Blog do Leão Pelado



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Colaboradores:

A. João Soares, Aruangua, J. Rodrigues, Sapiens, Mentiroso



Colonizados no seu Próprio País

A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.

No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.

Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.

Daí, substituiu-se a expressão correcta de Península Luso-Ibérica por Península Ibérica e para contentamento do povo selvagem vizinho, começou a chamar-se Ibérico a tudo o que estivesse na península ou que com ela se relacionasse. Errado, pois que nada temos a ver com os Iberos. Até os laços entre iberos e castelhanos – estes geograficamente situados de permeio – são relativamente ténues, visto os primeiros terem ocupado, histórica e arqueologicamente, uma região limitada ao Leste da península, como se pode ver neste mapa na Wikipedia (mapa 1), tendo-se posteriormente alongado mais para o Sul (mapa 2 e mapa 3).

Como se pode verificar, os lusitanos e os iberos nem fronteiras comuns alguma vez tiveram.

A história das áreas ocupadas é muito complicada devido às inúmeras invasões de povos do exterior, pelo que a sua descrição se estenderia imenso e pouco adiantaria à finalidade do presente artigo.

Com efeito, os Portugueses não têm nem jamais tiveram qualquer relação, sanguínea ou de vizinhança, com os iberos, donde o nome correcto da península só pode ser como atrás mencionado. Já teve outros nomes ao longo da história, mas deve ser esse o nome moderno por corresponder aos dois estados que actualmente a ocupam. Mais uma vez se destaca a bestialidade dos pedantes animais desinformadores nacionais. Só podem haver duas causas pelo seu procedimento: (1) pura ignorância e estupidez ou (2) intenção premeditada de enganar, mentindo.

A consequência de qualquer dessas causas é a admissão das empresas espanholas que vêm sacar o dinheiro aos portugueses e a venda dos produtos de baixa qualidade de sua fabricação, contribuindo efectivamente para o seu empobrecimento. Alguns dirão que os produtos portugueses não são melhores. Isso é outra história e tem causas diferentes, mas nesse caso não seria preferível comprar doutra origem, se de melhor qualidade e por preço idêntico? Porque existe! Ou será a finalidade a de simplesmente escoar o lixo castelhano e enriquecê-los com a nossa miséria?

Estamos a ser economicamente colonizados pelos castelhanos, fruto das ideias do traidor Mário Soares e desses monstros que em lugar de nos informarem nos mentem e enganam. Estamos, todavia, a ser colonizados por outras gentes, de modo diferente: culturalmente e parasitariamente.

Os imigrantes improdutivos admitidos, assim como outros parasitas, estão todos a viver à nossa custa, recebendo o Rendimento Social de Inserção que lhes é atribuído por leis contra a restante população e por assistentes sociais irresponsáveis que nem verificam se os muitos que dele auferem não precisam. A propósito deste direito ao RSI, veja-se este artigo de outra autoria.

Somos colonizados por gentes que em nome das suas liberdades, que não devem ser contestadas, nos querem impor as suas culturas, geralmente atrasadas e desumanas disfarçadas. Em lugar de se adaptarem ao país em que vivem, pretendem colonizá-lo, tentando adaptar os autóctones aos seus costumes, geralmente bárbaros. A este propósito, transcreve-se aqui parte dum discurso feito há algum tempo pelo primeiro-ministro da Austrália, John Howard, dirigido aos muçulmanos que lá queriam viver sob a lei da sharia.


Os imigrantes não australianos, devem adaptar-se. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.

A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!'

A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.

Este é o nosso país, a nossa terra e o nosso estilo de vida. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: o direito de partir. Se não são felizes aqui, então partam.

Não vos forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.



Tolerância exagerada e mal aplicada, como concebida em Portugal torna-se laxismo maléfico para toda a nação.

Entretanto, por motivo idêntico, um outro movimento anti-islâmico nasceu na Holanda, liderado por Geert Wilders e está a espalhar-se pela Europa. [Descrito pelo jornal The Australian (ou a tradução defeituosa do Google)] Devido aos abusos desses imigrantes a desadequada tolerância dos governos, este movimento pretende banir a imigração islâmica e está a alcançar os Estados Unidos e o Canadá.

O problema não é de ordem racial nem de anti-imigração na sua generalidade, mas visa os motivos sólidos e específicos nomeados pelo primeiro-ministro australiano. Note-se que a Austrália sempre foi terra de imigração e sempre recebeu a todos de modo igual e humanitário, reconhecendo-lhes os mesmos direitos dos australianos. Porém, nenhum povo tolera ser colonizado, seja duma ou doutra forma. Não se pode permitir que, em nome duma falsa humanidade, os nossos governos nos massacrem, permitindo que os autóctones sejam colonizados pelos imigrantes. Que sejam os que recebem a adoptar os costumes e as leis dos que são recebidos.

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Sócrates Elogia o Sistema Falido da Saúde
A Desgraça Nacional – Como e Porquê
Como se Estupidificou a População?

Sócrates elogiou o sistema de saúde nacional por ser igual para todos (notícias de 26-7-10). Que falsidade! O sistema de saúde nacional não é verdadeiramente universal nem segue as normas adoptadas nos países europeus que o fazem realmente igual para todos.

A saúde, como ela está em Portugal, não podia ser pior. Nos serviços do estado não há concorrência e os médicos desinteressam-se completamente por uma profissão que é humanitária, procurando os hobbies paralelos inexistentes nos países democráticos europeus. Por outro lado, esses hobbies minam o sistema. Por algum motivo os portugueses continuam a ter uma esperança de vida inferior.

Nos países europeus a saúde é garantida pelo estado, enquanto a maioria dos serviços são prestados pelos privados (mutuais bem controladas). Os estados, de acordo com as associações dos profissionais (ordens, etc.) estabelecem tabelas tarifárias pelos actos médicos, de enfermagem, de hospitalização e outros complementares. Todos os médicos e outros profissionais de saúde trabalham para o sistema nacional.

Cada pessoa escolhe o médico ou hospital que quiser e gera-se uma concorrência que só pode ser benéfica. Os hospitais, privados ou do estado, estabelecem os preços que quiserem para os serviços hoteleiros de internamento, mas NÃO naqueles para os quais exista o tal acordo tarifário. As pessoas são tratadas convenientemente, o que cá não acontece, salvo as costumadas excepções às regras.

Nalguns países, como em Portugal, os serviços de saúde estão em falência porque enquanto a procura subiu em flecha desde à volta do princípio da década de 1970, nada fizeram para acompanhar essa subida. Cá, ninguém fez nada, nunca, e o Sócrates foi a maior desgraça porque agora ainda precisa de mais intervenção do que antes devido à contínua pioria. Em lugar de transformar, reestruturar, modernizar e revitalizar, aplicou-lhe uma mezinha que nem poderia resistir a uma crise, como se constata.

Onde se evitou a falência adoptou-se por uma subida dos impostos para esse fim ou uma subida das quotizações individuais, consoante o método de financiamento. Porque – não metamos a cabeça dentro do barril – não há outra solução e todos devem ter direitos iguais.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O grande mal de Portugal (e de alguns outros países) é os impostos não terem destino especificado e os governantes poderem usá-los como lhes aprouver e sem qualquer controlo do povo. Um autêntico regabofe de descontrolo e de corrupção que só pode originar a ineficiência dos serviços e o aproveitamento desta precária situação pelos oportunistas e hobbies por exploração, assim como um descontrolo completo e a ineficácia do sistema.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O Sócrates deveria ter introduzindo as transformações necessárias, modernizando e financiando, copiando dos países cuja experiência resolveria os problemas nacionais. Devia ainda ter acabado com os hobbies e ter estabelecido um controlo efectivo que evitasses explorações e tornasse o sistema democrático, em lugar da fantochada que é.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

O impostor do Sócrates gaba-se de ter reestruturado o serviço de saúde, mas pelo que atrás se vê, nada fez de útil. Bem pelo contrário. Aplicou-lhe uma mezinha que não durou o tempo da sua legislatura e que só serviu de propaganda de marketing político para incautos. Aldrabão! Mantendo a situação ruinosa, deu oportunidade aos neoliberais anti-democráticos, oferecendo-lhes razão para contestarem sobre uma bandeja, aproveitando-se do descontentamento geral devido à falência na efectividade do serviço.

Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?

Devido à crise e à má organização, a agravação dos serviços de saúde e da Segurança Social só pode continuar a piorar. As esperas, as faltas de médicos e de todos os recursos vão piorar e em grande. Na posse desta fácil e lógica previsão, o novo PSD neoliberal – que a maioria dos apáticos crê ser o mesmo dos tempos antigos, mas que é quase o contrário, como testemunham as suas proposições e a maioria dos seus mais antigos militantes – teve a oportunidade de avançar com a ideia duma privatização, não como nos países democráticos enunciada acima, não, mas na pura e monstruosa intenção de liberalizar e oficializar os hobbies que roubam a população, enquanto aprofundando e alargando o fosso já grande entre mais ricos e mais pobres. É esta a democracia do actual PSD e do seu chefe de clã mafioso. Enganar o povo e empobrecê-lo roubando-o para dar àqueles a quem permitem o roubo, o todo sem o mínimo controlo.

Deste modo, o PSD começou por espalhar uma ideia contra a população em geral, por enquanto apenas levantando a ideia. Vai agora aguardar pacientemente o inevitável aumento da degradação do sistema devido à incompetência do Sócrates na sua imprescindível reforma. Quando o momento político chegar, o hipócrita do Pedro Coelho vai dizer: Eu não lhes disse que o sistema era insustentável e que devia ser privatizado, com expliquei? Chama-se a isto, literalmente, um hipócrita e sacana de maus fígados ao último grau, por infligir conscientemente o mal a toda a população que não possa pagar.

Pelo que se vê, o isco ainda agora foi lançado, a primeira parte. O seguimento será na altura de vantagem política para que a impostura possa vingar.

O sistema pode muito bem ser privatizado, sustentável, democrático e respeitar os Direitos Humanos como noutros países e lembrado acima, mas jamais do modo que esse ladrão-mor e assassino do povo propõe. O que o Coelho pretende implementar é uma diferenciação de classes em que os que têm mais dinheiro possam obter melhores serviços clínicos, uma grande machadada num sistema já pouco democrático. Passa por cima dos Direitos Humanos de que o direito à saúde faz parte integrante, como reconhecido por todos os países verdadeiramente democráticos e por todas as organizações de Direitos Humanos. Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos.


Classes

Havendo classes não pode haver democracia. Não obstante, a generalidade fala em classes. Logo, se fala admite a sua existência, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?


Pergunta-se:

  • Porque é que em Portugal só se copia o que está errado e no presente caso nem mesmo isso, por sermos um caso único na UE?

  • Qual é a vantagem para a população em ter dois serviços a preços diferentes, senão para criar classes nela, o que é absolutamente anti-democrático? Por demais, um serviço do estado como o actual não gera a concorrência necessária.

  • Em lugar de adaptar os sistemas comprovados democraticamente como eficientes, será melhor, como de costume, copiar-se tudo o que está mal nos países atrasados, apenas porque nos impingem as ideias?


Resposta a todas as perguntas

O mal, assim como o mal geral do país é consequente da população não conhecer como vivem, se comportam e actuam politicamente as populações dos países europeus avançados e democráticos (Espanha e Grécia, países também do terceiro mundo, não contam, nem pensar). Ninguém conhece as razões porque as populações de uns países vivem melhor que as de outros. Ninguém conhece como funcionam os serviços de saúde e de Seg. Soc. nos países europeus em geral, nem nos próprios países da nossa UE.


Porquê?

Conhecendo a desonestidade generalizada dos políticos, ninguém se admirará que eles ocultem maliciosamente estes factos de modo a poderem convencer os eleitores a votar nas suas ideias que eles sabem garantirem-lhes melhor os tachos do que um esforço em prol da população, cujo resultado só se verá depois das mais próximas eleições. A ganância do poder imediato é que conta para essa canalha.

O que é realmente de admirar é que aqueles cuja profissão é de informar a população o escondam, mintam, encubram, pasteurizem e manipulam as informações; que as encenem, dramatizem, gozem com a ignorância geral em que eles mesmos mergulharam profundamente a população com os seus métodos em que escolhem o que hão-de contar segundo o seu critério e não a sua obrigação profissional.

Pelo seu comportamento e consequentes resultados, só podem ser eles os primeiros culpados do estado de ignorância geral do país. Tiraram ao povo a capacidade de reflectir naquilo que desconhecem por não terem sido mantidos ao corrente. Mais do que os políticos, arquitectaram assim a desgraça nacional.

A população encontra-se num tal estado de profunda estupidificação por influência da jornaleirada rasca e imunda, que chegou ao ponto de crer que a proposta do Coelho possa salvar o sistema sem prejuízo de acabar definitivamente com a democracia coxa das duas pernas que existe. Esta opinião errada só pode prevalecer pelo desconhecimento completo de como funciona um sistema de saúde privado rigidamente controlado pelo estado em países económica e democraticamente avançados. Pelos que se constata, raros o conhecerão.

Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?


Adenda

Uma opinião que caracteriza a jornaleirada de hoje, em que os nacionais não são únicos mas no que têm uma alta classificação, foi definida num livro de Andrew Oitke, Prof. catedrático de Antropologia na Universidade de Harvard:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»

Mais sobre o assunto poderá ser lido num post do blog Democracia em Portugal?

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Ignomínias de Gananciosos e Impostores

Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.

Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.

Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.

Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.

Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.

O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.

Se tirarmos o motivo único destes ataques de ambos os lados – a ganância e o roubo impune – nada fica de útil. Estamos num país sem igual na Europa, onde os mais favorecidos ganham seis vezes menos que os outros, ou vice-versa. Alguém ouviu algum partido ou jornaleiro dizer ou fazer algo para fechar o fosso? Alguns dos últimos aludem por vezes, envergonhadamente, mas para eles não dá para os scoops da coxinha com música de pranto ou outros com maior encenação.

Ou melhor, sim, houve dois que apontaram a essas diferenças tão exageradas. Um foi o Pedro Coelho a gozar a população com uma proposta quase envergonhada de diminuir os ganhos dos que mais auferem em 5%. Gozar, porque entre 5% e seis vezes, apenas no seu ver de ganancioso, pode ser adequado. Não obstante, ainda ontem se ouviu na Lavandaria Nacional um alarve apregoar que os portugueses podiam contar com o PSD. Viu-se e continua a ver-se como.

O outro que condenou as diferenças exageradas foi o Hernâni Lopes, um velho que, por o ser, por se ter retirado da luta partidária e por já não ser atingido por qualquer medida do dessa ordem, alvitrou mesmo reduções de 30%, muito mais justas.

O esbanjamento do nosso dinheiro pelas associações de criminosos tem de acabar. Mesmo que difícil quando os mais altos cargos da nação estão ocupados pelo pior primeiro-ministro de sempre, e pelo segundo pior. Aquele que permitiu o roubo dos fundos de coesão que deveriam ter preparado o país para enfrentar o futuro; e o aldrabão e vigarista que o tem secundado com na destruição do país. Pior é só não haver quem os substitua. Que desgraça!

Após a ordinária e pulha da Manela Leiteira temos um velhaco finório bem treinado em sonsice. Diga-se em abono da verdade, que se os portugueses tiverem capacidade para discernir – e até agora tem-se provado o contrário – tudo é preferível à bruxa que ele substituiu. O grande mal do Coelho é apenas ser um extremista em neoliberalismo, o que implica o inexorável aumento do fosso entre mais ricos e mais pobres e um maior afastamento democrático da Europa em prejuízo dos últimos. Tirar aos que menos têm para dar aos que mais têm. Estranho, que os raros que se encontram no meio possam continuar que jamais serão atingidos, mesmo com o que nesta altura presenciamos.

Calma, estamos ainda longe do fim e muitos deles irão ainda ficar desempregados. Os partidos nada farão senão utilizar esta questão incontrolável para propaganda. O governo mostrará que fez muito e bem e a realidade dirá se sim ou se não consoante a miséria aumente pouco ou muito, embora um aumento seja inevitável. Os outros esperam pelo aumento para acusarem, mesmo se ele for relativamente pequeno. Não é uma previsão, é a própria lógica mesmo, a sequência dos factos aliada ao conhecido procedimento das corjas. De qualquer modo, não terão grande dificuldade em derrotar o governo, visto tradicionalmente nenhum consiguir ultrapassar uma crise financeira que aumente muito a miséria nacional.

Pelas ideias, idiotas mas prenhas de malícia, com que nos bombardeiam, pode deduzir-se sem margem de erro que, à parte as diversas seitas mafiosas a que pertencem, os métodos das oligarquias são absolutamente idênticos, tentando manipular os casos à medida das suas conveniências consoante forem aparecendo e de que lado o vento sopre. Apenas se preocupam em mentir para atraiçoar os que, estupidamente, continuam a votar neles. O seu procedimento é análogo ao de qualquer associação de criminosos.

Estes métodos são, ainda assim, compreendidos por um certo número a quem repugnam e provocam desinteresse e abandono do voto. Vêm a inutilidade da escolha e abstêm-se. Não é todavia assim que se conseguirá virar o bico ao prego. Há que martelar no prego com força e acerto. Há que dominar a besta, pôr-lhe açamo, rédea curta, fazê-la passar fome e chicoteá-la, coisa que nem aos animais de carga se deve fazer, porque esta besta que nos rói a alma e a carne, ou a dominamos mesmo ou ela nos deixa com os ossos limpos de cerne e de pele. Procedamos antes que até o tutano nos chupe, que depois já não haverá salvação. Se a bem não for possível, a mal terá que ser. Assim é que não se pode continuar.

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O Nascimento e a Subida do Racismo em Portugal e o Crime Importado

Ao longo de todos os séculos da existência de Portugal não foi registado racismo no território metropolitano, e os casos coloniais foram entre os mais benignos no mundo e sem qualquer comparação com o que se passou com outros países colonizadores.

Nos EUA massacraram-se os índios e encurralaram-nos em grandes campos de concentração a que chamaram reservas. Na Austrália caçavam-se os autóctones e os cangurus enquanto se exterminavam várias raças de animais marsupiais. Os franceses também ficaram bem conhecidos pelas suas atrocidades na África Ocidental.

Não é todavia possível qualquer comparação aos crimes raciais, às exterminações e genocídios completos de que nem um descendente escapou, perpetrados por Castela em nome de Deus. Para eles eram comuns as torturas de queimare e despedaçarem as pessoas vivas, os crimes horrendos de rebentarem as cabeças dos recém-nascidos contra as fragas, o desventramento, sobretudo das grávidas, a quem arrancavam os fetos. Tudo crimes que só podem ser cometidos por gente com os mais hediondos sentimentos da mais pura selvajaria. Nem os mongóis dos Khans do séc. XIII, que ficaram conhecidos na história como um povo bárbaro, se lhes aproximaram, de perto sequer, na perpetração de tais crimes.

Nada disto se passou com as gentes deste país. Quando os primeiros reis conquistaram o sul da Lusitânia aos mouros, estes foram tratados com deferência; não foram expulsos nem as suas terras lhes foram extorquidas. D. Afonso Henriques, frequentemente em guerra, ficou também conhecido pelas boas relações que, em tempos de paz, tentou manter com os seus vizinhos de sul e sudeste.

Nem quando, no séc. XVII, em Lisboa e arredores, assim como nalgumas outras áreas do país existiram grandes colónias de africanos. Escravos que fossem, eram tratados com grande humanidade relativamente à época.

Não obstante, o caminho para o racismo foi aberto pelos responsáveis da maioria das desgraças do país por manterem a população em profunda ignorância, seja por falta de informações necessárias ao conhecimento geral e do mundo, seja por fabricação, manipulação, encenação de notícias exageradamente enquanto as necessárias e de maior interesse são ocultadas. Mantém, deste modo, o povo à disposição de todas as vigarices da corrupção política.

Deste modo, assistimos à vulgarização de termos em todo o mundo considerados como agressivamente racistas, como o de chamar negros aos africanos em lugar de pretos. Em todo o mundo a palavra negro – negro ou niger, em inglês e négro em francês, por exemplo – é considerada como um dos maiores insultos racistas. Os próprios pretos usam a palavra preto entre eles, por ser uma cor e não uma raça. Os de língua oficial inglesa empregam mesmo o termo familiar «pretinho» (blackie). Em Portugal, a corja de falsos jornaleiros implantou, pois, o temo mais hediondamente racista – negro.

Quando vemos reportagens na televisão, os impostores jornaleiros raramente falham entrevistas a estrangeiros, sobretudo brasileiros e africanos, sem atenção a proporções e maiorias. Como se eles representassem a maioria da população, quando o número das suas intervenções deve ser, logicamente, relativa à proporção da população de cada. Ou seja, nestes casos, sobrepõem a opinião das minorias à das maiorias em assuntos gerais, não sobre assuntos específicos. O efeito produzido só pode ser aquele que se vê: o repúdio da população que resulta num aumento de racismo mais uma vez justificado e proveniente da mesma fonte.

O racismo em Portugal é, pois, algo novo e sem tradição como em Espanha. Todavia, os portugueses são hoje racistas. Por um lado impulsionados por políticos criminosos que inspiram o racismo com fins de pura ganância política, como o Rui Rio, por outro lado por políticas completamente desajustadas e singulares, evitadas por outros países para banirem o racismo, erro já provado pelas disposições tomadas em França logo aquando da importação de mão-de-obra magrebina na década de 1960 e que eles mesmos foram buscar aos seus países, sobretudo à Algéria, para prover ao desenvolvimento da indústria, sobretudo a de construção de automóveis.

Ergueram bairros para os albergar, separados das cidades que, mais tarde, foram despedidos das fábricas, devido à crise que os deixou a exportar os automóveis quase exclusivamente para as suas ex-colónias e outros países do terceiro mundo, como Portugal. Essas cidadelas de imigrantes, antes tranquilas, então sem dinheiro nem comida, transformaram-se em guetos de revoltados onde, cresceu o crime. Foram as sementes da grande criminalidade em França. Embora ainda haja quem se recorde das causas, o crime não pode ser aceite. Também não puderam devolvê-los aos seus países, pois que os próprios franceses os foram buscar e estavam todos perfeitamente legalizados. Os filhos dessa primeira geração ficaram franceses legítimos, de acordo com a lei caduca que dava a nacionalidade, automaticamente, a quem quer que nascesse no seu território. O estigma continua, porém, a pesar sobre os descendentes.

Já por mais de dois séculos que a Inglaterra tem sempre tido muitos imigrantes, sobretudo originários do império mas ainda alguns outros; mas a prática da França não tinha ainda acontecido. Embora a França tenha sido provavelmente o único país que foi buscar os seus imigrantes às suas terras, após esta experiência tão conhecida na Europa, outros países que tinham governantes dignos das suas funções tomaram medidas preventivas. Os mais preventivos limitaram o acesso a imigrantes em grande número, proibiram aglomerações residenciais, sobretudo para gentes da mesma origem, distribuindo-os pelo país e por entre os autóctones, sendo assim facilmente assimilados.

Em Portugal, poucas décadas após o erro francês, repete-se a mesma coisa. Se os franceses apenas cometeram um erro, ainda que de grandes proporções e resultados catastróficos, após essa experiência, os governantes portugueses cometem barbaridades profundamente crassas, só possíveis pelo seu desinteresse pelo país, pela incompetência e irresponsabilidade. Crimes políticos, dadas as suas consequências serem amplamente conhecidas.

Não contentes com essa autêntica bestialidade e abuso de poder governativo por decisões já conhecidas como péssimas no momento em que foram tomadas, encontraram ainda maneiras de fomentar o racismo. Como com quase tudo, forjaram leis idiotas que dominam o país e criaram o racismo. Admitiram a impunidade a vários criminosos, incluindo os imigrantes, segundo as estatísticas autores de mais de metade dos delitos cometidos no país. Transformaram um país tranquilo num antro de crime, num país sem lei, por uma inclusão mal concebida associada à admissão do crime impunido.

Os habitantes, fartos de sofrer assaltos e agressões em que os autores subsistem impunes, revoltam-se e tomam atitudes racistas justificadas pelas circunstâncias. Gangues de adolescentes bem graúdos, conscientes da sua impunidade, dominam o país e a justiça. Assaltam, roubam, agridem, impunemente.

Tal estado de sítio não é permitido nos países mais democráticos e avançados. Se os culpados são menores, os pais respondem por eles e sofrem as consequências. Se são adultos, são condenados e expulsos do país após o cumprimento da sentença, caso não sejam nacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro sobre este assunto?

Cá, ninguém é responsabilizado pelos seus actos. Em lugar disso manda-se uma polícia incompetente e sem formação que espanca todos a torto e a direito; homens, mulheres, crianças, culpados e inocentes; desvairados ao tiros, como num filme do far west. Destroem habitações e seus conteúdos sem conhecer de quem nem porquê. Um observador atento fica sem saber quais serão mais culpados, se os possíveis criminosos ou a polícia – ou melhor, os seus responsáveis.

Devido a este comportamento da polícia, Portugal continua apontado pelas organizações de defesa dos direitos humanos como um dos dois únicos países europeus que violam esses direitos, sendo o outro a Espanha, evidentemente.

É uma desorganização total montada por aqueles que roubam o estado em lugar de o organizar e por ele zelar. Responsáveis-irresponsáveis, criminosos impunes, tão impunes e mais responsáveis do que aqueles que provocam os distúrbios.

Os emigrantes que pretendam viver em qualquer país devem respeitar o país e os seus habitantes naturais e não roubá-los, massacrá-los e agredi-los. Se não quiserem aceitar estes simples princípios humanos, então que não venham. O crime não deve ser importado, mas expulso. O racismo montante não é mais do que a reacção justificada a estas acções selvagens. Há que impor respeito e ordem, se não a bem, então pela força. Os prevaricadores devem ser pesadamente punidos, mas nunca do modo que vemos a polícia actuar, o que só poderá agravar o que já está suficientemente mal.

Se nada se fizer, que se passará quando esses anjinhos crescerem?

Há quem, como o ignóbil Rui Rio, irrite os seus seguidores-servidores parvos contra o RSI. Esse nojento canalha quer matar os mais de 50.000 pobres da sua área à fome. Por outro lado, quanto ao assunto aqui exposto, verificamos que muitos imigrantes vivem a essas custas, quando noutros países, para o evitar, nem entram sem terem trabalho. Os emigrantes portugueses que o digam, que sabem como é. (Note-se que os europeus deixaram de ser emigrantes dentro da Europa.)

Que o controlo do RSI seja executado com o zelo merecido e se se verificarem erros de desleixe ou falta de coordenação da parte dos funcionários por isso responsáveis, que sejam punidos; façam-nos pagar o montante perdido pelo estado, rua com eles e substituam-se por gente que queira trabalhar. Faça-se justiça e ab-roguem-se as ideias neo-liberais que tiram aos que menos têm para dar aos que já os roubam. Simultaneamente, não se vote em partidos cujos chefes falsários anulem ou tenham anulado pedidos de referendos pelo povo apresentados no parlamento enquanto apregoam democracia. São os falsos humanistas, falsos defensores de minorias étnicas e falsos democratas.

É impossível deixar passar em branco a bruta e idiota decisão do Paulo Portas em mudar o nome do Rendimento Mínimo Garantido para Rendimento de Inserção Social. O segundo é uma classificação absolutamente falsa, pois que cada vez mais está a ser usado para auxílio permanente a pessoas cuja inserção jamais será possível, como os idosos e os salteadores do caso aqui tratado. Ridículo como o seu autor a extorquir votos nas feiras.

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Persistência da Selvajaria Policial

Na noite de 28 para 29-6-2010, a polícia tomou de assalto o Bairro do Asilo, no Monte da Caparica, ao tiro desorientado, espancando indiscriminada loucamente homens, mulheres grávidas ou não, a eito, tal como o bando de salteadores selvagens em que se tem tornado.

Assaltaram as casas particulares sem qualquer motivo, arrombaram portas e destruíram interior, móveis e bens dos moradores. Para quê tanta selvajaria?

O comportamento desajustado, desorientado, desapropriado e tresloucado, assim como a falta de tacto, derivados da falta e de treino e de preparação adequados da polícia começam a tornar o simples facto da sua presença indesejável e gerador de distúrbios, quando o contrário se deveria verificar.

Como já várias vezes afirmado neste blog, não é culpa dos agentes, mas do minstério do interior, dirigido por um verdadeiro aldrabão nojento e incapaz, cuja inaptidão causa todos os distúrbios da ordem pública deste tipo.

Entretanto, esse responsável irresponsável por este estado de sítio, o judeu do interior, diz que confia na incompetência da PSP e da GNR e que vai aumentar o seu número de mais mil agentes. O animal bestiago nem fala em ensinar os agentes, em treiná-los a como se comportarem em casos de perigo ou de provocação nem a serem simplesmente capazes de lidar com pessoas e como pesoas, em lugar de serem eles os provocadores e autores da desordem. Desde as constatações publicadas neste blog, nada foi até agora feito no sentido de moderar a situação caótica a que os governos deixaram chegar a polícia. Assim, só se pode ter agravado, como de facto aconteceu. Os agentes andam cada vez mais desorientados, sem estes auxílios necessários e ensinados a fazerem mal o seu trabalho.

Pelo menos não os transformem em assassinos e tirem-lhes as armas até que sejam ensinados a se comportarem condignamente e não como autênticas bestas selvagens.

Tal como se passou com os trabalhadores portugueses, que os sindicatos levaram a greves desnecessária e sem utilidade, quantas vezes por motivos que não mais valiam que uns centavos. As greves que seriam necessárias e que nenhuma foi feita seriam aquelas que lhes garantiriam o trabalho no futuro. A preparação profissional a que se destinaram os fundos europeus de coesão, mas que os governos do Cavaco roubaram e extraviaram, provocando o estado actual de miséria nacional. O Carvalho da Silva reconhece agora, mas tarde de mais. Não contente com isso, nos finais do seu mandato, o Cavaco diminuiu as vagas para medicina, que evidentemente resultaram na enorme falta de médicos que agora se sofre.

Assim como os sindicatos dos trabalhadores jamais fizeram greves adequadas às suas verdadeiras necessidades, o mesmo se passa com os estúpidos da polícia.

Afinal, a um povo extremamente desinformado, consequentemente ignorante e atrasado, é-lhe escondido como se diminuiu a criminalidade nos países onde ela é menor, não dá votos. Em seu lugar elogiam-se procedimentos selvagens, de gentes de baixos valores e sentimentos, que tão bem se adequam ao Portugal de hoje e que, por isso mesmo dá votos. Graças a isso, o Paulo Portas tem conseguido facilmente sacar votos àqueles que rouba e espolia para dar aos que menos precisam. De modo idêntico, o Rui Rio chegou a presidente da câmara por instigar o povo contra os mais de 50.000 miseráveis e sem trabalho que tem na área do Porto e fomentando o racismo a que alguns ainda chamam de bairrismo.

Estamos rodeados de ignorantes como nunca, fabricados por jornaleiros bastardos e de que a corrupção política se serve para continuar a roubar.

Comparem-se as constatações sobre o estado da polícia há já um bom par de anos, publicadas neste blog, com o que se passa hoje e conclua-se o que os governos têm feito para melhorar ou piorar a precariedade deste estado.

Até quando teremos que tolerar a corrupção política apenas competente na fabricação de leis que lhes permitam o roubo com impunidade? Até quando viveremos neste sistema de governantes e deputados sem legitimidade, em que os eleitos são sistematicamente substituídos por outros militantes não eleitos? Que porcaria é esta a que só vigaristas ou atrasados mentais chamam democracia? Conheça o que se passa.

A culpa é de quem permite e cala.

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O Culto da Desinformação

Uma autêntica campanha de desinformação é desde há décadas levada a efeito pelos nojentos pedantes que pomposamente se intitulam de comunicação social, nome que por si só mostra a enorme e brutal impostura com a perversa intenção de enganar todo o mundo. É um nome que faz rir francamente todo o cidadão de qualquer país democrático após ter aberto a boca de estupefacção, pois que imediatamente revela o pedantismo, a arrogância, o embuste e a falta de democracia encerrados numa tal expressão.

Isto não nos contam esses pedantes energúmenos e têm-nos sistematicamente escondido como se vive ou governa em países democráticos; como se dominam os animais políticos e se lhes proíbe a corrupção de modo vigiado; como se lhes impede a promulgação de leis que a população rejeita massivamente; como os políticos não estão acima da lei, não têm privilégios de imunidade e não ficam impunes; como funcionam os sistemas de saúde e de segurança social; como as universidades e os estudos em geral estão organizados, nem como funcionam os estágios em todo e qualquer curso; como os serviços de saúde tratam as pessoas (até na rasca Espanha procedem quase normalmente neste assunto) e porque há pacientes que agridem os funcionários da saúde.

Os noticiários da televisão em Portugal duram cerca de uma hora: incrivelmente longos! Após as notícias ou com elas entremeado, apresenta-se longamente futebol por desporto (nos outros países não passa de uns instantes ao fim dos noticiários) e apresentam-se reportagens de carpir, a «história da coxinha», anúncios de programas e outras tretas do género que nada têm a ver com notícias. As verdadeiras informações de interesse nacional e vital, necessárias à população, sobre os assuntos citados no parágrafo anterior e outros do género, são maldosamente escamoteadas, mantendo a população que não se informe por outras vias – o que é um pequeníssimo número – numa profunda ignorância sobre assuntos da mais alta importância para a sua vida.

As notícias são programas de coscuvilhices, lixo. Em vez de informar atiram-nos com toda a banha da cobra dos políticos corruptos. Não há país que dedique tanto tempo a essas bandas (em Portugal, de associações criminosas). Para quê? Ninguém precisa que lhe façam lavagens ao cérebro. Fazem-nos constantemente e em profusão aturar a perversidade desses ladrões. O que eles dizem não tem o mínimo interesse para nós, só as suas acções e consequências contam, porque só elas afectam as nossas vidas. A única coisa que esses corruptos malvados querem é votos para poderem continuar a roubar impunemente e a parir leis que lhes garantam essa mesma impunidade. Em nenhum país democrático se ouvem constantemente os políticos, só em Portugal.

Como se sabe, as leis são mal formuladas, desadaptadas à realidade e à sua necessidade e muitas delas destinam-se apenas a proteger os interesses ilícitos dos seus fabricantes, para lhes outorgar privilégios inadmissíveis e inexistentes em democracia, para lhes garantir a irresponsabilidade para com o país e a impunidade no roubo. Um dos motivos para a má legislação é de sem dúvida alguma a maioria dos deputados serem advogados falhados que pela sua incompetência profissional se agarraram à política como tábua de salvação.

Nestas circunstâncias de ignorância por falta de informações úteis e abundância de indesejáveis ludíbrios, compreende-se assim como intrujões maliciosos como o Cagão Feliz ou a Manela Leiteira apresentem planos de segurança social e de saúde que só podem cavar a já grande desigualdade entre os portugueses e que, por absoluto desconhecimento, ninguém os contrarie. Devido à verdadeiramente maldosa desinformação jornaleira, os portugueses estão completamente em branco sobre este assunto, para eles vital, assim como sobre tantos outros. Saiba-se que o projecto desses dois malvados é uma autêntica agressão aos Direitos Humanos e que nem a Suíça, país profundamente capitalista e com um sistema de saúde 100% privado e capitalista permite. Este sistema suíço completamente privado é obrigatório, universal e igual para todos os cidadãos, o contrário do que esses abortos antidemocráticos pretendem fazer-nos. A única vantagem em pagar mais é a de se ter acesso aos serviços hoteleiros menos modestos dos hospitais, como quarto privado. Tudo o resto é democraticamente igual para todos e os cuidados médicos não estão à venda nem existem os lobbies de cá. Existem, sim, tarifas universais por acto médico obrigatórias para todos os médicos ou hospitais, públicos ou privados. A ladroagem da saúde, que não é permitida, torna-se assim praticamente impossível. Todos os médicos trabalham para o sistema nacional de saúde e qualquer pessoa pode escolher o médico de sua preferência com preço igual para todos sem excepção. Isto não é uma característica do sistema suíço, é o sistema universal europeu de que Portugal é única excepção.

Ao esconderem-nos factos dos mais importantes para a nossa vida, essa canalha de biltres desinformadores, pelas suas consequências, está a agredir-nos e a praticar acções criminosas contra nós. Crêem eles que têm o direito de escolher o que nos transmitem. Pior do que a crítica do chamado «lápis azul», visto ela se ter limitado exclusivamente a factos políticos. Nesses tempos estávamos mal, mas neste sentido estamos agora indubitavelmente muito pior.

Não esquecer, pois que, pela sua actuação, os dois abortos mafiosos acima mencionados tencionam afastar-nos ainda mais dos sistemas democráticos. De notar que esta doutrina se implantou, infelizmente no PSD, tornando-o um partido anti-democrático, visto o direito à saúde ser parte integrante dos Direitos Humanos. Cada país tem o seu sistema, mas nenhum europeu democrático tem o que nós temos e muito menos algo como esse vigarista propõe. No entanto, devido à desinformação, os portugueses ignoram-no, pois que nunca ouviram uma palavra sobre os sistemas de saúde e de segurança social europeus em vigor.

Este bando de jornaleiros alarves e grosseiros embruteceu a população e tem feito o jogo dos políticos, só se movendo contra eles com a garantia de scoops ou por partidarismos. É incrível o tempo de antena atribuído aos políticos, para que estes tenham todo o tempo e mais oportunidadse para nos ludibriar. Este é outro caso único em toda a Europa. Portugal tem imensos casos únicos que nos rebaixam perante o mundo. Porque é que em Portugal temos de ouvir a máfia a toda a hora? O que precisamos é de saber o que fazem, de exigirmos que dêem a devida importância às nossas necessidades vitais e de controlá-los à rédea curta.

Outro assunto que se compreende por soar fortemente como outra roubalheira é a lamúria contínua das estações de televisão sobre a concorrência de publicidade por parte da RTP. Como pode isso ser, se soubermos que na maioria dos outros países europeus também as estações dos estados têm alguma publicidade? Que o tempo de publicidade apresentado pelas estações comerciais é bastante inferior ao das nacionais, talvez apenas a terça ou a quarta parte? Mas que treta é esta? Há a isto uma excepção: a Espanha, quase sempre um mau exemplo a evitar em tudo.

Com efeito, a publicidade deveria mesmo acabar totalmente, pois que estimula enormemente o consumismo, sobretudo em países mais atrasados como Portugal, em que um sistema educativo extremamente deficiente nem ensina à população como defender-se da publicidade. Ora o consumismo, estimulado pela publicidade e em conjunto com a explosão demográfica são as maiores ameaças para a própria continuidade da existência humana.

Que consideração pode merecer uma cambada que se empenha em mentir e desinformar, encobrindo os crimes dos políticos em prejuízo da população? Alguém leu um desses bandalhos informar qual a causa da miséria e da desgraça actuais? Pois ela é era evidente na altura em que os políticos corruptos e ladrões cometeram esse crime e poderia muito bem ver-se o que iria originar. Os governos do Cavaco roubaram e desbarataram os fundos que deveriam ter servido para preparar Portugal para o futuro – hoje – e não contentes com isso, destruíram a já pouca indústria, pesca e agricultura que existiam. Tudo isto enquanto outros países como a França, aplicaram esses fundos na reestruturação desses verdadeiros bens nacionais. Que se poderia esperar? Repete-se a pergunta: alguma vez se leu um desses canalhas aldrabões da jornaleiragem explicar o que então se passou e que é aí que reside o mal actual? Imundos infames! Não teria sido esta falsidade que provocou a eleição do Cavaco a presidente? Iria alguém consciente votar naquele que o roubou, o fez passar fome, lhe matou os familiares (serviços de saúde), fez os filhos ignorantes e desgraçou a vida a todos?

Todo aquele que encobre factos tão importantes é um canalha e um malvado. Alguém leu o Mário Crespo fazer alguma referência a estes acontecimentos que nos desgraçaram? Se não, é igual aos outros e merece ser tratado do mesmo modo desprezível. É um oportunista que apenas se serve da sua audição para as suas vinganças e ataques pessoais. Não se pode considerar umas coisas e desculpar outras vindo da mesma pessoa. Deve-se tentar descortinar os motivos que a movem, a sua honestidade e profissionalismo. O Crespo falha em qualquer destas análises. É outro vigarista. Citá-lo como exemplo é não ter capacidade mental para discernimento, o que aliás, é o comum entre a maioria da população nacional, em consequência do pré-citado.

Os jornaleiros, imbecis, animais iletrados mas inchados ao extremo de pedantismo absurdo, têm sido a maior desgraça para a língua devido ao desmesurado atraso e deficiência geral da população. Tomam-se como donos da língua, quando ela pertence ao povo. Devido à enorme deficiência no ensino, tanto uns como os outros têm deficiência em conhecimentos didácticos. Os jornaleiros com a presunção dos ignorantes e bandalhos, querendo sobressair, usam termos com significados no mínimo discordantes daquilo que pretendem dizer. A quantidade dessas bestialidades (é este o nome) é tão longa que nem uma lista reduzida se pode pretender apresentar aqui. Apenas alguns exemplos que demonstram a mentalidade bruta de tais indivíduos roídos de pedantismo. Usam indiscriminadamente o vocábulo progenitor nos suas diferentes formas (masculino, singular, etc.; para simplificar, aqui refere-se unicamente o masc. sing.) num sentido que não define a realidade específica. O seu significado é aquele que procria anteriormente ao pai; ascendente; avô. No plural avós; antepassados. É evidente que nesta acepção também pode incluir pai como significado, mas não o especifica como tal, pois que para isso é mesmo só pai. Quando os labregos empregam invariável e indiscriminadamente o vocábulo progenitor quando querem dizer pai, é no mínimo um erro crasso de ignorantes.

Vemos por vezes legendas com apóstrofos em lugar de aspas. Se não conhecem a diferença são ignorantes, iletrados pedantes. Se sabem é bem pior: são também bestas impostoras. Haverá outra explicação?

O comportamento destes animais ignóbeis, cuja dignidade e utilidade da profissão destruíram, é evidentemente o culpado da ignorância da população, presa das suas pantominas falsas, perniciosas e incompetentes, de rascas inchados pela estupidez e malignidade que arvoram. Juntamente com a máfia oligárquica política que encobrem, formam o núcleo duro que implantou a desgraça em Portugal.

A população tem sido tão enganada desta forma que chegou ao ponto de acreditar e tomar por certos os mais abjectos princípios e valores que eles pavoneiam e que a prendem no atraso, na ignorância e na miséria em que vivem. Gostam dos corruptos e crêem estupidamente que também eles poderão tirar proveito da corrupção. Como? Uma cunha para o filho ignorante que não quis estudar e com o que os pais concordaram? Bela sociedade. Esta mentalidade do Séc. XVI impede toda uma sociedade de progredir, de se civilizar, de evoluir, de ganhar o suficiente para viver, de ter acesso a uma vida melhor. Como não compreendem, do coiro lhes sai.

Sem que estes males sejam corrigidos e se adoptem os costumes e procedimentos que fizeram progredir os outros países, Portugal manter-se-á um país do quarto mundo, a estrumeira da podridão, de sentimentos e de mentalidade distorcida que jamais o deixará progredir. A miséria não será erradicada e a infelicidade permanecerá para todos salvo para os impunes. Por outras palavras: devido à corrupção existente no alto, se o povo não tomar as medidas adequadas que se impõem e não tiver mão nas golas dos corruptos, eles não irão matar a sua galinha dos ovos de ouro. Esperar o contrário é ser mais que ingénuo.

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Bandalheira Geral
num País de Trogloditas

No chamado caso da Face Oculta, os manipuladores número um daquilo a que em Portugal persistem em chamar justiça (que há outros, a justiça cá é manipulada) têm demonstrado o que têm dentro, o que valem. Não é que não tenha sido sempre assim desde há alguns anos, mas agora alguns casos obrigam-nos a salientar os seus valores.

Valores de rascas, evidentemente. Existe há já cerca de dois anos um artigo no Site da Mentira! explicando o porquê. Nessa altura já o sujeito era velhíssimo. Há ainda posts sobre o assunto, assim como sobre a polícia, tanto neste blog como no blog da Mentira! Também não é novidade. Aliás, pelas suas obras e ouvindo-os, como poderíamos deixar de notar essas suas qualidades e valores, mesmo que algumas fracas vozes se levantem em sua defesa? As intervenções do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso são mais do que uma revelação sobre essa promíscua figura. Diz-se e desdiz-se, foge e esquiva-se, aldraba. Verdade ou mera coincidência, o seu comportamento assemelha-se bem ao que as versões dum velhíssimo ditado nos contam; a verdade está no povo:

Homem pequeno, velhaco ou dançarino,
Homem pequenino, velhaco ou dançarino,
Homem pequenino, velhaco ou bailarino,
Homem pequeno pode ter muito veneno,
Homem pequeno, poço de veneno.


Certo ou errado? Pelo menos dá que pensar sobre a sabedoria popular.

Continuam a esconder o que devem desfraldar. Aproveitam-se duma lei parida por abortos velhacos e ladrões, mais que evidentemente concebida para encobrir o que a justiça nacional faz dos actos de corrupção: a lei do segredo de justiça. Qual segredo? Justiça merecedora desse nome não se pode esconder, é pública. Se se esconde será por má intenção. Afinal, os tribunais não servem para mais do que julgamentos do Estado (o Povo) contra o criminoso. A investigação dificilmente se poderia fazer sem sigilo, mas o julgamento deve ser público e nada que o concerne deve ser mantido sob segredo. O segredo, tal como usado nesta pseudo-democracia, tem apenas duas utilidades: por um lado encobrir actos criminosos de políticos para os absolver, por outro esconder a bandalheira dos tribunais. A justiça em Portugal, tal como quase tudo no país, não é democrática. Os tribunais são o palco da arrogância dos fantoches que por lá se pavoneiam arrogantemente.

Bandalheira, sim, multiplamente constatada e ainda no fim de semana de 21/22-11-2009 comprovada na notícia do acto de deitar para a rua documentos, que esses sim, deveriam ser guardados, arquivados longe dos olhos dos transeuntes, em que de passagem qualquer um pode deitar a mão.

Bandalheira, sim, pelo comportamento de certos juízes, como testemunhado em 1999 em julgamentos na 4ª Vara Criminal do Tribunal da Boa Hora, caso concreto. A juíza Presidente fumava no seu gabinete e ao terminar abria a porta para o corredor interior para deitar a beata que pisava no chão. Durante os julgamentos cochichava todo o tempo com a colega, não prestando atenção às declarações respondendo às suas próprias perguntas, enquanto o outro colega, que tinha entrado na sala de audiências aviltadamente em calças de ganga azul e “bata” aberta, fazia agora contas de cabeça com os olhos fechados. Se não querem que os classifiquem assim, que se comportem condignamente. Se querem que ser respeitados, que mostrem merecê-lo. Ser juiz não é pertencer a uma raça superior. O juiz é um comum mortal que deve cumprir o seu trabalho com zelo e esmero, qualidades humanas e conhecimentos gerais e da vida. O que em Portugal não têm em geral. Quanto aos conhecimentos da vida, que se pode esperar de pobres juízes rapazolas e catraias pedantes? A profissão foi desonrada de vários modos, que eles não o esqueçam no seu pedantismo.

O caso da Casa Pia, os julgamentos que demoram anos e anos e outros que nunca chegam ao fim. Tudo isto revela a bandalheira da cambada de arrogantes irresponsáveis e mandriões que são os juízes e os funcionários judiciais. Sim, porque segundo o Eurostat os juízes portugueses apenas resolvem cerca de metade dos casos que a média dos seus colegas europeus resolve dentro do mesmo espaço de tempo. Como assim? Não se podem excluir os magistrados, por tão fortemente ligados aos mesmos processos.

A rasquice, mentalidade atrasada, espírito de vigarista e outras qualidades asquerosas afins não são apanágio exclusivo do povo. Jamais esquecer que um qualquer povo se compõe de todos os seus elementos. Qualquer que seja a «casta» a que eles pretendam pertencer, fazem dele parte integrante, como ele pensam, reagem e se comportam. São feitos da mesma massa e cresceram juntos; as excepções são na mesma percentagem para todos. Pretender contrariar esta realidade universalmente reconhecida e mesmo tomada como padrão, só pode ser afirmado por gente mal intencionada tentando desresponsabilizar-se com a mais baixa perversidade do género dos políticos, dos juízes e dos magistrados portugueses. Como podem eles pretender colocar-se acima da população, meramente devido às suas funções profissionais e não aos seus méritos profissionais, pessoais e humanos? Só se não fossem portugueses. A sua própria reacção ao descrédito e às críticas de que agora são alvo demonstra que elas são justificadas.

É verdadeiramente triste que pessoas colocadas em funções de respeito não o mereçam devido à sua baixa formação, princípios e comportamento a todos os níveis morais e profissionais. São bandos de rascas desprezíveis roídos pela arrogância, apanágio justificativo da gente do seu género.

Muto mais isto se verifica em Portugal, onde a população em geral tolera e aprova as mais baixas qualidades, delas fazendo parte a desonestidade, a mandriice, a irresponsabilidade, a incompetência, a corrupção, a aparência, a profunda falta de civismo e de princípios ordinários escondidos sob uma falsidade reles e baixa quase a toda a prova.

Alguns casos são demonstrações flagrantes do estado de atraso mental generalizado da população nacional. Entre o seu número infindável, alguns saltam aos olhos. O relativo êxito alcançado pela Manela Leiteira e pelo Portas com os seus discursos anti-sociais e transbordando de falsidade que eles sabem ser aceites devido à mentalidade geral. Mais um é os jornaleiros chamarem ao CDS o partido dos centristas e ninguém corrigir. Outro, mundialmente flagrante, é a constatação de que Portugal é o único país ocidental onde o número de infectados pela SIDA não diminui, mas pelo contrário, cresce. O estado da justiça é gritante. Um povo que tem escoiceados de bolas como ídolos e noticiários que dão futebol a meio das notícias e por um tempo exagerado, ambos inéditos na Europa. Os casos demonstrativos são tantos que nem vale a pena acrescentar, basta abrir os olhos e querer ver. Em lugar de acreditar nos energúmenos fabricantes das notícias de desinformação anti-social, abramos os olhos para o que se passa no resto do mundo e que esses indivíduos animalescos se esforçam por nos esconder por cá. Usemos as nossas cabeças em lugar de emprenharmos pelos ouvidos como os papalvos por que eles justamente assim nos tomam.

A incapacidade do povo mais desabonado em tomar nas suas mãos as rédeas dos maiores ladrões e as esticar fazendo-os morder o freio é que os pobres diabos julgam que também eles poderão tirar proveito da situação que causa sua própria miséria e a desgraça geral. Outra prova do seu atraso mental. Fazem a sua cama a seu jeito, o que justifica plenamente outro ditado popular: cada povo tem o governo que merece. Porquê, pois, queixarem-se?

Há muito a fazer, mas deve começar-se pelo princípio.
O povo deve, literalmente, tomar as rédeas nas mãos e domesticar os políticos. Estes devem governar para o país e não para o seu partido, roubando e arruinando o país, como até agora têm feito. A miséria actual não pode jamais dever-se apenas a alguns anos de má governação – como esse monstro impostor e de falsidade que é a Manela Leiteira proclama – mas à contínua manipulação interesseira de todos os governos de gananciosos, corruptos e ladrões Os tribunais devem ser independentes dos políticos, mas nunca do povo que representam; que deveriam representar, mas não o fazem. Tal como os políticos, devem prestar contas ao seu soberano, ao seu patrão, ao seu dono, àquele a quem servem. O povo soberano tem o direito de saber e os juízes, tal como os políticos, a obrigação de prestar contas, informando.

Aliás, o problema do estado da justiça em Portugal não se distingue do estado geral do país, um verdadeiro lamaçal dominado por máfias, incompetentes e irresponsáveis a todos os níveis. Aquilo em que jornaleiros indignos e políticos ladrões, vigaristas e corruptos transformaram o país ao mesmo tempo que mentiam às pessoas, convencendo-as de que era assim uma democracia como viviam. Era necessário manter toda a população contente e ignorante da realidade (só possível com a ajuda incondicional dos sabujos jornaleiros) para continuar a votar neles, permitindo a continuidade do roubo e da impunidade dos criminosos de direito comum que nos têm governado.

Através dos anos, políticos corruptos e jornaleirada asquerosa com falsidades artificiais conseguiram convencer a população de que vivia em democracia. Porém, aqueles que tiveram suficiente experiência de viva anterior à Abrilada sabem que a liberdade anunciada se limita exclusivamente a políticos e jornaleiros. Esses sim, não a tinham e passaram a tê-la, utilizando-a contra o povo. Os demais sabem bem que no geral têm agora muito menos liberdade que anteriormente. Hoje, até o direito universal a um advogado experiente ou o de sua escolha é vedado ao cidadão comum que não o pague. É aquilo a que os impostores chamam liberdade e democracia. Democracia coxa? Não, sem braços nem pernas para andar.

Tudo o que está mal dura tanto. Por si só não mudará, que os interessados tudo farão para o manter.

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Portugal Não É uma Democracia,
Os Governos não Representam os Eleitores
ou É uma República das Bananas

A formação dos governos não representa a vontade expressa pelos eleitores. Portugal é apenas um dos muitos países que não segue a regra democrática, mas não segue. A maioria da população não se dá conta do embuste, mas o facto é que, em consequência, num sistema representativo os governos portugueses não representam mais que uma ínfima fracção da população: não são representativos.

Vejamos um exemplo concreto. A repartição dos votos pelos partidos, os votantes e os deputados dos partidos em que estes foram eleitos em 2009, referentes aos cinco partidos mais votados (fonte: RTP):


Partido      % de vot.      Vot. receb.    Dep. eleit.

   PS               36,56%        2.068.665             96
   PSD            29,09%        1.646.097             78
   CDS-PP      10,46%           592.064              21
   BE                 9,85%           557.109              16
   CDU              7,88%           446.174              15

   Votos brancos 1,75%   98.993
   Votos nulos   1,31 %   74.274

   Eleitores Inscritos: 9.337.314.
   Votaram 5.658.778 60,6%.

   Apenas 5 dos 17 partidos conseguiram eleger deputados.


Os deputados eleitos para o parlamento representam os resultados das urnas, ou seja, a vontade dos eleitores. Os eleitores estão assim fielmente representados no parlamento desde que os partidos não façam trocas, o que lhes devia ser vedado por ilícito, pois que isso corresponde a trapacear e inutilizar as eleições.

Partindo do princípio que o número de eleitores que votaram corresponde ao total dos eleitores nacionais, constatamos que o governo será formado pelos votos de apenas 36,56% e que os restantes 63.44% dos votos reais vão directamente para o lixo.

Partindo do princípio que o número de eleitores inscritos corresponde ao total dos eleitores nacionais, constatamos que o governo será formado pelos votos de apenas 22,15% e que os restantes 77,85% foram para o lixo.

Estas constatações correspondem quase exactamente ao publicado em posts anteriores: os governos formados por este processo não representam ao que foi expressado nas eleições. Não representas os eleitores, pelo que não têm legitimidade democrática. Qualquer argumentação pretendendo dar legitimidade a tais governos é obviamente desmentida pelos factos.

O principal argumento que pretende dar legitimidade a um tal governo extremamente minoritário e onde os votos da maioria da população são desrespeitados que não seria possível aos políticos de governar por não se entenderem. Se isso não lhes é possível, pelo menos de acordo com as normas dos países mais democráticos, só poderá ser por um dos seguintes motivos ou, como admissível e provado, por todos em simultâneo:

  • Falta civismo;
  • Falta de interesse no governo do país;
  • Na intenção de formarem governo é apenas para se governarem em lugar de governarem o país;
  • Quererem guardar os lugares da administração, de que ilegalmente se apossam, unicamente para os parasitas do partido;
  • Evitarem que outros partidos tomem conhecimento da sua corrupção interna.

É bem claro que com métodos deste tipo não vamos a lado nenhum. O progresso é o possível, que é condicionado por esta política e não há outro a esperar não obstantes os seus discursos burlões. Não restam dúvidas de que se os políticos apregoam que isto é uma democracia, só o podem fazer para defenderem os seus interesses corruptos oligárquico-mafiosos e porque sabem que para esse fim podem enganar uma populaça ignorante e desmiolada que tudo aceita.

As primeiras formas de luta contra a corrupção e para uma democracia digna desse nome, são sem qualquer dúvida:

  • Governos formados de acordo com os resultados das eleições;
  • O controlo dos políticos pelo povo que deveria ser soberano;
  • Terminar com a corrupção, começando por acabar com o assalto dos animais aos cargos públicos, os quais devem ser todos postos a concurso público.

Muito longo é o caminho a percorrer num país que tanto se afastou da democracia e da honestidade, mas estes pontos são o princípio indispensável para qualquer avanço.

Adenda:
Pensa que o que aqui está é mau e que para ser completo nem precisava de tantas acusações? Ou pensa que ainda assim poderia ser pior e ser uma democracia? Então veja o conteúdo deste post no parágrafo com o texto de caracteres de tamanho aumentado.

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Mais uma Bronca na Desinformação

É só mais uma bronca entre tantas outras que não diferem entre elas senão no género segundo o assunto. Nesta, a aldrabice é duma evidência que brada aos céus, não podendo senão ter origem num punhado desses seres atrasados mentais e ignorantes que pretendem que lhes chamem doutores. Porém, usar esse termo que revela sabedoria relacionado com estes impostores, só pode ser um desprestígio e uma ofensa para aqueles que realmente o são.


A reconstrução artística da Ardipithecus ramidus foi possível mediante a reconstrução digital das partes craniana de dois indivíduos. A face da Ardi não é tão protuberante quanto a dos grandes macacos actuais, mas não é tão plana e massiva quanto a dos mais recentes Australopithecus afarensis.



Os noticiários de hoje falaram-nos numa importante descoberta científica cuja história começou há cerca de 15 anos, mas cuja documentação foi publicada ontem (2-10-09) no jornal Science, da American Association for the Advancement of Science (AAAS), conhecida como a maior sociedade científica geral mundial.

Trata-se da descoberta de vários ossários e de um esqueleto parcial de um hominídeo, em 1994, que é um dos mais antigos predecessores ou progenitores da humanidade (os jornaleiros pedantes chamam progenitores ao pai e à mãe, pois que desconhecem o significado do vocábulo). Este esqueleto é o duma fêmea que viveu há cerca de 4,4 milhões de anos na região do vale de Afar - Rift, na actual Etiópia, considerado o berço da humanidade. A este novo humanóide foi chamado Ardipithecus ramidus, enquanto que este espécimen feminino foi familiarmente alcunhado de Ardi.

Zona do Vale de Afar-Rift e área circundante – a mais rica em fósseis de hominídeos e berço da humanidade.



Esta descoberta veio quase fazer esquecer a da Lucy, uns vinte anos antes (1974), o hominídeo mas antigo até à descoberta da Ardi.

Segundo se lê na Science, após esta descoberta, a existência dum predecessor comum aos humanos e aos chimpanzés e gorilas, de acordo com a teoria de Darwin, seria muito mais anterior do que ele teria considerado quando publicou o seu estudo intitulado A Origem das Espécies, há 150 anos. Cada nova descoberta tem relegado esse progenitor para um passado mais longínquo, calculando agora os cientistas que ele teria existido há mais de 6 milhões de anos. Pelas descobertas que se têm sucedido, provavelmente mais.

Chimpazé no Jardim Zoológico de Tama, em Tokyo.



Ainda segundo os cientistas, a relativamente enorme evolução verificada nos humanos também aconteceu paralelamente aos chimpanzés e aos gorilas, em ambos os casos desde que os seus ramos se dividiram. Daí o ter-se desistido da falsa assunção de que estes últimos seriam mais parecidos com o predecessor comum do que os humanos. Efectivamente, porque deveriam uns ter evoluído tanto e ou outros tão pouco? Era um erro de apreciação.

Estes 11 documentos por uma equipa de internacional de cientistas agora publicados (2-10-09) «contêm uma enorme quantidade de dados colectados e analisados num esforço superior de investigação internacional».

A edição de 2 de Outubro de 2009 do jornal Science, da American Association for the Advancement of Science (AAAS), distribuida pela Reuters em 2-10-2009.



O artigo da Science na Web (1-10-09) cita várias vezes a teoria de Darwin sem nunca a desmentir, mas corroborando a sua estimação em que «apreciava que a evolução das linhagens dos grandes macacos e as linhagens dos humanos se tinham processado independentemente desde o tempo em que essas linhas se separaram», relegando-a apenas no tempo. «Darwin foi muito prudente nesta matéria.»

Que nos contaram os nossos sapientes doutores em mentiras e aldrabices, especializados na fabricação de notícias e outras desinformações? No dia seguinte ao da publicação dos documentos, ouvimo-los claramente afirmar nos noticiários que «Por enquanto, as provas que existem afastam-se cada vez mais das teorias de Darwin ... Põe um ponto final a anos de especulação sobre a forma como decorreu a evolução humana … Nesta remota região de África, os cientistas descobriram as nossas raízes que são afinal muito diferentes». Este trecho da gravação do noticiário encontra-se entre os 5m 22s e os 7m 49s.

Mais uma vez aqui se repete:

  • Que confiança merecem estes animais iletrados, sem instrução nem profissionalismo, mas pedantes e arrogantes a mais não poder ser?

  • Que confiança profissional merece esta escória profissional que inventa e modifica as informações, que fabrica notícias?

  • Que confiança nos merece este bando de emproados que nos tem escondido e esconde tantos acontecimentos que deveriam ser noticiados (um exemplo entre tantos)?

  • Onde estão os verdadeiros jornalistas, dignos desse nome que conhecemos e que têm lenta e progressivamente desaparecido até atingirmos o ponto crítico actual?

  • Porquê hoje tão poucas as excepções na qualidade do jornalismo quando antes era a regra?

Fotografias da National Geographic Society e do Yahoo! News.

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Barroso Aprova e Encobre a Corrupção e a Fraude na União Europeia
Por Isso Que Foi Reeleito

A corrupção dos políticos não é apenas inerente aos portugueses. A Comissão Europeia e os deputados fazem igualmente parte com distinção. Um dos motivos da escolha do Zé Barroso para presidir a Comissão é obviamente devido à intenção de manter o status quo. Os acontecimentos aqui relatados atestam-no.

Cada vez somos mais desinformados pelos tinhosos da jornaleirada indigna e asquerosa, falsos, mentirosos, encobridores e incompetentes. A televisão dá-nos programas para atrasados mentais. São espanholadas, brasileiradas, gatos, morangos, etc., que se substituem e se repetem. Disto, é o que se quiser.

Pela ignorância nacional de casos semelhantes, frequentemente abordados na imprensa dos outros países, mais uma vez se constata a perversidade da imunda jornaleirada nacional que filtra e fabrica as notícias a seu bel-prazer.

Marta Andreasen, uma competente contabilista argentina de renome, com nacionalidade espanhola, ex-chefe contabilista da União Europeia, foi primeiro suspensa e em seguida expulsa pelo crime de ter encontrado um sistema contabilístico caótico, aberto ao roubo e à fraude e ter apresentado propostas para a sua reforma completa. A resolução desta completa ausência de controlo fecharia aquilo a que chamam um banco com os cofres abertos à descrição do roubo e da fraude dos deputados e dos membros da Comissão. Negou-se também a assinar as contas da União, no anterior sempre assinadas pelo seu predecessor corrupto, mas que durante 15 anos nunca tinham sido assinados pelo Tribunal de Auditoria por os auditores encontrarem as contas cheias daquilo que eles classificam como «irregularidades». São €100 Biliões de dinheiro de contribuintes praticamente à disposição de quem quer que lhes tenha acesso, que são roubados sem direito a reclamação por parte dos espoliados.

Em consequência, «em consistência com a recomendação feita unanimemente pelo Conselho Disciplinar, a Comissão decidiu despedir a Senhora Andreasen, permitindo-lhe reter os seus direitos de pensão.» Isto passou-se em 2003/2004. De recordar que em 2003 Marta Andreasen fora eleita personalidade do ano pelo seu alto profissionalismo.

Nessa altura, o Comissário que zela pela fraude e responsável pela auditoria, o Vice-Presidente da Comissão para Assuntos Administrativos, Auditoria e Luta Antifraude, e o OLAF (Organismo Europeu de Luta Antifraude), nada fizeram. Outros acontecimentos confirmam-nos que o OLAF nada faz sobre o que concerne a tipos de corrupção que envolvam governantes e políticos. A Comissão, hoje presidida pelo Barroso, manteve o sistema corrupto tal e qual.

Encontram-se aqui algumas afinidades com o caso Cravinho e outros. Só que a este ainda foi dado um exílio dourado. Contudo, a Marta Andreasen não precisou de favores. O seu profissionalismo e honestidade foram recompensados por várias propostas, uma das quais a do partido inglês UKIP, o qual a propôs para ser eleita para o Parlamento Europeu e os ingleses votaram nela.

Ultimamente, pouco após as eleições dos Euro Deputados de 2009, Marta Andreasen, MPE, foi de novo apresentada ao Parlamento como deputada pelo seu partido inglês, o UKIP, que a propôs para chefiar a comissão parlamentar da contabilidade. Agora não pode ser expulsa pela mesma causa, mas num acontecimento verdadeiramente inédito no PE, os deputados corruptos quiseram que o voto para a sua eleição fosse secreto para que não se conhecesse quem votasse contra e não viessem a ter de mostrar vergonha. Nem vale a pena dizer que votaram contra em maioria. Porém, vale a pena saber que foram festejar a vitória da corrupção com champanhe num bar do edifício em grande alegria e algazarra. Mais uma vez, tinham conseguido continuar a encobrir e proteger a sua corrupção e os seu roubos continuariam possíveis e impunes com a bênção do Barroso.

Os links abaixo contam a história muito melhor e mais completamente. Leiam-se e tome-se conhecimento daquilo que os sabujos portugueses nos escondem. Recordem-se ainda as palavras do Cavaco no sentido de que não importava que o Barroso fosse, o que importava era que fosse português. Poderíamos acrescentar que o que importava era que fosse corrupto e continuasse a permitir a corrupção como até agora o tem feito. (Para quem tenha dificuldade com línguas, lembra-se a existência dos tradutores online, como os do Google, Yahoo e outros, actualmente muito melhores que há alguns anos.)

A jornaleirada fantoche, porca e indigna nacional, pobres barrascos aldrabões que querem que lhes chamem doutores (que ridículo e que risada) só nos conta baboseiras convenientes a corruptos e a ela mesma. Se quisermos conhecer a verdade de assuntos do nosso legítimo interesse, nacionais ou não, temos de recorrer à imprensa dos países democráticos.

http://en.wikipedia.org/wiki/Marta_Andreasen


http://pipl.com/directory/people/Marta/Andreasen


http://www.telegraph.co.uk/comment/columnists/christopherbooker/5907489/Secret-vote-keeps-EU-whistleblower-from-office.html


http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7091043.stm


http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/hardtalk/2293519.stm


http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/3742148.stm


http://www.indhome.com/2009/07/20/marta-andreasen-blocked/


http://www.financialdirector.co.uk/accountancyage/features/2040268/profile-marta-andreasen-personality


http://www.indhome.com/2009/05/02/could-marta-andreasen-be-the-most-feared-mep-in-history/



Uma outra história de corrupção:


O Comissário Vice-Presidente da Comissão para Assuntos Administrativos, Auditoria e Luta Antifraude, Siim Kallas, assim como o Director-Geral do OLAF, Franz Hermann Brüner, ambos se recusaram a analisar o caso relatado nas páginas do link acima, agarrando-se a que os autores das participações eram quem devia apresentar as investigações, ou seja, que lhe entregassem o trabalho já feito numa bandeja. De certo que se assim se fizesse apresentariam outra desculpa: o que se pergunta é como pretendem esses senhores impostores que se faça tal inquérito sem os poderes que eles têm. De notar que o Director-Geral do OLAF já o era aquando do caso Marta Andreasen, pois que se encontra no OLAF desde 1998 e que desde 2000 ocupa o seu actual cargo.

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Resistência Contra Ocupação e Opressão

Ainda hoje, os mais celebrados heróis franceses modernos são aqueles que lutaram contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Em Espanha, aos heróis da resistência basca chamam terroristas.

Os heróis da resistência francesa têm sido frequentemente objecto das maiores homenagens ao mais alto nível nacional.

Difícil de acreditar em tão monstruosa maldade e falsidade quando o governo central espanhol, terrorista e opressor, afirma que quer a paz, ou não fosse o próprio povo castelhano o herdeiro das maiores selvajarias, torturas e genocídios mundiais. Se essa descomunal mentira fosse verdade, seria bem fácil de obter a paz, pois que para tanto bastaria conceder a independência ao país que colonizam impunemente. Não seria qualquer favor, mas apenas no cumprimento da Carta das Nações Unidas (Cap. I, Art°. 1, nº 2, assim como noutros lugares) e das normas de todas organizações defensoras dos Direitos Humanos.

Diz o falso do primeiro-ministro castelhano que vai acabar com a ETA. Esta afirmação acrescenta o epitáfio de louco à sua personalidade. Já provou a sua esperteza canalha noutras alturas e agora demonstra a sua baixa capacidade de compreensão, a sua falta de inteligência. Ao longo da história não faltam exemplos do contrário, sendo os mais recentes os constatados em Timor, na Palestina ou no Kosovo, onde povos dominados de modo idêntico ao que os bascos sofrem, lutaram pela liberdade ou morte. Sem excepção, observamos que a um aumento de opressão corresponde um aumento de resistência agressiva. É absolutamente lógico que os filhos, vendo como os pais são tratados pelos opressores se tornarão mais revoltados e agressivos do que os próprios pais. Está na natureza humana e está provado. Daí, a afirmação pelo aldrabão rasca e borra-botas do castelhano só poderá originar risota por tanta estupidez revelada, ainda que promovida por intrínseca iniquidade. Só passará despercebido a interessados ou estultos.

Todos os povos têm direito à autodeterminação. Se esgotadas todas as tentativas pacíficas, esta lhes continuar a ser negada, têm ainda o direito em a exigir seja por que modo for.

Em tudo isto, o povo castelhano não está isento de responsabilidade. O único modo possível de obter a paz e a tranquilidade é conceder a liberdade de direito ao povo colonizado. Não há outro caminho nem alternativa para a paz. Todos os acordos quebrados pelos governos castelhanos o têm provado.

Quando se conhece a populaça estúpida castelhana, que em lugar de se manifestar exigindo do governo essa única solução, se manifesta contra os próprios oprimidos, não podemos deixar de nos recordar dos crimes sanguinários cometidos pelos antepassados directos desse mesmo povo maldito. Aquele que mais selvaticamente se comportou ao cimo da terra, duma malvadez incrível, tal como descrita por um dos seus missionários, o Dominicano sevilhano Frei Bartolomé de las Casas, mais tarde bispo de Chiapas, no México, testemunha ocular das inimagináveis torturas e carnificinas por eles perpetradas.

Os incrédulos, os enganados, os desinformados e todos aqueles que desejem tomar conhecimento sólido da verdade deveriam ler as suas crónicas traduzidas em várias línguas e publicadas num grande número de países menos em Espanha. A mais conhecida é decerto aquela que ele intitulou Brevísima Relación de la Destrucción de las Indias. Os crimes relatados e cometidos pela população normal e pessoal dos colonos atingem as raias do inconcebível de tão hediondos. Só lendo-a e conhecendo o renome da honorabilidade do autor nos podemos convencer.

As demonstrações populares a que assistimos presentemente contra os bascos, por parte dos castelhanos são efectuadas pelos descendentes directos dessa raça de malvados.

Morte aos malvados! Pelo comportamento dos governos castelhanos, adivinha-se que será infelizmente necessário matar muitos mais até que a iniquidade compreenda e ceda à razão. Em lugar de se celebrarem e honrarem os resistentes como a França fez (e faz) aos seus. A violência dos bascos que se verificou em Barcelona é condenável por os catalães terem também sido conquistados e subjugados pelos mesmos castelhanos. Todavia, sempre que dirigida ao opressor ou aos seus tentáculos é um acto lícito, visto todos os outros terem sido frustrados pela malignidade castelhana. «As causas conduzem à violência, por os poderosos não as quererem resolver e não estarem interessados em fazer cedências.»

Querendo, pode consultar-se uma página com alguns extractos, factos históricos, nomes do principais heróis da perversidade e crueldade e, sobretudo, links para a crónica acima citada, textos, testemunhos, biografia do missionário, etc., clicando aqui.

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Confraternização de Canalhas

Assistimos recentemente à confraternização entre o canalha primeiro-ministro espanhol, que despreza os Direitos Humanos, e o seu homólogo português, não menos espezinhador dos mesmos direitos.

Este caso foi muito bem criticado pelo Porco em Pé do PSD, aquele que guincha desalmadamente no parlamento como um ordinário, ajudando a que este seja reconhecido como a Lavandaria Nacional, embora as suas alusões não terem sido todas adequadas. É o oportunista de aproveitamento político que tudo come em qualquer grau de podridão. Como um porco.

Continuando, nada de admirar que um pulha aprove um seu igual e que com ele confraternize. A continuidade destes factos está na origem de grande parte do evidente atraso de Portugal em quase tudo desde o tempo em que o Mário Soares chamou irmãos àquela escória de selvagens indignos que formam a quase totalidade da população dos nossos amaldiçoados vizinhos. Note-se que os malditos são os castelhanos e que o termo Espanha engloba povos como Catalães, Galegos e Bascos, por eles colonizados e que não têm os mesmos sentimentos nem os mesmos princípios, nem cometeram os mesmos crimes hediondos.

A jornaleirada repelente e os sórdidos políticos corruptos nacionais não deixam de nos atirar à cara com os maus exemplos da escumalha castelhana. Porquê? A resposta parece evidente, é intuitiva, sugestiva e bem provada: mostram-nos os maus resultados como se de bons se tratasse para não reclamarmos pela miséria nacional em relação aos países mais avançados de União Europeia. Se não são canalhas, então o que são?

Na verdade, os nossos vizinhos são tudo o que existe de pior na Europa e em certos pontos até em toda a humanidade. Não se trata apenas de corroborar com os factos de que a Amnistia Internacional os acusa anualmente em todos os seus incumprimentos dos Direitos Humanos, das más políticas sempre aqui citadas e agora comprovadas pelo estado da economia nesse país. Era um progresso balofo e sem bases sustentáveis. Não são casos a copiar, são tudo casos a evitar.

Com efeito, as agressões contínuas aos Direitos Humanos, incluindo o assassínio e a tortura são moeda corrente em Espanha e que não melhoram de ano para ano. O estado arroga-se o direito de manter prisioneiros sem julgamento num regime «incomunicado», impedidos de comunicar com quer que seja e vedada a assistência dum advogado, tal como nas mais extremas ditaduras. A sua página na AI sobre os crimes de Espanha é muito mais longa que aquela que reflecte as misérias de Portugal. Este facto não deve, porém, dar azo a qualquer tipo de orgulho nacional desapropriado, mas fazer reflectir como exemplo a não seguir.

A Espanha maldita é hoje o único país europeu que persiste no colonialismo, desrespeitando a Carta das Nações Unidas e todas as organizações internacionais relacionadas com os Direitos Humanos e dos povos. Juntamente com os EUA e Israel é acusada pela Amnistia Internacional de abastardar a definição de terrorismo em alguns artigos do Código Penal espanhol pudesse incluir actos que não seriam apropriadamente compreendidos por essa categoria (sic). A intenção é de ludibriar, permitindo ao estado esconder a perpetração de crimes inqualificáveis contra a humanidade.

Quanto ao passado, não se compreende que tanto espalhafato publicitário se faça sobre a morte dos meros seis milhões de judeus durante a II Guerra Mundial, relativamente aos mais de oitenta milhões assassinados pelos castelhanos nas suas colónias. Os malditos chegaram a exterminar povos inteiros. Então, esses seres humanos não têm mais direito ao reconhecimento que os judeus por serem num número mais de 12 vezes superior? Será a raça maldita se crê dispensada de pedir perdão aos descendentes dos sobreviventes do seu massacre? Porque se continuam a esconder os crimes dum povo bárbaro? Para lhe permitir a continuação dos seus crimes contra humanidade? Para lhes permitir de exterminar os Bascos? Para lhes permitir de matar os imigrantes ilegais?

A questão da real malvadez não se limita exclusivamente aos políticos. O povo animalesco revela os mesmos sentimentos nas demonstrações contra aquilo que querem fazer passa por terrorismo basco. Querem paz, como dizem? Pura mentira, simples falsidade, pois que se fosse verdade tomariam facilmente as mais que evidentes e simples medidas para que assim fosse. Serão tão estúpidos que não possam compreender que se lhes derem a independência a que têm direito se acabam as sequências da revolta dum povo massacrado? Ou querem fazer o mundo compreender que se tomassem essa decisão os ataques de defesa dos Bascos continuariam? Que risota! Como se pode ser tão estúpido a ponto de pensar que ninguém compreende a apresentação dum caso às avessas. No entanto têm-se servido dessa desculpa e há mesmo estúpidos que acreditam e interessados que fingem acreditar. As demonstrações do povo espanhol revelam estupidez crassa.

De espantar, ainda, é que parecem estar convencidos de que se conseguirem dominar a revolta da resistência basca, que terminarão com o problema! Acreditarão verdadeiramente que vão assim resolver o problema? Esperarão que os filhos dos bascos que assassinaram não seguirão as pégadas dos pais? A história, tanto antiga como moderna, revela-nos uma outra verdade.

Veja-se um resumo dos crimes maiores dos castelhanos, aqui.
Veja-se aqui o relato do Frei Bartolomé de las Casas, missionário sevilhano e bispo de Chiapas, no México, sobre as inimagináveis e inconcebíveis torturas do mais selvagem povo sobre a terra, aquele que de longe ultrapassou os temidos Mongóis.

Um outro post relacionado sobre uma faceta do terrorismo no mundo. Um outro sobre a traição do Sócrates.

Odiar um tal povo não é ser racista, mas colocar acima de tudo os Direitos Humanos, a verdade, a justiça e a honestidade, valores hoje bem murchos em Portugal, substituídos por valores-lixo de rascas, se virmos onde nos levaram, onde o número de traidores iberistas cresce a olhos vistos. Talvez não seja de admirar se nos lembrarmos do alto grau da desinformação nacional e das palavras de Victor Hugo: a ignorância é a mãe da estupidez. A internet está literalmente infestada de lixo espanhol que todos os imbecis teimam em reexpedir para tudo quanto é e-mail. Não nos bastará já o nosso próprio lixo? Não, pois que queremos importar todo o mais que encontramos para podermos justificar o que se diz de Portugal: a estrumeira da Europa.



Adenda29-5-09 16h0

Para quem preferir rescrever a história (costume que se tem vindo a enraizar) e desmentir a queixa/pedido do missionário ao rei espanhol, segue-se um pequeno extracto. São apenas algumas das suas frases numa descrição pormenorizada que em 46 páginas num ficheiro PDF.

Todas estas universas e infinitas gentes a todo género crió Dios los más simples, sin maldades ni dobleces, obedientísimas y fidelísimas a sus señores naturales e a los cristianos a quien sirven; más humildes, más pacientes, más pacíficas e quietas, sin rencillas ni bullicios, no rijosos, no querulosos, sin rencores, sin odios, sin desear venganzas, que hay en el mundo.
...
En estas ovejas mansas, y de las calidades susodichas por su Hacedor y Criador así dotadas, entraron los españoles, desde luego que las conocieron, como lobos e tigres y leones cruelísimos de muchos días hambrientos. Y otra cosa no han hecho de cuarenta años a esta parte, hasta hoy, e hoy en este día lo hacen, sino despedazarlas, matarlas, angustiarlas, afligirlas, atormentarlas y destruirlas por las extrañas y nuevas e varias e nunca otras tales vistas ni leídas ni oídas maneras de crueldad...
...
Daremos por cuenta muy cierta y verdadera que son muertas en los dichos cuarenta años por las dichas tiranías e infernales obras de los cristianos, ºinjusta y tiránicamente, más de doce cuentos de ánimas, hombres y mujeres y niños; y en verdad que creo, sin pensar engañarme, que son más de quince cuentos.
...
La causa por que han muerto y destruído tantas y tales e tan infinito número de ánimas los cristianos ha sido solamente por tener por su fin último el oro y henchirse de riquezas en muy breves días e subir a estados muy altos e sin proporción de sus personas (conviene a saber): por la insaciable codicia e ambición que han tenido, que ha sido mayor que en el mundo ser pudo...
...
Entraban en los pueblos, ni dejaban niños y viejos, ni mujeres preñadas ni paridas que no desbarrigaban e hacían pedazos, como si dieran en unos corderos metidos en sus apriscos. Hacían apuestas sobre quién de una cuchillada abría el hombre por medio, o le cortaba la cabeza de un piquete o le descubría las entrañas. Tomaban las criaturas de las tetas de las madres, por las piernas, y daban de cabeza con ellas en las peñas. Otros, daban con ellas en ríos por las espaldas, riendo e burlando, e cayendo en el agua decían: bullís, cuerpo de tal; otras criaturas metían a espada con las madres juntamente, e todos cuantos delante de sí hallaban. Hacían unas horcas largas, que juntasen casi los pies a la tierra, e de trece en trece, a honor y reverencia de Nuestro Redemptor e de los doce apóstoles, poniéndoles leña e fuego, los quemaban vivos. Otros, ataban o liaban todo el cuerpo de paja seca pegándoles fuego, así los quemaban. Otros, y todos los que querían tomar a vida, cortábanles ambas manos y dellas llevaban colgando, y decíanles: "Andad con cartas." Conviene a saber, lleva las nuevas a las gentes que estaban huídas por los montes. Comúnmente mataban a los señores y nobles desta manera: que hacían unas parrillas de varas sobre horquetas y atábanlos en ellas y poníanles por debajo fuego manso, para que poco a poco, dando alaridos en aquellos tormentos, desesperados, se les salían las ánimas.
...
Una vez vide que, teniendo en las parrillas quemándose cuatro o cinco principales y señores (y aun pienso que había dos o tres pares de parrillas donde quemaban otros), y porque daban muy grandes gritos y daban pena al capitán o le impedían el sueño, mandó que los ahogasen, y el alguacil, que era peor que el verdugo que los quemaba (y sé cómo se llamaba y aun sus parientes conocí en Sevilla), no quiso ahogarlos, antes les metió con sus manos palos en las bocas para que no sonasen y atizoles el fuego hasta que se asaron de despacio como él quería. Yo vide todas las cosas arriba dichas y muchas otras infinitas. Y porque toda la gente que huir podía se encerraba en los montes y subía a las sierras huyendo de hombres tan inhumanos, tan sin piedad y tan feroces bestias, extirpadores y capitales enemigos del linaje humano, enseñaron y amaestraron lebreles, perros bravísimos que en viendo un indio lo hacían pedazos en un credo, y mejor arremetían a él y lo comían que si fuera un puerco. Estos perros hicieron grandes estragos y carnecerías. Y porque algunas veces, raras y pocas, mataban los indios algunos cristianos con justa razón y santa justicia, hicieron ley entre sí, que por un cristiano que los indios matasen, habían los cristianos de matar cien indios.


Um site Porto Riquenho publica o mesmo texto e testemunha do silêncio que se tem querido impor a esta malvadez.

Nesta página há imensos links para outros testemunhos nos mais diversos sites. Só corroborando com a dita malvadez se pode querer ignorá-los.

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