Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.
No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.
O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!
Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.
O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.
Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)
Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.
Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.
Em vez de cortar na gordura, corta na carne e deixa a gordura. Entretanto, o Cavaco escreveu «este é o momento para recuperar forças e ânimo para um novo ano que será de grande exigência», mas não recomendou exigências na redução das despesas ao funcionamento do governo, que está a fazer o contrário da sua banha da cobra na campanha eleitoral. O autor já tinha prevenido em vários artigos como o Coelho chamava estúpidos aos portugueses e mais uma vez se verifica como é fácil de desmascarar um impostor. Houve quem tivesse apodado a visão clara de partidarismo. A estes e aos lorpas que nele votaram de nada serve reconhecê-lo agora e reclamar: assim o quiseram, assim o têm. O costume, não?
[Note-se neste post que o professor sabe como e onde colocar o símbolo do euro (€) que a maioria dos iletrados ignora e imita a jornaleiragem de ignorantes pedantes e barrascas.]
O descomunal aumento dos transportes é incrível: são actualmente os mais caros de toda a Europa, sem excepção. (Lembra-se de que as comparações não se fazem directamente, mas numa proporção do que os valores representam em relação aos ordenados nos países comparados.) Os transportes públicos causam perdas em todos os países, pelo que são sempre subsidiados. Qual é a novidade ou o drama que em Portugal seja idêntico? O governo tem que fazer como nos outros países e mantê-los acessíveis a todos. A lábia do Prof. Álvaro Santos Pereira na sua entrevista à RTP a explicar a dívida dos transportes públicos escondeu que o Estado não contribuiu o suficiente como nos outros países e nem neles falou. Limitou-se a atirar com as culpas para o governo anterior, mas em sentido errado, que a falta foi a de não ter contribuído suficientemente.
Os aumentos previstos para a água e as energias de consumo doméstico, já as mais caras da Europa (sobretudo quando correctamente comparadas em proporção aos ordenados), não obstante os lucros e ordenados obscenos dos serviços e dos aeus dirigentes, políticos parasitas partidários, é uma afronta à população e um roubo directo. O ministro aldrabão não mencionou.
Este ministro, já antes de o ser tinha demonstrado nalguns posts no seu blog, Desmitos, ser aldrabão quando isso lhe convinha.
No entanto, um dos seus posts denuncia claramente a conhecida, monstruosa e ímpar desigualdade nacional entre mais rico e mais pobres na UE e devia ser visto por todos. Só lhe falta a sua comparação ao que se passa nos outros países europeus para que se confirme o verdadeiro crime dos políticos em permitirem que a situação actual se tenha formado, eternizado e transformado numa verdadeira situação. Mesmo assim, ainda há indivíduos do presente governo que defendem medidas que agravam este estado de antidemocracia, em que o Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira se destacam entre tantos outros. E chamam-lhe democracia!
O seu blog contém imensos dados úteis e informativos. Contudo,, alguns são abertamente manipulados por partidarismo ou apresentados alguns esquecimentos no mesmo sentido. Escreveu ainda, tão justamente que se poderia tomar por integridade, que «tirar» de lá [das empresas públicas] os partidos, para se acabar com as nomeações políticas. Nas empresas do Estado, e mesmo no próprio Estado, o principal critério de ascensão a posições de liderança deve ser o mérito, não por partidarismos ou por se ter o cartão do partido. É preciso moralizar a vida pública. Tem que haver transparência, auditorias externas regulares, mas é preciso haver - e isso é urgente - uma delimitação muito clara daquilo que são cargos políticos e o que são cargos públicos. Todavia, o governo a que ele agora pertence continua com as nomeações que ele disse condenar e a que agora se cala como um rato.
No mesmo post: o Estado [no Canadá] funciona tão bem porque têm uma administração pública muito forte. Não interessa qual é o governo que lá está, estão a servir o Estado. É o que temos que fazer em Portugal: acabar com o compadrio, o favoritismo político e a partidocracia. Defendo que todos os salários das pessoas que trabalham para empresas públicas, institutos, devem ser publicados na internet, deve haver o acesso total a essa informação. Transparência total para que as pessoas tenham menos suspeição em relação ao Estado. Não esperámos muito para vermos se iria persistir para que o governo assim procedesse. Já vimos que após 51 nomeações de especialistas em 42 dias continuou calado. [Mudar de Vida]
Num outro post, publicou vários gráficos demonstrativos do despesismo e desgovernação do governo anterior, mas omitiu o mesmo gráfico bem elucidativo que os impostores nunca revelam É esse que demonstra a realidade sem teias de aranha. Trata-se do gráfico dos montantes anuais recebidos do Fundo de Coesão Europeu em que Portugal recebeu mais por habitante do que qualquer outro país e que foram roubados ou mal usados pelos cavaquistas. Foi esta desadministração que originou a inaptidão nacional e provocou a crise por o país não ter sido devidamente modernizado. Este gráfico demonstraria como a dívida cresceu. Os governos do Cavaco puseram uma boa parte desses fundos em circulação, gerando uma inflação de 5,5%, para darem a ilusão de riqueza súbita proporcionada pelo partido no governo. Habituaram os portugueses a viverem acima das suas possibilidades e agora vê-se o resultado. Os governos que se seguiram, para não perderem votos, evidentemente, continuaram com a mesma política económica, continuando a destruição. Entretanto, já no tempo do Guterres, os fundos de coesão começaram a diminuir. Para poderem prosseguir com a mesma política, os governos aumentaram a dívida externa a fim de manterem o mesmo nível num país que deixara de produzir. Os fundos foram diminuindo e a dívida aumentando proporcionalmente. Isto é tão claro que os montantes de ambas são paralelos, inversamente proporcionais. Será por acaso? Porque será, então, que todos os fanáticos do PSD nos escondem o facto? Esta menção não existe no post do A. Pereira, o que faz dele mais um manipulador. Manipulador esclarecido, mas manipulador na mesma.
As estradas e as comunicações são uma das bases do desenvolvimento e progresso, já os romanos o sabiam bem. Alguém concebe a existência do Império Romano sem estradas? Com atalhos impraticáveis?
O progresso gerado pelas comunicações está no âmago do desenvolvimento dos países mais ricos da Europa. Na Alemanha são gratuitas, na Suíça custam Fr.S. 40/ano.
Pois o PSD obrigou o governo precedente a fazer pagar as estradas directamente do bolso dos utilizadores segundo o princípio errado de utilizador-pagador. Os ganhos económicos do uso das vias de comunicação são a nível nacional. Não admira. Em Portugal diz-se que se quer melhora a vida nacional, mas faz-se sempre o contrário do que resultou noutros países ou copia-se o que está errado. Este caso já está a atrofiar ainda mais o país, como se ouve e se constata. Obrigado, Coelho, por mais este prego no caixão; os carneiros agradecem. Alguém ouviu o ministro da economia mencionar este assunto que ele tão bem conhece?
Devido a políticas anteriores em que os partidos, para ganharem simpatias (votos), transformaram partes integrantes dos ordenados em benesses graciosamente por eles concedidas como se de favores se tratasse, os ordenados tornaram-se vulneráveis. Os acrescentes a que se chamaram subsídios de férias e de Natal, ou 13º e 14º meses, são componentes integrante dos salários, visto serem obrigatórios. Porém e de novo, a nomenclatura assimila-os a extras. Os que os ganham têm-se aproveitado como arma de pressão para que, não os contando como parte do ordenado, afirmarem que ganham ainda menos do que a realidade, ainda que os ordenados continuem vergonhosamente baixos. Todavia, esse tratamento dos ditos subsídios tornou-os vulneráveis, como se verifica. Aceitou-se, agora os ladrões roubam-nos como querem e paga-se a benesse.
Portugal é conhecido como o país europeu com a maior fossa entre mais ricos e mais pobres. Não obstante a miséria que se vive e a necessidade de corrigir esse defeito, o governo de ladrões, liderado por um criminosho vigarista convicto, condenado por tribunal criminal e com inquéritos criminais em curso, resolveu tomar medidas adicionais para aprofundar esse fosso único europeu e roubarem o dito subsídio de Natal. Porque, de acordo com o precedentemente descrito só se pode considerar como um roubo, mesmo considerando as diferenças nos cortes.
Se o Cavaco nomeou um primeiro-ministro criminoso, qual a surpresa de ter aceitado um conselheiro de estado nojento e impostor que se faz passar por cristão, quando demonstra intenções de roubar os pobres para dar aos ricos, defende um sistema de saúde para ricos e outro para pobres e acabou com o direito universal à justiça, permitindo apenas aos que nada têm a lhes serem designados advogados aprendizes que perdem todos os processos por só terem capacidade para tratar de documentos. Este post comprova o estado da justiça em Portugal e a sua inutilidade. Foram decisões deste âmbito juntas à corrupção e incompetência de juízes e magistrados que a baixaram ai nível actual.
Como pode o vigarista do Cavaco coveiro, em tal conjuntura, ousar pedir ânimo e esperança aos saqueados e nada dizer sobre os saqueadores? Todos os esforços e medidas actuais são clara e intencionalmente destinadas a manter a população em calma e servil sem se revoltar com a extrema miséria que chegará pelo fim do ano. Talvez que os carneiros se decidam a marrar e esfacelar o dono da mão que os degola. Entretanto, parecem ser mais atrasados, carneiros e desmiolados que os magrebinos, povos que franceses e espanhóis desde há séculos têm desprezado precisamente por os considerarem atrasados. Os portugueses estão a provar serem ainda mais.
A tudo isto os portugueses assistem impávidos como se estivessem a observar um filme do tempo do mudo, sem parecer dar-se conta de que a película que desfila à sua frente é a da sua própria vida. Assistem serenamente à demolição das suas vidas e das dos seus descendentes. Como se o Dr. Egas Moniz tivesse operado uma lobotomia a nível nacional. Ora se dos outros países o vêem e compreendem claramente, como pode uma população inteira ser tão tapada e nhurra? Daqui a ideia correcta que nos outros países se faz dos portugueses. Estarão certos ou errados?
É mais do que aparente que os bandos de ladrões que formam as oligarquias mafiosas dos partidos não vão matar a galinha dos ovos de ouro e deixar de roubar e saquear o Estado de livre vontade. Tal como os exemplos de outros países, só à força se decidirão a fazê-lo. O que não se compreende é que tantas pessoas papagueiem queixumes e reclamações, mas não se unam, como nos outros países, único meio para obrigar os bandos de ladrões a obedecerem à vontade popular, a trabalharem para o país e não contra ele. O parlamento é um autêntico bordel de esbanjamento e desconsideração por aquele que deveria ser o soberano, mas que mais não é do que a vaca leiteira.
Já no post imediatamente anterior a este se afirmava que nada iria mudar. A prova está agora à vista. Se a bem não for, terá que ser a mal, que assim não se pode continuar, cada vez a pior como se tem verificado.
Veja a sondagem sobre o governo.
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Destruição Nacional
Segunda Vaga
Autor:
Mentiroso
1 mentiras
Tópicos: Corrupção, Destruição, Embuste, Hipocrisia, Ignomínia, Impunidade, Indignidade, Oligarquia
As Eleições dos Ladrões
Eleições Para Quê, se Nada Muda?
O que melhor demonstra a imaturidade política e falta de capacidade de discernimento gerais, assim como o atraso mental nacional que tão bem nos têm projectado mundialmente e provocado o desprezo por nós é a profusão de e-mails que nos enchem as caixas de correio com as idiotices de fanáticos políticos, cheias de reclamações, de choradeiras e lamúrias, mas simultaneamente propagandeando o seu partido. É preciso ser-se um pouco mais do que estúpido para que alguém se queixe de qualquer coisa e ao mesmo tempo a apoie cegamente. Que morram os suicidas, que merecem a miséria em que vivem.
«Ó patego, olha o balão!» é talvez a forma mais adequada de definir o sentido da maioria dos discursos políticos.
Segundo opiniões do exterior, estas eleições mostraram a estupidez crassa geral nacional. Tanto do modo como os políticos fazem uso do atraso mental popular para fazer passar o isco para os dementes, como as suas frases falsas fazem efeito e lhes sacam votos. O que tem sido mais abertamente criticado e até vaticinado, tem sido que iriam escolher o caminho com um mais pesado sofrimento. Os miseráveis paspalhos de mentalidade entorpecida pela jornaleiragem ainda não entendem frases do género das que o Mário Soares diz abertamente, como «em política não há ética» ou «feio, feio é perder as eleições». Para eles é legítimo enganar depravadamente a população desde que o alvo a atingir seja assaltar todos os tachos do país para o seu partido e deixar a população mais qualificada no desemprego. No auge do seu monumental atraso mental, a populaça, cega de estupidez, manda e-mails a apoiar a falsidade e a corrupção do seu partido em autênticos actos de suicídio. Raros desses e-mails condenam o que realmente nos prejudica. Que melhor colaboração e apoio querem ou necessitam os políticos corruptos para continuarem como até agora? Aqueles que odeiam e sofrem a corrupção agradecem a contribuição dessas bestas cegas para o mal geral do país. Sabe-se fora do país e julga-se o povo em concordância. Em todo o lado se sabe que a culpa do estado do país, em tudo o que está mal, é da culpa exclusiva dos portugueses, população e jornaleiros que os desinformam e lhes moldam a mentalidade. Sem que os próprios o reconheçam nada poderá mudar.
A verdadeira culpa do estado do país é de quem o consente e o aprova: os próprios que se queixam. Afinal, vendo bem, os políticos procedem do mesmo modo que a quase totalidade da população que os critica com razão, mas que, factualmente, mostra aprovar.
Foi mais uma campanha em que os partidos se limitaram a seguir o seu costume: despejar banha da cobra a rodos sem jamais tocar nos assuntos que realmente desgraçam o país. Se dermos atenção às queixinhas que lemos há já bastante tempo, os factos que mais preocupam os portugueses são basicamente a corrupção, os roubos, crimes e enriquecimento honestamente inexplicável dos políticos; uma sociedade a duas velocidades em que eles são os gatos e nós os ratos; a imunidade que se arrogam com insolência; a justiça podre e administrada por incompetentes arrogantes e que gozam de privilégios a que não devem ter direito; ao número desastroso de fundações e institutos, todos desnecessários, apenas para albergar os chupistas parasitas dos partidos; o assalto dos partidos aos postos da administração.
Nenhum partido martelou nestes problemas que eles próprios criaram e que só os parasitas que deles tiram proveito defendem. Nenhum dos três partidos que poderão formar governo afirmou que a contribuição para o pagamento da dívida pública seria distribuída por todos consoantes as suas posses. De notar que a quantidade de desempregados qualificados, muito maior em Portugal que em qualquer outro país europeu e de que a jornaleiragem ladra mas esconde a causa, tem a sua razão de ser e deve-se ao açambarcamento dos postos pelos parasitas políticos altamente incompetentes. Ninguém aceita que os políticos e juízes formem classes à parte nem que os primeiros tenham usurpado as direcções de quase todas as grandes empresas nacionais (mais desemprego para os mais qualificados), tal e qual como nas repúblicas das bananas, o que Portugal nem chega a ser. Este sistema é uma verdadeira ditadura oligárquica e mafiosa que eles encobrem não tirando a palavra «democracia» das suas porcas comuas de vigaristas profissionais e com a imprescindível ajuda de médias em conluio. Nestas condições só os tolos desinformados crêem que possa existir democracia.
Com a contribuição imprescindível da desinformação premeditada e intencional da escumalha jornaleira, formaram uma sociedade incivilizada e submeteram-na completamente aos ditames e à mercê das máfias oligárquicas. Os conglomerados de média são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial, associadas pelo dinheiro que dão aos partidos em troca de favores. A adopção destas normas junta à impostura das oligarquias políticas, tornaram-se o mais eficiente meio de desinformação no país, e com ele a subjugação da população às máfias.
Nenhum dos partidos que têm formado governo merece um voto ou qualquer outra demonstração de confiança. Todos têm roubado e os que não o fizeram ainda foi apenas for falta de oportunidade. Dar-lhes votos é bem pior que dar pérolas a porcos; é um suicídio. «Quem morre porque quer não se lhe reza por alma.» Quem neles votar perde qualquer direito a futuras queixas.
Há porém um acontecimento extraordinário nestas eleições. Em qualquer país e como sempre tem acontecido em Portugal, já no tempo da monarquia, o partido que estiver no governo durante uma legislatura em que a população tenha sentido uma baixa do nível de vida perde inexoravelmente as eleições por uma margem acentuada. Ora isso não é o que agora se bservada, ainda que todos saibam que a miséria se instalou. Vai até acentuar-se muito, mas muito mais do que a maioria o crê. Se a direita ganhar, o desemprego poderá ultrapassar os 20% de gente sem ajuda. A polícia será instruída para desancar os esfomeados que roubarem para comer e os tribunais instruídos para os mandarem alimentar na grelha. E não só.
No entanto, mesmo nas condições citadas, vemos que o PSD não tem conseguido avançar, não obstante a imperícia de julgamento da população resultante da conhecida desinformação jornaleira. Os ataques pessoais de gente ordinária – não das acusações gerais, muitas justificadas – do género das da cabra porca e imoral da Manela Leiteira, a mais nojenta besta que introduziu a mais baixa ordinarice no parlamento de que há memória em Portugal, também não parecem ter feito o PSD subir muito acima do partido dum governo em fim de mandato de miséria nacional. A arrogância do Sócrates na sua primeira legislatura marcou-o e embora isso o tenha prejudicado na seguinte, também não parece ter dado um grande avanço ao PSD. Nem aos outros partidos, salvo o CDS, mas quanto a este já lá vamos. Acusar outrem com malícia por ter adoptado as suas próprias ideias com que saíram do seu último governo (comboio e aeroporto), também não fez o PSD subir em flecha. Porquê?
Todos sabem que a historieta do criminoso chefe do PSD quando afirma que não foi ele que deitou o governo abaixo e que nunca o faria por ganância dos tachos á custa dos miseráveis, não convence senão os mais atrasados mentais de todos. Conta com a amnésia geral para se esquecerem de que o PEC que ele reprovou tinha sido aprovado pela UE, em especial pela Alemanha, que é quem geralmente entra com mais dinheiro e que voltou todo inteiro com o FMI. Afinal, o criminoso é também falsário.
Ao que parece, mesmo assim, uma boa parte ainda se dá conta de que o PSD tem escondido na manga aquilo a que se aventurou a levantar a ponta do véu e lhe deu um muito mau resultado. É que, o Sócrates mentiroso, desta vez ainda tem acertado nalgumas verdades. Raro, mas aconteceu e são um pouco mais do que circunstanciais. O intuito é aproveitar a desculpa das imposições do FMI para acabar com a miséria de modo eficiente, matando os miseráveis pelo seu próprio voto. Um PSD que tem agora um chefe criminoso. Criminoso é a palavra justa que em português designa quem cometeu crimes condenados por um tribunal criminal, e os que ele cometeu não foram poucos. Escondidos pela mesma corja de jornaleiros, mas cujas provas, publicadas por alguns jornais mais sérios, estão acessíveis a quem as quiser ver. Qual, é afinal, a diferença entre ele e outros tais como Loureiros, Oliveiras, Felgueiras, Isaltinos e tantos mais? Qual é? Não se irá eleger um criminoso condenado, com incriminações em curso de investigação e processos pendentes? Os outros países também sabem e julgam os eleitores em consequência. Estas eleições têm sido a maior contribuição para o descrédito nacional sob os pontos de vista.
A destruição do desadaptado e arcaico sistema de saúde é garantida sob o PSD com o CDS. O Sócrates aplicou-lhe mesinhas para atirar com areia aos nossos olhos, uma canalhice aldrabona e ele precisa de ser completamente reestruturado, como várias vezes citado neste blog, mas não destruído e desmantelado para dar aos hobbies, o que o Coelho quer fazer e que tem tentado fazer com as leis ambientais, o que resultará a todos os níveis se serviços fundamentais forem entregues aos privados do modo que ele pretende.
Há países democráticos onde o sistema de saúde é 100% privado, igual para todos sem excepções, tanto ministros como estivadores e funciona muito bem. Isto, porém, não tem qualquer relação com as intenções do PSD e do CDS. O que eles pretendem é um serviço que permita hobbies e a implantação de classes em Portugal, desaparecida nas democracias, mas que ainda cá não se extinguiram, prova número um da inexistência da democracia, pelo que todos cá falam em classes com a maior naturalidade. Querem que cada um pague para a saúde, que quem pode pagar mais tenha o que quiser e que quem não possa que morra.
Exemplos:
Medicina e Saúde
O Culto da Desinformação
Hipocrisia e Cinismo, Valores Basilares dos Políticos
Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos
Há muitos mais e talvez melhores. Basta Fazer uma busca com «saúde Suíça» na coluna da direita.
A este respeito, pelos países onde os jornaleiros não encobrem as informações que não agradam aos políticos, circulam outras informações. Os portugueses no estrangeiro sabem-no e alguns cá também. Alguns povos suicidam-se literalmente, com a ajuda eficiente dos mais ricos, que não querem contribuir para os que menos têm. «Nos Estados Unidos o Obama tem tido a maior oposição possível à reforma dos serviços que ele propôs, a sabotagem é patente. Os governos, os bancos e os grandes accionistas da nossa sociedade não ganham dinheiro com serviços de saúde que prolonguem a vida dos menos saudáveis. Quem está doente não interessa.
Quem não tem dinheiro suficiente não interessa. Quem não tem um curso superior não interessa. Quem não tem poder político não interessa. Quem protesta não interessa. Quem tem uma idade um pouco avançada não interessa.» É esta a base da política do PSD e do CDS. É isto que nos espera se não lutarmos contra esses interesses que muitos partidos seguem por os fazer viver e lhes dar a possibilidade de parasitar a sociedade.
Quando todos tinham a barriga cheia na Europa, uma maioria votou à direita. As consequências apresentaram-se logo. Agora arrependem-se. Portugal, sempre atrasado, ainda nem se deu conta disso e parece querer aprofundar a sua desgraça e miséria se escolher esse caminho agora rejeitado na Europa, salvo pela Espanha, outro país atrasado. A subida dos populistas, nome por que são conhecidos, precisamente por se especializarem no logro dos populares, é um facto que patenteia o estado da mentalidade nacional. Como pode um pobre ser tão idiota a ponto de votar num partido que se sabe de tradição tirar aos que menos têm para dar aos que têm mais. É preciso ser algo mais do que burro. Isto, também se sabe de Portugal na Europa e ajuda a formar a opinião que lhes temos inspirado.
Um anúncio do Coelho, que vai nesse sentido sem que a maioria se aperceba, é o aproveitamento do descontentamento geral pelos políticos e pelo enorme número de ladrões políticos parasitas a viver à nossa custa. Promete reduzir o número de deputados. É um aproveitamento decorrente dum cinismo inqualificável e inimaginável. É verdade que os deputados são demasiados, mas não se podem reduzir por razões democráticas dependentes da parvalheira geral nacional: praticamente só votam em dois partidos e os restantes têm um número ridículo de deputados. Que acontecerá, pois, com a redução do número total de deputados? Os partidos maiores ver-se-ão livres dos obstáculos que os mais pequenos lhes fazem no parlamento e passam a controlá-lo por completo, ou seja, um golpe quase mortal na democracia parlamentar, que devido à disciplina partidária passará a limitar-se a aprovar tudo que dois partidos quiserem. É isto a que eles chamam democracia e que os pacóvios acreditam ser? Pelo menos que aprendam a votar em lugar de beberem as bestialidades que os futres das máfias oligárquicas vomitam.
A constituição é fundamentalmente antidemocrática e a fonte de todos os males. Afasta deliberadamente o povo da política, limitando-o ao voto e permitindo que qualquer politiqueiro de algibeira deite uma petição para referendo em boa forma para o lixo. Proíbe o controlo dos políticos e da corrupção política pelo povo, permite-lhes sacarem privilégios e mordomias claramente antidemocráticos e até ainda fabricarem leis que lhes permitem privilégios antidemocráticos e dão imunidade aos seus roubos.
Esta questão do controlo ainda não despertou na população, mas quando despertar eles vão fazer reformas à sua conveniência, como com a acima citada redução de deputados para eliminar os obstáculos causados pelos partidos mais pequenos. No fim só vão restar duas soluções: ou se continua a engorda-los e a aceitar tudo ou se corre com eles a mal, porque a bem não vão matar a galinha dos ovos de ouro.
Para os políticos, as pessoas não passam de eleitores, contribuintes, utentes, consumidores, etc. Pela manhã do dia do referendo sobre o aborto (Fevereiro de 2007) ouvimos o PR dizer que se a abstenção a este referendo fosse alta deveria rever-se a lei sobre os referendos, se a sua existência se justificava. Esta é das melhores putadas que se podem ouvir, como diriam os castelhanos. Vigarizaram a população ao ponto de a deixar indecisa sobre quem votar e querem-lhe imputar a culpa.
Uma mudança da constituição, devolvendo a soberania e o controlo ao soberano é imprescindível, ou aceite-se tudo calado.
O voto massivo em branco seria o modo mais altamente expressivo do descontentamento geral, mas a maioria está de tal modo embrutecida pelo marketing político e pela desinformação premeditada da jornaleiragem em aberto conluio com a corrupção, que nem compreende nos logros em que cai constantemente e continua a votar no seu partidinho e políticos queridos. Afastar o Sócrates é mais do que necessário, mas substitui-lo por um criminoso ainda mais neoliberal é um suicídio e pior emenda que o soneto. Como anteriormente constatado, o futuro o dirá. Os descontentes continuarão, mas sem norte porque com qualquer que forme governo nada do que realmente interessa mudará.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Cinismo, Destruição, Hipocrisia, Ignomínia, Imbecilidade, Malvadez, Pseudo democracia
O Espírito do Mal Neonazi
O mal do mundo, personificado pelo povo terrorista e maldito dos judeus sionistas de Israel, ataca judicialmente um dos mais conceituados titulares do Prémio Nobel da Paz, atribuído pelas suas obras humanitárias mundialmente conhecidas e pela defesa dos Direitos Humanos.
Porquê? Por revelar a realidade sobre um povo que pelo seu comportamento desumano, egoísta e abusador, a sua malvadez, o seu roubo de território e de recursos naturais, colonialismo e escravatura, desobediência a todas as resoluções das Nações Unidas, etc. Pelo seu comportamento apenas, este povo sionista deixou de ter direito à própria existência. O seu desaparecimento seria um bem para a humanidade e o maior bem para a região onde se foi inserir, onde se tornou a fonte e a origem de todos o males.
O que segue é uma transcrição do jornal Washington Post encontrada aqui.
Jimmy Carter Alvo de Acção de 5 Milhões de Dólares por Atacar Israel
WASHINGTON - O ex-presidente Jimmy Carter tornou-se alvo de uma acção colectiva por dizer coisas ostensivamente sobre Israel no seu best-seller 2006 livro, Palestine: Peace Not Apartheid. [Palestina: Paz, Não Segregação Racial]
Os cinco autores americanos da acção, dois dos quais são cidadãos com dupla nacionalidade de EUA e de Israel, pedem US$ 5 milhões em danos sobre o livro (que está a ser vendido por menos de US$ 10 na Amazon) na base de que as suas críticas de Israel violaram as garantias de defesa do consumidor.
O denunciante alegou num comunicado de imprensa que o ex-presidente dos EUA, 39 e Prémio Nobel da Paz "violou a lei e, portanto, prejudicado aqueles que compraram o livro" injustamente por "atacar Israel".
O Procurador Nitsana Darshan-Leitner disse processo dos seus clientes "irá expor todas as mentiras e deturpações no livro de Carter e provar que o seu ódio a Israel o levou a cometer este tipo de fraude no público."
A Editora Simon & Schuster, que é também alvo de acção judicial, demitiram-na como um acto leviano e um "gélido ataque à liberdade de expressão que se pretende defender vigorosamente."
"Esta acção é frívola, sem mérito e é uma tentativa transparente pelos recorrentes, apesar de suas afirmações, para punir o autor, Prémio Nobel da Paz e estadistas de renome mundial, assim como a sua editora, por escrever e publicar um livro com o qual os autores simplesmente discordam", disse Adam Rothberg, porta-voz da Simon & Schuster, ao Washington Post.
Uma cópia da denúncia pode ser vista aqui.
Esta notícia circula pelo mundo desde 3-2-2011. Alguém a leu ou ouviu em Portugal? Se fosse lixo, certamente tinha feito a ronda completa de todas as notícias, tal como as ordinarices e outras conversas do pervertidos chulos das máfias políticas. Ou será para proteger o judeu do Interior, quem tem mais contribuido para a destruição dda polícia nacional?
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Desinformação, Direitos Humanos, Jornaleiragem, Racismo, Terrorismo
Saber o Que se Quer e Como o Alcançar
Praticamente, todos sabem o que querem; basicamente é viver melhor. Não é apenas um objectivo humano, é uma ambição inconsciente universal, chamemos-lhe assim. O próprio universo se organiza num sentido de progresso e o progresso só pode existir com mudança.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: 3º mundo, A lei do mais forte, Desinformação
25 de Abril
Comemoração da Desgraça
Alguns interrogavam-se sobre o que foi sido feito do 25 de Abril. Hoje, a maioria ainda não conhece a resposta para além dos slogans que ficaram embutidos nas pobres mioleiras dum povo imensamente atrasado, mas os que se interrogam são agora a maioria.
As máfias políticas e as hostes de incompetentes e vigaristas que as apoiam apropriaram-se da Abrilada. Locupletaram-se com salários indecorosos e privilégios injuriosos, simultaneamente retirando ao povo as possíveis vantagens nunca alcançadas e afastando-o duma democracia de que sempre falaram (como acontece apenas nos países em que ela não existe). Convenceram os ignorantes que a democracia era este regabofe dominado por jornaleiros e politiqueiros em que a expressão é vedada ao povo, completamente afastado do poder por uma constituição vergonhosamente arquitectada com essa ronha.
Os slogans passaram um pouco à história e praticamente só um sobrevive, mas a intoxicação levada a cabo pela desinformação sistemática das bandas de jornaleiros que outra préstimo não têm que não seja o de manipularem as notícias, encená-las e contar apenas parte delas para enganar as pessoas e impedi-las de formar a sua própria opinião.
Os caixotes de lixo que são os noticiários são uma propaganda aos partidos, logros e notícias editadas para inserir ideias erradas. Duram frequentemente mais de uma hora! Caso único num país democrático. Metade desse tempo é o normal por toda a Europa. Em Portugal, este tempo extra é utilizado para apoiar as máfias políticas ou apresentar reportagens a ouvir turistas a elogiar a trampa nacional, coisa em que os doutrinados acreditam piamente.
Na véspera da Abrilada, a RTP apresentou uns quadros a que chamou comparativos do antes e do depois de 1974. Os outros canais de impostores também mencionaram comparações idênticas. Este o quadro foi apresentado com o mais baixo propósito de enganar as pessoas. Uma autêntica burla. As comparações eram todas subjectivas, sem excepção, donde, impossivelmente comparáveis.
Uma dessas comparações, os rascas vigaristas intitularam-na de Salário Mínimo. Trata-se duma dupla vigarice. Primeiro não havia salário mínimo em Portugal e nem todos os países o tinham nem têm. Nenhum salário, em qualquer país, em qualquer parte do mundo pode ser comparado de tal maneira crua. Além disso, na década de 1960, um salário de hoje €20 chegava perfeitamente para alimentação variada, renda, roupa, transportes, férias, tudo. Um general do exército ganhava Esc.: 11.000$00. Como comparar da forma que os falsários apresentaram? A clara intenção destes idiotas maliciosos só pode ser a de enganar e embrutecer quem lhes der ouvidos.
Outra comparação enganadora foi acerca do número de crianças mortas à nascença. As comparações foram todas falsas sobretudo por terem sido apresentadas for do contexto.
Portugal nunca foi um país rico, embora sempre se tivesse vivido muito melhor do que em Espanha até às conquistas, extermínios e genocídios (links ao fundo da página) completos dos castelhanos para roubarem outros povos, enriquecendo à custa da desgraça que espalharam pelo mundo que hoje ainda os odeia. Contudo, ao fim da Segunda Guerra Mundial, Portugal estava bem melhor do que a maioria dos países europeus a todos os níveis. Não era milagre, a guerra em que Portugal não entrou tinha-os destruído quase por completo. Foi a partir daí que a Suíça, por também não ter entrado, começou a desenvolver-se com o dinheiro que os nazis e os judeus deixaram nos seus bancos, deixando de ser o país onde poder comer um caldo à noite já era bem bom.
Desde então, todos os países progrediram, inclusivamente os da Cortina de Ferro, embora num grau bem inferior. Portugal também. Após 1974, quando o ritmo de crescimento dos outros países tinha atingido velocidade de cruzeiro, Portugal também continuou a progredir, mas sempre menos do que os outros, o que em simples aritmética se traduz em atraso. Por isso, quando os corruptos e os trafulhas nos falam em grande avanço, mentem descaradamente. Só um lerdo pode acreditar que nos últimos dez anos Portugal se atrasou os efectivos 30 (segundo o Eurostat de há já mais de 2 anos) desde a Abrilada. Tudo arquitectado para sustentar parasitas, ladrões e outras sanguessugas à custa dos mamões que sustentam o regime aprovando-os e votando neles.
Foram estas corjas de salteadores e apoiantes que levaram o país `falência e terceira intervenção do FMI. Isto não aconteceu em nenhum outro país. O que significa que estas corjas são bem piores que as dos outros ou que os portugueses são mais estúpidos por o permitirem, ou ambas as coisas.
Os oficiais de Abril confessam-se todos desiludidos pelo caminho que esta canalha deu ao país. Ainda que sem o apoio geral, Otelo Saraiva de Carvalho chegou mesmo a dizer, há menos de duas semanas [I Online], «que se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de Abril». Diz ainda que «ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução». O que faz falta é enforcarem os traidores e emprisionarem os seus apoiantes, em lugar dois pilha-galinhas que enchem as prisões.
Que è que se comemora, então, hoje, se não a ganância satisfeita dum punhado de malandros à custa da miséria geral nacional?
Comemora-se a vitória das associaciassões de criminosos que formam as oligarquias políticos.
Comemora-se a glória dos incompetentes embusteiros que mentem descaradamente, desinformam, que os protegem e embrutecem a população, possibilitando assim a miséria e a desgraça que se conhecem.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Abrilada, Destruição, Oligarquia
Ciclo Vicioso
Quer o queiramos reconhecer ou não, sabemos o que provocou a crise nacional agravada pela mundial, esta por causa dos especuladores. Após tanto se falar, ainda que encoberto pelos corruptos e pala desinformação jornaleira, as razões têm vindo à tona e fala-se agora abertamente, ainda que evitando de as ligar: a falta de produção (e daí de exportação) e um consumo exagerado num país que não produz. A queda de produção num país que ainda que pobre conseguia subsistir chegou-nos por dois caminhos.
Um, foi a destruição da agricultura enquanto os outros países europeus a reestruturaram. Foi o abate quase completo da frota de pesca, passando a importar-se o peixe dos países que remodelaram a sua. Foi ainda o desmantelamento da indústria em mãos mencionais de que os industriais portugueses se queixaram por ter sido entregue a empresas estrangeiras (o tal tão gabado investimento do exterior) sem que ninguém lhes desse ouvidos.
Um dos outros caminhos para a miséria actual veio do roubo, esbanjamento e mau uso dos tais fundos de coesão europeus recebidos precisamente para armar o país para a concorrência e desenvolvimento futuros, mantendo-o produtivo.
Estas destruições, orquestradas pelos governos do Cavaco foram completadas já no tempo do Guterres, que fugiu por ter vislumbrado o que aí vinha e saber que já nada mais podia fazer do que acabar de cumprir os acordos do Cavaco.
Se nos lembrarmos do que é um pouco mais recente, Portugal continuou ainda a receber avultadas quantias da UE, mas nenhum governo mais tentou sequer remediar os estragos, donde a culpa é a dividir por todos, sem excepção. Ou seja, à sua maneira todos colaboraram para a miséria do país. Por isso que se os partidos se acusam reciprocamente pela miséria actual, uma chachada, e nenhum se atreve a mencionar as verdadeiras causas, anteriores, de que são culpados e que são a autêntica fonte da desgraça nacional. Incomparavelmente muito mais grave e que provocou a queda. Com a ajuda duma verdadeira desinformação jornaleira que encobre a corrupção, nem se atrevem a tocar no assunto porque, como diz o ditado, «quanto mais se mexe na merda mais mal ela cheira».
A fim de manter a população contente, os governos usaram o dinheiro da UE para sacar votos aos incautos improdutivos, incutindo-os a gastar quanto podiam. Para tanto, facilitaram o crédito para todos os gastos improdutivos, empurrou as pessoas para comprar casa e habituou as pessoas a viverem acima dos seus meios, ou seja, a gastar 100.000$00 por mês quando ganhavam 80 ou 90.000$00. Isto em lugar de aproveitarem o algum dinheiro que ainda vinha para investir nalguns meios para o progresso do país.
Em nenhum país a população jamais comprou tantas casas como os pelintras nacionais. A falta de controlo das rendas tem feito parte do plano para estimular as compras. Há rendas extremamente baixas e outras incrivelmente altas. Não existe um controlo como em países democráticos, em que tribunais especiais anulam os contratos de arrendamento de montantes exagerados após avaliação oficial e obrigam o senhorio a baixar a renda. É uma autêntica paródia onde em tudo rouba mais aquele que tiver melhor ocasião.
Quando a fonte secou e a torneira se fechou, os corruptos, que há muito já tinham todos enriquecido, com um tipo de roubo ou outro, incluindo as reformas astronómicas. (criticadas pela UE), prosseguiram com os mesmos métodos de roubo. Começaram a aumentar os impostos, mas ainda assim o dinheiro não chegava para compensar a vida a que os corruptos tinham habituado a vivar um povo que não só deixou de produzir e de exportar, como se tornou viciosamente mandrião, julgando que trabalhar era marcar presença. Fizeram-se muitas greves por meio tostão, porém nenhuma no sentido de remediar o verdadeiro mal. Era tudo apenas para uso imediato: o trabalho, os gastos, as greves.
Entretanto, a construção movimentava rios de dinheiro, dando a ilusão de progresso económico quando na realidade só os construtores – nas mãos ca corja política – lucravam. Todo este burburinho da construção era só cá dentro, nada era exportado, ou seja, era mais um gasto nacional.
Quando os fundos europeus terminaram, as seitas mafiosas, mas cobardes, não quiseram confessar o que tinham feito do país. Que fazer, então, para continuarem a passar por santos e sacarem os tão necessários votos que lhes davam a tão desejada imunidade ao roubo? Só havia um caminho: afundar cada vez mais o país com empréstimos junto das financeiras internacionais para permitir que a população lerda, convencida por eles de que desde que entrou na UE não precisava mais de trabalhar, continuasse a gastar mais do que ganhava numa euforia suicidária.
E assim cresceu a dívida nacional, cada ano mais, inversamente à diminuição gradual de entrada de fundos europeus. Uma olhadela ao crescimento da divida revela bem esta autenticidade: quanto menos se recebia anualmente da UE maior era o aumento do endividamento externo. A dívida é pois quase totalmente da população por ter vivido muito acima dos seus meios – do que só um tolo poderia esperar consequências diferentes. Ao que se constata os tolos abundam.
Sabemos como foi, mas certamente existem incrédulos incapazes de acreditar que tudo isto pudesse ter acontecido sem que ninguém lhe tivesse feito a mínima alusão (sem que ninguém os «alertasse», dirão os papagaios que tão bem imitam os iletrados que mais colaboraram para a sua desgraça). Então não se tem sempre afirmado neste blog que os segundos culpados do estado da nação são os jornaleiros desinformadores e anti-sociais que nos escondem aquilo que nos devem contar e quando o fazem é encenado (mentem, encobrem, escolhem música e actores), fazem scoops, manipulam as informações, tentam modificar as opiniões gerais. Oh, não acaba aqui, mas se fôssemos continuar nunca mais acabaríamos os louvores a essa canalha imunda e nojenta de rascas pedantes.
Os portugueses são um povo estúpido, tal como os outros países europeus o sabem. Não eram assim conhecidos, não, porque foram estes canalhas que os embruteceram. Escondendo-lhes como se procede em países democráticos para se controlar os políticos, inibiram-nos de tentar evitar esta desgraça. Escondendo-lhes como vivem, trabalham e procedem os povos mais ricos, condenaram-nos à miséria mental e à pobreza por os impossibilitarem de trabalhar e ganhar como os outros.
Em lugar de nos informarem tudo esconderam em perfeita colaboração com as máfias, permitindo que elas tenham operado do modo que nos arrastou até ao fundo da cloaca onde chafurdamos. Incharam os miseráveis, fazendo-os crer que eram um povo avançado, inteligente e informado, quando ocupam a ponta da cauda da Europa, comem travias que os engordam e adoecem e chamam-lhes manjares. Os turistas evitam comer nos restaurantes a que nós chamamos normais, e como os capazes são tão poucos e mais caros, comem sandes; não lhes cai bem, fazem-lhes mal as delícias nacionais. Os jornaleiros fizeram os estúpidos acreditar que era tradição nacional comer bacalhau no Natal e as pobres diabos desataram a cumprir o que lhes impingiram. Os portugueses são hoje o povo mais rasca e atrasado da Europa e é assim que há já uns bons anos é conhecido.
Os portugueses de hoje são indivíduos pouco inteligentes, estúpidos, teimosos, ignorantes, com pouco entendimento, sem conhecimentos gerais. Estes atributos são os que se encontram num dicionário comum como definição do substantivo burro. Enquanto não o entenderem continuarão a piorar, de acordo com o que escreveu Victor Hugo na década de 1880, «a ignorância é a mãe da estupidez». Foi o que aconteceu em consequência do embrutecimento administrado aos portugueses pela mentira contínua da desinformação anti-social arquitectada por jornaleiros rascas e mal intencionados, de que a corrupção política tem sabido tirar tanto proveito quanto tem podido. Sane-se em toda a Europa e só os portugueses o têm ignorado pela mesma simples razão: tem-lhes sido escondido, têm sido enganados como mamões.
Clamam agora, os políticos e os jornaleiros, de que não há solidariedade na UE dar a Portugal o dinheiro intencionalmente estoirado e roubado pela corrupção política e por quererem viver acima das suas possibilidades e nada produzirem. Francamente, se outro país tivesse feito o que Portugal fez, quereriam os portugueses pagar-lhes para saírem do buraco em que se meteram conscientemente? Porque foi conscientemente que chegámos onde nos encontramos: permitimos que os políticos o fizessem.
Enganados pelos jornaleiros ou não, tínhamos obrigação e responsabilidade de corrigirmos aqueles a quem pagamos para serem nossos mandatários e não nossos mandantes. Eles não representam a vontade daqueles que os elegeram e a maioria dos escolhidos nem eleitos foram. Idem quanto à justiça que também não foi metida na ordem, duramente criticada por toda a Europa devido à sua incapacidade, mândria e colaboração dos juízes com a corrupção política que se recusam a investigar.
Por todos estes factos tampouco nos reconhecem como democracia – o que evidentemente não somos e devemos compreender e admitir que os corruptos nos atiram com a palavra à cara para se aproveitarem dela convencendo-nos a deixa-los roubar-nos – , sobretudo agora, com mais uma prova dada, cada partido em conversação (a que chamam impropriamente negociação) com a delegação do FMI e da UE.
Os portugueses ainda não aprenderam a não acreditar, muito menos confiar em políticos. Continuam convencidos de que devem votar no seu partido ou noutro para uma mudança. Que irrealismo! Até o compreenderem eles continuarão a trata-los como objectos a espoliar. Continuam a ler-se opiniões de lorpas sobre em que partido votar para mudar, como se votar nos mesmos ou noutros, mudando de máfia no poder, lhes pudesse resolver os problemas, tal a inconsciência e a ignorância. Sem pôr rédeas e cabrestos nesses animais nada continuará, só as aparências.
Ver também Debacle.
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Mentiroso
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Tópicos: 3º mundo, Desinformação, Destruição, Pseudo democracia
Os Fazedores de Crises Financeiras
Ganância e Cobardia
Quem ou o quê estará por detrás das ditas avaliações dos mercados?
Após pequena análise mental rudimentar evidencia-se que essas agências de classificação – cujo nome os ignorantes e pedantes não sabem ou não querem traduzir (o segundo caso mais grave que o primeiro por revelar uma deficiência mental no comportamento) – conclui-se eu essas agências são todas Norte Americanas sem excepção.
Como se faz, que só eles as tenham? Na Europa nunca se justificou a sua necessidade por nunca se ter tentado impor uma hegemonia monetária mundial, até porque a existência duma moeda comum é recente. O que aconteceu foi os EUA, na sua ganância de exploração mundial e abolição dos princípios dos Direitos Humanos (na sua constituição apenas como figurantes), que lhes mereceu a justa classificação de imperialistas, inventaram essas agências de classificação A agências servem, evidentemente para desvalorizar o dinheiro dos outros a fim de que eles sós possam gozar da vantagem do valor que se atribuem. Não acreditar ou não querer ver este facto real é negar que a China é praticamente a dona dos EUA já desde fins da década de 1980.
Então os EUA, com a maior dívida mundial continuam com o seu rating inalterável? As agências só funcionam contra os outros países. A sua finalidade é a de manter a hegemonia do Dollar custe o que custar. A legislação dos EUA só permite a emissão de dinheiro à Reserva Federal, mas isto não é respeitado e o governo permite que os bancos possam ter os cofres vazios clamando estarem cheios. Essa hegemonia do Dollar, aliada à infracção da legislação, permite a especulação mundial e ganhar fortunas ilicitamente, do modo que provocou os desastres financeiros de Wall Street e que eles estão a fazer os outros países pagar em seu ligar.
Está-se a passar o que foi previsto por Thomas Jefferson, o terceiro e um dos mais eminentes presidentes dos EUA (1801-1809), há 200 anos:
If the American people ever allowed the banks to control the issuance of their currency, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children will wake up homeless on the continent their fathers occupied.
[Tradução: Se o povo Americano alguma vez permitisse aos bancos controlar a emissão da sua moeda, os bancos e as corporações que crescerão em seu redor privariam as pessoas de todos os seus bens até que os seus filhos acordassem sem casa (uns sem-abrigo) no continente que os seus pais ocuparam.]
O Sixteenth Amendment da constituição, em 1913, veio concretizar o que Thomas Jefferson temia, lançando a Reserva Federal e os bancos no caminho destrutivo que ele previu e que tão bem conhecemos e sofremos.
O nascimento da moeda comum europeia foi a maior ameaça à hegemonia imperialista Norte Americana de todos os tempos. Tornou-se uma moeda forte por nela entrarem países grandes em tamanho, como a França, ou grandes economicamente, como a Alemanha, a Itália e a Grã-Bretanha. Esta última não usa o Euro, mas está dentro do circuito. A única maneira dos financeiros não perderem os seus trunfos ilegais, continuarem a fazer especulações sem fundos próprios, sabotarem as finanças mundiais, ganharem e abotoarem-se sem o distribuírem, ou perderem fazendo os outros países pagar por eles, como está a acontecer presentemente é a de manterem a hegemonia do Dollar e o seu controlo.
A crise financeira actual nada tem a ver, nem na origem nem na semelhança, com as crises do passado. É o fruto da especulação dos imperialistas financeiros Norte Americanos que, tendo perdido em grande escala, nos fazem encher os seus cofres que esvaziaram, com a nossa miséria. A crise portuguesa não tem origem nela, como os políticos, uns afirmam a pés juntos, outros nem nisso falam para esconderem a sua culpa passada em arroiarem o país, tirando-lhes as armas da produção que lhe teriam evitado o pior. É evidente que uma crise financeira, seja qual for a sua origem, afecta mais ou menos qualquer país proporcionalmente ao quanto estavam a viver acima das suas possibilidades. Idem para a recuperação de forma inversa.
Os meios financeiros dos EUA, que promovem e administram estes abusos, têm dominado a política Norte Americana e impedido a sua adaptação aos Direitos Humanos. De não esquecer que aos comandos desses meios financeiros se encontra um grande número de judeus, os quais estão na origem da perpetuação das guerras do Médio Oriente, da escravização do povo palestino (de origem europeia e não semita), da falta da desumanização da região, tudo para manter um povo colonialista e terrorista em terras que roubou e ocupou ilegalmente e sem jamais respeitar as resoluções das Nações Unidas. Um povo de párias sionistas, vigaristas e assassinos neonazis, sustentado e defendido pelos financeiros Norte Americanos, na sua maioria judeus.
A passividade dos países europeus face à exploração Norte Americana é uma cobardia. O facto de nos terem ajudado a livrarmo-nos da ganância hitleriana não justifica nem desculpa uma submissão total às ganâncias ilegítimas dos mercados financeiros. É um dos produtos da teoria moderna neoliberal em permitir que em lugar da razão seja o dinheiro a comandar o mundo, provocando e mantendo a pobreza e a desigualdade que os neoliberais aproveitam para se encherem de modo idêntico. A cobardia em qua a Alemanha se tornou iniciou-se após a sua perda da II Guerra mundial. Os seus crimes contra semitas e ciganos continuam a pesar sobre a nação e a impedi-la de tomar resoluções acertadas para a paz mundial. Não lhe permite, por exemplo, iniciativas nem apoios a decisões bélicas, mesmo quando não há outro caminho a seguir, como se vê com a sua reprovação de qualquer ataque a Kadhafi.
O Euro é apenas um resultado da política promovida para a unificação da Europa, a qual se iniciou praticamente antes do fim da guerra e para o que contaram sobretudo o Congresso de Haia, de 1948, e o Tratado de Roma, de 1951. Para lá se chegar foram precisos todos os anos que decorreram desde 1945 (fim da guerra seguido pelo tratado de Yalta) e os esforços incansáveis de Robert Schuman, o verdadeiro e único pai da Europa, um homem de estado do regime pró-germânico francês de Vichy (I Guerra Mundial), um franco-alemão luxemburguês nascido na ex-Lotharingia (uma das regiões formadas pelo desmembramento do império de Carlos Magno). Começando já na altura das negociações do fim da guerra, passou o resto da sua vida a formar as bases duma união destinada a evitar as contínuas guerras que impediam a paz no continente, fazendo a desgraça permanente das populações. Schuman promoveu os interesses comuns dos povos para formar uma aliança.
A Alemanha e a França eram e são certamente os maiores interessados, já que foram os beligerantes que mais frequentemente se encontraram frente a frente no campo de batalha. A França perdeu quase todas as guerras contra a Alemanha, três no último século, sendo salva das duas últimas pelos aliados, em que os EUA ocuparam o lugar predominante. Um total de cinco guerras para a França no espaço de um século! Os sessenta últimos anos de paz na Europa são os mais longos da história do continente.
[As ideias democráticas de Robert Schuman podem ser vistas no site que o perpetua e comparadas com a trafulhice do que a UE hoje pratica.]
Depois disto, parece bem evidente que o que os financeiros dos EUA, na sua maioria judeus, querem, como se sabe sem conjecturar, é a destruição duma aliança pela paz em troca do benefício de poderem roubar os países com os seus métodos especulativos. Também parece evidente que aqueles que mais lucram com essa paz que lhes trouxe uma vida melhor quase tudo farão, também, mas no sentido inverso. Quase tudo e não tudo porque continuarão suficientemente acobardados para lutarem contra os interesses dos judeus incorporados nos EUA, tal como nada têm feito para o restabelecimento da paz no Médio Oriente.
Barbaridades inclassificáveis foram perpetradas contra os judeus durante a II Guerra Mundial, assim como contra os outros semitas e ciganos, mas tendo em conta o comportamento dos sionistas em Israel, parece que já chega de condolências. Caso mesmo para nos perguntarmos honestamente se para essa região onde os neonazis espalham o mal não seria uma solução aceitável e bem-vinda que o Irão apagasse mesmo esse estado maldito do mapa, a verdadeira fonte do mal da sua região e que espalha as garras ao mundo ocidental, onde pretende ter um lugar como sangue-suga. E ainda há quem se preocupe e queira impedir de que se diga a verdade sobre eles, mas não sobre os restantes povos da região.
Este artigo é um esboço ou um resumo sobre um assunto demasiado longo para aqui e não pretende ser uma explicação exaustiva sobre a crise financeira, mas apenas chamar a atenção a factos conhecidos e comprovados que a habitual desonestidade das bestas desinformativas nacionais, desses abortos que dizem informar-nos e que para isso são pagos, nos esconde. É mais natural que a imprensa dos EUA o faça, pois que defendem o mal que a sua nação provoca, não que outros os encubram. Melhores exposições e mais detalhadas podem ser encontradas na Internet.
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«Os Partidos Políticos São Casas de Putas»
Medina Carreira
A afirmação do Medina Carreira não é nova, mas não é muito conhecida. A sua frase aplica-se à política portuguesa e aos seus actores-palhaços-putas tal como ele a vê a para ela a concebeu.
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Mentiroso
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Viva a Carbonária!

Para os poucos que não conheçam esta bandeira, é a da Carbonária, uma organização criminosa de assassinos que se aproveitava da balbúrdia política, muita da qual fomentou, para satisfação de interesses ilícitos. Foi a maior organização criminosa nacional de há um século. Foram abençoados pelos fundadores da república. Como a sua bandeira nos revela, por ter sido adoptada para nacional, apenas com pequenas diferenças, formou a o núcleo do então Partido Republicano, impondo-se aos restantes partidos republicanos, dominando-os e tentando aniquilá-los para seu proveito.
Com idêntico sentido de justiça, de civismo e de honestidade, são agora apoiados pelo actual governo, que para essa comemoração estoira €10M [10 milhões de euros, distribuídos por três anos (2009, 2010 e 2011), segundo o portal do governo] do pouco dinheiro que os portugueses têm. Ou melhor, do que não têm, pois que muitos até as meias têm penhoradas. Como de costume, nada do que está mal é repudiado pelos partidos. Tal como a aprovação daquela lei do financiamento dos partidos, que não chegou a nascer, mas que todos os vigaristas do parlamento votaram menos um, aqui também nenhum contesta.
Já muito anteriormente a 1910, o Partido Republicano tinha conseguido juntar ao seu apoio a gente da mais baixa índole da época, não deixando de haver algumas excepções de crédulos bem intencionados. É também isso que se celebra com os nossos €10M. Por comparação, como diz o historiador Rui Ramos, assim como não se pode separar Salazar dos seus conhecidos pecados, que seria se estes fossem riscados e se passasse a citar unicamente as suas boas obras, como a construção das barragens e das escolas, o abono de família, o primeiro orçamento sem deficit após a catástrofe financeira nacional da república, a neutralidade que nos poupou à segunda guerra mundial e tantas outras obras dignas de mérito?
É o que nos estão a fazer – políticos falsos e jornaleirada em conluio, como sempre – com o branqueamento desse regime monstruoso e anti-democrático que pôs termo a um outro democrático. Durante a monarquia o regime era democrático e eles tinham assento no parlamento e a eleições livres. Contudo, na república o direito de voto foi retirado à maioria da população e completamente às mulheres, o controlo dos jornais, o genocídio em Angola. Os sindicatos eram perseguidos e aos religiosos aplicavam-se métodos similares aos da inquisição ou que o regime hitleriano usou com os judeus.
O retorno a esse regime seria mais atroz que ao do Estado Novo. Toda a gente chegou a ter medo de sair à rua pela frequência dos roubos e dos assassínios. Geraram a maior miséria nacional a todos os níveis. Assim, por inimaginável que hoje possa parecer àqueles que o desconhecem, a chegada do Salazar ao poder e a sua consolidação, não obstante os males que o acontecimento acarretou, foi abençoada pela quase totalidade da população. Conseguiu tirar o país da sua maior crise financeira de todos os tempos sem roubar os mais pobres como hoje se está a fazer, enquanto a frugalidade e o aumento dos impostos foram forçados aos que mais tinham. Tudo isto e o avanço económico dos seus primeiros tempos justificaram plenamente a popularidade de que então gozou. O atraso e os males vieram muito mais tarde e não foram logo contestados devido à memória dos mais velhos, que por longo tempo continuavam a se julgar no paraíso quando se recordavam do que tinham sofrido no tempo da implantação da república.
Afonso Costa era o chefão da ala mais radical da canalha que a pouco e pouco açambarcou o poder, tornando-se a peste nacional «que excluía e perseguia todos os outros da maneira mais violenta». A brutalidade selvagem desse bandido e do partido que encabeçava extinguiu os sindicatos e radicalizou os outros partidos republicanos, numa verdadeira acção ditatorial arcaica para a época e após a democracia que tinha derrubado.
Manuel de Arriaga, homem íntegro e primeiro presidente, foi aviltado e forçado a demitir-se. Grande número dos republicanos honestos foi assassinado pela Carbonária do Afonso Costa na chamada «noite sangrenta» de 19 de Outubro de 1921. O domínio do Partido Republicano foi a negação completa do ideal, de certo modo comparável ao resultado da Abrilada de 1974, anos depois.
O que agora se celebra com o nosso dinheiro é um regime que terminou com a democracia, um partido que dominou os opositores, assassinando-os sempre que não conseguia o poder de outro modo . Esta comemoração só se compreende se os celebrantes apoiarem os ideais dos autores das desgraças daquele tempo e do ataque pessoal, aliás, actualmente bem expresso pelo PSD de hoje, mas não solitariamente. Só se compreende se os seus autores se identificarem aos assassinos anti-democráticos dessa época negra.
E nós pagamos por isto.
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Tópicos: Assassínio, Ditadura, Hipocrisia, Ignomínia, Indignidade
Crimes Abafados
O caso da Casa Pia já vem de longe. Dele, muitos se têm servido para apoiar as suas ideias, sobretudo políticas, deformando um assunto que na realidade se trata de comportamento e de moralidade, um tema da justiça a que os militantes de nenhum partido escapam, seja a descoberto ou de forma não aparente. São crimes de comportamento, absolutamente independentes seja do que for. Isto é tão lógico e tão patente que só um impostor falsário e comediante pode afirmar o contrário
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Tópicos: Cobardia, Corrupção, Ignomínia, Justiça podre, Polícia
Colonizados no seu Próprio País
A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.
No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.
Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.
Daí, substituiu-se a expressão correcta de Península Luso-Ibérica por Península Ibérica e para contentamento do povo selvagem vizinho, começou a chamar-se Ibérico a tudo o que estivesse na península ou que com ela se relacionasse. Errado, pois que nada temos a ver com os Iberos. Até os laços entre iberos e castelhanos – estes geograficamente situados de permeio – são relativamente ténues, visto os primeiros terem ocupado, histórica e arqueologicamente, uma região limitada ao Leste da península, como se pode ver neste mapa na Wikipedia (mapa 1), tendo-se posteriormente alongado mais para o Sul (mapa 2 e mapa 3).
Como se pode verificar, os lusitanos e os iberos nem fronteiras comuns alguma vez tiveram.
A história das áreas ocupadas é muito complicada devido às inúmeras invasões de povos do exterior, pelo que a sua descrição se estenderia imenso e pouco adiantaria à finalidade do presente artigo.
Com efeito, os Portugueses não têm nem jamais tiveram qualquer relação, sanguínea ou de vizinhança, com os iberos, donde o nome correcto da península só pode ser como atrás mencionado. Já teve outros nomes ao longo da história, mas deve ser esse o nome moderno por corresponder aos dois estados que actualmente a ocupam. Mais uma vez se destaca a bestialidade dos pedantes animais desinformadores nacionais. Só podem haver duas causas pelo seu procedimento: (1) pura ignorância e estupidez ou (2) intenção premeditada de enganar, mentindo.
A consequência de qualquer dessas causas é a admissão das empresas espanholas que vêm sacar o dinheiro aos portugueses e a venda dos produtos de baixa qualidade de sua fabricação, contribuindo efectivamente para o seu empobrecimento. Alguns dirão que os produtos portugueses não são melhores. Isso é outra história e tem causas diferentes, mas nesse caso não seria preferível comprar doutra origem, se de melhor qualidade e por preço idêntico? Porque existe! Ou será a finalidade a de simplesmente escoar o lixo castelhano e enriquecê-los com a nossa miséria?
Estamos a ser economicamente colonizados pelos castelhanos, fruto das ideias do traidor Mário Soares e desses monstros que em lugar de nos informarem nos mentem e enganam. Estamos, todavia, a ser colonizados por outras gentes, de modo diferente: culturalmente e parasitariamente.
Os imigrantes improdutivos admitidos, assim como outros parasitas, estão todos a viver à nossa custa, recebendo o Rendimento Social de Inserção que lhes é atribuído por leis contra a restante população e por assistentes sociais irresponsáveis que nem verificam se os muitos que dele auferem não precisam. A propósito deste direito ao RSI, veja-se este artigo de outra autoria.
Somos colonizados por gentes que em nome das suas liberdades, que não devem ser contestadas, nos querem impor as suas culturas, geralmente atrasadas e desumanas disfarçadas. Em lugar de se adaptarem ao país em que vivem, pretendem colonizá-lo, tentando adaptar os autóctones aos seus costumes, geralmente bárbaros. A este propósito, transcreve-se aqui parte dum discurso feito há algum tempo pelo primeiro-ministro da Austrália, John Howard, dirigido aos muçulmanos que lá queriam viver sob a lei da sharia.
Os imigrantes não australianos, devem adaptar-se. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.
A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!'
A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.
Este é o nosso país, a nossa terra e o nosso estilo de vida. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: o direito de partir. Se não são felizes aqui, então partam.
Não vos forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.
Tolerância exagerada e mal aplicada, como concebida em Portugal torna-se laxismo maléfico para toda a nação.
Entretanto, por motivo idêntico, um outro movimento anti-islâmico nasceu na Holanda, liderado por Geert Wilders e está a espalhar-se pela Europa. [Descrito pelo jornal The Australian (ou a tradução defeituosa do Google)] Devido aos abusos desses imigrantes a desadequada tolerância dos governos, este movimento pretende banir a imigração islâmica e está a alcançar os Estados Unidos e o Canadá.
O problema não é de ordem racial nem de anti-imigração na sua generalidade, mas visa os motivos sólidos e específicos nomeados pelo primeiro-ministro australiano. Note-se que a Austrália sempre foi terra de imigração e sempre recebeu a todos de modo igual e humanitário, reconhecendo-lhes os mesmos direitos dos australianos. Porém, nenhum povo tolera ser colonizado, seja duma ou doutra forma. Não se pode permitir que, em nome duma falsa humanidade, os nossos governos nos massacrem, permitindo que os autóctones sejam colonizados pelos imigrantes. Que sejam os que recebem a adoptar os costumes e as leis dos que são recebidos.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Desinformação, Embuste, Traição
Sócrates Elogia o Sistema Falido da Saúde
A Desgraça Nacional – Como e Porquê
Como se Estupidificou a População?
Sócrates elogiou o sistema de saúde nacional por ser igual para todos (notícias de 26-7-10). Que falsidade! O sistema de saúde nacional não é verdadeiramente universal nem segue as normas adoptadas nos países europeus que o fazem realmente igual para todos.
A saúde, como ela está em Portugal, não podia ser pior. Nos serviços do estado não há concorrência e os médicos desinteressam-se completamente por uma profissão que é humanitária, procurando os hobbies paralelos inexistentes nos países democráticos europeus. Por outro lado, esses hobbies minam o sistema. Por algum motivo os portugueses continuam a ter uma esperança de vida inferior.
Nos países europeus a saúde é garantida pelo estado, enquanto a maioria dos serviços são prestados pelos privados (mutuais bem controladas). Os estados, de acordo com as associações dos profissionais (ordens, etc.) estabelecem tabelas tarifárias pelos actos médicos, de enfermagem, de hospitalização e outros complementares. Todos os médicos e outros profissionais de saúde trabalham para o sistema nacional.
Cada pessoa escolhe o médico ou hospital que quiser e gera-se uma concorrência que só pode ser benéfica. Os hospitais, privados ou do estado, estabelecem os preços que quiserem para os serviços hoteleiros de internamento, mas NÃO naqueles para os quais exista o tal acordo tarifário. As pessoas são tratadas convenientemente, o que cá não acontece, salvo as costumadas excepções às regras.
Nalguns países, como em Portugal, os serviços de saúde estão em falência porque enquanto a procura subiu em flecha desde à volta do princípio da década de 1970, nada fizeram para acompanhar essa subida. Cá, ninguém fez nada, nunca, e o Sócrates foi a maior desgraça porque agora ainda precisa de mais intervenção do que antes devido à contínua pioria. Em lugar de transformar, reestruturar, modernizar e revitalizar, aplicou-lhe uma mezinha que nem poderia resistir a uma crise, como se constata.
Onde se evitou a falência adoptou-se por uma subida dos impostos para esse fim ou uma subida das quotizações individuais, consoante o método de financiamento. Porque – não metamos a cabeça dentro do barril – não há outra solução e todos devem ter direitos iguais.
Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
O grande mal de Portugal (e de alguns outros países) é os impostos não terem destino especificado e os governantes poderem usá-los como lhes aprouver e sem qualquer controlo do povo. Um autêntico regabofe de descontrolo e de corrupção que só pode originar a ineficiência dos serviços e o aproveitamento desta precária situação pelos oportunistas e hobbies por exploração, assim como um descontrolo completo e a ineficácia do sistema.
Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
O Sócrates deveria ter introduzindo as transformações necessárias, modernizando e financiando, copiando dos países cuja experiência resolveria os problemas nacionais. Devia ainda ter acabado com os hobbies e ter estabelecido um controlo efectivo que evitasses explorações e tornasse o sistema democrático, em lugar da fantochada que é.
Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
O impostor do Sócrates gaba-se de ter reestruturado o serviço de saúde, mas pelo que atrás se vê, nada fez de útil. Bem pelo contrário. Aplicou-lhe uma mezinha que não durou o tempo da sua legislatura e que só serviu de propaganda de marketing político para incautos. Aldrabão! Mantendo a situação ruinosa, deu oportunidade aos neoliberais anti-democráticos, oferecendo-lhes razão para contestarem sobre uma bandeja, aproveitando-se do descontentamento geral devido à falência na efectividade do serviço.
Alguém leu ou ouviu algum jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
Devido à crise e à má organização, a agravação dos serviços de saúde e da Segurança Social só pode continuar a piorar. As esperas, as faltas de médicos e de todos os recursos vão piorar e em grande. Na posse desta fácil e lógica previsão, o novo PSD neoliberal – que a maioria dos apáticos crê ser o mesmo dos tempos antigos, mas que é quase o contrário, como testemunham as suas proposições e a maioria dos seus mais antigos militantes – teve a oportunidade de avançar com a ideia duma privatização, não como nos países democráticos enunciada acima, não, mas na pura e monstruosa intenção de liberalizar e oficializar os hobbies que roubam a população, enquanto aprofundando e alargando o fosso já grande entre mais ricos e mais pobres. É esta a democracia do actual PSD e do seu chefe de clã mafioso. Enganar o povo e empobrecê-lo roubando-o para dar àqueles a quem permitem o roubo, o todo sem o mínimo controlo.
Deste modo, o PSD começou por espalhar uma ideia contra a população em geral, por enquanto apenas levantando a ideia. Vai agora aguardar pacientemente o inevitável aumento da degradação do sistema devido à incompetência do Sócrates na sua imprescindível reforma. Quando o momento político chegar, o hipócrita do Pedro Coelho vai dizer: Eu não lhes disse que o sistema era insustentável e que devia ser privatizado, com expliquei? Chama-se a isto, literalmente, um hipócrita e sacana de maus fígados ao último grau, por infligir conscientemente o mal a toda a população que não possa pagar.
Pelo que se vê, o isco ainda agora foi lançado, a primeira parte. O seguimento será na altura de vantagem política para que a impostura possa vingar.
O sistema pode muito bem ser privatizado, sustentável, democrático e respeitar os Direitos Humanos como noutros países e lembrado acima, mas jamais do modo que esse ladrão-mor e assassino do povo propõe. O que o Coelho pretende implementar é uma diferenciação de classes em que os que têm mais dinheiro possam obter melhores serviços clínicos, uma grande machadada num sistema já pouco democrático. Passa por cima dos Direitos Humanos de que o direito à saúde faz parte integrante, como reconhecido por todos os países verdadeiramente democráticos e por todas as organizações de Direitos Humanos. Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos.
Classes
Havendo classes não pode haver democracia. Não obstante, a generalidade fala em classes. Logo, se fala admite a sua existência, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.
Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
Pergunta-se:
Resposta a todas as perguntas
O mal, assim como o mal geral do país é consequente da população não conhecer como vivem, se comportam e actuam politicamente as populações dos países europeus avançados e democráticos (Espanha e Grécia, países também do terceiro mundo, não contam, nem pensar). Ninguém conhece as razões porque as populações de uns países vivem melhor que as de outros. Ninguém conhece como funcionam os serviços de saúde e de Seg. Soc. nos países europeus em geral, nem nos próprios países da nossa UE.
Porquê?
Conhecendo a desonestidade generalizada dos políticos, ninguém se admirará que eles ocultem maliciosamente estes factos de modo a poderem convencer os eleitores a votar nas suas ideias que eles sabem garantirem-lhes melhor os tachos do que um esforço em prol da população, cujo resultado só se verá depois das mais próximas eleições. A ganância do poder imediato é que conta para essa canalha.
O que é realmente de admirar é que aqueles cuja profissão é de informar a população o escondam, mintam, encubram, pasteurizem e manipulam as informações; que as encenem, dramatizem, gozem com a ignorância geral em que eles mesmos mergulharam profundamente a população com os seus métodos em que escolhem o que hão-de contar segundo o seu critério e não a sua obrigação profissional.
Pelo seu comportamento e consequentes resultados, só podem ser eles os primeiros culpados do estado de ignorância geral do país. Tiraram ao povo a capacidade de reflectir naquilo que desconhecem por não terem sido mantidos ao corrente. Mais do que os políticos, arquitectaram assim a desgraça nacional.
A população encontra-se num tal estado de profunda estupidificação por influência da jornaleirada rasca e imunda, que chegou ao ponto de crer que a proposta do Coelho possa salvar o sistema sem prejuízo de acabar definitivamente com a democracia coxa das duas pernas que existe. Esta opinião errada só pode prevalecer pelo desconhecimento completo de como funciona um sistema de saúde privado rigidamente controlado pelo estado em países económica e democraticamente avançados. Pelos que se constata, raros o conhecerão.
Alguém leu ou ouviu algum alarve jornaleiro sobre este assunto tão importante para todos os portugueses?
Adenda
Uma opinião que caracteriza a jornaleirada de hoje, em que os nacionais não são únicos mas no que têm uma alta classificação, foi definida num livro de Andrew Oitke, Prof. catedrático de Antropologia na Universidade de Harvard:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»
Mais sobre o assunto poderá ser lido num post do blog Democracia em Portugal?
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Arrogância, Desinformação, Direitos Humanos, Embuste, Hipocrisia
Ignomínias de Gananciosos e Impostores
Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.
Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.
Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.
Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.
Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.
O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.
Se tirarmos o motivo único destes ataques de ambos os lados – a ganância e o roubo impune – nada fica de útil. Estamos num país sem igual na Europa, onde os mais favorecidos ganham seis vezes menos que os outros, ou vice-versa. Alguém ouviu algum partido ou jornaleiro dizer ou fazer algo para fechar o fosso? Alguns dos últimos aludem por vezes, envergonhadamente, mas para eles não dá para os scoops da coxinha com música de pranto ou outros com maior encenação.
Ou melhor, sim, houve dois que apontaram a essas diferenças tão exageradas. Um foi o Pedro Coelho a gozar a população com uma proposta quase envergonhada de diminuir os ganhos dos que mais auferem em 5%. Gozar, porque entre 5% e seis vezes, apenas no seu ver de ganancioso, pode ser adequado. Não obstante, ainda ontem se ouviu na Lavandaria Nacional um alarve apregoar que os portugueses podiam contar com o PSD. Viu-se e continua a ver-se como.
O outro que condenou as diferenças exageradas foi o Hernâni Lopes, um velho que, por o ser, por se ter retirado da luta partidária e por já não ser atingido por qualquer medida do dessa ordem, alvitrou mesmo reduções de 30%, muito mais justas.
O esbanjamento do nosso dinheiro pelas associações de criminosos tem de acabar. Mesmo que difícil quando os mais altos cargos da nação estão ocupados pelo pior primeiro-ministro de sempre, e pelo segundo pior. Aquele que permitiu o roubo dos fundos de coesão que deveriam ter preparado o país para enfrentar o futuro; e o aldrabão e vigarista que o tem secundado com na destruição do país. Pior é só não haver quem os substitua. Que desgraça!
Após a ordinária e pulha da Manela Leiteira temos um velhaco finório bem treinado em sonsice. Diga-se em abono da verdade, que se os portugueses tiverem capacidade para discernir – e até agora tem-se provado o contrário – tudo é preferível à bruxa que ele substituiu. O grande mal do Coelho é apenas ser um extremista em neoliberalismo, o que implica o inexorável aumento do fosso entre mais ricos e mais pobres e um maior afastamento democrático da Europa em prejuízo dos últimos. Tirar aos que menos têm para dar aos que mais têm. Estranho, que os raros que se encontram no meio possam continuar que jamais serão atingidos, mesmo com o que nesta altura presenciamos.
Calma, estamos ainda longe do fim e muitos deles irão ainda ficar desempregados. Os partidos nada farão senão utilizar esta questão incontrolável para propaganda. O governo mostrará que fez muito e bem e a realidade dirá se sim ou se não consoante a miséria aumente pouco ou muito, embora um aumento seja inevitável. Os outros esperam pelo aumento para acusarem, mesmo se ele for relativamente pequeno. Não é uma previsão, é a própria lógica mesmo, a sequência dos factos aliada ao conhecido procedimento das corjas. De qualquer modo, não terão grande dificuldade em derrotar o governo, visto tradicionalmente nenhum consiguir ultrapassar uma crise financeira que aumente muito a miséria nacional.
Pelas ideias, idiotas mas prenhas de malícia, com que nos bombardeiam, pode deduzir-se sem margem de erro que, à parte as diversas seitas mafiosas a que pertencem, os métodos das oligarquias são absolutamente idênticos, tentando manipular os casos à medida das suas conveniências consoante forem aparecendo e de que lado o vento sopre. Apenas se preocupam em mentir para atraiçoar os que, estupidamente, continuam a votar neles. O seu procedimento é análogo ao de qualquer associação de criminosos.
Estes métodos são, ainda assim, compreendidos por um certo número a quem repugnam e provocam desinteresse e abandono do voto. Vêm a inutilidade da escolha e abstêm-se. Não é todavia assim que se conseguirá virar o bico ao prego. Há que martelar no prego com força e acerto. Há que dominar a besta, pôr-lhe açamo, rédea curta, fazê-la passar fome e chicoteá-la, coisa que nem aos animais de carga se deve fazer, porque esta besta que nos rói a alma e a carne, ou a dominamos mesmo ou ela nos deixa com os ossos limpos de cerne e de pele. Procedamos antes que até o tutano nos chupe, que depois já não haverá salvação. Se a bem não for possível, a mal terá que ser. Assim é que não se pode continuar.
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Mentiroso
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O Nascimento e a Subida do Racismo em Portugal e o Crime Importado
Ao longo de todos os séculos da existência de Portugal não foi registado racismo no território metropolitano, e os casos coloniais foram entre os mais benignos no mundo e sem qualquer comparação com o que se passou com outros países colonizadores.
Nos EUA massacraram-se os índios e encurralaram-nos em grandes campos de concentração a que chamaram reservas. Na Austrália caçavam-se os autóctones e os cangurus enquanto se exterminavam várias raças de animais marsupiais. Os franceses também ficaram bem conhecidos pelas suas atrocidades na África Ocidental.
Não é todavia possível qualquer comparação aos crimes raciais, às exterminações e genocídios completos de que nem um descendente escapou, perpetrados por Castela em nome de Deus. Para eles eram comuns as torturas de queimare e despedaçarem as pessoas vivas, os crimes horrendos de rebentarem as cabeças dos recém-nascidos contra as fragas, o desventramento, sobretudo das grávidas, a quem arrancavam os fetos. Tudo crimes que só podem ser cometidos por gente com os mais hediondos sentimentos da mais pura selvajaria. Nem os mongóis dos Khans do séc. XIII, que ficaram conhecidos na história como um povo bárbaro, se lhes aproximaram, de perto sequer, na perpetração de tais crimes.
Nada disto se passou com as gentes deste país. Quando os primeiros reis conquistaram o sul da Lusitânia aos mouros, estes foram tratados com deferência; não foram expulsos nem as suas terras lhes foram extorquidas. D. Afonso Henriques, frequentemente em guerra, ficou também conhecido pelas boas relações que, em tempos de paz, tentou manter com os seus vizinhos de sul e sudeste.
Nem quando, no séc. XVII, em Lisboa e arredores, assim como nalgumas outras áreas do país existiram grandes colónias de africanos. Escravos que fossem, eram tratados com grande humanidade relativamente à época.
Não obstante, o caminho para o racismo foi aberto pelos responsáveis da maioria das desgraças do país por manterem a população em profunda ignorância, seja por falta de informações necessárias ao conhecimento geral e do mundo, seja por fabricação, manipulação, encenação de notícias exageradamente enquanto as necessárias e de maior interesse são ocultadas. Mantém, deste modo, o povo à disposição de todas as vigarices da corrupção política.
Deste modo, assistimos à vulgarização de termos em todo o mundo considerados como agressivamente racistas, como o de chamar negros aos africanos em lugar de pretos. Em todo o mundo a palavra negro – negro ou niger, em inglês e négro em francês, por exemplo – é considerada como um dos maiores insultos racistas. Os próprios pretos usam a palavra preto entre eles, por ser uma cor e não uma raça. Os de língua oficial inglesa empregam mesmo o termo familiar «pretinho» (blackie). Em Portugal, a corja de falsos jornaleiros implantou, pois, o temo mais hediondamente racista – negro.
Quando vemos reportagens na televisão, os impostores jornaleiros raramente falham entrevistas a estrangeiros, sobretudo brasileiros e africanos, sem atenção a proporções e maiorias. Como se eles representassem a maioria da população, quando o número das suas intervenções deve ser, logicamente, relativa à proporção da população de cada. Ou seja, nestes casos, sobrepõem a opinião das minorias à das maiorias em assuntos gerais, não sobre assuntos específicos. O efeito produzido só pode ser aquele que se vê: o repúdio da população que resulta num aumento de racismo mais uma vez justificado e proveniente da mesma fonte.
O racismo em Portugal é, pois, algo novo e sem tradição como em Espanha. Todavia, os portugueses são hoje racistas. Por um lado impulsionados por políticos criminosos que inspiram o racismo com fins de pura ganância política, como o Rui Rio, por outro lado por políticas completamente desajustadas e singulares, evitadas por outros países para banirem o racismo, erro já provado pelas disposições tomadas em França logo aquando da importação de mão-de-obra magrebina na década de 1960 e que eles mesmos foram buscar aos seus países, sobretudo à Algéria, para prover ao desenvolvimento da indústria, sobretudo a de construção de automóveis.
Ergueram bairros para os albergar, separados das cidades que, mais tarde, foram despedidos das fábricas, devido à crise que os deixou a exportar os automóveis quase exclusivamente para as suas ex-colónias e outros países do terceiro mundo, como Portugal. Essas cidadelas de imigrantes, antes tranquilas, então sem dinheiro nem comida, transformaram-se em guetos de revoltados onde, cresceu o crime. Foram as sementes da grande criminalidade em França. Embora ainda haja quem se recorde das causas, o crime não pode ser aceite. Também não puderam devolvê-los aos seus países, pois que os próprios franceses os foram buscar e estavam todos perfeitamente legalizados. Os filhos dessa primeira geração ficaram franceses legítimos, de acordo com a lei caduca que dava a nacionalidade, automaticamente, a quem quer que nascesse no seu território. O estigma continua, porém, a pesar sobre os descendentes.
Já por mais de dois séculos que a Inglaterra tem sempre tido muitos imigrantes, sobretudo originários do império mas ainda alguns outros; mas a prática da França não tinha ainda acontecido. Embora a França tenha sido provavelmente o único país que foi buscar os seus imigrantes às suas terras, após esta experiência tão conhecida na Europa, outros países que tinham governantes dignos das suas funções tomaram medidas preventivas. Os mais preventivos limitaram o acesso a imigrantes em grande número, proibiram aglomerações residenciais, sobretudo para gentes da mesma origem, distribuindo-os pelo país e por entre os autóctones, sendo assim facilmente assimilados.
Em Portugal, poucas décadas após o erro francês, repete-se a mesma coisa. Se os franceses apenas cometeram um erro, ainda que de grandes proporções e resultados catastróficos, após essa experiência, os governantes portugueses cometem barbaridades profundamente crassas, só possíveis pelo seu desinteresse pelo país, pela incompetência e irresponsabilidade. Crimes políticos, dadas as suas consequências serem amplamente conhecidas.
Não contentes com essa autêntica bestialidade e abuso de poder governativo por decisões já conhecidas como péssimas no momento em que foram tomadas, encontraram ainda maneiras de fomentar o racismo. Como com quase tudo, forjaram leis idiotas que dominam o país e criaram o racismo. Admitiram a impunidade a vários criminosos, incluindo os imigrantes, segundo as estatísticas autores de mais de metade dos delitos cometidos no país. Transformaram um país tranquilo num antro de crime, num país sem lei, por uma inclusão mal concebida associada à admissão do crime impunido.
Os habitantes, fartos de sofrer assaltos e agressões em que os autores subsistem impunes, revoltam-se e tomam atitudes racistas justificadas pelas circunstâncias. Gangues de adolescentes bem graúdos, conscientes da sua impunidade, dominam o país e a justiça. Assaltam, roubam, agridem, impunemente.
Tal estado de sítio não é permitido nos países mais democráticos e avançados. Se os culpados são menores, os pais respondem por eles e sofrem as consequências. Se são adultos, são condenados e expulsos do país após o cumprimento da sentença, caso não sejam nacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro sobre este assunto?
Cá, ninguém é responsabilizado pelos seus actos. Em lugar disso manda-se uma polícia incompetente e sem formação que espanca todos a torto e a direito; homens, mulheres, crianças, culpados e inocentes; desvairados ao tiros, como num filme do far west. Destroem habitações e seus conteúdos sem conhecer de quem nem porquê. Um observador atento fica sem saber quais serão mais culpados, se os possíveis criminosos ou a polícia – ou melhor, os seus responsáveis.
Devido a este comportamento da polícia, Portugal continua apontado pelas organizações de defesa dos direitos humanos como um dos dois únicos países europeus que violam esses direitos, sendo o outro a Espanha, evidentemente.
É uma desorganização total montada por aqueles que roubam o estado em lugar de o organizar e por ele zelar. Responsáveis-irresponsáveis, criminosos impunes, tão impunes e mais responsáveis do que aqueles que provocam os distúrbios.
Os emigrantes que pretendam viver em qualquer país devem respeitar o país e os seus habitantes naturais e não roubá-los, massacrá-los e agredi-los. Se não quiserem aceitar estes simples princípios humanos, então que não venham. O crime não deve ser importado, mas expulso. O racismo montante não é mais do que a reacção justificada a estas acções selvagens. Há que impor respeito e ordem, se não a bem, então pela força. Os prevaricadores devem ser pesadamente punidos, mas nunca do modo que vemos a polícia actuar, o que só poderá agravar o que já está suficientemente mal.
Se nada se fizer, que se passará quando esses anjinhos crescerem?
Há quem, como o ignóbil Rui Rio, irrite os seus seguidores-servidores parvos contra o RSI. Esse nojento canalha quer matar os mais de 50.000 pobres da sua área à fome. Por outro lado, quanto ao assunto aqui exposto, verificamos que muitos imigrantes vivem a essas custas, quando noutros países, para o evitar, nem entram sem terem trabalho. Os emigrantes portugueses que o digam, que sabem como é. (Note-se que os europeus deixaram de ser emigrantes dentro da Europa.)
Que o controlo do RSI seja executado com o zelo merecido e se se verificarem erros de desleixe ou falta de coordenação da parte dos funcionários por isso responsáveis, que sejam punidos; façam-nos pagar o montante perdido pelo estado, rua com eles e substituam-se por gente que queira trabalhar. Faça-se justiça e ab-roguem-se as ideias neo-liberais que tiram aos que menos têm para dar aos que já os roubam. Simultaneamente, não se vote em partidos cujos chefes falsários anulem ou tenham anulado pedidos de referendos pelo povo apresentados no parlamento enquanto apregoam democracia. São os falsos humanistas, falsos defensores de minorias étnicas e falsos democratas.
É impossível deixar passar em branco a bruta e idiota decisão do Paulo Portas em mudar o nome do Rendimento Mínimo Garantido para Rendimento de Inserção Social. O segundo é uma classificação absolutamente falsa, pois que cada vez mais está a ser usado para auxílio permanente a pessoas cuja inserção jamais será possível, como os idosos e os salteadores do caso aqui tratado. Ridículo como o seu autor a extorquir votos nas feiras.
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