parvo tudo aceita. Num país civilizado as pessoas reclamariam e não utilizariam esses números, mas em Portugal aceita-se paga-se e cala-se cobardemente. É idêntico com tudo, inclusivamente com a corrupção política, assim tolerada, aceite e legalizada por um povo que mais carneiro e cobarde seria impossível.

Um outro exemplo entre os milhares de Tachos & Reformas Douradas é o do borrabotas que dirige o Banco de Portugal, arrecadando uma participação nos roubos – participação que querem fazer passar por ordenado – mais que o dobro do que ganha o seu homólogo no país mais rico do mundo! Com que direito esta autêntica máfia de políticos energúmenos e LADRÕES nos roubam para encherem os familiares, militantes activistas e amigos, ou que roubam as suas empresas para contribuírem com fundos para os partidos? Apenas porque nós lhes consentimos, por não reclamarmos nem domesticarmos esses animais selvagens.

O artigo que se segue tem um visão lúcida da situação nacional actual, mas há uma discordância. Peca pelo uso de palavras que aparentam indulgência em relação aos procedimentos condenados e que os biltres nele mencionados estão bem longe de merecer. Merecem, sim, o desprezo e o asco devido aos repugnantes nojentos e hipócritas que são, no sentido mais lato destes termos ainda elogiosos para tal cambada de ladrões e vigaristas, natos e declarados.


Reforma do regime é necessária e urgente

Independentemente de ideologias, temos que concordar que Portugal tem vindo a ser mal governado e, para evitar um colapso dramático, é imperioso implementar mudanças estruturais no regime.

Isto já não se resolve com mudanças de pessoas, ou de partidos, mas sim com um pacto de regime com um código de conduta assinado por todos os partidos em que fiquem bem claros princípios de comportamento dos governantes e das oposições.

Por exemplo, há que reduzir ao mínimo, em casos bem definidos, as nomeações por critérios de «confiança política», sem concurso público, destinadas apenas a favorecer os amigos do clã. Tais nomeações, não tendo em conta as competências, têm delapidado os dinheiros públicos e arrastado o País para uma crise crónica de difícil cura. O concurso público, com condições bem definidas, privilegia as competências e permite admitir os melhores cérebros do País, independentemente da família ou da terra de nascimento. O facto de poderem ser de partido diferente é superado por «contrato por tarefas», em que o admitido se compromete, por escrito, a realizar as tarefas fixadas segundo método pré-definido, com isenção e rigor, e em caso de infringir este compromisso, passa a poder ser demitido com justa causa. Em caso de a evolução do serviço tornar convenientes outras tarefas, o compromisso receberá um aditamento.

Há também que restabelecer a confiança do povo nos seus representantes, com base nas acções honestas destes, em benefício dos interesses nacionais, com preocupações de poupança de recursos e de aumento de eficácia.

Impõe-se uma drástica redução da quantidade de assessores bem como dos contratos para «estudos» feitos com amigos partidários que só têm a finalidade de enriquecer os «compadres». Gastam-se milhões de euros em «estudos» encomendados para justificar uma decisão tomada por palpite. E, para dar mais aspecto de razão encomendam-se outros pareceres com igual finalidade a outros compadres. Vantagem só há para a bolsa desses «especialistas» amigalhaços. E o contribuinte pagou os impostos e vê que nada melhora porque o dinheiro é desbaratado nestas «brincadeiras».

Nesse código deve também constar a preocupação de reduzir os custos de funcionamento da máquina administrativa, em instalações, equipamentos de escritório e de transporte, mordomias, etc.

Com um tal código de conduta, o regime tornar-se-á mais honesto e eficaz na busca dos mais altos objectivos nacionais e, logicamente, o País poderá começar a desenvolver-se de forma séria e sustentável.

Além desse pacto assinado por todos os partidos com assento na AR, os grandes investimentos que produzam efeitos para além da legislatura actual, devem merecer a aprovação da oposição, a fim de que, se houver mudança de partido no Governo, os projectos continuem a ser realizados.

Com este esquema devidamente aprofundado e honrado por todos, os políticos passarão a merecer a confiança dos eleitores e os esforços serão orientados para bem de Portugal e não teremos recursos esbanjados em benefício de políticos corruptos, à procura de «tachos dourados», de «reformas múltiplas e milionárias» e de «enriquecimento ilegítimo».



Embora o artigo atrás seja esclarecedor, por vezes desperta o interesse de dar algumas respostas.

Não se compreende porque é que as nomeações por critérios de confiança política se deveriam reduzir ao mínimo. Então não se deveriam eleminar completamente, como nas democracias europeias?

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Crime na Estrada

All truth passes through three stages:


First, it is ridiculed;
Second, it is violently opposed;
and Third, it is accepted as self-evident.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Ou seja, em português:

Toda a verdade passa através de três fases:


Na primeira é ridicularizada;
Na segunda sofre uma oposição violenta;
Na terceira é aceite como auto-evidência.


Arthur Schopenhauer (1788-1860)


Arthur Schopenhauer (1788-1860)
Filósofo alemão do século XIX, considerado o pai da filosofia moderna, foi aquele que mais influenciou o pensamento de Friedrich Nietzsche.

É como todos os governos até agora têm invariavelmente tratado as causas da matança rodoviária.

Ao ouvirmos como o bando de assassinos políticos, seitas relacionadas e desinformação jornaleira inventarem histórias de embalar sobre como se propõem combater os acidentes da estrada, ficamos com a certeza de que, qualquer que a consequência possa ser possa ser, preferem que a catástrofe continue. Donde a justeza de se reconhecerem como assassinos impunes.

Estes canalhas falam-nos em números inflacionários de agentes da polícia, bombeiros, ambulâncias e toda uma desmesurada panóplia de pessoal e outros meios para desencarcerar os mortos e apanhar-lhes os bocados dos corpos pelas estradas fora. Os infames não se esquecem também de aproveitar a ocasião para sacarem dinheiro em multas. Dinheiro de sangue!

Em lugar de aplicarem as medidas que se impõem, como se praticou nos países em que os acidentes diminuíram drasticamente, os biltres assassinos aproveitam a ocasião para roubarem o povo para subvencionarem as suas ganâncias e roubo da fazenda, fazendo simultaneamente uma grande propaganda para adormecer e enganar o povo lorpa para votar em quem os dizima nas estradas à machadada. Não é o que ouvimos, por exemplo, ao bobo do actual ministro do interior? Não vem ele frequentemente vigarizar a população, dizendo que há menos acidentes, uma melhoria? Burlão! Arma una enorme feira por todo o país para massacrar, como se isso impedisse que se matassem. Só se pusesse um agente em cada veículo. Com o crime é o mesmo, como se mais agentes da polícia na rua ou uma polícia mais competente o evitassem. As circunstâncias indicam claramente que ainda vai crescer muito mais.

Seguem o pensamento de Arthur Schopenhauer à letra, colocando-se na primeira fase da reflexão do filósofo. Negam e ridicularizam a verdade. Mostram a sua profunda e intrínseca malvadez.

Que cinismo.
Que nojo.
Quefalsidade.
Que malvadez.
Que perversidade.

A maneira como mudar a situação actual não é nenhuma novidade. Com efeito, leu-se numa edição das Selecções do Readers Digest de fins da década de 1950 que a Polónia e a Suíça eram os países mundialmente com mais acidentes rodoviários. Sabe-se o que o segundo fez nos anos que se seguiram para contrariar esse estado, convertendo-se num dos países onde a condução há muito se tornou na mais segura. Estes factos foram há anos publicados na Internet. Não é de conceber que os políticos e os que os encobrem sejam tão néscios e asnos que o ignorem ou não o compreendam. Donde, se o fazem, só pode ser por crueldade e malvadez. Se eles matam as pessoas, porque não matá-los também a eles. Se se aprovam as políticas dos judeus escravizados da Palestina, porquê deixar de parte a sua máxima de “olho por olho, dente por dente”?

Nesta época de Natal e de Ano Novo, de novo muitos vão e não voltarão, outros nem chegarão a ir. Mesmo que o número de mortos e de mutilados diminua ligeiramente, isso não será mais do que uma flutuação eventual de que os abortos do costume se aproveitarão para transformar em louros de chumbo. Tal como com a situação económica do país, a qual sem outras medidas mais adequadas apenas poderá melhorar à custa da pobreza de uns e do enriquecimento de outros, o que está manifestamente a acontecer.

Não é este mais um caso que a todos preocupa profundamente e que a tantos mata ou faz a vida negra para sempre apenas porque se continua a aprovar os seus responsáveis? Bom, se assim se quer porque não continuar (?), pensam os culpados com razão. Porque se não se admitisse já se teriam tomado as medidas necessárias para arrancar o espinho enterrado que chega ao cérebro. Vote-se neles, mas com boletins nulos – em que a inutilização propositada seja nítida e indubitável – em massa.
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Sobre o mesmo assunto:

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O Procedimento da Polícia
Parte II

E-mails curiosos ou talvez não?
Espantosas artimanhas e comportamento inqualificável.

Curiosamente, dentro de pouco tempo alguém acrescentou várias frases à mensagem e muitos outros endereços e começou a reexpedi-la repetidamente. Pelo seguimento veio a saber-se que a intenção era exasperar os recipientes para lhes provocar comentários de reprovação.

A mensagem teve, então, algumas respostas, tanto de incertezas como de aprovação e até de desaprovação, queixando-se do número de mensagens repetidas recebidas. Os reenvios repetidos, assim como as frases apostas foram da autoria dum bloguista que costuma enviar publicidade sobre o seu blog e que diz Não podemos ficar apenas à espera, impávidos e serenos, que nos venham resolver os problemas (Correio da Manhã de 19-3-2007), que se apresenta como um aposentado da PSP e ex-militar dos Comandos. Dsse ele, mas evidencia desagradar-lhe sobremaneira que outros o façam, caso o sentido seja contra as suas ideias. As frases acrescentadas à mensagem demonstravam um descontentamento e uma fúria ridícula que, não fora a gravidade da situação de abuso do autor da mensagem original e dos recipientes, seria irrisória. Uma marcada oposição ao teor do texto que recebera, usando expressões como que se transcrevem, as quais acoplou à mensagem original, que quem as recebeu as reconhecerá, e reexpediu inúmeras vezes:

(1) eu escrevo as minhas opiniões quando quero e no meu blogue, não comento textos encomendados para mim!, (2) Chega de tentativas de controlo e de busca de opiniões pessoais irrelevantes. (3) Sei muito bem o que fazer, não preciso de reeducadores


Porém, a mensagem era uma informação, não dizia a ninguém para responder nem para comentar, não demonstrava controlar o que quer que fosse, não pedia qualquer opinião, nem este blog tem qualquer vocação pedagógica. Também não escreve as suas opiniões apenas no seu blog, posto que os comentários nos blogs dos outros também o são. Parece que este senhor, manifestamente, não só aprova a situação de desgraça em que a polícia se encontra, como defende as políticas que a criaram e têm assim desgraçado este país baseadas na corrupção da ganância de políticos indignos. Vendo um pouco mais profundamente, verifica-se que nunca contestou nada que pudesse pôr em causa o sistema actual oligárquico a que os oligarcas e apoiantes alcunham de democracia. Uma busca sucinta no seu blog, usando o sistema de busca na barra do blog, revela nem que fez qualquer menção ao caso do Prof. António Balbino Caldeira, nem ao caso do Prof. Charua, nem ao caso da OTA, nem sobre a miséria dos serviços de saúde ou das reformas, nem as reformas milionárias que a corrupção permite a certos privilegiados ilegítimos, nem aos ordenados abusivos de cargos oficiais ocupados por parasitas. Nunca fez a mínima referência aos problemas sociais e às desgraças que pesam sobre o país, nem qualquer abordagem a sujeitos que tanto têm afectado a população, como podemos ler em tantos blogs politicamente honestos. Todavia, defende as ideias de Bagão Félix, que só não destruiu a Segurança Social por completo porque não teve tempo, como se pode verificar nos seus posts.

Há uns meses viu-se forçado a sair do blog A Voz do Povo por incompatibilidade de ideias com os outros colaboradores. Aparenta ser um bufo que se serve dos nomes das honrosas instituições que serviu em seu proveito. Um indivíduo que representa aqueles a quem se deve a continuidade do estado actual do país por o aprovar. Como os políticos, pelo que não pode ter cara para criticar os exemplos que segue. Comenta nos blogs dos outros, mas no seu nada escreve sobre estes assuntos preocupantes. O seu blog é a antítese de outros blogs honestos, como o Do Mirante, O Anarquista ou o Filhos de um Deus Menor, onde os seus autores têm exposto nobremente e com dignidade todos os casos acima referidos e muitos outros mais.

O indivíduo em questão mentiu da forma mais abjecta, que é a de juntar as suas mentiras às verdades dos outros, além de ter juntado muito mais endereços ao e-mail original. É um anti bons princípios e Direitos Humanos.

Uma das mensagens recebidas das pessoas que suportaram a louca matracagem de mensagens repetidas veio confirmar peremptoriamente a pungente autenticidade a actualidade do texto da mensagem, assim como o deste artigo. A que se segue é a segunda recebida duma dessas pessoas.


Boa noite, mais uma vez, meu caro Leao Pelado...

Bom, li atentamente a sua resposta e procurei bem nos pontos que referiu.
È bom, que se possa dialogar e chegar a um consenso de ideias, mesmo que vindas de partes opostas, se encontrem e dai resulte um entendimento.
Creia, que me revolta ( e acho que deixei isso bem expresso no meu texto), a má ideia que a maioria da população tem das nossas forças policiais.
Creio que sabe também, que a familia dum militar, policia, GNR, o que seja, esta sujeita igualmente a um enorme stress. O facto dos policias estarem desmotivados, reflecte-se muitas vezes, no seu desempenho dentro e fora dos aquartelamentos.
Por isso, já não me espanta, quando um polícia, pura e simplesmente, comete um acto tresloucado e mata alguém, esmurra o vizinho e depois, mata-se a ele próprio.
Imagina, porventura, as pressões internas a que eles estão sujeitos? O ratio de multas que têm que realizar por mês? Porque senão, o comandante do posto, é chamado e é-lhe perguntado o porquê da ausência de multas.........
Sabe, por acaso, que no posto do meu marido, as ratazanas, convivem diariamente com os militares?
E pagam bastante por um aluguer num posto com essas condições, quando têm terreno cedido para fazer um posto de raiz há já uns bons anos?
Sabe que o mesmo posto serve "á vez" com outro posto doutra freguesia, e que de noite só fica UM (1) homem de serviço?
Sabe que há cerca de 1 ano, aquando duma época de tensão por causa de uma onda de assaltos, pediram armas mais modernas que as emperradas G3 e mais 1 viatura, além de homens. Pois, reformaram-se 3, entraram 2, sendo logo 1 despachado para a secção de cinética. As armas, sim, vieram. Cerca de 3 meses depois foram retiradas. Onde estão? Não sabem. Possivelmente em Lisboa. Carros? Os mesmos, Jeeps velhos, e só um ligeiro, mais novo, mas que não chega. E o meu marido muitas das vezes faz 16 horas seguidas. O que é absurdo e irregular.
Faltavam-lhe 3 anos para a reforma. Conta tempo da tropa. Pois, ficou agravado. Agora só daqui a cinco anos.
Não chega?
Meu caro senhor, eu sei que estamos num pais de corruptos. Mas não me venham dizer que a policia é corrupta, porque aceita tudo. Aí vamos por 2 caminhos. Se há corrupto, há corruptor. E o que se espera, quando um simples trolha, ganha mais que um agente da autoridade, tendo este mais responsabilidades?
Adianta, sim. Adianta fazermos queixa, mas uma queixa consciente e directa aos meios certos.
Adianta, se as forças armadas TODAS UNIDAS se revoltassem. Mas.....há a repressão, no é mesmo?
No entanto, continuam a dar o seu melhor, com a revolta no coração e o desalento na voz, quando um camarada é injustamente condenado. Veja o caso dos Sargentos.
As FAP.....um bom sítio onde se pode dizer que o dinheiro esta esbanjado de qualquer maneira. Material comprado a peso de ouro, já obsoleto, metido ainda como veio. Em caixotes, por montar.
O que os Americanos nos impingiram. O lixo que não quiseram.
E os contratos que fazem, com os recrutas.......formam muito bem pessoal, pagam muito mal, depois admiram-se que eles desandem e desmotivem.
Também, e muito pessoalmente, quanto a mim, tivemos uma aberração como ministro da defesa, não é?
E vamos tendo aberrações como ministros de saúde e educação..........
Por falar nisso, estou a braços com uma cruzada entre a DREN, a Segurança Social e a associação de Deficientes autistas.
Tudo porque são Ministérios diferentes...... e ninguém quer ficar sem a migalha do bolo. E com isto prejudica-se crianças que poderiam desenvolver com uma boa orientação e outra formação.
Estou amarga, sim, meu caro. Amarga, porque isto é o País que me forçaram a viver, a aceitar. Porque era e quis continuar a ser Portuguesa. Porque fui habituada a cantar o hino e saudar a bandeira nacional.
Sobretudo, fomos, eu e meu marido (os filhos nasceram cá) vitimas duma descolonização maldita, que nós não queríamos e nos impuseram.
Vi, aos 17, 18 anos, massacres e ódios, que muitos veteranos de guerra, nao conheceram.
Revolto-me porque quais animais amestrados, os nossos governantes por medo das represálias, não recebam um lider espiritual, anti-violência, enquanto batem palmas a um monstro na Cimeira dos Paises Africanos, um nome que me dá vómitos só em o pronunciar: MUGABE.
Esse sim, esse chacina, decapita, mata e rouba. E leva o povo dele á extinção e á miseria, ao desespero pela fome. Eu conheci a Rhodésia (Zimbabué) do antigamente. Nao vi miséria, antes pelo contrario. Só me incomodava o apartheid, como o da South Àfrica. Em Moçambique, não tínhamos isso e creia-me, éramos bem mais livres que o pessoal de cá e do que agora.

Acho que me alonguei. E divaguei. Desculpe. Realmente e com razão, constato, depois de ler o seu blog atentamente, que temos ideias muito semelhantes em vários pontos.
O facto de lhe ter dito que muitas vezes nem leio, deve-se ao facto de receber um sem nº de mails políticos que me são enviados de todo o lado (nem sei bem como têm acesso ao meu mail) e estar tão saturada de politica, que só de saber que é politica, já os ponho de lado.
Gostaria sim, de transmitir uma boa imagem do país aos meus filhos e amigos que estão no estrangeiro. Não consigo.
Não vejo a ponta da corda, a luz que falta no fundo do túnel. Não vejo alternativas.
O meu filho foi para as FAP por convicção, vontade própria. Foi com lágrimas que assisti ao juramento de Bandeira dele. È com lágrimas que vejo um país a afundar. E o facto de me sentir impotente para mudar algo.
Porque há uma "manta abafadora" que impede.
Há muita coisa a ser dita e feita sim. Como, e começar por onde?
Uma coisa é certa, gostei de "dialogar" consigo. Vejo que é uma pessoa correcta e não daqueles politicozinhos com que nos cruzamos a cada esquina. Estava errada no precipitado juizo que fiz e peço desculpa.

Um abraço e fico aguardando um resposta e....dias melhores.



Conclusão. O caso da polícia é muitíssimo grave e a corrupção continua a agravá-lo. Não muito divergente, tendo em conta as diferenças de contexto, passa-se com as forças Armadas.

Nota: Após estes acontecimentos, o autor da reenvio repetido da mensagem original, a que juntou os seus comentário e outros endereços. mudou o seu blog quase completamente de um dia para o outro incluindo o tema de base. Eliminou os posts que não correspondiam ao novo tema e juntou outros. Um exemplo dum post apagado constata-se numa referência que ele lhe fez num comentário que deixou num outro blog, o sexto. Continha um texto de Bagão Félix, intitulava-se «Degradação Grave, Cada Vez mais Perigosa» e ainda um elogio à sua boa obra. Aquele que só não destruiu a Segurança Social na sua totalidade, pior do que o actual governo, apenas porque não teve tempo. Na altura desta redação ainda lá se encontra, mas o autor dum comentário pode apagá-lo, deixando apenas uma marca que o dono do blog pode eliminar.

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O Procedimento da Polícia
Parte I

O Blog enviou ultimamente uma mensagem as suas relações da Internet sobre o procedimento da polícia e as suas verdadeiras causas. A maioria das pessoas culpa a polícia e a Guarda Nacional Republicana pelo seu comportamento. Agressões pessoais, espancamentos, brutalidade, falta de civismo, abuso de autoridade, caça à multa, etc. mas esquece-se sempre de mencionar o que provoca estes acontecimentos lamentáveis. Tanto os políticos como os coniventes jornaleiros o ocultam com esmero.

Com efeito, qualquer polícia de qualquer país, seja o mais avançado ou atrasado como em Portugal, actua sob pressão. Isto é lógico, normal e óbvio. O que não é lógico nem normal é que aqueles que formam a polícia – aqueles a que pseudo modernistas iletrados chamam elementos, como se de um elemento químico se tratasse – não tenham a preparação adequada para lidarem com os seus próprios instintos. Ninguém nasce ensinado e os agentes de segurança devem ser ensinados, treinados e preparados de várias formas para o exercício competente das suas funções. Tanto física como mentalmente (psicológica e civicamente); adequado uso das armas, modo de actuar, etc.

Muito se fala na falta de meios, sempre mencionando os logísticos, deixando de lado os principais, os do fim do parágrafo anterior. Menosprezando a causa principal por completo, raramente se recordam as condições de vida dos “elementos”, as depressões psíquicas, a tensão criada nos seus lares ou na sua solidão. A gravidade e o número destes casos são extraordinariamente altos segundo as poucas averiguações levadas a efeito.

A grande maioria vive na pobreza e na miséria enquanto a máfia política esbanja, recheia a sua conta bancária e aumenta o seu património roubando o estado ou em negociatas pós-eleitorais com construtores e outros. Esta situação financeira obriga-os a cair na ilegalidade para suprirem as suas necessidades, como a descida ao mundo da corrupção, do roubo e do tráfico de estupefacientes, do crime. Não são humanos como toda a gente? Se sim conhece-se bem que os países com as populações mais miseráveis são aqueles que têm mais criminosos. A cantiga dos neocons de pôr mais polícia na rua para evitar esse crime já está gasta e podre. Todavia, continua a impressionar incautos e outros de imaturidade política. Não estamos nos EUA.

O que aconteceu com a polícia foi o mesmo que tem acontecido com tudo neste país que se tornou miserável. A polícia não é corrupta, foi corrompida pela máfia política, reduzida ao mais miserável estado selvagem. A destruição desta instituição acompanhou a destruição das outras em paralelo. Se ela tivesse escapado seria de pasmar.

A mensagem citada no início deste artigo, referindo-se ao estado lamentável em que a polícia se encontra, continha um artigo da jornalista Sónia Graça, do Sol, anexado, e tinha o texto que se segue,.


O Procedimento da Polícia

Como procede uma polícia incapaz, por falta de formação para actuar eficientemente e simultaneamente se comportar de acordo com os mais elementares princípios democráticos mundialmente reconhecidos?

A resposta é mais simples que o que se poderia prever: A polícia actua da maneira que todos nós bem conhecemos e ainda como consta nos relatórios da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch.

Detalhando um pouco, são espancamentos nas esquadras e nas ruas, tortura, decapitação de um interrogado, etc. Andam aos tiros pelas ruas como num western de tresloucados. Comportam-se como que com problemas mentais e sabemos que muitos, infelizmente, os têm mesmo. Como não têm capacidade de investigação, tentam arrancar confissões à cacetada. E ainda infringindo todos os regulamentos, como estacionando (estacionar não é parar) conscientemente sobre locais bem assinalados de proibição para até parar e mesmo sobre passagens de peões, o que é considerado crime em países civilizados. Param as ambulâncias por tempo suficiente para o socorrido morrer (mais de vinte minutos, na semana passada), perseguições desautorizadas em veículos não identificados, etc., etc.

Presentemente, circula nos EUA a informação de que a acusação do casal McCann se baseia sobre um ADN que poderia ser proveniente de qualquer pessoa da família e não exactamente da filha. Acusam a polícia Judiciária de querer arranjar um bode expiatório a fim de reabilitar da desconsideração geral internacional por incompetência, não apenas do ponto de vista do RU.

Mas o que é que se passa com a polícia? Nunca esquecer que este estado, tal como a quase totalidade dos males e dos problemas se deve unicamente à contínua falta de preparação geral e especial dos agentes, os quais, em consequência, se devem considerar como inocentes objectos de execução das graves faltas que praticam originadas na corrupção política. São estes últimos os verdadeiros responsáveis, tanto pelas pequenas e ridículas asneirolas como dos assassínios, cometidos por todos os agentes de polícia.

No artigo do ficheiro em anexo, da autoria da jornalista do Sol, Sofia Graça, dão-se exemplos da actuação da polícia condenados por tribunais. Conhece-se também como actuar em caso de se ser vítima dum caso idêntico.

Este artigo é enviado por se considerar de grande interesse para todos e em especial para qualquer pessoa que conduza um veículo.

Em todas as irregularidades cometidas por agentes da polícia devem identificar-se o/s agente/s, participar o acontecimento ao comando nacional e apresentar queixa judicial. Devido às prevaricações serem tão comuns e frequentes, de algum modo recairão nos chefes responsáveis. Se se estiver à espera que seja o vizinho ou o próximo a fazê-lo a situação não mudará e não teremos qualquer razão em nos queixarmos: dormimos na cama que fazemos.

Nota: Esta comunicação não anuncia nenhum artigo ou post num blog, não é uma auto-publicidade e apenas refere uma publicação num jornal, links para relatórios oficiais da AI e da HRW e um texto antigo mas actual, todos bem descritivos da situação que se vive com a polícia e porquê.


Links para os relatórios oficiais:

Da Amnistia Internacional ...... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.
Da Human Rights Watch ....... 1, 2, 3.

(Fim do e-mail)

[Este artigo termina em breve, de forma singular, na Parte II]

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On Achève Bien Les Chevaux

Observando bem como Portugal é governado há décadas e reflectindo sobre todo o rol dos acontecimentos que se desenrolaram ao longo dessa época e do seu corolário, não se pode inibir de pensar que a intenção dos políticos governantes em relação à população possa ser diferente daquela tão bem expressa pelo título da versão francesa do filme de Sidney Pollack They Shoot Horses, Don’t They? Eles Matam os Cavalos a Tiro, Não Matam? On achève bien les cheveaux. Matam-se bem os cavalos. Alcunhado em português Os Cavalos Também se Abatem, título que, como é de prática, desvirtua o sentido.

O sujeito do filme decorre na Califórnia, a meio da Grande Depressão da década de 1930. Através da região organizam-se maratonas de dança em que se ganham prémios chorudos. O filme é uma alusão directa à nossa sociedade, onde pobres, desempregados ou outros sofredores resignados, privados de dormir, dançam pelos prémios (alimentos vestuário, algum dinheiro), numa contínua luta cruel em que chega a haver uma morte.

Em contraste fugaz, apenas se entrevê a beleza da paisagem e um maravilhoso sol nascente.

Onde está a comparação com o parágrafo inicial? É aquela que Sidney Pollak lhe imprimiu: a miséria da grande maioria em tempo de calamidade enquanto, simultaneamente, outros, enriqueciam com a exploração, o tráfico ilegal, as negociatas, o tudo apoiado por medidas governamentais que fizeram de Portugal e o mantêm como o país com de maiores diferenças sociais entre ricos e pobres, fazendo desaparecer a classe média. A definição do típico estado oligárquico, em perfeito contraste com a de democracia, o que retira o país de entre as democracias. Para o confirmar ouvimos os políticos falarem constantemente em democracia, sintoma incontroverso de que quando se fala muito em qualquer coisa é para a introduzir na ideia dos ouvintes, fazendo passar uma mentira em que ignorantes e incautos acabem por abonar. Mais outra definição, a de vigaristas e burlões.

Quanto mais vezes os burlões nos dizem o contrário, mais válidas são a afirmação e a prova da continuidade e do agravamento da situação. Ainda remanescerão dúvidas após tantas provas dadas pelos burlões? Ainda existirão parvalhões espertalhões que acreditem nos vendedores de banha da cobra? Estarão os desmiolados à espera que os vigaristas lhes confessem as acções originadas nas suas baixezas? Comprem uma chupeta, que é o apropriado a semelhante mentalidade! Mais uma prova é a dos burlões afirmarem tão frequentemente que os portugueses têm maturidade política e democrática. Se assim fosse não precisariam de mentir dizendo-o.

Quanto mais atrasada uma mentalidade mais permeável ela é a lisonjas falsas. Os políticos que estudaram a parte do marketing que ensina o ardil, a astúcia, o estratagema, a maquinação, o subterfúgio, a fraudulência e a desonestidade para fins condenáveis, sabem que estas técnicas (que incluem a citada lisonja e o incitamento a um orgulho sem bases) são infalíveis para um povo em profundo e completo atraso intelectual e desinformado como o português, devido à inexistência de conhecimentos promovida por eles nesse sentido e levada a efeito pelos conglomerados da desinformação nacional controlados pelos interesses que eles favorecem em troca de ganhos ilegais e ilícitos, isto, pelo menos, do conhecimento geral.

Assim, qualquer político pode inventar as maiores mentiras, embustes, imposturas, intrujices ou patranhas, conscientemente, como o governo anterior fez e agora Sócrates repete impudicamente ao afirmar que Portugal tem um dos melhores serviços de saúde e de segurança social, quando a realidade é que é de longe o pior da Europa. Ou quando mente, afirmando que a idade de reforma deve aumentar em Portugal, seguindo o caminho dos outros países europeus. Mente velhacamente, sabendo que não corre o risco de ser desmentido, nem mesmo pela jornaleirada de bestiagos do género daqueles a quem afirmou estes factos na sua entrevista de 25-7-07 (salvo erro).

Daí o corolário que colocou Portugal no fundo do mundo e no fundo do fundo da Europa. Circunstância há muitos anos prevista e denunciada, como apresentada no site deste blog e mais recentemente aqui testemunhada. Prevê-lo não era nenhuma prova de inteligência, tampouco de esperteza, mas apenas sequência de observação dos acontecimentos e descrença nas patranhas, autênticas e literais burlas que os corruptos nos vendem constantemente e sem interrupção nem excepção. Um político diz sempre o que lhe convém e se o povo lho permite por aceitação, contra o próprio povo soberano, portanto seu soberano também. É o empregado que tenta não defender-se do patrão, mas simples e invariavelmente vigarizá-lo e roubá-lo.

Os relatórios periódicos da União Europeia (UE) Mostram a miséria vivida pelo povo português face ao bem-estar geral. Não obstante, o presente governo, com o incontestável apoio dos políticos que formaram o anterior, ainda que sob disfarce (o palavreado é para anestesiar – o que importa é o que fizeram e se estavam a preparar para fazer), desfecha golpe sobre golpe sobre a população (abatem-se os cavalos), enquanto que os privilegiados das máfias engordam. As oligarquias regem-se pelos mesmos princípios e se lhes permitirmos continuarão a esfolam-nos vivos e a vender as nossas peles para ficarem com o produto da venda. Alguém até hoje notou que estes canalhas sofressem a nossa miséria geral?

A Protecção Social
O relatório sobre a Protecção Social nos países da UE, referente ao período de 2000 a 2004, refere um aumento nas despesas com a Segurança Social, em geral e também em Portugal, mas não explica como esses fundos foram utilizados, se bem se mal. Também não pode mencionar qualquer facto ou mudança ocorrida fora do período que engloba. O que sabemos e que é do conhecimento geral é que temos o mais deficiente e insatisfatório desses serviços na UE, mas que eles absorvem fundos tão importantes quanto os dos países que prestam os melhores. É uma comprovada mas inacreditável roubalheira e desorganização.

A Flexi-Segurança
O relatório sobre empregados com contrato a termo fixo por não poderem obter um contrato de emprego permanente, para o período de 2000 a 2005, coloca Portugal no segundo lugar da desgraça, para não variar do costume. A proporção do emprego inseguro tem diminuído na média europeia, enquanto que em Portugal se tem mantido (o que, por contraposição, equivale a um aumento), chegando a insegurança no trabalho a ser cerca de 8 vezes superior aos dos países com melhores condições de trabalho, aqueles que têm o melhor apoio ao desemprego e uma reciclagem que garante a curta duração desse desemprego. Aqueles que também, na generalidade, têm menor desemprego.

A máfia política portuguesa vem, com um nome de marketing de enganar lorpas, como é hábito (flexi-segurança), pretender justificar o injustificável: adoptar o desemprego sem primeiro criar as condições imprescindíveis de segurança que o permitam sem descalabro. Esta necessidade nunca mereceu o interesse dos corruptos (os subsídios dão mais votos que a organização) e encontra-se em estado embrionário.

As barbaridades sobre o ataque à estabilidade do emprego e aos serviços sociais na sua generalidade, foram concebidas e expressas nas intenções do governo anterior, escandalosa e barbaramente apregoada pelo seu outorgante, um autêntico animal. É inacreditável que tal pessoa possa ter reputação de bom cristão e de competente sem uma equipa altamente mafiosa por detrás a apoiá-lo. Que eram e continuam a ser os seus colegas de governo. Este facto apenas, consiste num descrédito para qualquer igreja que defenda tal animal e uma prova real de que os políticos corruptos são criminosos e se constituem em associações de malfeitores típicas duma verdadeira máfia. Uma análise imparcial e objectiva dos eventos não pode levar a qualquer outra conclusão. Após esse governo, facilmente se depreenderá a relativa facilidade que o actual Déspota Iluminado teve para impor medidas que apenas matassem menos meia dúzia de cavalos.

São conclusões bem simples a chegar e não é necessária qualquer formação em economia nem tampouco ter estudado matemática. Os factos são tão elementares e evidentes que basta reflectir sobre os dados do relatório europeu dos outros países, as condições de trabalho e de assistência no desemprego, assim como este é encarado e tratado, contrapondo a tudo isto o que se conhece sobre o que se passa em Portugal e como se pretende abater a população, praticamente a tiro, como os cavalos do filme do Sidney Pollak.

Dançar até morrer
O relatório sobre a idade de reforma na UE reporta-se aos dados de 2005, englobando referências desde 2002. Por ele se constata que Portugal é o segundo país da UE em que a população se reforma com idade mais avançada, que trabalha durante mais anos e que menos recebe, sendo relegada à miséria económica e a uma quase total falta de apoios, incluindo os de saúde, o que se comprova pela inexistência da especialidade de médica de geriatria.

Não obstante uma situação que mais clara seria impossível, vêm os dois últimos governos mentir tão alarve e descaradamente sobre estas questões, contando-nos histórias que nem merece descrever, pois que pintam o quadro de modo simetricamente oposto. Como se pode classificar gente desta estirpe que ostenta os mais ordinários, reles e baixos sentimentos, gritando-nos a sua mais profunda desonestidade? Quem os defenderá que – possuindo um mínimo de raciocínio e de discernimento – não se identifique a eles? Não é evidente que para admitir que acontecimentos deste género possam tampouco ter lugar, será necessário que a população seja simultaneamente desinformada, ignorante e que tudo admita como cavalos que se deixam abater? É esta inércia com que os políticos contam para poderem falsear e provocar a miséria. A jornaleirada repugnante também não pode ser considerada como alheia à desinformação em que ela própria tem mergulhado a população.

Abatem-se os cavalos a tiro ou fazendo-os dançar até morrer – idêntico.

A Realidade é Pior
Note-se que estes relatórios se referem ao passado, mesmo que relativamente recente. Estamos bem ao corrente de como estas condições pioraram dramaticamente em Portugal, pelo que os relatórios em causa demonstram uma desgraça desactualizada, muito menos pronunciada. Outros relatórios do Eurostat dignos de menção foram publicados com os aqui apontados.

Conjuntura Diabólica
A mistura da política com meios onde circulam enormes somas, como o futebol e a construção civil, assim como a ligação ao controlo das notícias e das informações não pode produzir resultados inócuos. Poderá alguém inocentemente acreditar que sim? Em todos os países se compreendem as consequências de tais ligações, pelo que se condenam, enquanto que em Portugal se promovem, paralelamente com o resultante crescimento da corrupção. Enquanto a máfia e aqueles que da situação por ela criada se aproveita enriquecem cada vez mais, a miséria alastra-se e os miseráveis, consentidores e resignados, são cada vez mais e mais miseráveis.

Moral da História
A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

Não se pode continuar a permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.

É esta a bases de todos os males em Portugal e nada mudará sem que antes se resolva este caso basilar.


Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas verdadeiras democracias, o descalabro tem que continuar e é tudo mentira!

Quem concordar faça um pequeno esforço para o bem comum e passe a palavra.

Ou então continuar-se-á a abater os cavalos e ninguém terá o direito para reclamar, dado que o consente.

On achève bien les cheveaux.



They Shoot Horses, Don’t They?

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