O caso da Casa Pia já vem de longe. Dele, muitos se têm servido para apoiar as suas ideias, sobretudo políticas, deformando um assunto que na realidade se trata de comportamento e de moralidade, um tema da justiça a que os militantes de nenhum partido escapam, seja a descoberto ou de forma não aparente. São crimes de comportamento, absolutamente independentes seja do que for. Isto é tão lógico e tão patente que só um impostor falsário e comediante pode afirmar o contrário
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Crimes Abafados
Autor:
Mentiroso
2
mentiras
Tópicos: Cobardia, Corrupção, Ignomínia, Justiça podre, Polícia
O Nascimento e a Subida do Racismo em Portugal e o Crime Importado
Ao longo de todos os séculos da existência de Portugal não foi registado racismo no território metropolitano, e os casos coloniais foram entre os mais benignos no mundo e sem qualquer comparação com o que se passou com outros países colonizadores.
Nos EUA massacraram-se os índios e encurralaram-nos em grandes campos de concentração a que chamaram reservas. Na Austrália caçavam-se os autóctones e os cangurus enquanto se exterminavam várias raças de animais marsupiais. Os franceses também ficaram bem conhecidos pelas suas atrocidades na África Ocidental.
Não é todavia possível qualquer comparação aos crimes raciais, às exterminações e genocídios completos de que nem um descendente escapou, perpetrados por Castela em nome de Deus. Para eles eram comuns as torturas de queimare e despedaçarem as pessoas vivas, os crimes horrendos de rebentarem as cabeças dos recém-nascidos contra as fragas, o desventramento, sobretudo das grávidas, a quem arrancavam os fetos. Tudo crimes que só podem ser cometidos por gente com os mais hediondos sentimentos da mais pura selvajaria. Nem os mongóis dos Khans do séc. XIII, que ficaram conhecidos na história como um povo bárbaro, se lhes aproximaram, de perto sequer, na perpetração de tais crimes.
Nada disto se passou com as gentes deste país. Quando os primeiros reis conquistaram o sul da Lusitânia aos mouros, estes foram tratados com deferência; não foram expulsos nem as suas terras lhes foram extorquidas. D. Afonso Henriques, frequentemente em guerra, ficou também conhecido pelas boas relações que, em tempos de paz, tentou manter com os seus vizinhos de sul e sudeste.
Nem quando, no séc. XVII, em Lisboa e arredores, assim como nalgumas outras áreas do país existiram grandes colónias de africanos. Escravos que fossem, eram tratados com grande humanidade relativamente à época.
Não obstante, o caminho para o racismo foi aberto pelos responsáveis da maioria das desgraças do país por manterem a população em profunda ignorância, seja por falta de informações necessárias ao conhecimento geral e do mundo, seja por fabricação, manipulação, encenação de notícias exageradamente enquanto as necessárias e de maior interesse são ocultadas. Mantém, deste modo, o povo à disposição de todas as vigarices da corrupção política.
Deste modo, assistimos à vulgarização de termos em todo o mundo considerados como agressivamente racistas, como o de chamar negros aos africanos em lugar de pretos. Em todo o mundo a palavra negro – negro ou niger, em inglês e négro em francês, por exemplo – é considerada como um dos maiores insultos racistas. Os próprios pretos usam a palavra preto entre eles, por ser uma cor e não uma raça. Os de língua oficial inglesa empregam mesmo o termo familiar «pretinho» (blackie). Em Portugal, a corja de falsos jornaleiros implantou, pois, o temo mais hediondamente racista – negro.
Quando vemos reportagens na televisão, os impostores jornaleiros raramente falham entrevistas a estrangeiros, sobretudo brasileiros e africanos, sem atenção a proporções e maiorias. Como se eles representassem a maioria da população, quando o número das suas intervenções deve ser, logicamente, relativa à proporção da população de cada. Ou seja, nestes casos, sobrepõem a opinião das minorias à das maiorias em assuntos gerais, não sobre assuntos específicos. O efeito produzido só pode ser aquele que se vê: o repúdio da população que resulta num aumento de racismo mais uma vez justificado e proveniente da mesma fonte.
O racismo em Portugal é, pois, algo novo e sem tradição como em Espanha. Todavia, os portugueses são hoje racistas. Por um lado impulsionados por políticos criminosos que inspiram o racismo com fins de pura ganância política, como o Rui Rio, por outro lado por políticas completamente desajustadas e singulares, evitadas por outros países para banirem o racismo, erro já provado pelas disposições tomadas em França logo aquando da importação de mão-de-obra magrebina na década de 1960 e que eles mesmos foram buscar aos seus países, sobretudo à Algéria, para prover ao desenvolvimento da indústria, sobretudo a de construção de automóveis.
Ergueram bairros para os albergar, separados das cidades que, mais tarde, foram despedidos das fábricas, devido à crise que os deixou a exportar os automóveis quase exclusivamente para as suas ex-colónias e outros países do terceiro mundo, como Portugal. Essas cidadelas de imigrantes, antes tranquilas, então sem dinheiro nem comida, transformaram-se em guetos de revoltados onde, cresceu o crime. Foram as sementes da grande criminalidade em França. Embora ainda haja quem se recorde das causas, o crime não pode ser aceite. Também não puderam devolvê-los aos seus países, pois que os próprios franceses os foram buscar e estavam todos perfeitamente legalizados. Os filhos dessa primeira geração ficaram franceses legítimos, de acordo com a lei caduca que dava a nacionalidade, automaticamente, a quem quer que nascesse no seu território. O estigma continua, porém, a pesar sobre os descendentes.
Já por mais de dois séculos que a Inglaterra tem sempre tido muitos imigrantes, sobretudo originários do império mas ainda alguns outros; mas a prática da França não tinha ainda acontecido. Embora a França tenha sido provavelmente o único país que foi buscar os seus imigrantes às suas terras, após esta experiência tão conhecida na Europa, outros países que tinham governantes dignos das suas funções tomaram medidas preventivas. Os mais preventivos limitaram o acesso a imigrantes em grande número, proibiram aglomerações residenciais, sobretudo para gentes da mesma origem, distribuindo-os pelo país e por entre os autóctones, sendo assim facilmente assimilados.
Em Portugal, poucas décadas após o erro francês, repete-se a mesma coisa. Se os franceses apenas cometeram um erro, ainda que de grandes proporções e resultados catastróficos, após essa experiência, os governantes portugueses cometem barbaridades profundamente crassas, só possíveis pelo seu desinteresse pelo país, pela incompetência e irresponsabilidade. Crimes políticos, dadas as suas consequências serem amplamente conhecidas.
Não contentes com essa autêntica bestialidade e abuso de poder governativo por decisões já conhecidas como péssimas no momento em que foram tomadas, encontraram ainda maneiras de fomentar o racismo. Como com quase tudo, forjaram leis idiotas que dominam o país e criaram o racismo. Admitiram a impunidade a vários criminosos, incluindo os imigrantes, segundo as estatísticas autores de mais de metade dos delitos cometidos no país. Transformaram um país tranquilo num antro de crime, num país sem lei, por uma inclusão mal concebida associada à admissão do crime impunido.
Os habitantes, fartos de sofrer assaltos e agressões em que os autores subsistem impunes, revoltam-se e tomam atitudes racistas justificadas pelas circunstâncias. Gangues de adolescentes bem graúdos, conscientes da sua impunidade, dominam o país e a justiça. Assaltam, roubam, agridem, impunemente.
Tal estado de sítio não é permitido nos países mais democráticos e avançados. Se os culpados são menores, os pais respondem por eles e sofrem as consequências. Se são adultos, são condenados e expulsos do país após o cumprimento da sentença, caso não sejam nacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro sobre este assunto?
Cá, ninguém é responsabilizado pelos seus actos. Em lugar disso manda-se uma polícia incompetente e sem formação que espanca todos a torto e a direito; homens, mulheres, crianças, culpados e inocentes; desvairados ao tiros, como num filme do far west. Destroem habitações e seus conteúdos sem conhecer de quem nem porquê. Um observador atento fica sem saber quais serão mais culpados, se os possíveis criminosos ou a polícia – ou melhor, os seus responsáveis.
Devido a este comportamento da polícia, Portugal continua apontado pelas organizações de defesa dos direitos humanos como um dos dois únicos países europeus que violam esses direitos, sendo o outro a Espanha, evidentemente.
É uma desorganização total montada por aqueles que roubam o estado em lugar de o organizar e por ele zelar. Responsáveis-irresponsáveis, criminosos impunes, tão impunes e mais responsáveis do que aqueles que provocam os distúrbios.
Os emigrantes que pretendam viver em qualquer país devem respeitar o país e os seus habitantes naturais e não roubá-los, massacrá-los e agredi-los. Se não quiserem aceitar estes simples princípios humanos, então que não venham. O crime não deve ser importado, mas expulso. O racismo montante não é mais do que a reacção justificada a estas acções selvagens. Há que impor respeito e ordem, se não a bem, então pela força. Os prevaricadores devem ser pesadamente punidos, mas nunca do modo que vemos a polícia actuar, o que só poderá agravar o que já está suficientemente mal.
Se nada se fizer, que se passará quando esses anjinhos crescerem?
Há quem, como o ignóbil Rui Rio, irrite os seus seguidores-servidores parvos contra o RSI. Esse nojento canalha quer matar os mais de 50.000 pobres da sua área à fome. Por outro lado, quanto ao assunto aqui exposto, verificamos que muitos imigrantes vivem a essas custas, quando noutros países, para o evitar, nem entram sem terem trabalho. Os emigrantes portugueses que o digam, que sabem como é. (Note-se que os europeus deixaram de ser emigrantes dentro da Europa.)
Que o controlo do RSI seja executado com o zelo merecido e se se verificarem erros de desleixe ou falta de coordenação da parte dos funcionários por isso responsáveis, que sejam punidos; façam-nos pagar o montante perdido pelo estado, rua com eles e substituam-se por gente que queira trabalhar. Faça-se justiça e ab-roguem-se as ideias neo-liberais que tiram aos que menos têm para dar aos que já os roubam. Simultaneamente, não se vote em partidos cujos chefes falsários anulem ou tenham anulado pedidos de referendos pelo povo apresentados no parlamento enquanto apregoam democracia. São os falsos humanistas, falsos defensores de minorias étnicas e falsos democratas.
É impossível deixar passar em branco a bruta e idiota decisão do Paulo Portas em mudar o nome do Rendimento Mínimo Garantido para Rendimento de Inserção Social. O segundo é uma classificação absolutamente falsa, pois que cada vez mais está a ser usado para auxílio permanente a pessoas cuja inserção jamais será possível, como os idosos e os salteadores do caso aqui tratado. Ridículo como o seu autor a extorquir votos nas feiras.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Destruição, Polícia, Racismo
Persistência da Selvajaria Policial
Na noite de 28 para 29-6-2010, a polícia tomou de assalto o Bairro do Asilo, no Monte da Caparica, ao tiro desorientado, espancando indiscriminada loucamente homens, mulheres grávidas ou não, a eito, tal como o bando de salteadores selvagens em que se tem tornado.
Assaltaram as casas particulares sem qualquer motivo, arrombaram portas e destruíram interior, móveis e bens dos moradores. Para quê tanta selvajaria?
O comportamento desajustado, desorientado, desapropriado e tresloucado, assim como a falta de tacto, derivados da falta e de treino e de preparação adequados da polícia começam a tornar o simples facto da sua presença indesejável e gerador de distúrbios, quando o contrário se deveria verificar.
Como já várias vezes afirmado neste blog, não é culpa dos agentes, mas do minstério do interior, dirigido por um verdadeiro aldrabão nojento e incapaz, cuja inaptidão causa todos os distúrbios da ordem pública deste tipo.
Entretanto, esse responsável irresponsável por este estado de sítio, o judeu do interior, diz que confia na incompetência da PSP e da GNR e que vai aumentar o seu número de mais mil agentes. O animal bestiago nem fala em ensinar os agentes, em treiná-los a como se comportarem em casos de perigo ou de provocação nem a serem simplesmente capazes de lidar com pessoas e como pesoas, em lugar de serem eles os provocadores e autores da desordem. Desde as constatações publicadas neste blog, nada foi até agora feito no sentido de moderar a situação caótica a que os governos deixaram chegar a polícia. Assim, só se pode ter agravado, como de facto aconteceu. Os agentes andam cada vez mais desorientados, sem estes auxílios necessários e ensinados a fazerem mal o seu trabalho.
Pelo menos não os transformem em assassinos e tirem-lhes as armas até que sejam ensinados a se comportarem condignamente e não como autênticas bestas selvagens.
Tal como se passou com os trabalhadores portugueses, que os sindicatos levaram a greves desnecessária e sem utilidade, quantas vezes por motivos que não mais valiam que uns centavos. As greves que seriam necessárias e que nenhuma foi feita seriam aquelas que lhes garantiriam o trabalho no futuro. A preparação profissional a que se destinaram os fundos europeus de coesão, mas que os governos do Cavaco roubaram e extraviaram, provocando o estado actual de miséria nacional. O Carvalho da Silva reconhece agora, mas tarde de mais. Não contente com isso, nos finais do seu mandato, o Cavaco diminuiu as vagas para medicina, que evidentemente resultaram na enorme falta de médicos que agora se sofre.
Assim como os sindicatos dos trabalhadores jamais fizeram greves adequadas às suas verdadeiras necessidades, o mesmo se passa com os estúpidos da polícia.
Afinal, a um povo extremamente desinformado, consequentemente ignorante e atrasado, é-lhe escondido como se diminuiu a criminalidade nos países onde ela é menor, não dá votos. Em seu lugar elogiam-se procedimentos selvagens, de gentes de baixos valores e sentimentos, que tão bem se adequam ao Portugal de hoje e que, por isso mesmo dá votos. Graças a isso, o Paulo Portas tem conseguido facilmente sacar votos àqueles que rouba e espolia para dar aos que menos precisam. De modo idêntico, o Rui Rio chegou a presidente da câmara por instigar o povo contra os mais de 50.000 miseráveis e sem trabalho que tem na área do Porto e fomentando o racismo a que alguns ainda chamam de bairrismo.
Estamos rodeados de ignorantes como nunca, fabricados por jornaleiros bastardos e de que a corrupção política se serve para continuar a roubar.
Comparem-se as constatações sobre o estado da polícia há já um bom par de anos, publicadas neste blog, com o que se passa hoje e conclua-se o que os governos têm feito para melhorar ou piorar a precariedade deste estado.
Até quando teremos que tolerar a corrupção política apenas competente na fabricação de leis que lhes permitam o roubo com impunidade? Até quando viveremos neste sistema de governantes e deputados sem legitimidade, em que os eleitos são sistematicamente substituídos por outros militantes não eleitos? Que porcaria é esta a que só vigaristas ou atrasados mentais chamam democracia? Conheça o que se passa.
A culpa é de quem permite e cala.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: 3º mundo, Desinformação, Polícia, Pseudo democracia
O Procedimento da Polícia
Parte II
E-mails curiosos ou talvez não? (1) eu escrevo as minhas opiniões quando quero e no meu blogue, não comento textos encomendados para mim!, (2) Chega de tentativas de controlo e de busca de opiniões pessoais irrelevantes. (3) Sei muito bem o que fazer, não preciso de reeducadores Nota: Após estes acontecimentos, o autor da reenvio repetido da mensagem original, a que juntou os seus comentário e outros endereços. mudou o seu blog quase completamente de um dia para o outro incluindo o tema de base. Eliminou os posts que não correspondiam ao novo tema e juntou outros. Um exemplo dum post apagado constata-se numa referência que ele lhe fez num comentário que deixou num outro blog, o sexto. Continha um texto de Bagão Félix, intitulava-se «Degradação Grave, Cada Vez mais Perigosa» e ainda um elogio à sua boa obra. Aquele que só não destruiu a Segurança Social na sua totalidade, pior do que o actual governo, apenas porque não teve tempo. Na altura desta redação ainda lá se encontra, mas o autor dum comentário pode apagá-lo, deixando apenas uma marca que o dono do blog pode eliminar.
Espantosas artimanhas e comportamento inqualificável.
Curiosamente, dentro de pouco tempo alguém acrescentou várias frases à mensagem e muitos outros endereços e começou a reexpedi-la repetidamente. Pelo seguimento veio a saber-se que a intenção era exasperar os recipientes para lhes provocar comentários de reprovação.
A mensagem teve, então, algumas respostas, tanto de incertezas como de aprovação e até de desaprovação, queixando-se do número de mensagens repetidas recebidas. Os reenvios repetidos, assim como as frases apostas foram da autoria dum bloguista que costuma enviar publicidade sobre o seu blog e que diz Não podemos ficar apenas à espera, impávidos e serenos, que nos venham resolver os problemas (Correio da Manhã de 19-3-2007), que se apresenta como um aposentado da PSP e ex-militar dos Comandos. Dsse ele, mas evidencia desagradar-lhe sobremaneira que outros o façam, caso o sentido seja contra as suas ideias. As frases acrescentadas à mensagem demonstravam um descontentamento e uma fúria ridícula que, não fora a gravidade da situação de abuso do autor da mensagem original e dos recipientes, seria irrisória. Uma marcada oposição ao teor do texto que recebera, usando expressões como que se transcrevem, as quais acoplou à mensagem original, que quem as recebeu as reconhecerá, e reexpediu inúmeras vezes:
Porém, a mensagem era uma informação, não dizia a ninguém para responder nem para comentar, não demonstrava controlar o que quer que fosse, não pedia qualquer opinião, nem este blog tem qualquer vocação pedagógica. Também não escreve as suas opiniões apenas no seu blog, posto que os comentários nos blogs dos outros também o são. Parece que este senhor, manifestamente, não só aprova a situação de desgraça em que a polícia se encontra, como defende as políticas que a criaram e têm assim desgraçado este país baseadas na corrupção da ganância de políticos indignos. Vendo um pouco mais profundamente, verifica-se que nunca contestou nada que pudesse pôr em causa o sistema actual oligárquico a que os oligarcas e apoiantes alcunham de democracia. Uma busca sucinta no seu blog, usando o sistema de busca na barra do blog, revela nem que fez qualquer menção ao caso do Prof. António Balbino Caldeira, nem ao caso do Prof. Charua, nem ao caso da OTA, nem sobre a miséria dos serviços de saúde ou das reformas, nem as reformas milionárias que a corrupção permite a certos privilegiados ilegítimos, nem aos ordenados abusivos de cargos oficiais ocupados por parasitas. Nunca fez a mínima referência aos problemas sociais e às desgraças que pesam sobre o país, nem qualquer abordagem a sujeitos que tanto têm afectado a população, como podemos ler em tantos blogs politicamente honestos. Todavia, defende as ideias de Bagão Félix, que só não destruiu a Segurança Social por completo porque não teve tempo, como se pode verificar nos seus posts.
Há uns meses viu-se forçado a sair do blog A Voz do Povo por incompatibilidade de ideias com os outros colaboradores. Aparenta ser um bufo que se serve dos nomes das honrosas instituições que serviu em seu proveito. Um indivíduo que representa aqueles a quem se deve a continuidade do estado actual do país por o aprovar. Como os políticos, pelo que não pode ter cara para criticar os exemplos que segue. Comenta nos blogs dos outros, mas no seu nada escreve sobre estes assuntos preocupantes. O seu blog é a antítese de outros blogs honestos, como o Do Mirante, O Anarquista ou o Filhos de um Deus Menor, onde os seus autores têm exposto nobremente e com dignidade todos os casos acima referidos e muitos outros mais.
O indivíduo em questão mentiu da forma mais abjecta, que é a de juntar as suas mentiras às verdades dos outros, além de ter juntado muito mais endereços ao e-mail original. É um anti bons princípios e Direitos Humanos.
Uma das mensagens recebidas das pessoas que suportaram a louca matracagem de mensagens repetidas veio confirmar peremptoriamente a pungente autenticidade a actualidade do texto da mensagem, assim como o deste artigo. A que se segue é a segunda recebida duma dessas pessoas.
Boa noite, mais uma vez, meu caro Leao Pelado...
Bom, li atentamente a sua resposta e procurei bem nos pontos que referiu.
È bom, que se possa dialogar e chegar a um consenso de ideias, mesmo que vindas de partes opostas, se encontrem e dai resulte um entendimento.
Creia, que me revolta ( e acho que deixei isso bem expresso no meu texto), a má ideia que a maioria da população tem das nossas forças policiais.
Creio que sabe também, que a familia dum militar, policia, GNR, o que seja, esta sujeita igualmente a um enorme stress. O facto dos policias estarem desmotivados, reflecte-se muitas vezes, no seu desempenho dentro e fora dos aquartelamentos.
Por isso, já não me espanta, quando um polícia, pura e simplesmente, comete um acto tresloucado e mata alguém, esmurra o vizinho e depois, mata-se a ele próprio.
Imagina, porventura, as pressões internas a que eles estão sujeitos? O ratio de multas que têm que realizar por mês? Porque senão, o comandante do posto, é chamado e é-lhe perguntado o porquê da ausência de multas.........
Sabe, por acaso, que no posto do meu marido, as ratazanas, convivem diariamente com os militares?
E pagam bastante por um aluguer num posto com essas condições, quando têm terreno cedido para fazer um posto de raiz há já uns bons anos?
Sabe que o mesmo posto serve "á vez" com outro posto doutra freguesia, e que de noite só fica UM (1) homem de serviço?
Sabe que há cerca de 1 ano, aquando duma época de tensão por causa de uma onda de assaltos, pediram armas mais modernas que as emperradas G3 e mais 1 viatura, além de homens. Pois, reformaram-se 3, entraram 2, sendo logo 1 despachado para a secção de cinética. As armas, sim, vieram. Cerca de 3 meses depois foram retiradas. Onde estão? Não sabem. Possivelmente em Lisboa. Carros? Os mesmos, Jeeps velhos, e só um ligeiro, mais novo, mas que não chega. E o meu marido muitas das vezes faz 16 horas seguidas. O que é absurdo e irregular.
Faltavam-lhe 3 anos para a reforma. Conta tempo da tropa. Pois, ficou agravado. Agora só daqui a cinco anos.
Não chega?
Meu caro senhor, eu sei que estamos num pais de corruptos. Mas não me venham dizer que a policia é corrupta, porque aceita tudo. Aí vamos por 2 caminhos. Se há corrupto, há corruptor. E o que se espera, quando um simples trolha, ganha mais que um agente da autoridade, tendo este mais responsabilidades?
Adianta, sim. Adianta fazermos queixa, mas uma queixa consciente e directa aos meios certos.
Adianta, se as forças armadas TODAS UNIDAS se revoltassem. Mas.....há a repressão, no é mesmo?
No entanto, continuam a dar o seu melhor, com a revolta no coração e o desalento na voz, quando um camarada é injustamente condenado. Veja o caso dos Sargentos.
As FAP.....um bom sítio onde se pode dizer que o dinheiro esta esbanjado de qualquer maneira. Material comprado a peso de ouro, já obsoleto, metido ainda como veio. Em caixotes, por montar.
O que os Americanos nos impingiram. O lixo que não quiseram.
E os contratos que fazem, com os recrutas.......formam muito bem pessoal, pagam muito mal, depois admiram-se que eles desandem e desmotivem.
Também, e muito pessoalmente, quanto a mim, tivemos uma aberração como ministro da defesa, não é?
E vamos tendo aberrações como ministros de saúde e educação..........
Por falar nisso, estou a braços com uma cruzada entre a DREN, a Segurança Social e a associação de Deficientes autistas.
Tudo porque são Ministérios diferentes...... e ninguém quer ficar sem a migalha do bolo. E com isto prejudica-se crianças que poderiam desenvolver com uma boa orientação e outra formação.
Estou amarga, sim, meu caro. Amarga, porque isto é o País que me forçaram a viver, a aceitar. Porque era e quis continuar a ser Portuguesa. Porque fui habituada a cantar o hino e saudar a bandeira nacional.
Sobretudo, fomos, eu e meu marido (os filhos nasceram cá) vitimas duma descolonização maldita, que nós não queríamos e nos impuseram.
Vi, aos 17, 18 anos, massacres e ódios, que muitos veteranos de guerra, nao conheceram.
Revolto-me porque quais animais amestrados, os nossos governantes por medo das represálias, não recebam um lider espiritual, anti-violência, enquanto batem palmas a um monstro na Cimeira dos Paises Africanos, um nome que me dá vómitos só em o pronunciar: MUGABE.
Esse sim, esse chacina, decapita, mata e rouba. E leva o povo dele á extinção e á miseria, ao desespero pela fome. Eu conheci a Rhodésia (Zimbabué) do antigamente. Nao vi miséria, antes pelo contrario. Só me incomodava o apartheid, como o da South Àfrica. Em Moçambique, não tínhamos isso e creia-me, éramos bem mais livres que o pessoal de cá e do que agora.
Acho que me alonguei. E divaguei. Desculpe. Realmente e com razão, constato, depois de ler o seu blog atentamente, que temos ideias muito semelhantes em vários pontos.
O facto de lhe ter dito que muitas vezes nem leio, deve-se ao facto de receber um sem nº de mails políticos que me são enviados de todo o lado (nem sei bem como têm acesso ao meu mail) e estar tão saturada de politica, que só de saber que é politica, já os ponho de lado.
Gostaria sim, de transmitir uma boa imagem do país aos meus filhos e amigos que estão no estrangeiro. Não consigo.
Não vejo a ponta da corda, a luz que falta no fundo do túnel. Não vejo alternativas.
O meu filho foi para as FAP por convicção, vontade própria. Foi com lágrimas que assisti ao juramento de Bandeira dele. È com lágrimas que vejo um país a afundar. E o facto de me sentir impotente para mudar algo.
Porque há uma "manta abafadora" que impede.
Há muita coisa a ser dita e feita sim. Como, e começar por onde?
Uma coisa é certa, gostei de "dialogar" consigo. Vejo que é uma pessoa correcta e não daqueles politicozinhos com que nos cruzamos a cada esquina. Estava errada no precipitado juizo que fiz e peço desculpa.
Um abraço e fico aguardando um resposta e....dias melhores.
Conclusão. O caso da polícia é muitíssimo grave e a corrupção continua a agravá-lo. Não muito divergente, tendo em conta as diferenças de contexto, passa-se com as forças Armadas.
Autor:
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Tópicos: Corrupção, Destruição, Direitos Humanos, Polícia
O Procedimento da Polícia
Parte I
O Blog enviou ultimamente uma mensagem as suas relações da Internet sobre o procedimento da polícia e as suas verdadeiras causas. A maioria das pessoas culpa a polícia e a Guarda Nacional Republicana pelo seu comportamento. Agressões pessoais, espancamentos, brutalidade, falta de civismo, abuso de autoridade, caça à multa, etc. mas esquece-se sempre de mencionar o que provoca estes acontecimentos lamentáveis. Tanto os políticos como os coniventes jornaleiros o ocultam com esmero. Nota: Esta comunicação não anuncia nenhum artigo ou post num blog, não é uma auto-publicidade e apenas refere uma publicação num jornal, links para relatórios oficiais da AI e da HRW e um texto antigo mas actual, todos bem descritivos da situação que se vive com a polícia e porquê. Da Amnistia Internacional ...... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.
Com efeito, qualquer polícia de qualquer país, seja o mais avançado ou atrasado como em Portugal, actua sob pressão. Isto é lógico, normal e óbvio. O que não é lógico nem normal é que aqueles que formam a polícia – aqueles a que pseudo modernistas iletrados chamam elementos, como se de um elemento químico se tratasse – não tenham a preparação adequada para lidarem com os seus próprios instintos. Ninguém nasce ensinado e os agentes de segurança devem ser ensinados, treinados e preparados de várias formas para o exercício competente das suas funções. Tanto física como mentalmente (psicológica e civicamente); adequado uso das armas, modo de actuar, etc.
Muito se fala na falta de meios, sempre mencionando os logísticos, deixando de lado os principais, os do fim do parágrafo anterior. Menosprezando a causa principal por completo, raramente se recordam as condições de vida dos “elementos”, as depressões psíquicas, a tensão criada nos seus lares ou na sua solidão. A gravidade e o número destes casos são extraordinariamente altos segundo as poucas averiguações levadas a efeito.
A grande maioria vive na pobreza e na miséria enquanto a máfia política esbanja, recheia a sua conta bancária e aumenta o seu património roubando o estado ou em negociatas pós-eleitorais com construtores e outros. Esta situação financeira obriga-os a cair na ilegalidade para suprirem as suas necessidades, como a descida ao mundo da corrupção, do roubo e do tráfico de estupefacientes, do crime. Não são humanos como toda a gente? Se sim conhece-se bem que os países com as populações mais miseráveis são aqueles que têm mais criminosos. A cantiga dos neocons de pôr mais polícia na rua para evitar esse crime já está gasta e podre. Todavia, continua a impressionar incautos e outros de imaturidade política. Não estamos nos EUA.
O que aconteceu com a polícia foi o mesmo que tem acontecido com tudo neste país que se tornou miserável. A polícia não é corrupta, foi corrompida pela máfia política, reduzida ao mais miserável estado selvagem. A destruição desta instituição acompanhou a destruição das outras em paralelo. Se ela tivesse escapado seria de pasmar.
A mensagem citada no início deste artigo, referindo-se ao estado lamentável em que a polícia se encontra, continha um artigo da jornalista Sónia Graça, do Sol, anexado, e tinha o texto que se segue,.
Como procede uma polícia incapaz, por falta de formação para actuar eficientemente e simultaneamente se comportar de acordo com os mais elementares princípios democráticos mundialmente reconhecidos?
A resposta é mais simples que o que se poderia prever: A polícia actua da maneira que todos nós bem conhecemos e ainda como consta nos relatórios da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch.
Detalhando um pouco, são espancamentos nas esquadras e nas ruas, tortura, decapitação de um interrogado, etc. Andam aos tiros pelas ruas como num western de tresloucados. Comportam-se como que com problemas mentais e sabemos que muitos, infelizmente, os têm mesmo. Como não têm capacidade de investigação, tentam arrancar confissões à cacetada. E ainda infringindo todos os regulamentos, como estacionando (estacionar não é parar) conscientemente sobre locais bem assinalados de proibição para até parar e mesmo sobre passagens de peões, o que é considerado crime em países civilizados. Param as ambulâncias por tempo suficiente para o socorrido morrer (mais de vinte minutos, na semana passada), perseguições desautorizadas em veículos não identificados, etc., etc.
Presentemente, circula nos EUA a informação de que a acusação do casal McCann se baseia sobre um ADN que poderia ser proveniente de qualquer pessoa da família e não exactamente da filha. Acusam a polícia Judiciária de querer arranjar um bode expiatório a fim de reabilitar da desconsideração geral internacional por incompetência, não apenas do ponto de vista do RU.
Mas o que é que se passa com a polícia? Nunca esquecer que este estado, tal como a quase totalidade dos males e dos problemas se deve unicamente à contínua falta de preparação geral e especial dos agentes, os quais, em consequência, se devem considerar como inocentes objectos de execução das graves faltas que praticam originadas na corrupção política. São estes últimos os verdadeiros responsáveis, tanto pelas pequenas e ridículas asneirolas como dos assassínios, cometidos por todos os agentes de polícia.
No artigo do ficheiro em anexo, da autoria da jornalista do Sol, Sofia Graça, dão-se exemplos da actuação da polícia condenados por tribunais. Conhece-se também como actuar em caso de se ser vítima dum caso idêntico.
Este artigo é enviado por se considerar de grande interesse para todos e em especial para qualquer pessoa que conduza um veículo.
Em todas as irregularidades cometidas por agentes da polícia devem identificar-se o/s agente/s, participar o acontecimento ao comando nacional e apresentar queixa judicial. Devido às prevaricações serem tão comuns e frequentes, de algum modo recairão nos chefes responsáveis. Se se estiver à espera que seja o vizinho ou o próximo a fazê-lo a situação não mudará e não teremos qualquer razão em nos queixarmos: dormimos na cama que fazemos.
Links para os relatórios oficiais:
Da Human Rights Watch ....... 1, 2, 3.
[Este artigo termina em breve, de forma singular, na Parte II]
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Mentiroso
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